quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Vitória Importante Em Paços!
Liga Nós 21ºJornada
7 De Fevereiro de 2016 - 16h
Estádio Capital do Móvel em Paços de Ferreira
Árbitro :João Capela(A.F.Lisboa)
GR:Rafael Defendi GR:Mika
DD:João Gois DD:Tiago Mesquita
DC:Fábio Cardoso(Cícero 78') DC:Phillipe Sampaio
DC:Ricardo DC:Paulo Vinicius
DE:Hélder Lopes DE:Afonso Figueiredo
MC:Pelé MC:Anderson Carvalho
MC:Christian MC:Reuben Gabriel
MC:Fábio Martins MC:Rúben Ribeiro(AymenTahar 89')
MC:Roniel(Barnes Osei 65') MC:Luisinho(Christian Cangá 90')
PL:Manuel José(Minhoca 68') PL:Mário Martinez
PL:Bruno Moreira PL:Imanol Irriberi(José Manuel 79')
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Numa tarde fria, o jogo entre Paços de Ferreira e Boavista foi resolvido por Mário Martinez aos 62 minutos, garantindo os três pontos para os axadrezados, que fogem à zona de descida. Com esta derrota, o Paços de Ferreira soma quatro jogos consecutivos para o campeonato sem vencer.
Com uma falange de adeptos muito expressiva, o Boavista entrou melhor em jogo, a trocar bem a bola e a tentar chegar à baliza de Rafael Defendi. Logo aos quatro minutos, Anderson Carvalho recebeu a bola à entrada da área e rematou forte para boa defesa do guarda-redes do Paços de Ferreira.
Numa primeira metade com muitas faltas, os castores tiveram dificuldades em estabilizar o jogo e concretizar o último passe. Apenas a partir dos 30 minutos é que a equipa da casa conseguiu aproximar-se da baliza contrária. E foi de bola parada que o Paços de Ferreira criou oportunidades de golo. Primeiro, aos 35 minutos, na sequência de um lançamento lateral, Fábio Martins rematou forte e fez a bola passar muito perto da trave da baliza de Mika. Cinco minutos depois, após um pontapé de canto, Ricardo desviou de cabeça para o coração da área, mas Bruno Moreira não conseguiu fazer o remate ao segundo poste.
Na segunda metade, o Paços de Ferreira entrou mais pressionante e a criar perigo. Aos 48 minutos, Manuel José bateu um livre perigoso, mas a defesa do Boavista conseguiu afastar para canto. Aos 52 minutos, numa boa combinação entre Pelé e Bruno Moreira, o médio desmarcou o colega de equipa que cabeceou ao lado da baliza de Mika, com a bola a passar muito perto do poste.
Como quem não marca, arrisca-se a sofrer, aos 62 minutos, na única oportunidade em que chegou à baliza do Paços de Ferreira, o Boavista abriu o marcador por intermédio de Mário Martinez. Num excelente cruzamento, Afonso Figueiredo encontrou Martinez sozinho no centro da área, o médio espanhol rematou com o pé direito e fez o golo da vitória dos boavisteiros. Em desvantagem, o Paços de Ferreira conseguiu segurar a posse de bola e evitar que o Boavista se aproximasse da sua grande área. No entanto, apenas aos 85 minutos os castores tiveram uma oportunidade clara de golo. Cícero deixou de cabeça para Bruno Moreira, mas o jogador do Paços de Ferreira rematou por cima.
O Boavista soma os três pontos, garante a melhor série de resultados neste campeonato e distancia-se da zona de despromoção, com 20 pontos. O Paços de Ferreira mantém os 30 pontos que tinha à entrada para esta jornada.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
domingo, 31 de janeiro de 2016
Empate Aceitável Retira-nos da Zona de Despromoção
BOAVISTA FC - 0 SC BRAGA-0Liga Nós 20ºJornada
31 de Janeiro de 2016 - 17 Horas
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Manuel Mota(A.F.Braga)
GR:Mika GR:Marafona
DD:Tiago Mesquita DD:Baiano
DC:Phillipe Sampaio DC:Willy Boly
DC:Paulo Vínicius DC:André Pinto
DE:Afonso Figueiredo DE:Stian Ringstad
MC:Idrís Mangiang(Mário Martinez 87') MC:Josúe
MC:Rúben Ribeiro MC:N.S.Vukcevic
MC:Hackmann MC:Luiz Carlos
ED:Luisinho ED:Alan(Rafa Silva 53')
EE:Renato Santos(Anderson Carvalho 73') EE:Wilson Eduardo(Ahmed Hassan 67')
PL:I.Irriberi(José Manuel 77') PL:Nikola Stoijilijkovic(Arghus Bordignon 82')
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Paulo Fonseca
Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 23',Baiano 52',Willy Boly 58' e Hackmann 82'
Cartões Vermelhos:André Pinto 78'.
Paulo Fonseca tinha avisado que, não só o Boavista é uma equipa difícil de defrontar, como o Bessa é um reduto complicado para jogar. Os avisos do treinador arsenalistas acabaram por prever a realidade do jogo, que os 19 pontos que separam as equipas poderiam não denotar. Apesar de ter dominado grande parte do jogo, o Sp. Braga saiu do Bessa com apenas um ponto, e a situação até poderia ter sido pior. Para o Boavista, o pontinho foi precioso e já permite à equipa respirar acima da linha de água.
O Sp. Braga entrou em campo com a maturidade que lhe tem sido característica. Deixou, nos primeiros minutos, a iniciativa do jogo à equipa da casa, ansiosa por marcar para voltar à tona. Luisinho, Rúben Ribeiro, e Iriberri, tentavam chegar junto da baliza de Marafona – que pela primeira vez defendeu as redes arsenalistas -, mas acabavam sempre por esbarrar na defesa do Sp. Braga.
Depois de ter analisado a forma como o adversário trocava a bola e se movimentava no terreno, o Sp. Braga pegou no jogo e começou a controlar o ritmo da partida. Josué, Alan e Vukcevic, mandavam num meio campo que contava ainda com a ajuda de Ringstad e Baiano para levar a bola para a frente e cruzar para a área.
Talvez por substimar o adversário, ou até falta de energia, num mês pejado de jogos, o Sp. Braga não carregou muito no acelerador. Ia levando a bola para o último terço do terreno, confiante que o golo surgiria a qualquer momento. E parecia mesmo questão de tempo.
Mika nem foi obrigado a grandes defesas na primeira parte, mas os defesas não tiveram mãos a medir para impedirem males maiores.
O ataque do Boavista teve raras aparições na primeira parte, tendo despertado do stand-by apenas na parte final. De repente, contra a corrente do jogo, as panteras deitaram as garras de fora. Em cima do intervalo, Marafona saiu bem e defendeu para a frente um cruzamento de Afonso para a área, assim como a regarga de Renato Santos. A bola voltou a ficar em Renato Santos, que atirou contra Vukcevic.
Foi neste momento que o apito interrompeu o encontro e, quando recomeçou, após intervalo, o Boavista ainda parecia vir embalado com esse lance.
A segunda parte foi mais aberta, com jogo mais dividido, e, apesar de o Sp. Braga ter tido mais posse, o Boavista deixou a sua área de conforto e arriscou mais. Aos 52 minutos, Phillipe esteve muito perto do golo, mas, de costas para a baliza, acabou por não conseguir virar-se em condições para dar o melhor destino à bola.
Luisinho, Hackman e Iriberri também tentaram a sorte, mas Marafona e os defesas acabaram sempre por conseguir resolver. O primeiro ainda colocou mesmo a bola na baliza, mas estava em fora de jogo.
Até que, aos 65 minutos, um chapéu de Josué parecia ser o primeiro golo do jogo. Só Hackman não se deixou convencer pelo destino certo e conseguiu o corte quase em cima da linha de golo.
Melhor oportunidade só surgiria no último minuto de jogo, já com o Sp. Braga reduzido a 10, com a expulsão de André Pinto, aos 78. No último suspiro, a um livre de Josué na esquerda, Arghus respondeu com uma cabeçada ao segundo poste, para defesa do guarda-redes axadrezado.
O Boavista conseguiu duas coisas que o treinador Erwin Sanchez pretendia: somar pontos para passar para cima da linha de água, e acabar o jogo com 11 jogadores.
O Sp. Braga entrou em campo com a maturidade que lhe tem sido característica. Deixou, nos primeiros minutos, a iniciativa do jogo à equipa da casa, ansiosa por marcar para voltar à tona. Luisinho, Rúben Ribeiro, e Iriberri, tentavam chegar junto da baliza de Marafona – que pela primeira vez defendeu as redes arsenalistas -, mas acabavam sempre por esbarrar na defesa do Sp. Braga.
Depois de ter analisado a forma como o adversário trocava a bola e se movimentava no terreno, o Sp. Braga pegou no jogo e começou a controlar o ritmo da partida. Josué, Alan e Vukcevic, mandavam num meio campo que contava ainda com a ajuda de Ringstad e Baiano para levar a bola para a frente e cruzar para a área.
Talvez por substimar o adversário, ou até falta de energia, num mês pejado de jogos, o Sp. Braga não carregou muito no acelerador. Ia levando a bola para o último terço do terreno, confiante que o golo surgiria a qualquer momento. E parecia mesmo questão de tempo.
Mika nem foi obrigado a grandes defesas na primeira parte, mas os defesas não tiveram mãos a medir para impedirem males maiores.
O ataque do Boavista teve raras aparições na primeira parte, tendo despertado do stand-by apenas na parte final. De repente, contra a corrente do jogo, as panteras deitaram as garras de fora. Em cima do intervalo, Marafona saiu bem e defendeu para a frente um cruzamento de Afonso para a área, assim como a regarga de Renato Santos. A bola voltou a ficar em Renato Santos, que atirou contra Vukcevic.
Foi neste momento que o apito interrompeu o encontro e, quando recomeçou, após intervalo, o Boavista ainda parecia vir embalado com esse lance.
A segunda parte foi mais aberta, com jogo mais dividido, e, apesar de o Sp. Braga ter tido mais posse, o Boavista deixou a sua área de conforto e arriscou mais. Aos 52 minutos, Phillipe esteve muito perto do golo, mas, de costas para a baliza, acabou por não conseguir virar-se em condições para dar o melhor destino à bola.
Luisinho, Hackman e Iriberri também tentaram a sorte, mas Marafona e os defesas acabaram sempre por conseguir resolver. O primeiro ainda colocou mesmo a bola na baliza, mas estava em fora de jogo.
Até que, aos 65 minutos, um chapéu de Josué parecia ser o primeiro golo do jogo. Só Hackman não se deixou convencer pelo destino certo e conseguiu o corte quase em cima da linha de golo.
Melhor oportunidade só surgiria no último minuto de jogo, já com o Sp. Braga reduzido a 10, com a expulsão de André Pinto, aos 78. No último suspiro, a um livre de Josué na esquerda, Arghus respondeu com uma cabeçada ao segundo poste, para defesa do guarda-redes axadrezado.
O Boavista conseguiu duas coisas que o treinador Erwin Sanchez pretendia: somar pontos para passar para cima da linha de água, e acabar o jogo com 11 jogadores.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Antevisão Boavista FC - SC Braga
DOMINGO - 17:00 HORAS
TODOS AO Estádio do Bessa Século XXI
SÓCIOS - 5€
ACOMPANHANTE DE SÓCIOS (3 por associado) 5€ (cada)
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Cristian Cangá assina pelo Boavista
Avançado rápido e explosivo de 24 anos, com 1,83m, que se revelou recentemente no campeonato Colombiano. Chega ao Boavista por empréstimo de uma época e meia, do Atlético Huíla da Colômbia.
Cristian Canga está muito feliz por ingressar no Boavista. “É o concretizar de um sonho jogar na Europa. Espero ser muito bem sucedido no Boavista.
Cristian Canga está muito feliz por ingressar no Boavista. “É o concretizar de um sonho jogar na Europa. Espero ser muito bem sucedido no Boavista.
Aymen Tahar chega por Empréstimo do Steaua ao Boavista
Médio polivalente, pode actuar em várias posições na linha média. Anglo- argelino de 26 anos, chega ao Boavista por empréstimo do Steaua de Bucareste - clube ao qual agradecemos a disponibilidade - até ao final da época. Formado no Sheffield United - Inglaterra, Tahar está desde 2012 na Liga Romena, primeiro ao serviço do Gaz Metan, onde despertou o interesse do “crónico Campeão” Steaua. O agora Boavisteiro foi um dos jogadores mais utilizados do plantel com 24 jogos e 2 golos marcados, entre as várias competições que a equipa romena esteve envolvida, incluindo a Liga dos Campeões.
Aymen Tahar diz ser uma enorme alegria e um enorme orgulho actuar no Boavista.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Vitória da Raça Axadrezada!
Liga Nós 19ºJornada
25 De Janeiro de 2015 - 20h
Estádio João Cardoso em Tondela
Árbitro :Tiago Antunes(A.F.Coimbra)
GR:Zubikarai GR:Mika
DD:Oto'o Zue DD:Tiago Mesquita
DC:Kaká DC:Phillipe Sampaio
DC:Tikito DC:Paulo Vinicius
DE:Nuno Santos(D.Menga 58') DE:Hackmann
MC:Bruno Monteiro MC:Idrís Mandiang
MC:Lucas Souza(E.Moreno 63') MC:Reuben Gabriel
MC:Raphael Guzzo MC:Rúben Ribeiro
MC:Nathan Júnior MC:Luisinho(Afonso Figueiredo 45')
PL:Wagner(J.Murillo 75') PL:Renato Santos(Anderson Carvalho 92')
PL:Romário Baldé PL:I.Irriberi(José Manuel 69')
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Treinador:Petit Treinador:Erwin Sanchez
Cartões Amarelos:Reuben Gabriel 19',Tiago Mesquita 31',Reuben Gabriel 36',Hackmann 61',Afonso Figueiredo 61',Lucas Souza 61',Idrís Mandiang 63',Rúben Ribeiro 66',Mika 98' e José Manuel 98'.
Cartões Vermelhos: Reuben Gabriel 36'.
Golos: I.Irriberi 24',Nathan Júnior 32'(gp) e Idrís Mandiang 81'.
Cartões Vermelhos: Reuben Gabriel 36'.
Golos: I.Irriberi 24',Nathan Júnior 32'(gp) e Idrís Mandiang 81'.
A sete pontos do penúltimo, já só um milagre poderá salvar a equipa de Petit da descida. Os axadrezados até jogaram quase uma hora com menos um homem, mas parecerem sempre conseguir controlar as emoções e o jogo de forma mais eficaz do que o adversário.
O cenário está cada vez mais cerrado para o Tondela. A permanência começa no escalão máximo do futebol começa a parecer um D. Sebastião que paira nas hostes tondelenses, mas em quem poucos conseguem acreditar verdadeiramente. O Boavista deu mais uma prova de vida, e mostra-se aí para o que resta do campeonato.
RECORDE O FILME DO JOGO
Eu acredito. Tu acreditas. Eles acreditam. Na semana em que se defrontavam as duas equipas que ocupam a cauda da tabela, ambas lançaram campanhas de crença. «Acredita Tondela», foi o mote lançado pelo clube nas redes sociais. Já os boavisteiros, numa iniciativa, aparentemente promovidas pelos seus adeptos, espalharam a mensagem «Eu Acredito». Tondela e Boavista sentiram necessidade de mostrar aos seus adeptos que ainda existe possibilidade de salvação.
Durante o aquecimento de ambas as equipas, olhando e escutando o estádio João Cardoso, a crença axadrezada encheu o espaço que estava reservado aos seus adeptos, que não se cansaram de cantar e apoiar os convocados por Sánchez para esta importante partida de importância capital.
Com apito inicial do árbitro, toda a atenção se centrou no jogo. E aí, começou ligeiramente melhor o Tondela, assumir as despesas da partida, como estava obrigado, não só por jogar em casa, mas pela desvantagem na tabela classificativa. O Boavista, para quem o empate até servia, como Sánchez assumira, resguardava-se mais, apostando no contra-ataque.
Ainda assim, os primeiros minutos mostram duas equipas a estudar-se, e sem grande vontade de arriscar um milímetro que fosse. Essa situação durou os primeiros dez minutos, em que a bola andou sempre longe das balizas.
Depois, sim, começou a haver mais iniciativa da equipa da casa. A um primeiro lance de Nuno Santos, respondeu o Boavista através de uma boa chegada de Renato Santos à área contrária, que culminou com um remate ao lado.
DESTAQUES: Renato ilumina. Idris dá corpo à esperança
Mas a primeira grande oportunidade, estava guardada para o minuto 17, quando Bruno Monteiro quase marcou, após uma jogada de Oto'o pela direita. Já dentro da área, o médio português esteve bem na receção orientada, ultrapassando um defesa contrário, mas depois não teve a frieza suficiente para desfeitear Mika, que saiu muito bem a fazer a mancha.
Não marcou a equipa da casa, aproveitou o Boavista. Na sequência de um canto muito bem batido por Renato Santos, Iriberri, avançado argentino que Sánchez foi buscar ao campeonato boliviano, saltou mais alto que os defensores contrários, fazendo a bola entrar junto ao poste, sem hipóteses para o estreante Zuikarai.
A resposta do Tondela não tardou. À passagem dos 29 minutos, Wagner entrou na área sob o lado esquerdo do ataque, sendo derrubado por Mesquita. O árbitro da partida hesitou, mas acabou por assinalar grande penalidade, dando a possibilidade a Nathan para empatar a partida.
Gabriel ilumina o lanterna-vermelha?
Se a partida já estava animada, aos 35 minutos ganhou mais um momento de interesse. Com cerca de uma hora para jogar, Reuben Gabriel, já amarelado, foi imprudente na abordagem a um lance com Lucas Souza, levando o árbitro a mostrar-lhe o cartão pela segunda vez. O Tondela estava por cima, e via-se em vantagem numérica, com muito tempo por jogar.
Porém, o que restou do primeiro tempo mostrou muitas quezílias entre jogadores e muito pouco jogo.
Na etapa complementar, Sánchez começou por mexer no tabuleiro dos axadrezados. Com menos um jogador, o técnico colocou Afonso Figueiredo no lado esquerdo da defesa, desviando Hackman para o miolo, na companhia a Idris. A mudança trouxe equilíbrio à equipa, que se montava para defender bem e espreitar qualquer oportunidade para sair.
Ao Tondela é que o intervalo pareceu não ter feito bem. A equipa surgiu para 45 minutos de grande importância com muito poucas ideias, e sem conseguir desfazer a teia bem montada pelo adversário.
Petit foi tentando mexer na partida, colocando homens na frente, mas mesmo a circulação da bola não fluía de forma a conseguir criar vantagem.
Idris surge no nevoeiro
Já depois de a partida ter estado interrompida por cinco minutos, o jogo voltou nos mesmos moldes. O Boavista mais expectante, e o Tondela a procurar o golo, mas com as ideias muito... nubladas.
Até que, após mais um canto de Renato Santos, Idris eleva-se sobre a bruma e alumia o caminho da bola até ao fundo das redes de Zubikarai. Um castigo demasiado severo para o Tondela, mas justo perante jogo a que se assistia.
Com o jogo a arrastar-se para o final sem que os tondelenses conseguissem reagir, o apito final, deixou os homens que viajaram do Bessa em êxtase com os seus adeptos, e os jogadores auri-verdes vergados a um destino teima em não lhes sorrir.
Eu acredito. Nós acreditamos. Eles acreditam... menos.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Antevisão CD Tondela - Boavista FC
VAMOS INVADIR TONDELA!
RUMO A MANUTENÇÃO!
BILHETES: 10 EUROS
BOAVISTA QUE NOS UNE!
O Gabinete de Apoio aos Socios, criado no âmbito da Direcção recentemente empossada, após ser abordada por um conjunto vasto de associados, decidiu disponibilizar camionetas para os seus adeptos que pretendam acompanhar a equipa de futebol na deslocação que a mesma irá realizar no próximo dia 25 de Janeiro a Tondela às 20:00H.
As inscrições estão abertas a todos os associados com quotas em dia. Todos os interessados deverão dirigir-se à Secretaria do Boavista Futebol Clube, até sexta-feira, dia 22, às 18:00H
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Sera este o momento da reviravolta ?
BOAVISTA FC - 4 V.SETÚBAL-0Liga Nós 18ºJornada
18 de Janeiro de 2016 - 20 Horas
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)
GR:Mika GR:Lukas Raeder
DD:Tiago Mesquita DD:Willian
DC:Phillipe Sampaio DC:Fábio Pacheco
DC:Paulo Vínicius DC:Frederico Venâncio
DE:Hackmann DE:Nuno Pinto
MC:Idrís Mangiang MC:João Costa(Ruca 65')
MC:Rúben Ribeiro MC:Ricardo Dani
MC:Reuben Gabriel MC:André Horta(Paulo Tavares 73')
ED:Luisinho(Anderson Carvalho 72') ED:A.Issoko
EE:Renato Santos(Samú 87') EE:Vasco(Hassan 59')
PL:I.Irriberi(José Manuel 62') PL:André Claro
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Quim Machado
Cartões Amarelos:Phillipe Sampaio 13',Hackmann 25',A.Issoko 37',Tiago Mesquita 38',Nunio Pinto 51',João Costa 63',Fábio Pacheco 70' e Ricardo Dani 79.
Golos: Renato Santos 3',Reuben Gabriel 52',José Manuel 65' e Paulo Vinicius 81'.
Não foi uma simples vitória. Aquilo a que os 4 653 espetadores assistiram nesta noite no Estádio do Bessa pode muito bem ter sido um momento de viragem na época axadrezada.
O Boavista, que não vencia desde 20 de setembro de 2015 (na longínqua 5.ª jornada diante da Académica, fora), parecia a tal outra equipa que Erwin Sánchez foi prometendo desde que chegou ao Bessa para assumir o lugar de treinador que era de Petit.
E como mudou este Boavista! Já se pressentia a mudança de esquema e de filosofia de jogo há algumas jornadas, mas os resultados tardavam em aparecer.
Nesta nova versão de Sánchez a equipa joga mais junta, bola no pé e com um 4-2-3-1 que adianta no terreno e a torna bem mais capaz de criar oportunidades atrás de oportunidades.
Esta noite o jogo foi sobretudo isto: um domínio incontestável dos axadrezados diante de um Vitória de Setúbal sem Quim Machado no banco, suspenso por dez dias, e já sem o goleador Suk em campo, transferido para o FC Porto (mas que esteve a assistir ao jogo no Bessa para apoiar os ex-companheiros de equipa).
Os setubalenses estão na pior fase da época, numa sequência de três derrotas e um empate nas últimas quatro jornadas, e hoje não tiveram sequer oportunidade de aproveitar as fragilidades de uma equipa desesperada por vencer.
Começou cedo o Boavista a mostrar ao que vinha. Num livre aos 3’ Renato Santos colocou a bola junto ao poste de Raeder. 1-0 e uma primeira parte inteira para acelerar.
Com Rúben Ribeiro a trazer a capacidade técnica e visão de jogo capazes de fazerem a diferença no meio-campo-ofensivo e Iribarri a mostrar-se como uma referência de qualidade na área (algo que nem Uche Nwofor nem Uchebo pareciam ser) Sánchez encontrou dois reforços capazes de fazer a diferença.
Também por influência deles, duas estreias na Liga, o Boavista dominou hoje o jogo de fio a pavio. E se, na primeira parte, Rúben, Renato, Iriberri e outros estiveram perto do golo, que do lado do Setúbal só esteve próximo por André Claro (aos 41’), foi no segundo tempo que a justiça no resultado veio sob a forma de goleada.
Renato Santos voltou a ser decisivo. Aproveitou um livre perto da linha para pôr a bola na cabeça de Reuben Gabriel, que cabeceou para o golo, 52’, num lance em tudo semelhante àquele com que Vinícius sentenciaria o 4-0 final, aos 81’.
Entre um golo e outro entrou Zé Manuel e fez o terceiro no primeiro lance em que tocou na bola, assistido por Rúben Ribeiro.
Uma exibição de gala (a única do Boavista nesta época) e o Bessa em êxtase. O alívio pela primeira vitória tranquila da temporada deu lugar à euforia à medida que o placard ia aumentando.
Na véspera do jogo, Sánchez havia prometido que esta «equipa vai dar muitas alegrias na segunda volta». A jogar assim, a promessa é para levar muito a sério.
Sánchez parece ter afinado a estratégia e afinal este Boavista pode jogar bonito e não está condenada a ser permanentemente uma equipa de futebol duro e feio.
O longo jejum da pantera terminou aqui, com uma exibição insaciável e um adversário despedaçado como já há muito não se vira no Bessa.
Se Sánchez a conseguiu o feito de a acordar com esta goleada ela é bem capaz de na segunda volta que agora começa trepar na classificação e entrar numa luta felina por estar entre a elite do futebol português; um território que é seu por direito.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Mário Martinez é Pantera!
Mario Martinez assinou até final da época com mais uma de opção.
Martinez, é médio, espanhol de 30 anos. Jogador de enorme experiencia internacional, com passagens pelo Chipre, Azerbaijão, Colômbia e pela “La Liga” em Espanha. Chega ao Boavista vindo do Blooming da Bolívia, clube onde foi orientado por Erwin Sánchez.
Mário Martinez está “muito feliz por regressar à Europa e por representar um grande clube Português. É também uma enorme satisfação reencontrar o meu anterior treinador, Erwin Sánchez”
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Taça de Portugal: Eliminados Injustamente
BOAVISTA FC - 0 FC PORTO-1Taça de Portugal Placard
13 de Janeiro de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Nuno Almeida(A.F.Algarve)
GR:Mika GR:Helton
DD:Tiago Mesquita DD:Maxi Pereira
DC:Phillipe Sampaio DC:Ivan Marcano
DC:Carlos Santos DC:Bruno Martins Indi
DE:Hackmann DE:Miguel Layún
MC:Idrís Mangiang(Douglas Abner 81') MC:Danilo Pereira
MC:Rúben Ribeiro MC:Héctor Herrera
MC:Anderson Carvalho(Michael Uchebo 74') MC:Evandro(Imbula 37')
MC:Reuben Gabriel ED:Varela
EE:Renato Santos EE:Yacine Brahimi(Rúben Neves 84')
PL:Uche Nwofor(José Manuel 64') PL:Vincent Aboubakar(André Silva 90')
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Rui Barros
Cartões Amarelos:Danilo Pereira 64',Uche Nwofor 64',Ivan Marcano 65',Maxi Pereira 76' e Helton 77'.
Cartões Vermelhos:Imbula 68'.
Golos: Yacine Brahimi 26'.
Conflituoso, truculento, maravilhoso, até explodir nas luvas de Helton, no derradeiro minuto: senhoras e senhores, madames e cavalheiros, bem vindos a um extraordinário dérbi da cidade do Porto!
Tudo decidido por um raio de luz de Yacine Brahimi, com um golo a meio do primeiro tempo, e por um penálti defendido pelo brasileiro de sorriso eterno. No último segundo! Martins Indi empurrou Douglas Abner, mas os 19 aninhos do avançado brasileiro tremeram no duelo com São Helton.
Emoção é isto!
FC Porto nas meias-finais da Taça de Portugal, sim, mas um Boavista a perder de queixo bem levantado e dignidade intacta. Qualquer semelhança entre esta pantera e a de domingo, doente e desdentada, é pura coincidência.
Dúvida no ar até ao derradeiro pontapé, com o Boavista a carregar – durante toda a segunda parte – e o FC Porto a sofrer com a coragem dos campeões, mormente após a expulsão do infeliz Imbula, aos 67 minutos.
O DÉRBI VISTO AO MINUTO A PARTIR DO BESSA
Aos dragões valeu o milagre da simplificação, o rosário preferido de Rui Barros. Até ao intervalo, os bons sinais do dérbi anterior repetiram-se, com as ideias do treinador interino a privilegiarem uma máxima tantas vezes esquecida: a linha reta é a distância mais curta entre dois pontos.
O que se viu, de facto, de diferente? Dois ou três exemplos só. Neste pós-Lopetegui, os médios que jogam à frente de Danilo (Evandro e Herrera) não recuam para pegar no jogo; o central que assume a primeira fase de construção evita o passe lateralizado e tem ordem para lançar longo; o fosso entre o outrora solitário e o resto da equipa é mais reduzido, pela aproximação de um dos extremos e, pelo menos, um dos médios.
Está tudo resolvido? Naturalmente que não. Ser simples não significa ser bacoco, muito menos insensato. Significa, à partida, ser mais lúcido e genuíno na aproximação às raízes e ao fundamento do jogo: o golo.
Tudo decidido por um raio de luz de Yacine Brahimi, com um golo a meio do primeiro tempo, e por um penálti defendido pelo brasileiro de sorriso eterno. No último segundo! Martins Indi empurrou Douglas Abner, mas os 19 aninhos do avançado brasileiro tremeram no duelo com São Helton.
Emoção é isto!
FC Porto nas meias-finais da Taça de Portugal, sim, mas um Boavista a perder de queixo bem levantado e dignidade intacta. Qualquer semelhança entre esta pantera e a de domingo, doente e desdentada, é pura coincidência.
Dúvida no ar até ao derradeiro pontapé, com o Boavista a carregar – durante toda a segunda parte – e o FC Porto a sofrer com a coragem dos campeões, mormente após a expulsão do infeliz Imbula, aos 67 minutos.
O DÉRBI VISTO AO MINUTO A PARTIR DO BESSA
Aos dragões valeu o milagre da simplificação, o rosário preferido de Rui Barros. Até ao intervalo, os bons sinais do dérbi anterior repetiram-se, com as ideias do treinador interino a privilegiarem uma máxima tantas vezes esquecida: a linha reta é a distância mais curta entre dois pontos.
O que se viu, de facto, de diferente? Dois ou três exemplos só. Neste pós-Lopetegui, os médios que jogam à frente de Danilo (Evandro e Herrera) não recuam para pegar no jogo; o central que assume a primeira fase de construção evita o passe lateralizado e tem ordem para lançar longo; o fosso entre o outrora solitário e o resto da equipa é mais reduzido, pela aproximação de um dos extremos e, pelo menos, um dos médios.
Está tudo resolvido? Naturalmente que não. Ser simples não significa ser bacoco, muito menos insensato. Significa, à partida, ser mais lúcido e genuíno na aproximação às raízes e ao fundamento do jogo: o golo.
Os adeptos do FC Porto estão cansados de esperar pela excelência. Percebe-se isso. Seja como for, não há um antídoto para a cura imediata, após meses de angústia e quebra.
Os dragões estão no caminho do reencontro e o rumo pode encontrar obstáculos e originar recaídas. No Bessa, a equipa revelou qualidade no primeiro tempo e caráter no segundo. Mas quase não chegava.
O Boavista, insistimos, surpreendeu pela positiva. A introdução de Rúben Ribeiro (que bela estreia!) deu qualidade à equipa na posse de bola, elevando ao quadrado os níveis de confiança no processo ofensivo.
Os axadrezados justificaram, aliás, o prolongamento, pela forma como castigaram o FC Porto na segunda parte. Depois de Aboubakar mandar uma bomba à barra e Imbula ser expulso, só deu Boavista.
DESTAQUES DO JOGO: Helton e Rúben Ribeiro, senhores do dérbi
A competência do FC Porto desvaneceu-se, algures entre a sensatez e o artístico. Não havia que inventar, apenas sofrer e segurar a qualificação, num dérbi onde a beligerância não podia faltar (quantas vezes o árbitro teve de controlar os jogadores?).
Intensidade, paixão, bola constantemente nos flancos e o golo a rondar com interesse e galanteio a baliza de Helton.
O melhor ficou para o fim.
Uchebo, em cima do minuto 90, rematou para a baliza deserta, mas já em desequilíbrio; logo depois, Douglas Abner atirou de penálti para o voo perfeito de Helton, dragão dos pés à cabeça rapada.
Isto é um dérbi, isto é um grande jogo de futebol.
Os dragões estão no caminho do reencontro e o rumo pode encontrar obstáculos e originar recaídas. No Bessa, a equipa revelou qualidade no primeiro tempo e caráter no segundo. Mas quase não chegava.
O Boavista, insistimos, surpreendeu pela positiva. A introdução de Rúben Ribeiro (que bela estreia!) deu qualidade à equipa na posse de bola, elevando ao quadrado os níveis de confiança no processo ofensivo.
Os axadrezados justificaram, aliás, o prolongamento, pela forma como castigaram o FC Porto na segunda parte. Depois de Aboubakar mandar uma bomba à barra e Imbula ser expulso, só deu Boavista.
DESTAQUES DO JOGO: Helton e Rúben Ribeiro, senhores do dérbi
A competência do FC Porto desvaneceu-se, algures entre a sensatez e o artístico. Não havia que inventar, apenas sofrer e segurar a qualificação, num dérbi onde a beligerância não podia faltar (quantas vezes o árbitro teve de controlar os jogadores?).
Intensidade, paixão, bola constantemente nos flancos e o golo a rondar com interesse e galanteio a baliza de Helton.
O melhor ficou para o fim.
Uchebo, em cima do minuto 90, rematou para a baliza deserta, mas já em desequilíbrio; logo depois, Douglas Abner atirou de penálti para o voo perfeito de Helton, dragão dos pés à cabeça rapada.
Isto é um dérbi, isto é um grande jogo de futebol.
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