sexta-feira, 2 de outubro de 2015
sábado, 26 de setembro de 2015
Empate Saboroso

BOAVISTA FC - 0 SPORTING CP-0Primeira Liga 6ºJornada
26 de Setembro de 2015 - 20h45m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Artur Soares Dias (A.F.Porto)
GR:Mika GR :Rui Patrício
DD:Tiago Mesquita DD:João Pereira
DC:Nuno Henrique DC:Naldo
DC:Paulo Vinicius DC:Paulo Oliveira
DE:Afonso Figueiredo DE:Jefferson
MC:Bernardo Tengarrinha(Anderson Carvalho 66') MC:Adrien Silva
MC:Reuben Gabriel MC:João Mário(William Carvalho 69')
MC:Idrís Mandiang MC:Bryan Ruiz(Carlos Mané 65')
ED:Luisinho ED:Gelson Martins
EE:Anderson Correia(Michael Uchebo 58') EE:Freddy Montero(Teófilo Gutiérrez 58')
PL:José Manuel(Renato Santos 78') PL:Islam Slimani
Treinador:Petit Treinador:Jorge Jesus
Cartões Amarelos:Islam Slimani 29' e Adrien Silva 74'.
Bang bang? Nada. Pólvora seca em duelo de pistoleiros. Intenso, emocionante, divorciado com as balizas.
Culpa de Mika, principalmente, o guardião do cemitério dos golos esquecidos. E mérito da estratégia delineada por Petit, uma ideia de sobrevivência levada ao limite no mundo da selva.
O Sporting quis ganhar, quis muito. E teve oportunidades para isso. Três entre os 30 e 45 minutos, mais três no segundo tempo, além de um golo anulado a Slimani. Aparentemente bem, por empurrão do argelino a Paulo Vinícius.
Desejo de triunfo, sim, mas insuficiente para deixar o FC Porto a dois pontos de distância. A liderança continua a ser repartida entre leões e dragões. Já agora, um dado curioso: o Sporting não ficava em branco, para jogos da Liga, desde o 3-0 sofrido no Dragão a 1 de março.
FICHA DE JOGO E NOTAS AOS ATLETAS
A proposta do Boavista para o jogo foi simples. Duas linhas cerradas de quatro homens atrás da dupla Zé Manuel-Luisinho. Garra, bloqueios, concentração e aposta nos lances de bola parada para assustar Rui Patrício.
Curiosamente, até foi dos axadrezados a mais chocante perdida da noite. Zé Manuel, sozinho na área leonina, fez o impossível e cabeceou ao lado. 13 minutos. Foi só azar?
As torres do xadrez de Petit incomodaram na frente, sim, mas foram principalmente úteis atrás. Idrid, Reuben Gabriel, mais tarde Uchebo, todos capitalizaram o jogo de paciência e marcação do Boavista, perante um Sporting hesitante no início e dominador a partir dos 30 minutos.
O que faltou aos leões? Um homem no lado esquerdo com a competência demonstrada por Gelson na direita; um companheiro mais inspirado ao lado de Islam Slimani; um motor de rotações elevadas e infalíveis no meio-campo.
Bryan Ruiz andou a passo, ufano como um milionário obeso. E Montero, moralizado pelos recentes golos, surgiu só a espaços. Em sentido contrário, Gelson teve um duelo fantástico com Afonso Figueiredo (já um dos melhores laterais portugueses) e Slimani foi um gigante no choque com Henrique e Paulo Vinícius.
DESTAQUES DO JOGO: Mika, guardador do nulo
William Carvalho entrou para os últimos 20 minutos, após longa ausência. Ajudou e continuará a ajudar o Sporting a crescer. No regresso, coordenou os movimentos dos colegas, quis ter a bola e teve uma mão cheia de bons passes.
Insuficiente para desarmar uma defesa sólida e competente. À prova de minas e armadilhas e da sorte.
Mais explicações para tantos ataques do Sporting e nem um golo? Bem, Einstein disse um dia que Deus não joga aos dados. Sobre o futebol, nem uma palavra, mas acreditamos que a sorte/azar também andaram pelo Bessa.
Um ponto para o tranquilo Boavista, um para o Sporting. Balizas invioladas, tiros de pólvora seca. Bang!
Culpa de Mika, principalmente, o guardião do cemitério dos golos esquecidos. E mérito da estratégia delineada por Petit, uma ideia de sobrevivência levada ao limite no mundo da selva.
O Sporting quis ganhar, quis muito. E teve oportunidades para isso. Três entre os 30 e 45 minutos, mais três no segundo tempo, além de um golo anulado a Slimani. Aparentemente bem, por empurrão do argelino a Paulo Vinícius.
Desejo de triunfo, sim, mas insuficiente para deixar o FC Porto a dois pontos de distância. A liderança continua a ser repartida entre leões e dragões. Já agora, um dado curioso: o Sporting não ficava em branco, para jogos da Liga, desde o 3-0 sofrido no Dragão a 1 de março.
FICHA DE JOGO E NOTAS AOS ATLETAS
A proposta do Boavista para o jogo foi simples. Duas linhas cerradas de quatro homens atrás da dupla Zé Manuel-Luisinho. Garra, bloqueios, concentração e aposta nos lances de bola parada para assustar Rui Patrício.
Curiosamente, até foi dos axadrezados a mais chocante perdida da noite. Zé Manuel, sozinho na área leonina, fez o impossível e cabeceou ao lado. 13 minutos. Foi só azar?
As torres do xadrez de Petit incomodaram na frente, sim, mas foram principalmente úteis atrás. Idrid, Reuben Gabriel, mais tarde Uchebo, todos capitalizaram o jogo de paciência e marcação do Boavista, perante um Sporting hesitante no início e dominador a partir dos 30 minutos.
O que faltou aos leões? Um homem no lado esquerdo com a competência demonstrada por Gelson na direita; um companheiro mais inspirado ao lado de Islam Slimani; um motor de rotações elevadas e infalíveis no meio-campo.
Bryan Ruiz andou a passo, ufano como um milionário obeso. E Montero, moralizado pelos recentes golos, surgiu só a espaços. Em sentido contrário, Gelson teve um duelo fantástico com Afonso Figueiredo (já um dos melhores laterais portugueses) e Slimani foi um gigante no choque com Henrique e Paulo Vinícius.
DESTAQUES DO JOGO: Mika, guardador do nulo
William Carvalho entrou para os últimos 20 minutos, após longa ausência. Ajudou e continuará a ajudar o Sporting a crescer. No regresso, coordenou os movimentos dos colegas, quis ter a bola e teve uma mão cheia de bons passes.
Insuficiente para desarmar uma defesa sólida e competente. À prova de minas e armadilhas e da sorte.
Mais explicações para tantos ataques do Sporting e nem um golo? Bem, Einstein disse um dia que Deus não joga aos dados. Sobre o futebol, nem uma palavra, mas acreditamos que a sorte/azar também andaram pelo Bessa.
Um ponto para o tranquilo Boavista, um para o Sporting. Balizas invioladas, tiros de pólvora seca. Bang!
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Antevisão Boavista FC - Sporting CP
BOAVISTA FC – SPORTING CP
SÁBADO, DIA 26 DE SETEMBRO ÀS 20:45
SÁBADO, DIA 26 DE SETEMBRO ÀS 20:45
Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€*
Topo Sul Nível 1 - 5€*
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€*
Topo Sul Nível 1 - 5€*
Acompanhantes de Sócio - 20€ (disponível apenas para sócios contribuintes - 1 por associado, desde que munidos de um cachecol ou adereço do Boavista Futebol Clube).
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
Público:
Bancada Norte Nível 1- 25€
Bancada Norte Nível 2 - 20€
Tribuna VIP: 50€
Bancada Norte Nível 1- 25€
Bancada Norte Nível 2 - 20€
Tribuna VIP: 50€
Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
Os bilhetes estarão à venda, na secretaria do Boavista Futebol Clube, a partir de Segunda-feira, 21 de Setembro
Pedimos a todos os Associados e demais interessados que adquiram os bilhetes, para o referido jogo, com a devida antecedência, evitando assim desnecessárias demoras no dia do jogo.
domingo, 20 de setembro de 2015
20 De Setembro de 2015 - 16h
Estádio Cidade de Coimbra
Árbitro :João Pinheiro(A.F.Braga)
GR:Pedro Trigueira GR: Mika
DD:Nii Plange DD:Tiago Mesquita
DC:Ricardo Nascimento DC:Nuno Henrqiue
DC:João Real(Gonçalo Paciência 54') DC:Paulo Vinicius
DE:Emídio Rafael DE:Afonso Figueiredo
MC:Fernando Alexandre MC:Idrís Mandiang
MC:Selim Bouadla(Nuno Piloto 16') MC:Reuben Gabriel
MC:Rui Pedro MC:Bernardo Tengarrinha(Anderson Carvalho 58')
ED:Leandro Silva(Hugo Seco 46') EE:Luisinho
EE:Rabiola ED:Michael Uchebo(Anderson Correia 70')
PL:Ivanildo PL:José Manuel(Renato Santos 80')
.
Treinador:José Viterbo Treinador: Petit
Cartões Amarelos:Leandro Silva 9',Bernardo Tengarrinha 36',Fernando Alexandre 63' e Gonçalo Paciência 88'.
Golos:José Manuel 1' e Anderson Carvalho 86'.
O que seria de um filme de Hollywood se a sua história ficasse resolvida logo no início? Pois, algo certamente pouco entretido para os espetadores. Ora foi isso que aconteceu na tarde deste domingo em Coimbra, no embate entre Académica e Boavista, com os visitantes a somarem um triunfo em Coimbra (0-2), que já lhes escapava desde 2007.
Esta história começou então a ser escrita logo aos 30 segundos de jogo: o central Henrique lançou uma bola em profundidade para a área academista onde Zé Manuel, aproveitando a passividade da defesa contrária, se isolou e bateu facilmente Pedro Trigueira. O Boavista não poderia desejar melhor ingresso numa partida difícil, em teoria, até pela pressão que o adversário tinha para sair com os três pontos.
No entanto, no resto dos primeiros 45 minutos, não se notou essa pressão. Ou melhor, se calhar até se terá notado demasiado, daí o jogo absolutamente inoperante e inconsequente da formação orientada por José Viterbo. O primeiro quarto de hora foi claramente da formação boavisteira que, através do rápido trio da frente, foi provocando o pânico na defensiva conimbricense. Zé Manuel, Uchebo e Luisinho são, de facto, avançados que acrescentam uma imprevisibilidade e uma velocidade notáveis à equipa de Petit.
Com o tempo, os boavisteiros baixaram um pouco a intensidade ofensiva mas permaneceram muito cómodos no controlo da partida, quase como se o oponente não quisesse nada com o jogo. Em boa verdade, apenas através de algumas arrancadas de Ivanildo a equipa da casa ia conseguindo animar a partida, embora o lateral Afonso Figueiredo afastasse ou recuperasse quase todas as bolas nos duelos com o extremo academista.
E assim se chegou ao intervalo no Cidade de Coimbra, com apenas um remate da Briosa (por sinal, do único agitador, Ivanildo). O Boavista esse parecia viver um autêntico conto de fadas, tais eram as facilidades para controlar o ritmo do jogo, mantendo a habitual ordem tática exemplar, sem grandes riscos e apostando num meio-campo de combate, robusto e sólido.
No arranque do segundo tempo, Viterbo decidiu trocar um desinspirado Leandro Silva pelo rápido extremo Hugo Sêco, de forma a dar mais profundidade à equipa. O efeito desejado não se notou em demasia, até porque a equipa ia insistindo em afunilar muito o jogo de ataque.
Ao décimo minuto da segunda parte, e aproveitando a lesão de João Real, Viterbo decidiu lançar Gonçalo Paciência, baixando Fernando Alexandre para central e colocando dois avançados a jogar em cunha no centro do ataque. Como se sabe, mais nem sempre significa melhor e o jogo de ataque da Briosa não conheceu melhorias significativas nos minutos subsequentes, continuando amarrado como à nascença.
Do outro lado, o conjunto do Bessa não tugia nem mugia, tranquilo atrás e procurando esporadicamente saídas rápidas para o ataque. De facto, era a equipa da casa que teria de assumir a despesa para os últimos minutos, algo que aconteceu embora de forma previsível e pouco audaz.
Aproveitou o conjunto boavisteiro para fechar o marcador, num livre indireto bem ganho por Luisinho, um dos melhores em campo. Anderson Correia cruzou e o outro Anderson, Carvalho de apelido, finalizou, numa conjugação perfeita entre dois jogadores entrados no segundo tempo.
No final, vitória de justiça inquestionável para os axadrezados e confirmação do momento terrível que uma instituição centenária como a Académica atravessa, sendo que até o outrora amado José Viterbo já é alvo de críticas do público afeto à Briosa.
Esta história começou então a ser escrita logo aos 30 segundos de jogo: o central Henrique lançou uma bola em profundidade para a área academista onde Zé Manuel, aproveitando a passividade da defesa contrária, se isolou e bateu facilmente Pedro Trigueira. O Boavista não poderia desejar melhor ingresso numa partida difícil, em teoria, até pela pressão que o adversário tinha para sair com os três pontos.
No entanto, no resto dos primeiros 45 minutos, não se notou essa pressão. Ou melhor, se calhar até se terá notado demasiado, daí o jogo absolutamente inoperante e inconsequente da formação orientada por José Viterbo. O primeiro quarto de hora foi claramente da formação boavisteira que, através do rápido trio da frente, foi provocando o pânico na defensiva conimbricense. Zé Manuel, Uchebo e Luisinho são, de facto, avançados que acrescentam uma imprevisibilidade e uma velocidade notáveis à equipa de Petit.
Com o tempo, os boavisteiros baixaram um pouco a intensidade ofensiva mas permaneceram muito cómodos no controlo da partida, quase como se o oponente não quisesse nada com o jogo. Em boa verdade, apenas através de algumas arrancadas de Ivanildo a equipa da casa ia conseguindo animar a partida, embora o lateral Afonso Figueiredo afastasse ou recuperasse quase todas as bolas nos duelos com o extremo academista.
E assim se chegou ao intervalo no Cidade de Coimbra, com apenas um remate da Briosa (por sinal, do único agitador, Ivanildo). O Boavista esse parecia viver um autêntico conto de fadas, tais eram as facilidades para controlar o ritmo do jogo, mantendo a habitual ordem tática exemplar, sem grandes riscos e apostando num meio-campo de combate, robusto e sólido.
No arranque do segundo tempo, Viterbo decidiu trocar um desinspirado Leandro Silva pelo rápido extremo Hugo Sêco, de forma a dar mais profundidade à equipa. O efeito desejado não se notou em demasia, até porque a equipa ia insistindo em afunilar muito o jogo de ataque.
Ao décimo minuto da segunda parte, e aproveitando a lesão de João Real, Viterbo decidiu lançar Gonçalo Paciência, baixando Fernando Alexandre para central e colocando dois avançados a jogar em cunha no centro do ataque. Como se sabe, mais nem sempre significa melhor e o jogo de ataque da Briosa não conheceu melhorias significativas nos minutos subsequentes, continuando amarrado como à nascença.
Do outro lado, o conjunto do Bessa não tugia nem mugia, tranquilo atrás e procurando esporadicamente saídas rápidas para o ataque. De facto, era a equipa da casa que teria de assumir a despesa para os últimos minutos, algo que aconteceu embora de forma previsível e pouco audaz.
Aproveitou o conjunto boavisteiro para fechar o marcador, num livre indireto bem ganho por Luisinho, um dos melhores em campo. Anderson Correia cruzou e o outro Anderson, Carvalho de apelido, finalizou, numa conjugação perfeita entre dois jogadores entrados no segundo tempo.
No final, vitória de justiça inquestionável para os axadrezados e confirmação do momento terrível que uma instituição centenária como a Académica atravessa, sendo que até o outrora amado José Viterbo já é alvo de críticas do público afeto à Briosa.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Resultado Injusto
Primeira
Liga 4ºJornada
14 de
Setembro de 2015 - 20H
Estádio
do Bessa Século XXI
Árbitro:Manuel Mota (A.F.Braga)
GR:Mika GR :Marafona
DD:Samuel Inkoom DD:Miguel Vieira
DC:Nuno Henrqiue DC:Fábio Cardoso
DC:Paulo Vinicius(Christian Pouga 91') DC:Ricardo
DE:Afonso Figueiredo DE:João Goís
MC:Idrís Mandiang MC:André Leal(Fábio Martins
57')
MC:Reuben Gabriel
MC:Péle(Barnes 83')
MC:Diego Lima(Bernardo Tengarrinha 55')
MC:Christian da Silva
ED:Michael Uchebo(Anderson Correia 82') ED:Edson Farias(Minhoca
66')
EE:Luisinho EE:Diego Jota
PL:José Manuel PL:João Silva
Treinador:Petit
Treinador:Jorge Simão
Cartões Amarelos:Nuno Henrique 14',Fábio Cardoso 45',Samuel
Inkoom 52',Samuel Inkoom 53',André Leal 55',Fábio Martins 68',Ricardo 72',Péle
82',Anderson Correia 93'.
Cartões Vermelhos: Samuel Inkoom 53'.
Golos:Diego Jota 89'.
Três pontos e o quarto lugar na tabela classificativa estavam em jogo. Frente a frente, um Paços que ainda não tinha perdido no campeonato, e um Boavista, que só perdeu uma vez, mas por números pesados. Um ponto apenas separava ambas as equipas.
Os ingredientes prometiam um jogo interessante e, se é verdade que houve alguns momentos menos bonitos, o encontro foi recheado de pormenores interessantes e com as duas equipas a mostrarem que baixar os braços não faz parte do seu ADN. E acabou por ser a persistência do miúdo Diogo Jota a resolver o jogo.
Depois da pesada derrota em Braga, Petit mudou quase meia equipa, cinco jogadores. Inclusive na baliza, onde Mika voltou a ocupar o lugar. Já Jorge Simão foi obrigado a mudar quatro jogadores por causa de castigos e lesões.
E mal o árbitro deu ordem para o início da partida, as equipas mostraram ao que vinham. Primeiro foi o Paços a ameaçar o território de Mika, por intermédio de João Silva e Jota, que aproveitavam as movimentações do irrequieto Andrezinho.
Depois o Boavista começou a responder. Paulo Vinícius cabeceou para a defesa de Marafona. Diego Lima fez alguns remates de longe. Luisinho tentou de todas as maneiras. Este último, aliás, a par com Zé Manuel, foram os mais rematadores dos axadrezados durante todo o encontro.
A primeira parte foi decorrendo num tom de equilibrio e com uma ping pong constante. Bola cá, bola lá. As duas equipas procuravam o golo, mas ele não chegava.
A segunda parte começou na mesma toada, mas rapidamente o jogo mudou. Inkoom, que andava num duela com Jota, viu dois amarelos em poucos minutos, ao tentar travar o avançado pacense. Com menos um, e ao contrário do que seria de esperar, o Boavista ficou mais atrevido, mais rematador, surpreendendo o adversário. Zé Manuel, de baliza aberta, teve a perdida da noite. Uchebo, que na primeira parte tinha sido anulado por João Góis foi para o outro flanco e conseguiu chatear mais vezes Marafona.
Já aos 83 minutos, Zé Manuel ganhou espaço na esquerda e tentou servir Luisinho, mas Miguel Vieira fez um corte providencial, quando parecia golo certo.
E, quando o destino parecia ser um 0-0 no marcador, Diogo Jota deu uma lição de persistência. Após uma sucessão de erros incríveis de quase meia equipa do Boavista, o avançado pacense nunca desiste do lance e ganha a bola após um mau alívio de Mika, fazendo o golo que resolveu o jogo.
O golo deu os três pontos aos castores e deixou o Paços de Ferreira isolado no quarto lugar, com 9 pontos, ainda sem derrotas.
Os ingredientes prometiam um jogo interessante e, se é verdade que houve alguns momentos menos bonitos, o encontro foi recheado de pormenores interessantes e com as duas equipas a mostrarem que baixar os braços não faz parte do seu ADN. E acabou por ser a persistência do miúdo Diogo Jota a resolver o jogo.
Depois da pesada derrota em Braga, Petit mudou quase meia equipa, cinco jogadores. Inclusive na baliza, onde Mika voltou a ocupar o lugar. Já Jorge Simão foi obrigado a mudar quatro jogadores por causa de castigos e lesões.
E mal o árbitro deu ordem para o início da partida, as equipas mostraram ao que vinham. Primeiro foi o Paços a ameaçar o território de Mika, por intermédio de João Silva e Jota, que aproveitavam as movimentações do irrequieto Andrezinho.
Depois o Boavista começou a responder. Paulo Vinícius cabeceou para a defesa de Marafona. Diego Lima fez alguns remates de longe. Luisinho tentou de todas as maneiras. Este último, aliás, a par com Zé Manuel, foram os mais rematadores dos axadrezados durante todo o encontro.
A primeira parte foi decorrendo num tom de equilibrio e com uma ping pong constante. Bola cá, bola lá. As duas equipas procuravam o golo, mas ele não chegava.
A segunda parte começou na mesma toada, mas rapidamente o jogo mudou. Inkoom, que andava num duela com Jota, viu dois amarelos em poucos minutos, ao tentar travar o avançado pacense. Com menos um, e ao contrário do que seria de esperar, o Boavista ficou mais atrevido, mais rematador, surpreendendo o adversário. Zé Manuel, de baliza aberta, teve a perdida da noite. Uchebo, que na primeira parte tinha sido anulado por João Góis foi para o outro flanco e conseguiu chatear mais vezes Marafona.
Já aos 83 minutos, Zé Manuel ganhou espaço na esquerda e tentou servir Luisinho, mas Miguel Vieira fez um corte providencial, quando parecia golo certo.
E, quando o destino parecia ser um 0-0 no marcador, Diogo Jota deu uma lição de persistência. Após uma sucessão de erros incríveis de quase meia equipa do Boavista, o avançado pacense nunca desiste do lance e ganha a bola após um mau alívio de Mika, fazendo o golo que resolveu o jogo.
O golo deu os três pontos aos castores e deixou o Paços de Ferreira isolado no quarto lugar, com 9 pontos, ainda sem derrotas.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Antevisão Boavista FC - FC Paços de Ferreira FC
Segunda-Feira, 14 de Setembro às 20:00
Sócios:
Nascente N1- 5€
Sul N1 - 5€
Acompanhantes de Sócio - 7,5€ (disponível apenas para sócios pagantes - 2 por associado)
Público:
Norte Nível 2 - 12€
Bancada VIP - 25€
Pedimos a todos os associados que adquiram os seus bilhetes atempadamente, para evitarem filas desnecessárias na hora do jogo.
Para facilitar e evitar filas de última hora no próximo jogo (BOAVISTA x F.C. Paços de Ferreira), na compra de bilhetes e quotas. A secretaria encontrar-se-á aberta no horário normal de Segunda a Sexta (9:30- 12:30; 14 às 18:00) e no sábado das 9:30-18:00 (incluindo hora de almoço). Na Segunda-Feira encontra-se aberta das 9:30 até à hora do jogo (incluindo hora de almoço).
Pedimos por isso, aos senhores associados e público em geral que adquiram com antecedência as suas quotas e bilhetes para evitar filas e atrasos na entrada no Estádio na próxima Segunda-Feira.
EVITE FILAS E APROVEITE OS DESCONTOS
Época nova, preços antigos. O Boavista manteve inalterados os preços da época anterior!
*NO DIA DE JOGO, SEGUNDA-FEIRA, A RENOVAÇÃO DE BILHETES DE TEMPORADA E CATIVOS É ATÉ AS 14H00.
LUGARES ANUAIS / CATIVOS / CAMAROTES
BILHETE TEMPORADA NASCENTE/TOPO SUL
70€ (renovação 65)
50€ JOVEM / ESTUDANTE* (apenas topo sul)
*até aos 18 anos e/ou até ao final dos estudos (obrigatório fazer prova de matricula 2015/2016 (apenas topo sul)
CATIVOS POENTE
Cativo Simples:
Cativo Central: 150€ (renovação: 120€)
Cativo Lateral: 120€ (renovação 100€)
Cativo Família:
Central: 2 Adultos 260€ (renovação: 240€)
Lateral: 2 Adultos 220€ (renovação: 200€)
Central: 1 Adulto + 1 Menor 220€ (renovação: 200€)
Lateral: 1 Adulto + 1 Menor 170€ (renovação: 150€)
Cada adicional Adulto: Central 120€
Cada Adicional Adulto Lateral: 100€
Cada Adicional Menor Central: 80€
Cada Adicional Menor Lateral: 60€
CAMAROTES
Camarote Sócio 11 Lugares central 2500€
individual 250€
Camarote Sócio 11 Lugares Lateral: 2000€
individual 200€
Camarote Sócio Premium 11 Lugares (catering: Finger Food) 3500€
Individual: 350€
Na Compra de CATIVO OU CAMAROTE DE ASSOCIADO + QUOTA ANUAL CONTRIBUINTE MASCULINO OU FEMININO - Desconto de 10€
Exemplo: Quota anual masculino 90€ + Cativo Simples Central (renovação) 120€ = TOTAL 210€ + Desconto de 10€: PREÇO FINAL - 200€
Dirija-se à Secretaria do Boavista Futebol Clube:
Para mais informações:
Mail: secretaria@boavistafc.pt
Tel: 226071041
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
RENATO SANTOS ASSINA POR 3 ÉPOCAS
Renato Santos, medio ofensivo ou extremo português de 23 anos, assinou pelo Boavista.
Renato Santos representou na epoca passada o Tondela, tendo jogado nas escolinhas do Boavista, feito a formação no Sporting, e representado tambem o Rio Ave.
Foi um dos jogadores revelação na 2ª volta da 2ª Liga na época passada.
Renato Santos representou na epoca passada o Tondela, tendo jogado nas escolinhas do Boavista, feito a formação no Sporting, e representado tambem o Rio Ave.
Foi um dos jogadores revelação na 2ª volta da 2ª Liga na época passada.
RIVALDINHO NO BOAVISTA
Rivaldinho (Rivaldo Júnior), avançado com 20 anos e 1,86m, que representava o Mogi Mirim (São Paulo, Brasil), assinou hoje contrato de trabalho com o Boavista, por 3 épocas desportivas.
Rivaldinho é um avançado móvel e bom finalizador, e utilizará a camisola 99.
Rivaldinho, além das suas qualidades futebolísticas, que lhe auguram um grande futuro, é filho do Bola de Ouro Rivaldo, que dispensa apresentações.
Rivaldinho já treinará amanhã de manhã no Bessa, e será apresentado às cinco horas da tarde no Auditório respectivo, na presença do seu Pai.
Porto, 31 de Agosto de 2015
O C.A. da Boavista F.C., Futebol, SAD
domingo, 30 de agosto de 2015
Derrota Com Números Exagerados
30 De Agosto de 2015 - 17h
Estádio Municipal de Braga/Estádio Axa
Árbitro :Fábio Veríssimo(A.F.Leiria)
GR:S.Kritsyuk GR: Gideão Castro
DD:Baiano DD:Samuel Inkoom
DC:Boly DC:Philippe Sampaio
DC:André Pinto DC:Paulo Vinicius
DE:Marcelo Goaino DE:Afonso Figueiredo
MC:Joan Román(Alan 66') MC:Anderson Carvalho
MC:Mauro MC:Reuben Gabriel
MC:N.S.Vukcevic MC:Bernardo Tengarrinha(Diego Lima 58')
ED:Pedro Santos EE:Luisinho
EE:Rodrigo Pinho(Hassan 61') ED:Léozinho(Michael Uchebo 18')
PL:Crislan(Rafa Silva 86') PL:José Manuel(Idrís Mandiang 74')
.
Treinador:Paulo Fonseca Treinador: Petit
Cartões Amarelos:Mauro 35',José Manuel 45',Anderson Carvalho 60',Michael Uchebo 64',Reuben Gabriel 78',Philippe Sampaio 84'
Golos:N.S.Vukcevic 16',N.S.Vukcevic 58',Crislan 67' e Alan 85'(g.p).
O encontro começou com o SC Braga desde os primeiros minutos a assumir o jogo, por sua vez o Boavista FC estava muito recuado.
O SC Braga estava por cima do jogo, mas foi dos axadrezados o primeiro remate ao lado por Luisinho, de seguida um livre descaído sobre a esquerda para o SC Braga que saiu por cima da baliza de Gideão aos 16 minutos a equipa bracarense chega mesmo ao golo, depois de uma confusão na área com a bola ainda a ir ao poste e após boa defesa do guardião axadrezado, a defensiva axadrezada não foi lesta a retirar o perigo da sua área esta sobra para o jogador bracarense que com um remate colocado, não deu hipóteses ao guardião boavisteiro.
O Boavista FC procurava o empate e subia no terreno, um passe de Luisinho a isolar Michael Uchebo que tinha entrado para o lugar do lesionado Léozinho, isolava o avançado boavisteiro mas foi interrompido por um suposto fora de jogo que como se comprova na imagem está em linha, o rumo do jogo poderia ter sido outro.
Antes do intervalo o SC Braga através de um livre chega com perigo a baliza boavisteira, com Philippe Sampaio a cortar para canto, chega o intervalo com a equipa da casa com vantagem mínima.
Recomeçava o jogo, com o Boavista FC a entrar mais subido no terreno, para procurar o golo do empate.
Começavam as oportunidades de golo, primeiro pelo Boavista FC com Luisinho a cruzar para Michael Uchebo chegar atrasado e depois pelo SC Braga através do remate de Pedro Santos que passou por cima.
O SC Braga criava mais perigo diante da formação axadrezada e perto dos 60 minutos ,dois cantos consecutivos para a equipa da casa e no segundo canto e após desatenção da defensiva axadrezada incluindo o seu guarda-redes o jogador bracarense sem marcação faz o 2-0.
A partir do 2-0 a equipa boavisteira cometeu demasiados erros,sobretudo defensivos e a equipa bracarense aproveitou para fazer o 3-0 após lançamento para a zona central boavisteira aonde os centrais boavisteiros foram demasiados lentos, o avançado bracarense isolou-se e fez o terceiro.
A partir do 2-0 a equipa boavisteira cometeu demasiados erros,sobretudo defensivos e a equipa bracarense aproveitou para fazer o 3-0 após lançamento para a zona central boavisteira aonde os centrais boavisteiros foram demasiados lentos, o avançado bracarense isolou-se e fez o terceiro.
A 15 minutos do final do encontro, através de uma bola parada, o Boavista FC consegue criar a sua primeira oportunidade flagrante de golo, com Michael Uchebo a ganhar nas alturas à defesa do SC Braga e a cabecear a figura do guardião contrário.
Aos 83 minutos o SC Braga faz o resultado final de 4-0 após falta a meio-campo sobre Afonso Figueiredo não assinalado no contra-ataque da equipa bracarense Philippe Samapio faz falta dentro da área grande penalidade assinalada e estava feito o 4-0.
Até ao final do encontro apenas uma nota para um remate de fora da área de Afonso Figueiredo por cima da barra.
Até ao final do encontro apenas uma nota para um remate de fora da área de Afonso Figueiredo por cima da barra.
Acabava o encontro,estava consumada a primeira derrota axadrezada talvez com números algo exagerados para o que se passou no encontro.
Na próxima jornada os axadrezados recebe o FC Paços de Ferreira no próximo dia 13 de Setembro, visto o campeonato parar no próximo fim de semana para compromissos de selecções.
Entretanto os axadrezados apresentaram mais dois reforços no fecho do mercado de transferências Rivaldinho e Renato Santos.
Saudações Boavisteiras.
Na próxima jornada os axadrezados recebe o FC Paços de Ferreira no próximo dia 13 de Setembro, visto o campeonato parar no próximo fim de semana para compromissos de selecções.
Entretanto os axadrezados apresentaram mais dois reforços no fecho do mercado de transferências Rivaldinho e Renato Santos.
Saudações Boavisteiras.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
domingo, 23 de agosto de 2015
Primeiro Vitoria da Epoca Com Relvado Novo
Primeira Liga 2ºJornada
23 de Agosto de 2015 - 17H
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luis Ferreira (A.F.Braga)
GR:Gideão Castro GR :Matt Jones
DD:Samuel Inkoom DD:Edu Machado(Dolly Menga 70')
DC:Philippe Sampaio DC:Bruno Nascimento
DC:Paulo Vinicius DC:Kaka
DE:Afonso Figueiredo DE:Luís Tinoco
MC:Bernardo Tengarrinha MC:Luís Alberto(Bruno Monteiro 60')
MC:Reuben Gabriel MC:Lucas Souza
MC:Diego Lima(Anderson Carvalho 27') MC:Raphael Guzzo
ED:Leozinho ED:Luís Machado
EE:Luisinho(Anderson Correia 84') EE:Murillo(Piojo 60')
PL:José Manuel(Michael Uchebo 71' ) PL:Nathan Júnior
Treinador:Petit Treinador:Vítor Paneira
Cartões Amarelos:Diego Lima 27',Raphael Guzzo 28',Lucas Souza 41',Anderson Carvalho 58',Lucas Souza 62',Bruno Nascimento 66',Afonso Figueiredo 67',Anderson Correia 90'.
Cartões Vermelhos: Lucas Souza 62'
Golos:Luisinho 47'.
Num dia que mais parecia de Inverno, o Boavista recebeu o Tondela com o objetivo de brindar com uma vitória a estreia do relvado natural do Bessa. Mas este nunca foi um adversário fácil para os axadrezados, aliás, o Boavista nunca tinha ganho ao Tondela... até agora. O borrego foi morto pelos pés de Luisinho num duelo intenso com o guardião Matt Jones.
A primeira parte foi pautada por um jogo muito viril (demasiado até em alguns momentos), partido, e sem grande qualidadade. Pelo Tondela, Machado ia furando pela direita, mas Afonso conseguiu sempre resolver. Guzzo e Muriilo não tiveram melhor sorte pelos outros corredores.
Mais rematador do que o adversário, o Boavista foi o único a criar situações de verdadeiro perigo na primeira parte. Petit deixou Uchebo no banco, cabendo a Zé Manuel o lugar na frente, que combinou muito bem com um endiabrado Luisinho. Foi dos pés de Luisinho que saiu o livre que aos 38 minutos podia ter dado o golo axadrezado. Reuben Gabriel apareceu para a emenda e atirou ao poste.
Aos 33 minutos, foi o próprio Luisinho quem apareceu isolado frente a Matt Jones, que ofereceu o corpo à bola e conseguiu impedir o golo. Mas este não tardaria e Luisinho, que já tinha feito por o merecer, aproveitou um corte incompleto da defesa do Tondela, na sequência de um canto, e rematou à meia volta, batendo Matt Jones.
Depois, a toada parecia a de um disco riscado: Luisinho rematava, Matt Jones defendia. Zé Manuel ainda tentou, mas sem melhor sorte. Uchebo, que chegou entretanto, também não conseguiu fazer melhor.
Com a formação de Vítor Paneira reduzida a dez desde os 62 minuntos, após a expulsão de Lucas Souza, o Tondela fechou-se mais e, com o passar do tempo, ia cada vez mais raramente perto da área adversária. Do outro lado, com Gideão estava como espectador distante e epenas Tinoco, de bola parada conseguiu incomodar o guardião axadrezado.
Até que o apito final chegou para selar a vitória axadrezada, a primeira nesta edição 2015/16 da Liga, e logo no primeiro jogo em casa.
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