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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boavista FC Perde em Belém e Complica Contas da Manutenção


CF BELENENSES-1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 14ºJornada
 21 De Dezembro de 2015 - 19h00m
 Estádio  do Restelo em Lisboa
Árbitro :Cosme Machado(A.F.Braga)
GR:Hugo Ventura GR:Gideão Castro
DD:Geraldes  DD:Hackmann
 DC:João Afonso DC:Nuno Henrique
DC:Gonçalo Brandão DC:Paulo Vinicius
DE:Filipe Ferreira DE:Afonso Figueiredo
MC:Rúben Pinto  MC:Idrís Mandiang
MC:André Sousa MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Carlos Martins(Ricardo Dias 84') MC:Anderson Carvalho(Renato Santos 76')
MC:Fábio Sturgeon MC:Reuben Gabriel(Ancelmo Júnior 57')
PL:Kuca(Tiago Silva 77')  PL:José Manuel
PL:Luís Leal (Tiago Caeiro 63') PL:Douglas Abner(Uche Nwofor 69')
.
Treinador:Júlio Velasquez            Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Paulo Vínicius 7',Hackmann 11',Rúben Pinto 22',Geraldes 57',Bernardo Tengarrinha 80' e Ricardo Dias 90'.

Golos: Filipe Ferreira 4'.




Marcar cedo e cedo se erguer, deu frutos e ajudou a equipa a crescer. Na antevisão da partida, o treinador do Boavista Erwin Sánchez tinha avisado para os perigos do Belenenses, lembrando que os jogadores iriam querer mostrar-se aos adeptos depois da entrada do novo técnico.

Sabia do que falava o boliviano, visto que tinha passado pela mesma situação recentemente na equipa do Bessa.

A verdade é que as previsões de Sánchez provaram ser as mais acertadas. No Estádio do Restelo, o Belenenses precisou de apenas três minutos para inaugurar o marcador. No jogo de estreia de Julio Velázquez, os azuis entraram na partida apostados em decidir depressa e foi o que se passou de facto.


Fábio Sturgeon ganhou a bola junto à grande área do Boavista e, depois de um pequeno bailado, deixou a bola para Filipe Ferreira. Partindo com embalo de trás, o lateral esquerdo atirou com força para a baliza axadrezada. Um verdadeiro «pastel», como se diz na gíria futebolística (e também pela coincidência gastronómica da localidade), que fuzilou por completo o guarda-redes Gideão.

Com o golo madrugador, o Belenenses cresceu e de que maneira. Decorridos os primeiros dez minutos de jogo, o Boavista já tinha dois defesas amarelados, espelho daquilo que foi a estratégia adotada por Julio Velázquez, um Belenenses muito consistente na defesa e veloz na saída para o ataque, explorando a velocidade do avançado Luís Leal.

De resto, as principais oportunidades de perigo do Belém no primeiro tempo passaram invariavelmente pelos pés do rapidíssimo avançado. Quando não era Luís Leal, os alas Sturgeon e Kuca encarregavam-se de puxar a equipa para a frente, combinando bem com os companheiros mais recuados no terreno.

Foi esta a toada do jogo durante a primeira parte, o Belenenses mais esfomeado, procurando a baliza de Gideão, e um Boavista mais tímido, sem conseguir criar oportunidades, exceção feita a uma boa jogada no ataque, aos 40 minutos, que culminou com um remate-cruzamento de Zé Manuel.

Sermão de Sánchez ao intervalo deu resultado

No segundo tempo, o Boavista apareceu mais determinado e Zé Manuel teve mesmo oportunidade para fazer balançar as redes de Ventura. Aos 50 minutos, o veterano avançado do Boavista teve uma arrancada fulminante desde o meio-campo e foi ultrapassando vários adversários até chegar à área do Belenenses. Ainda assim, com tudo para fazer o golo, faltaram as forças ao avançado, que acabou por rematar à figura do guarda-redes.

A segunda parte foi, de resto, muito diferente da primeira. Em desvantagem no marcador, o Boavista assumiu as rédeas do jogo e fechou as portas da área ao Belenenses, tanto que as únicas tentativas dos azuis surgiram sempre de fora da área e sem levar perigo à baliza de Gideão.

Perante a apatia do Belenenses, o Boavista foi para a frente com mais homens, e Idriss, aos 78 minutos, voltou a ameaçar o empate para os axadrezados, com um remate de longe que passou a poucos centímetros da baliza de Ventura.

Velazquéz e as estranhas substituições

Ao ver que a partida estava relativamente controlada, ainda que a vantagem fosse curta, o novo treinador do Belenenses procedeu a três alterações curiosas, que levantaram dúvidas aos adeptos presentes nas bancadas. Na última meia hora de jogo, Julio Velázquez fez sair Luís Leal, Kuca e Carlos Martins, por esta ordem, aqueles que, para os adeptos, tinham sido os melhores elementos em campo.

A bem ou a mal, as substituições acabaram por surtir efeito, visto que refrescou o miolo e também o ataque dos azuis, o que permitiu segurar por mais uns minutos a maior pressão ofensiva do Boavista. Neste seu primeiro jogo enquanto treinador dos azuis, Velázquez regeu-se pela cautela, preferindo segurar a vantagem em vez de tentar alargá-la.

Até ao final, o Boavista tentou reverter o resultado a todo o custo, e teve alguns sustos por causa disso, mas a verdade é que nem uma nem outra equipa conseguiram mais visar a baliza adversária.

No embate de treinadores estrangeiros, a sorte sorriu ao estreante Julio Velázquez, que aproveitou a vantagem madrugadora da equipa para gerir o resultado até ao final. A entrada fulgurante do Belenenses chegou para tão pouco Boavista. Os axadrezados saem com um sabor agridoce, face aquilo que produziram no segundo tempo.

Uma partida fraca mas três pontos preciosos para o Belenenses, que desta forma regressou aos triunfos e conseguiu afastar-se dos últimos lugares da classificação.  


O Blog Boavista1903.blogspot.com deseja a todos os boavisteiros umas boas festas esperemos que em 2016 seja um ano de viragem para os boavisteiros!

Taça de Portugal: Sorteio Quartos de Final e Meias-Finais

Eis os jogos dos quartos de final da Taça de Portugal (entre 12 e 14 de janeiro)

Jogo 18001: Gil Vicente (SL) - Nacional (LN)
Jogo 18002: Rio Ave (LN) - Estoril-Praia (LN)
Jogo 18003: SC Braga (LN) - Arouca (LN)
Jogo 18004: Boavista (LN - FC Porto (LN)


Eis o emparelhamento dos jogos das meias-finais (2 a 4 de fevereiro/ 1 a 3 de março)
vencedor do jogo 18001 - vencedor do jogo 18004
vencedor do jogo 18003 - vencedor do jogo 18002



Nota: LN - Liga Nos; SL - Segunda Liga.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Antevisão CF Belenenses - Boavista FC


JOGO IMPORTANTÍSSIMO PARA AS NOSSAS CONTAS NO CAMPEONATO, TEMOS QUE PONTUAR ! 

GALVANIZADOS PELA VITÓRIA NA TAÇA DE PORTUGAL CONSEGUIREMOS!

TODO O APOIO É BEM VINDO!

Taça de Portugal: Boavista FC Vence e Está Nos Quartos de Final

BOAVISTA FC - 1 ACADÉMICA-0
Taça de Portugal Oitavos de Final
17 de Dezembro de 2015 - 18h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Rui Costa(A.F.Porto)

GR:Gideão Castro     GR :Lee Oliveira
 DD:Hackmann   DD:Aderlan Silva
 DC:Nuno Henrique DC:João Real
DC:Paulo Vinicius   DC:Iago Santos
DE:Anderson Correia   DE:Emídio Rafael
MC:Anderson Carvalho(Renato Santos 79') MC:Nuno Piloto
MC:Bernardo Tengarrinha  MC:Rui Pedro
MC:Idrís Mandiang MC:Leandro Silva
MC:Ancelmo Júnior(Bukia 63') ED:Marinho(Nii Plange 60')
EE:Uche Nwofor(José Manuel 85') EE:Hugo Seco(Ivanildo 60')(Rabiola 83')
PL:Douglas Abner PL:Rafael Lopes
 
Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Filipe Gouveia

Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 42',Aderlan Silva 84' e Gideão Castro 94'.

Golos:Renato Santos 86'.





Não é o Boavistão como nos tempos de Erwin Sánchez como jogador, mas com o boliviano no banco por momentos esta equipa axadrezada parece um patamar acima da equipa de Petit.
Sánchez regressou ao Bessa e, depois de empatar o primeiro jogo para Liga (frente ao Estoril), na segunda partida em que orienta o Boavista já conseguiu o feito de apurar a equipa para os quartos-de-final, algo que já não acontecia desde a época 2006/07.

Numa partida entre dois históricos do futebol nacional, que entre si já levantaram sete Taças de Portugal (cinco dos axadrezados contra dois da equipa de Coimbra), a Académica acabou por ter menos controlo de bola do que a equipa da casa e teve oportunidades de golo sobretudo na primeira parte.

Por falar em história, a Briosa não vence no Bessa desde 1977, na única edição da fase de grupos da Taça FPF, o que não é apenas um pormenor.

Vamos ao jogo... E há sobretudo que destacar que o técnico dos estudantes Filipe Gouveia fez oito alterações em relação à vitória frente ao Belenenses (4-3) para a Liga, na última segunda-feira.

FICHA E FILME DO JOGO
Sánchez mexeu apenas porque tinha de mexer: trocou Hackman pelo castigado Inkoom no lado direito da defesa e a equipa voltou a jogar um futebol mais apoiado e a ocupar melhor os espaços. Com Sánchez no comando, este Boavista continua pressionante, mas parece ter deixado de ter medo de ter bola e já não é apenas uma equipa de contenção e contra-ataque.

Ancelmo entrou bem na equipa como vértice mais adiantado no meio-campo de um sistema que mudou de 4-3-3 para um 4-4-2 losango, no apoio à dupla Abner-Uche.

Foram do médio brasileiro as duas melhores oportunidades axadrezadas na primeira parte: um remate de primeira, bem servido por Tengarrinha, com a bola a sair às malhas laterais (32’), e outro colocado, de fora da área, que levou a bola a embater na barra (44’).

A Académica repartiu as oportunidades de golo antes do intervalo. Rafael Lopes assumir as despesas do ataque: isolou Hugo Seco, que rematou à figura de Gideão, na primeira grande oportunidade de golo, aos 20’, e aos 37’ voltou a aparecer; dominou, fez o túnel a Henrique e colocou a bola sobre o guarda-redes Gideão, obrigando o lateral Hackman a ser pronto-socorro para evitar o primeiro golo.

No segundo tempo, o Boavista entrou com tudo.

Depois de se estrear a marcar um golão no último jogo da Liga, frente ao Estoril, Uche ia hoje marcando outro de levantar o estádio: encheu de novo o pé e mandou a bola à barra e a bater no relvado, sem contudo ficar perto de ultrapassar a linha de golo.

Daí em diante, o jogo adormeceu e parecia arrastar-se para prolongamento. O Boavista dominava mais, a Académica respondia, sobretudo pela meia distância de Leandro Silva, mas faltava acutilância ofensiva.

Foi aí que Sánchez, que ao segundo jogo no comando já parece o grande mestre no xadrez, foi ao banco para sacar a sua cartada. Dali saíram dois trunfos: Zé Manuel e Renato Santos.

E foi com estas duas peças que se fez o xeque-mate que valeu a eliminatória. Zé Manuel segurou a bola e descobriu Renato, que entrou na área, até hesitou no passe para Abner, mas, na cara de Lee, rematou cruzado para o fundo das redes.

Sánchez ainda agora chegou e já conseguiu um feito no Bessa. No banco como em campo... Ele nunca deixou de ser ídolo por estas bandas.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Taça de Portugal: Antevisão Boavista FC - Académica de Coimbra


TAÇA DE PORTUGAL

5ª Eliminatória

BOAVISTA FC vs Académica de Coimbra

Quinta-Feira, 17 de Dezembro às 18:30

Sócios:
5€ (todos pagam, incluíndo Bilhetes de Época, Cativos, Camarotes e Menores a partir dos 3 anos).

Público:
Norte Nível 2 - 10€
Bancada VIP - 15€

Pedimos a todos os associados que adquiram os seus bilhetes atempadamente, para evitarem filas desnecessárias na hora do jogo.

Para facilitar e evitar filas de última hora no próximo jogo (BOAVISTA x Académica de Coimbra) na compra de bilhetes. A secretaria encontrar-se-á aberta no horário normal de Segunda a Sexta (9h30 - 12h30 ; 14h às 18h00). Na Quinta-feira, dia jogo, encontrar-se-á aberta todo o dia, incluíndo hora de almoço.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Empate Na Estreia de Sanchez Com a Maozinha do Árbitro

BOAVISTA FC - 1 GD ESTORIL-1
Primeira Liga 13ºJornada
11 de Dezembro de 2015 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Tiago Antunes(A.F.Coimbra)

GR:Gideão Castro     GR :Pawel Kieszek
 DD:Samuel Inkoom   DD:Anderson Luís(Babanco 52')
 DC:Nuno Henrique DC:Diego
DC:Paulo Vinicius   DC:Yohan Tavares
DE:Anderson Correia   DE:Mano
MC:Anderson Carvalho MC:Diogo Amado
MC:Bernardo Tengarrinha  MC:Afonso Taira
MC:Idrís Mandiang MC:L.Chaparro(Matheus 76')
MC:Ancelmo Júnior(José Manuel 62') ED:Gerso Fernandes(Luiz Phellye 90')
EE:Uche Nwofor(Hackmann 37') EE:Dieguinho
PL:Douglas Abner(Renato Santos 76') PL:Léo Bonatini

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Fabiano Soares

Cartões Amarelos:Samuel Inkoom 19',Afonso Taira 21',Diogo Amado 30',Samuel Inkoom 35',Nuno Henrique 45',Yohan Tavares 63',José Manuel 79',Anderson Correia 81',Afonso Taira 88'.

Cartões Vermelhos:Samuel Inkoom 35'e Afonso Taira 88'.

Golos: Uche Nwofor 25' e Léo Bonatini 45'(g.p)




O jogo de aflitos no Bessa terminou em empate: um 1-1 justo, embora com influência do árbitro no resultado final (já lá vamos). 

O Boavista aparecia mais afito do que o Estoril, diga-se. Perdeu os últimos quatro jogos na Liga (o último com direito a protesto), teve uma mudança de treinador e está três pontos acima da zona de despromoção. O Estoril tem mais seis pontos, mas também não está tranquilo e os números comprovam-no: quatro empates e três derrotas nos últimos sete jogos na Liga. A equipa de Fabiano Soares não vence há dois meses e meio, tal como a de Erwin Sánchez, que se estreou hoje no banco. 

Para as duas equipas foi portanto um mal menor o empate. Mas, vamos ao jogo… 

No Bessa, chegou a hora do mestre Erwin Sánchez e com o novo treinador o Boavista parece uma equipa não apenas de combate, como na era Petit, como também com alguma preocupação com uma estratégia mais ofensiva. 

Na estreia no banco, além de trocar de guarda-redes Mika por Gideão e de deixar de fora José Manuel, o técnico boliviano decidiu mexer no tabuleiro dos axadrezados e mudou logo o sistema. Trocou o 4-3-3 por um 4-4-2 losango, fazendo entrar Ancelmo Júnior na equipa, para apoiar a dupla de avançados Douglas Abner e Uche Nwofor. 

A alteração tática deu resultado e o habitual Boavista de contenção e transições rápidas deu lugar a uma equipa com capacidade de segurar a posse de bola, com um futebol apoiado quando não tinha a bola e capacidade de pressão quando não a tinha. 

Mereceu inaugurar o marcador a equipa axadrezada. E que golo. Uche estreou-se a marcar pelo Boavista em grande estilo. O ponta-de-lança nigeriano vindo do Lierse aproveitou um desentendimento entre os centrais estorilistas para, à entrada da área, encher o pé e rematar com potência, com a bola a bater na barra ainda antes de cruzar a linha de golo. 

1-0 e o Boavista por cima do jogo a meio da primeira parte. Tudo parecia encaminhar-se para o primeiro resultado positivo para os axadrezados depois de quatro derrotas para a Liga. 

Foi aí que apareceu o árbitro de Coimbra Tiago Antunes para estragar a partida. Primeiro apareceu a ingenuidade de Inkoom que em duas faltas sobre Gerso viu dois cartões amarelos no espaço de um quarto de hora. O árbitro demorou, demorou e quando se decidiu deixou o Boavista a jogar com menos um. 

Sánchez entrou em modo “controlo de danos”, trocou o ponta-de-lança por um lateral e o Boavista manteve o controlo dos espaços ante um Estoril com fragilidades evidentes em construir por outro lado que não o lado esquerdo do ataque, através de Gerso… E lá apareceu de novo Tiago Antunes com uma decisão que não só era contestável com errada e com influência direta no resultado. O árbitro descobriu uma mão de Henrique na área (a bola bate primeiro na perna e depois no tronco do central do Boavista, antes de ir ao braço… num lance em que o jogador do Boavista não age de forma deliberada). 

Léo Bonatini aproveitou para da marca dos 11 metros fazer o empate em cima do intervalo. 

Estava feito o equilíbrio no marcador. O desequilíbrio no jogo notar-se-ia mais na segunda parte, quando o Estoril aproveitou o jogador que tinha a mais para partir para cima do Boavista, que explorou o contra-ataque com a entrada de Zé Manuel. 

Esteve mais perto do golo da vitória a equipa da Linha; num desvio de Henrique que quase fez golo na própria baliza, por Diego Carlos, que cabeceou por cima, por Dieguinho que rematou para fora após falhanço de Gideão… 
Facto é que o Boavista também podia ter marcado, quando Abner e Zé Manuel decidiram aproveitar os 50 metros que tinham para correr na metade do campo do adversário. 

Não houve ainda assim situações claras nem um desequilíbrio suficiente para justificar que o empate se desfizesse. 

O jogo terminou empatado e apesar do empate Sánchez pode quase que cantar vitória, porque mexeu bem no xadrez, jogou mais de uma hora com menos uma peça e quebrou o ciclo de quatro derrotas. 

Fica no entanto a dúvida: como teria sido o jogo se Tiago Antunes não tivesse mexido no tabuleiro para ser protagonista? 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Antevisão Boavista FC - GD Estoril - Praia


BOAVISTA FC vs G.D Estoril Praia.
Sexta, 11 de Dezembro às 20:30
Sócios: 

Nascente N1- 5€ 
Sul N1 - 5€
Acompanhantes de Sócio - 5€ (disponível apenas para sócios pagantes - 3 por associado)


Público:
Norte Nível 2 - 15€
Bancada VIP - 30€

Pedimos a todos os associados que adquiram os seus bilhetes atempadamente, para evitarem filas desnecessárias na hora do jogo.
Dirija-se à Secretaria do Boavista Futebol Clube:
Para mais informações:
Mail: secretaria@boavistafc.pt
Tel: 226071041

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Boavista faz declaração de protesto do jogo.

Alvaro Braga Júnior, Presidente do C.A. da Boavista FC, Futebol, SAD, informou na sala de imprensa que a SAD apresentou declaração de protesto do jogo hoje realizado em Arouca.

Afirmou ainda que nem que seja contra tudo e contra todos Boavista irá cumprir o seu objectivo, pedindo a máxima união à volta da equipa por parte de todos os sócios e adeptos perante todas as injustiças.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Arbitragem Habilidoso Dita Derrota em Arouca

FC AROUCA-3 BOAVISTA FC - 2
Liga Nós 12ºJornada
 6 De Dezembro de 2015 - 16h00m
 Estádio Municipal de Arouca
Árbitro :Jorge Ferreira(A.F.Braga)
GR:Rafael Bracalli GR: Mika
DD:Tomás Dabo(Nelsinho 92')  DD:Samuel Inkoom
 DC:Hugo Bastos DC:Nuno Henrique
DC:José Manuel Velásquez DC:Paulo Vinicius
DE:Lucas Lima DE:Anderson Correia(Hackmann 68')
MC:Nuno Coelho  MC:Idrís Mandiang
MC:Artur Moreira MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Nuno Valente MC:Anderson Carvalho(Uche Nwofor 92')
ED:Zequinha(Pintassilgo 72') EE:José Manuel
EE:Maurides  ED:Luisinho
PL:Ivo Rodrigues(Gége 88')  PL:Douglas Abner(Bukia 79')
.
Treinador:Lito Vidigal            Treinador: Daniel Portela


Cartões Amarelos:Rafael Bracalli 49',Anderson Correia 67',Luisinho 77',Paulo Vínicius 81',Bernardo Tengarrinha 82',Tomás Dabo 85',Samuel Inkoom 87',Lucas Lima 94',Nuno Coelho 93'

Golos: Maurides 19',Bernardo Tengarrinha 35'(g.p.),Ivo Rodrigues 36',Nuno Henrique 45' e Nuno Coelho 82(g.p.)

O Arouca conseguiu a primeira vitória no seu estádio, numa partida em que teve pela frente um aguerrido Boavista que vendeu muito cara a derrota. Na serra da Freita assistiu-se a uma bela partida de futebol, que valeu sobretudo pelos primeiros 45 minutos. 
  
Uma palavra para o Boavista, que deu uma grande resposta à saída de Petit, e que começa amanhã um novo ciclo, agora com Sanchéz ao leme. 
  
A partida começou animada, com as duas equipas a quererem jogar e a imprimir velocidade à partida. Zequinha, duas vezes, pelo Arouca e Luisinho e Douglas pelo Boavista foram os primeiros a testar os guarda-redes contrários, logo nos dez minutos iniciais. 
  
Ainda antes de se chegar ao minuto 20, numa jogada de insistência, o Arouca acabaria por marcar. Artur bateu um livre lateral do lado esquerdo do ataque arouquense, Mika parece ter sido surpreendido pela trajetória da bola, mas conseguiu emendar a saída, desviando a bola para a trave. Na insistência, o esférico volta a sobrar para Artur que cruza ao primeiro poste, onde surge Maurides de rompante a empurrar para a baliza de Mika. 
  
O Boavista reagiu bem à desvantagem e não demorou a tentar chegar ao empate. Mais uma vez à boleia da irreverência de Luisinho, os axadrezados criaram perigo, com Zé Manuel a não conseguir dar o melhor seguimento ao cruzamento do colega. 
  
Seguiu-se um período de maior pressão arouquense, que por pouco não se traduziu no marcador. Porém, quando parecia que era a equipa da casa a estar por cima, Zé Manuel foi carregado na área por Velázquez e Tengarrinha encarregou-se de bater o castigo máximo, restabelecendo o empate, para gáudio das centenas de adeptos axadrezados que se deslocaram à vila do interior do distrito de Aveiro. 
  
Seria, porém, uma felicidade fugaz para os boavisteiros já que logo no reposição de bola ao centro, o Arouca voltou à vantagem, num momento de grande inspiração de Ivo Rodrigues. O extremo cedido pelo FC Porto ao Arouca arrancou um remate à entrada da área, desenhando um grande golo. 
  
De novo em vantagem no marcador, o Arouca soltou-se e arrancou para um período de dez minutos de domínio claro da partida. A pressão do conjunto orientado por Lito Vidigal fez com que o adversário tivesse grandes dificuldades em sair do seu meio-campo. 
  
Porém, já nos minutos de compensação dados pelo árbitro da partida, o Boavista beneficiou de um livre lateral a meio do meio-campo arouquense e Henrique saltou mais alto do que todos os adversários e cabeceou para o empate. Animava ainda mais a partida para os segundos 45 minutos. 
  
Mais polémica, menos futebol 
A segunda parte começou com um lance caricato. Henrique voltou a subir mais alto do que os adversários, cabeceando a bola que Bracali parece ter conseguido para em cima da linha de baliza. O árbitro, porém, assinalou golo, sob fortes protestos dos arouquenses. Depois de uma longa conferência junto do seu auxiliar, Jorge Ferreira acabaria por anular o golo, o que levou ao desespero os homens do Boavista. 
  
A partida seguiu depois, regressando com alguma intensidade, mas já longe dos níveis exibidos na primeira parte. 
  
O lance que acabaria por resolver o jogo levaria, mais uma vez, a forte contestação por parte da equipa forasteira. O árbitro sancionou um alegado empurrão de Paulo Vinicius a Pintassilgo dentro da área, assinalando mais uma grande penalidade. Nuno Coelho assumiu a marcação e não tremeu, dando os tão desejados três pontos ao Arouca. 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Comunicado Novo Treinador

Vem a Boavista F.C., Futebol, SAD, para os devidos efeitos, informar o seguinte:
1. Será esta a composição da nova Equipa Técnica:
- Erwin Sanchez
- Juan Bertani
- Jorge Couto
- Alfredo Castro
- Daniel Portela
- Nuno Pereira


2. Uma vez que Erwin Sanchez e Juan Bertani, por motivos burocráticos e outros, apenas chegarão ao Porto no final da semana, será a restante Equipa Técnica que orientará todo o trabalho da Equipa de Futebol Profissional durante a presente semana, e que preparará o jogo de Domingo próximo.

3. Solicita a Boavista, SAD, o máximo apoio à nova Equipa Técnica e a todo o Grupo de Trabalho por parte dos Sócios e Adeptos do Boavista F.C., a partir do presente momento, e designadamente para o jogo de Domingo próximo, como sempre tem feito até ao momento.

A Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD

domingo, 29 de novembro de 2015

Petit Deixa Comando Técnico do Boavista FC


Petit anunciou neste sábado a sua saída do comando técnico do Boavista. Após a derrota frente ao V. Guimarães, o antigo jogador compareceu no auditório do Estádio do Bessa para divulgar a sua posição, garantindo que abandona o cargo por iniciativa própria. 

«Achei que devia falar primeiro com os jogadores, depois com o presidente, e agora cá estou: a partir de hoje deixo de ser treinador do Boavista. Desejo as maiores felicidades ao clube», disse Petit, visivelmente emocionado. 

O antigo médio frisou que a sua decisão não esteve relacionada com o desaire deste sábado: «Não teve a ver com isso. É algo a ver com a minha vida pessoal. Já tinha esta decisão tomada há alguns dias.» 

«Foram três anos e meio de ligação desta vez, primeiro como jogador e depois como treinador. Agradeço ao clube por tudo o que me deu. Fiz todos os possíveis para ajudar o Boavista. Penso que fiz parte da solução, com muito trabalho de toda gente, e acredito que este grupo tem capacidade para manter o clube da Liga», acrescentou Petit. 

O seu nome foi contestado nas últimas semanas por uma parte dos adeptos do Boavista e esse cenário terá contribuído para a sua tomada de decisão. 

«A contestação faz parte do futebol, os adeptos é que decidem», rematou Petit, sem especificar claramente o principal motivo para a sua saída. Nas entrelinhas, de qualquer forma, a mensagem torna-se clara. 

Derrota Complicada Decide Saída do Treinador



BOAVISTA FC - 1 V.GUIMARÃES-2
Primeira Liga 11ºJornada
28 de Novembro de 2015 - 18h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Fábio Verissimo (A.F.Leiria)

GR:Mika      GR :Miguel Silva
 DD:Samuel Inkoom   DD:Bruno Gaspar
 DC:Nuno Henrique DC:Josué
DC:Paulo Vinicius   DC:João Afonso
DE:Anderson Correia   DE:Dalbert
MC:Anderson Carvalho MC:Bouba Saré
MC:Bernardo Tengarrinha  MC:Cafú
MC:Idrís Mandiang(Reuben Gabriel 72') MC:Cafu Phete(Octávio 52')
ED:Luisinho ED:Licá(Ricardo Valente 69')
EE:José Manuel(Bukia 69') EE:Tomané(Alexandre Silva 59')
PL:Douglas Abner (Uche Nwofor 77') PL:Henrique Dourado

Treinador:Petit                Treinador:Sérgio Conceição

Cartões Amarelos:Cafú 23',Bernardo Tengarrinha 28',Cafú Phete 29',Luisinho 43',Idrís Mandiang 53',Henrique Dourado 60',Samuel Inkoom 65' e Miguel Silva 93'.

Golos: Douglas Abner 42', Henrique Dourado 66' e Cafú 89'.




Meia-hora de grande qualidade e um lance infeliz de Mika permitiram ao Vitória de Guimarães operar a reviravolta no Estádio do Bessa e garantir três preciosos pontos (1-2). O Boavista esteve melhor na primeira parte, chegou à vantagem por intermédio do jovem Douglas Abner mas caiu fatalmente de produção. 

Jogo quezilento na cidade Invicta, com arbitragem polémica de Fábio Veríssimo e vários focos de tensão junto aos bancos de suplentes. Sérgio Conceição agitou ao intervalo - os jogadores ficaram com as orelhas a arder -, Otávio e Valente contribuíram para a subida de produção, Henrique Dourado e Cafú trilharam o caminho para o triunfo. 

Ventos de mudança nos dois lados da barricada. O Boavista aproveitou a paragem na Liga para reformular o grupo e dispensar alguns jogadores, incluindo Uchebo, a opção mais frequente para a ponta da lança axadrezada. Face ao vencimento elevado, o avançado foi colocado à margem do plantel, abrindo num espaço no processo ofensivo. 

No regresso à competição, Petit decidiu apostar em Douglas Abner. O jovem brasileiro chegou na época passada para representar os juniores, depois de anos na formação do Santos, e deixava grandes promessas para o futuro. Chegou a sua hora. 

Colocado entre os centrais do Vitória, Abner sentiu dificuldades para impor a sua presença – não tem grande potencial físico – mas demonstrou toda a sua qualidade na reta final da primeira parte, quando fugiu à armadilha do fora-de-jogo e surgiu na cara do guarda-redes visitante. 

Dois jovens em duelo curioso no relvado 

O relógio marcava 42 minutos de jogo e surgiu um duelo curioso no relvado do Bessa. De um lado um avançado de 19 anos, com apenas uma aparição como suplente utilizado na Liga. Do outro, um guarda-redes de 20 anos em estreia absoluta na prova. 

Luisinho fez o – soberbo – passe para a meia direita, Douglas Abner adiantou a bola e, à saída de João Miguel Silva, picou a bola com classe para o fundo da baliza. 

Estava quebrado o nulo e Sérgio Conceição sentia que as suas apostas de risco não tinham garantido o retorno desejado. O treinador procurou reabilitar o grupo (incluindo algumas sessões madrugadoras de coaching) e terá pensando em enviar uma mensagem com a aposta num par de jovens estreantes. 

Para além do guarda-redes João Miguel Silva, Sérgio Conceição lançou ainda Phete, um médio sul-africano de 21 anos que chegou à equipa B depois de uma época no Tourizente. A terapia de choque, com mais algumas mudanças no onze, tardava em surtir efeito. 

O Vitória terminou a primeira parte com apenas um remate enquadrado com a baliza do Boavista: um ensaio de Tomané à figura de Mika. 

A iniciativa pertenceu ao Boavista, que apresentava os velozes Luisinho e Zé Manuel nos flancos do ataque, lançando alguns ensaios e conquistando vários pontapés de canto. Isto num encontro marcado em demasia pelo rigor de Fábio Veríssimo no capítulo disciplinar. 

Vitória atrás do tempo perdido 

Ao intervalo, Sérgio Conceição prescindiu do jovem Phete (um dos amarelados) e lançou um criativo com maior potencial: Otávio. O Vitória entrou com outra disposição, com linhas mais subidas, não conseguiu impor o seu jogo de imediato mas chegou ao empate em lance de bola parada e, a partir daí, foi superior. 

Otávio bateu um pontapé de canto ao minuto 66 e Henrique Dourado surgiu no local certo para cabecear para o fundo da baliza. O Boavista acusou o tento consentido e esteve perto de sofrer o segundo logo depois. A reta final do encontro, aliás, foi verdadeiramente alucinante. 

Henrique Dourado esteve perto do bis mas Mika negou a intenção e, a certa altura, os dois bancos ficaram a reclamar grandes penalidades. Primeiro o Vitória, por alegada mão de Inkoom, e logo a seguir o Boavista por bloqueio a Douglas Abner. Petit acabou por ser expulso nessa fase marcada por protestos. Lances duvidosos, impossíveis de esclarecer a partir da bancada de imprensa. 

O jogo caminhava assim, partido e intenso, para o seu final quando Cafú – o melhor jogador em campo – recebeu a bola, preparou o remate e contou com a enorme contribuição de Mika para garantir o triunfo do Vitória. A terapia de choque resultou mas o plano inicial prova que há muito trabalho pela frente.