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domingo, 10 de janeiro de 2016

Atitude Positiva Derrota Natural Por Números Exagerados

BOAVISTA FC - 0 FC PORTO-5
Primeira Liga 17ºJornada
10 de Janeiro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Fábio Veríssimo(A.F.Leiria)

GR:Gideão Castro     GR:Iker Casillas
 DD:Hackmann   DD:Maxi Pereira
 DC:Nuno Henrique(Anderson Correia 40')(José Manuel 73') DC:Ivan Marcano
DC:Carlos Santos   DC:Bruno Martins Indi
DE:Afonso Figueiredo   DE:Miguel Layún
MC:Idrís Mandiang MC:Danilo Pereira
MC:Bernardo Tengarrinha(Renato Santos 16') MC:Héctor Herrera(Imbula 82')
MC:Anderson Carvalho MC:André André(Evandro 71')
MC:André Bukia ED:Jesús Corona(Varela 78')
EE:Luisinho EE:Yacine Brahimi
PL:Michael Uchebo PL:Vincent Aboubakar

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Rui Barros

Cartões Amarelos:Miguel Layún 18',Anderson Carvalho 24',Maxi Pereira 27',Iker Casillas 55',Vincent Aboubakar 51' e Jesús Corona 61'.

Golos: Héctor Herrera 12',Jesús Corona 62',Vincent Aboubakar 72' e 81' e Danilo Pereira 93'.





O FC Porto garantiu o resultado mais dilatado da época na casa do vizinho Boavista (0-5). Os dragões libertaram-se do xadrez de Lopetegui - como se fosse uma prisão para o seu talento - e jogaram damas, um jogo mais simples e direto, para atingir a goleada perante um adversário em quadro de crise profunda. 

Erwin Sánchez não tem feito melhor que Petit e o Boavista averbou a quarta derrota classificativa, terminando esta jornada a seis pontos da linha de água, face à vitória da Académica. Dias de tempestade no Bessa, onde vários jogadores sucumbiram a problemas físicos. Cenário intrigante. 

Rui Barros mantém o registo imaculado como treinador do FC Porto: quatro jogos, quatro vitórias, entre 2006 e 2016. Com Julen Lopetegui fora do caminho, a equipa surgiu mais solta, livre de uma ideia de jogo que tinha atingido o prazo de validade. Para além disso, é importante frisar, encontrou neste Boavista o adversário ideal para a reabilitação momentânea. 

O que mudou com Rui Barros? Nada em relação ao onze, que foi repetido em relação ao empate frente ao Rio Ave (1-1). A grande alteração incidiu sobre o processo de jogo, para além do efeito psicológico que a saída de Julen Lopetegui teve nos jogadores do FC Porto. 

Os dragões surgiram no Estádio do Bessa sem aquela inconsequente tendência para o controlo de bola em zonas defensivas, numa circulação que se assemelhava a perda de tempo, já que não provocava o desgaste previsto no adversário e tornava o futebol portista entediante. 

Esse carrossel de tração traseira era executado de forma sofrível por alguns elementos com outro tipo de caraterísticas. Hector Herrera será o exemplo mais evidente. 

A fuga de Herrera para a liberdade 

Herrera é jogador de espaços, de poucos toques na bola. Prefere aparecer entre linhas, apoiando-se na reconhecida capacidade física. Foi assim, aliás, que desbloqueou o dérbi da Invicta. 

Ao 12º minuto de jogo, Brahimi tocou para André André e este percebeu a movimentação do capitão do FC Porto. Herrera fugiu aos médios contrários, recebeu com o peito o belo passe nas costas de Carlos Santos e rematou em rotação, em esforço, para o poste mais distante. 

Foram instantes terríveis para o Boavista. Tengarinha tinha-se lesionado pouco antes e viria a sair em maca, tal como Henrique, já a caminho do intervalo. Na etapa complementar seria Anderson Correia a ceder fisicamente. Cenário preocupante na equipa do Bessa. 

Erwin Sánchez colocara os axadrezados num ambicioso 4x1x3x2 e correu mais riscos quando lançou Renato Santos, médio ofensivo, para o lugar de Tengarrinha. Petit era adepto da coesão defensiva, o seu sucessor defende o contrário. Numa equipa com as caraterísticas do Boavista não parece a melhor fórmula para o sucesso. 

Foi valendo Gideão para manter a diferença mínima no marcador. O guarda-redes brasileiro negou o golo de Brahimi (minuto 37) e Aboubakar (minuto 47), em situações de um-para-um. Pelo meio, o camaronês falhou outra oportunidade soberana. Manifesta falta de confiança. 

O FC Porto permitia assim que o Boavista continuasse a acreditar e por momentos surgiu a sensação de perigo nos pés de Anderson Correia. O esquerdino fugiu a Danilo Pereira e aproximou-se da área portista mas o médio, com um carrinho perigoso mas eficaz, resolveu a questão. 

Logo depois, Iker Casillas cometeu um erro ao sair da baliza, Luisinho foi mais rápido e o guarda-redes acabou por ver a cartolina amarela. 

Jesus Corona desenha o arco da goleada 

O segundo golo do FC Porto surgiu assim no melhor período do Boavista. O talento individual de Jesus Corona cavou definitivamente o fosso. Pela direita, o extremo passou entre Afonso Figueiredo e Idriss para rematar em arco e marcar um golaço. 

Rui Barros, bem mais sereno que Julen Lopetegui no banco, ia assistindo à crescente superioridade do FC Porto, que não adormeceu à sombra da vantagem. Ao minuto 72, Aboubakar deu um pontapé da crise de confiança após cruzamento de Miguel Layún. Forte influência mexicana no triunfo azul e branco. 

O Boavista terminaria o jogo com apenas dez elementos, já que Anderson Correia (elemento vindo do banco) lesionou-se no lance do 0-3, com as substituições esgotadas. Uchebo ainda reduziu mas estava em posição irregular. 

A goleada surgiu assim com naturalidade, perante um adversário cada vez mais inferiorizado fisicamente. 

Danilo Pereira – grande exibição do médio português – insistiu pelo flanco e cruzou de pé esquerdo para o bis de Aboubakar (a fome deu em fartura). E ser o próprio Danilo, no melhor golo da noite, a fixar o resultado final. Segunda assistência de Layún, desta vez num pontapé de canto, para o desvio de calcanhar do médio! 

O resultado mais folgado da época para o FC Porto em período de transição, antes do primeiro dia do resto da sua vida. Quarta-feira haverá novo dérbi no Bessa, para os quartos de final da Taça de Portugal.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Iriberri assinou pelo Boavista

Iriberri chegou hoje de manhã ao Porto, realizou os exames médicos, e assinou ate ao final da época2015/2016 com mais uma epoca de opção.
Imanol Iriberri é avançado argentino, com vasto currículo na América Latina, com passagens pelo Aldosivi, da Argentina, Independiente FBC , pelo Tolina da Colômbia, Pelos Estudiantes de Mérida e Dep. La Guaira da Venezuela. Chega dos Boalivianos Jorge Wilstermann, para o Boavista.
Imanol Iriberri diz: “cumprir um sonho de jogar na Europa e promete empenho, dedicação e muita garra para jogar neste grande clube. Acrescenta: “Estar muito feliz por reencontrar Sánchez, desta feita como seu treinador”.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Rúben Ribeiro Assina Pelo Boavista Até ao Final da Época

Rúben Ribeiro assina pelo Boavista!
O centro campista de 28 anos, assinou um contrato válido até ao final da presente temporada, regressando ao clube onde se formou como atleta.
Rúben Ribeiro “Diz ser um enorme orgulho regressar a esta casa, que é sua casa e sempre foi um objectivo voltar a vestir a Camisola Axadrezada.”

Antevisão Boavista FC - FC Porto


LIGA NÓS 17ºJORNADA

JÁ VIMOS QUE A SORTE NADA QUER CONNOSCO!

TEMOS QUE TENTAR PONTUAR NEM QUE SEJA POR MEIO-GOLO!

TODOS JUNTOS E TODOS A REMAR PARA O MESMO LADO CONSEGUIREMOS ULTRAPASSAR ESTA FASE MENOS BOA!

Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€*
Topo Sul Nível 1 - 5€*
Acompanhantes de Sócio - 15€ (disponível apenas para sócios contribuintes - 1 por associado, DESDE QUE MUNIDOS DE UM CACHECOL OU ADEREÇO DO BOAVISTA FUTEBOL CLUBE - NÃO SERÃO PERMITIDOS ADEREÇOS DE OUTROS CLUBES NAS BANCADAS DESTINADAS A ASSOCIADOS DO BOAVISTA).
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
Público:
Bancada Norte Nível 1- 25€
Bancada Norte Nível 2 - 20€
Tribuna VIP: 50€
Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
Os bilhetes estarão à venda, na secretaria do Boavista Futebol Clube, a partir de Terça-Feira, 5 de Janeiro
Pedimos a todos os Associados e demais interessados que adquiram os bilhetes, para o referido jogo, com a devida antecedência, evitando assim desnecessárias demoras no dia do jogo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Derrota Injusta na Madeira Contra Adversario Directo Na Luta Pela Manutenção

UNIÃO DA MADEIRA -1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 16ºJornada
 6 De Janeiro de 2015 - 15h00m
 Centro Desportivo da Madeira
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)
GR:André Moreira GR:Gideão Castro
DD:Joãozinho  DD:Hackmann
 DC:Diego DC:Nuno Henrique
DC:Paulo Monteiro DC:Paulo Vinicius
DE:Paulinho DE:Anderson Correia(Renato Santos 71')
MC:A.Shehu  MC:Idrís Mandiang(Samú 75')
MC:Soares MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Breitner MC:Anderson Carvalho
MC:Toni Silva(Rúben Andrade 77') MC:Bukia(Michael Uchebo 64')
PL:J.Cádiz  PL:José Manuel
PL:Amílton PL:Luisinho
.
Treinador:Luís Norton de Matos          Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Hackmann 50',Nuno Henrique 68'.

Golos: Toni Silva 55'.




O União da Madeira manteve a tradição de não perder no Centro Desportivo da Madeira, e nesta quarta-feira derrotou o Boavista por um a zero. No primeiro remate que fizeram à baliza axadrezada, os insulares revelaram uma eficácia tremenda e conseguiram somar três pontos, que permitem fugir um pouco mais do fim da tabela classificativa.

O Boavista até entrou melhor no jogo e empurrou a equipa do União para o seu meio-campo. Os insulares aguentaram a pressão e só aos sete minutos conseguiram chegar à área adversária. Amilton desceu pelo corredor direito, mas não conseguiu cruzar.

Os madeirenses conseguiram chegar por várias vezes ao último terço, mas os lances perdiam-se pelo caminho, muito por culpa da defesa adversária. Aos 18 minutos Amilton tentou cruzar e a bola embateu na mão de Henrique, mas o juiz nada assinalou, perante os protestos dos jogadores insulares.

A melhor oportunidade da partida surgiu aos 21 minutos: Shehu atrasa mal e Luisinho, isolado, permite uma grande defesa a André Moreira.

Os axadrezados rematavam mais à baliza adversária, conseguiam algumas jogadas de perigo, mas os remates nem sempre incomodavam o guardião da formação madeirense.

O nulo ao intervalo até era favorável ao União, que durante a primeira parte não conseguiu fazer um remate à baliza defendida por Gideão.

No segundo tempo o Boavista manteve a pressão, mas a sorte acabou por sorrir ao União. Aos 55 minutos, num lance de contra-ataque, Amilton assistiu Toni Silva o único golo do encontro. Um castigo para o Boavista, que até ao momento tinha sido a equipa mais rematadora.

A formação orientada por Erwin Sánchez não baixou os braços e respondeu dois minutos depois, mas o remate de Idriss Mandiang foi à trave. Na recarga o mesmo jogador permitiu a defesa de André Moreira. Pouca Sorte para os axadrezados que até mereciam o empate.

O jogo tornou-se mais mexido, de parte a parte, e aos 67 minutos Toni Silva é novamente assistido na área e fica em boa posição para marcar, mas deixa-se antecipar por um defesa.

Erwin Sánchez mexeu na equipa do Boavista, na tentativa de dar mais pendor atacante, e aos 80 minutos, na sequência de um canto, Paulo Vinícius sobe mais que os defesas insulares e cabeceia por cima da trave da baliza.

Nos instantes finais o União revelou-se mais rematador, com Rúben Andrade a atirar por cima da baliza de Gideão, e pouco tempo depois Breitner faz o mesmo.

O tempo passava e o Boavista tentava o golo do empate, mas os madeirenses fecharam-se na defesa, na tentativa de tapar todos os caminhos para a sua baliza.

A vitória do União acaba por ser feliz, já que no primeiro remate que fez durante a partida acabou por fazer o golo, perante um Boavista que fez mais para sair da Madeira com pelo menos um ponto. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

sábado, 2 de janeiro de 2016

Derrota Clara e Queda na Linha de Agua

BOAVISTA FC - 0 MOREIRENSE FC-3
Primeira Liga 15ºJornada
2 de Janeiro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Artur Soares Dias(A.F.Porto)

GR:Gideão Castro     GR:Igor Stefanovic
 DD:Samuel Inkoom   DD:Pierre Sagna
 DC:Nuno Henrique DC:Danielson
DC:Paulo Vinicius   DC:Marcelo Oliveira
DE:Afonso Figueiredo(Anderson Correia 76')   DE:Evaldo
MC:Idrís Mandiang MC:João Palhinha
MC:André Bukia  MC:Vítor Gomes(Alan Schons 87')
MC:Renato Santos(Rivaldinho 57') MC:Filipe Gonçalves
MC:Luisinho 62 ED:Iuri Medeiros(Ernest Ohemeng 82')
EE:José Manuel EE:Rafael Martins
PL:Douglas Abner(Diego Lima INT) PL:Ença Fati(Luís Carlos 69')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Miguel Leal

Cartões Amarelos:Samuel Inkoom 31',Danielson 40',Pierre Sagna 49',Marcelo Oliveira 55',Vítor Gomes 59' e Evaldo 74'.

Golos: Iuri Medeiros 16',Rafael Martins 50' e Vítor Gomes 77'(g.p.)



Era sobre o tabuleiro da luta pela permanência que se jogava este duelo de xadrez esta tarde no Bessa. O Boavista, que estava no limiar da linha de água caiu para a zona de despromoção, com o resultado da Académica. E o Moreirense, que estava dois lugares acima, mas com mais quatro pontos, respirou fundo com uma vitória que lhe garante a tranquilidade relativa de se chegar ao meio da tabela. 

Num jogo de grande responsabilidade, Erwin Sánchez decidiu inovar e mexeu muito no onze. Fez entrar Zé Manuel para o lado de Abner, deixando de ter um ponta-de-lança fixo e colocou um trio de jogadores rápidos à frente do «tampão» Idriss. Por momentos, o técnico boliviano pareceu surpreender Miguel Leal. 

O primeiro quarto de hora do Boavista foi de uma pressão sufocante. Vinícius esteve a centímetros do golo, que também não andou longe em mais um par de ocasiões. 

No entanto, o fôlego só durou 15 minutos. O Moreirense soube esperar. É uma equipa mais cínica e com maior qualidade individual e coletiva… E à primeira oportunidade inaugurou o marcador. 

RECORDE AQUI O JOGO AO VIVO  

Idriss falhou o passe no meio-campo defensivo e Vítor Gomes descobriu Iuri Medeiros, que com classe fez o primeiro para os minhotos, que a partir daí controlaram o jogo até ao intervalo. Rafael Martins esteve perto do golo ainda na primeira parte, quando tentou picar sobre Gideão. Marcaria na segunda o ponta-de-lança brasileiro, que fez seis golos nos últimos quatro jogos. 

Um passe longo do guarda-redes Stefanovic, domínio e assistência de Iuri Medeiros à entrada da área e remate certeiro de Rafael Martins. Simples e eficaz o contra-ataque. 0-2 e a partida resolvida. 

Aos 50 minutos a partida deixou de ter história. O Boavista foi demasiado frágil para fazer mossa no ataque. E na defesa continuaram as deficiências de marcação. De tal forma que o Moreirense ainda chegou ao terceiro, numa grande penalidade de Henrique sobre Luís Carlos, bem assinalada por Artur Soares Dias, que Henrique converteu. 

0-3 e pronto! O Moreirense foi mais equipa em todos os aspetos. A eficácia foi a arma do xeque-mate dos minhotos. 

Para os boavisteiros a derrota é pesada, mas também é merecida. A equipa portuense caiu para a zona de descida e não vence para a Liga há dez jornadas (desde 20 de setembro)… É demasiado tempo para quem quer ficar entre a elite do futebol nacional. 

Podem soar os alarmes no Bessa...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boavista FC Perde em Belém e Complica Contas da Manutenção


CF BELENENSES-1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 14ºJornada
 21 De Dezembro de 2015 - 19h00m
 Estádio  do Restelo em Lisboa
Árbitro :Cosme Machado(A.F.Braga)
GR:Hugo Ventura GR:Gideão Castro
DD:Geraldes  DD:Hackmann
 DC:João Afonso DC:Nuno Henrique
DC:Gonçalo Brandão DC:Paulo Vinicius
DE:Filipe Ferreira DE:Afonso Figueiredo
MC:Rúben Pinto  MC:Idrís Mandiang
MC:André Sousa MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Carlos Martins(Ricardo Dias 84') MC:Anderson Carvalho(Renato Santos 76')
MC:Fábio Sturgeon MC:Reuben Gabriel(Ancelmo Júnior 57')
PL:Kuca(Tiago Silva 77')  PL:José Manuel
PL:Luís Leal (Tiago Caeiro 63') PL:Douglas Abner(Uche Nwofor 69')
.
Treinador:Júlio Velasquez            Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Paulo Vínicius 7',Hackmann 11',Rúben Pinto 22',Geraldes 57',Bernardo Tengarrinha 80' e Ricardo Dias 90'.

Golos: Filipe Ferreira 4'.




Marcar cedo e cedo se erguer, deu frutos e ajudou a equipa a crescer. Na antevisão da partida, o treinador do Boavista Erwin Sánchez tinha avisado para os perigos do Belenenses, lembrando que os jogadores iriam querer mostrar-se aos adeptos depois da entrada do novo técnico.

Sabia do que falava o boliviano, visto que tinha passado pela mesma situação recentemente na equipa do Bessa.

A verdade é que as previsões de Sánchez provaram ser as mais acertadas. No Estádio do Restelo, o Belenenses precisou de apenas três minutos para inaugurar o marcador. No jogo de estreia de Julio Velázquez, os azuis entraram na partida apostados em decidir depressa e foi o que se passou de facto.


Fábio Sturgeon ganhou a bola junto à grande área do Boavista e, depois de um pequeno bailado, deixou a bola para Filipe Ferreira. Partindo com embalo de trás, o lateral esquerdo atirou com força para a baliza axadrezada. Um verdadeiro «pastel», como se diz na gíria futebolística (e também pela coincidência gastronómica da localidade), que fuzilou por completo o guarda-redes Gideão.

Com o golo madrugador, o Belenenses cresceu e de que maneira. Decorridos os primeiros dez minutos de jogo, o Boavista já tinha dois defesas amarelados, espelho daquilo que foi a estratégia adotada por Julio Velázquez, um Belenenses muito consistente na defesa e veloz na saída para o ataque, explorando a velocidade do avançado Luís Leal.

De resto, as principais oportunidades de perigo do Belém no primeiro tempo passaram invariavelmente pelos pés do rapidíssimo avançado. Quando não era Luís Leal, os alas Sturgeon e Kuca encarregavam-se de puxar a equipa para a frente, combinando bem com os companheiros mais recuados no terreno.

Foi esta a toada do jogo durante a primeira parte, o Belenenses mais esfomeado, procurando a baliza de Gideão, e um Boavista mais tímido, sem conseguir criar oportunidades, exceção feita a uma boa jogada no ataque, aos 40 minutos, que culminou com um remate-cruzamento de Zé Manuel.

Sermão de Sánchez ao intervalo deu resultado

No segundo tempo, o Boavista apareceu mais determinado e Zé Manuel teve mesmo oportunidade para fazer balançar as redes de Ventura. Aos 50 minutos, o veterano avançado do Boavista teve uma arrancada fulminante desde o meio-campo e foi ultrapassando vários adversários até chegar à área do Belenenses. Ainda assim, com tudo para fazer o golo, faltaram as forças ao avançado, que acabou por rematar à figura do guarda-redes.

A segunda parte foi, de resto, muito diferente da primeira. Em desvantagem no marcador, o Boavista assumiu as rédeas do jogo e fechou as portas da área ao Belenenses, tanto que as únicas tentativas dos azuis surgiram sempre de fora da área e sem levar perigo à baliza de Gideão.

Perante a apatia do Belenenses, o Boavista foi para a frente com mais homens, e Idriss, aos 78 minutos, voltou a ameaçar o empate para os axadrezados, com um remate de longe que passou a poucos centímetros da baliza de Ventura.

Velazquéz e as estranhas substituições

Ao ver que a partida estava relativamente controlada, ainda que a vantagem fosse curta, o novo treinador do Belenenses procedeu a três alterações curiosas, que levantaram dúvidas aos adeptos presentes nas bancadas. Na última meia hora de jogo, Julio Velázquez fez sair Luís Leal, Kuca e Carlos Martins, por esta ordem, aqueles que, para os adeptos, tinham sido os melhores elementos em campo.

A bem ou a mal, as substituições acabaram por surtir efeito, visto que refrescou o miolo e também o ataque dos azuis, o que permitiu segurar por mais uns minutos a maior pressão ofensiva do Boavista. Neste seu primeiro jogo enquanto treinador dos azuis, Velázquez regeu-se pela cautela, preferindo segurar a vantagem em vez de tentar alargá-la.

Até ao final, o Boavista tentou reverter o resultado a todo o custo, e teve alguns sustos por causa disso, mas a verdade é que nem uma nem outra equipa conseguiram mais visar a baliza adversária.

No embate de treinadores estrangeiros, a sorte sorriu ao estreante Julio Velázquez, que aproveitou a vantagem madrugadora da equipa para gerir o resultado até ao final. A entrada fulgurante do Belenenses chegou para tão pouco Boavista. Os axadrezados saem com um sabor agridoce, face aquilo que produziram no segundo tempo.

Uma partida fraca mas três pontos preciosos para o Belenenses, que desta forma regressou aos triunfos e conseguiu afastar-se dos últimos lugares da classificação.  


O Blog Boavista1903.blogspot.com deseja a todos os boavisteiros umas boas festas esperemos que em 2016 seja um ano de viragem para os boavisteiros!

Taça de Portugal: Sorteio Quartos de Final e Meias-Finais

Eis os jogos dos quartos de final da Taça de Portugal (entre 12 e 14 de janeiro)

Jogo 18001: Gil Vicente (SL) - Nacional (LN)
Jogo 18002: Rio Ave (LN) - Estoril-Praia (LN)
Jogo 18003: SC Braga (LN) - Arouca (LN)
Jogo 18004: Boavista (LN - FC Porto (LN)


Eis o emparelhamento dos jogos das meias-finais (2 a 4 de fevereiro/ 1 a 3 de março)
vencedor do jogo 18001 - vencedor do jogo 18004
vencedor do jogo 18003 - vencedor do jogo 18002



Nota: LN - Liga Nos; SL - Segunda Liga.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Antevisão CF Belenenses - Boavista FC


JOGO IMPORTANTÍSSIMO PARA AS NOSSAS CONTAS NO CAMPEONATO, TEMOS QUE PONTUAR ! 

GALVANIZADOS PELA VITÓRIA NA TAÇA DE PORTUGAL CONSEGUIREMOS!

TODO O APOIO É BEM VINDO!

Taça de Portugal: Boavista FC Vence e Está Nos Quartos de Final

BOAVISTA FC - 1 ACADÉMICA-0
Taça de Portugal Oitavos de Final
17 de Dezembro de 2015 - 18h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Rui Costa(A.F.Porto)

GR:Gideão Castro     GR :Lee Oliveira
 DD:Hackmann   DD:Aderlan Silva
 DC:Nuno Henrique DC:João Real
DC:Paulo Vinicius   DC:Iago Santos
DE:Anderson Correia   DE:Emídio Rafael
MC:Anderson Carvalho(Renato Santos 79') MC:Nuno Piloto
MC:Bernardo Tengarrinha  MC:Rui Pedro
MC:Idrís Mandiang MC:Leandro Silva
MC:Ancelmo Júnior(Bukia 63') ED:Marinho(Nii Plange 60')
EE:Uche Nwofor(José Manuel 85') EE:Hugo Seco(Ivanildo 60')(Rabiola 83')
PL:Douglas Abner PL:Rafael Lopes
 
Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Filipe Gouveia

Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 42',Aderlan Silva 84' e Gideão Castro 94'.

Golos:Renato Santos 86'.





Não é o Boavistão como nos tempos de Erwin Sánchez como jogador, mas com o boliviano no banco por momentos esta equipa axadrezada parece um patamar acima da equipa de Petit.
Sánchez regressou ao Bessa e, depois de empatar o primeiro jogo para Liga (frente ao Estoril), na segunda partida em que orienta o Boavista já conseguiu o feito de apurar a equipa para os quartos-de-final, algo que já não acontecia desde a época 2006/07.

Numa partida entre dois históricos do futebol nacional, que entre si já levantaram sete Taças de Portugal (cinco dos axadrezados contra dois da equipa de Coimbra), a Académica acabou por ter menos controlo de bola do que a equipa da casa e teve oportunidades de golo sobretudo na primeira parte.

Por falar em história, a Briosa não vence no Bessa desde 1977, na única edição da fase de grupos da Taça FPF, o que não é apenas um pormenor.

Vamos ao jogo... E há sobretudo que destacar que o técnico dos estudantes Filipe Gouveia fez oito alterações em relação à vitória frente ao Belenenses (4-3) para a Liga, na última segunda-feira.

FICHA E FILME DO JOGO
Sánchez mexeu apenas porque tinha de mexer: trocou Hackman pelo castigado Inkoom no lado direito da defesa e a equipa voltou a jogar um futebol mais apoiado e a ocupar melhor os espaços. Com Sánchez no comando, este Boavista continua pressionante, mas parece ter deixado de ter medo de ter bola e já não é apenas uma equipa de contenção e contra-ataque.

Ancelmo entrou bem na equipa como vértice mais adiantado no meio-campo de um sistema que mudou de 4-3-3 para um 4-4-2 losango, no apoio à dupla Abner-Uche.

Foram do médio brasileiro as duas melhores oportunidades axadrezadas na primeira parte: um remate de primeira, bem servido por Tengarrinha, com a bola a sair às malhas laterais (32’), e outro colocado, de fora da área, que levou a bola a embater na barra (44’).

A Académica repartiu as oportunidades de golo antes do intervalo. Rafael Lopes assumir as despesas do ataque: isolou Hugo Seco, que rematou à figura de Gideão, na primeira grande oportunidade de golo, aos 20’, e aos 37’ voltou a aparecer; dominou, fez o túnel a Henrique e colocou a bola sobre o guarda-redes Gideão, obrigando o lateral Hackman a ser pronto-socorro para evitar o primeiro golo.

No segundo tempo, o Boavista entrou com tudo.

Depois de se estrear a marcar um golão no último jogo da Liga, frente ao Estoril, Uche ia hoje marcando outro de levantar o estádio: encheu de novo o pé e mandou a bola à barra e a bater no relvado, sem contudo ficar perto de ultrapassar a linha de golo.

Daí em diante, o jogo adormeceu e parecia arrastar-se para prolongamento. O Boavista dominava mais, a Académica respondia, sobretudo pela meia distância de Leandro Silva, mas faltava acutilância ofensiva.

Foi aí que Sánchez, que ao segundo jogo no comando já parece o grande mestre no xadrez, foi ao banco para sacar a sua cartada. Dali saíram dois trunfos: Zé Manuel e Renato Santos.

E foi com estas duas peças que se fez o xeque-mate que valeu a eliminatória. Zé Manuel segurou a bola e descobriu Renato, que entrou na área, até hesitou no passe para Abner, mas, na cara de Lee, rematou cruzado para o fundo das redes.

Sánchez ainda agora chegou e já conseguiu um feito no Bessa. No banco como em campo... Ele nunca deixou de ser ídolo por estas bandas.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Taça de Portugal: Antevisão Boavista FC - Académica de Coimbra


TAÇA DE PORTUGAL

5ª Eliminatória

BOAVISTA FC vs Académica de Coimbra

Quinta-Feira, 17 de Dezembro às 18:30

Sócios:
5€ (todos pagam, incluíndo Bilhetes de Época, Cativos, Camarotes e Menores a partir dos 3 anos).

Público:
Norte Nível 2 - 10€
Bancada VIP - 15€

Pedimos a todos os associados que adquiram os seus bilhetes atempadamente, para evitarem filas desnecessárias na hora do jogo.

Para facilitar e evitar filas de última hora no próximo jogo (BOAVISTA x Académica de Coimbra) na compra de bilhetes. A secretaria encontrar-se-á aberta no horário normal de Segunda a Sexta (9h30 - 12h30 ; 14h às 18h00). Na Quinta-feira, dia jogo, encontrar-se-á aberta todo o dia, incluíndo hora de almoço.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Empate Na Estreia de Sanchez Com a Maozinha do Árbitro

BOAVISTA FC - 1 GD ESTORIL-1
Primeira Liga 13ºJornada
11 de Dezembro de 2015 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbiro:Tiago Antunes(A.F.Coimbra)

GR:Gideão Castro     GR :Pawel Kieszek
 DD:Samuel Inkoom   DD:Anderson Luís(Babanco 52')
 DC:Nuno Henrique DC:Diego
DC:Paulo Vinicius   DC:Yohan Tavares
DE:Anderson Correia   DE:Mano
MC:Anderson Carvalho MC:Diogo Amado
MC:Bernardo Tengarrinha  MC:Afonso Taira
MC:Idrís Mandiang MC:L.Chaparro(Matheus 76')
MC:Ancelmo Júnior(José Manuel 62') ED:Gerso Fernandes(Luiz Phellye 90')
EE:Uche Nwofor(Hackmann 37') EE:Dieguinho
PL:Douglas Abner(Renato Santos 76') PL:Léo Bonatini

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Fabiano Soares

Cartões Amarelos:Samuel Inkoom 19',Afonso Taira 21',Diogo Amado 30',Samuel Inkoom 35',Nuno Henrique 45',Yohan Tavares 63',José Manuel 79',Anderson Correia 81',Afonso Taira 88'.

Cartões Vermelhos:Samuel Inkoom 35'e Afonso Taira 88'.

Golos: Uche Nwofor 25' e Léo Bonatini 45'(g.p)




O jogo de aflitos no Bessa terminou em empate: um 1-1 justo, embora com influência do árbitro no resultado final (já lá vamos). 

O Boavista aparecia mais afito do que o Estoril, diga-se. Perdeu os últimos quatro jogos na Liga (o último com direito a protesto), teve uma mudança de treinador e está três pontos acima da zona de despromoção. O Estoril tem mais seis pontos, mas também não está tranquilo e os números comprovam-no: quatro empates e três derrotas nos últimos sete jogos na Liga. A equipa de Fabiano Soares não vence há dois meses e meio, tal como a de Erwin Sánchez, que se estreou hoje no banco. 

Para as duas equipas foi portanto um mal menor o empate. Mas, vamos ao jogo… 

No Bessa, chegou a hora do mestre Erwin Sánchez e com o novo treinador o Boavista parece uma equipa não apenas de combate, como na era Petit, como também com alguma preocupação com uma estratégia mais ofensiva. 

Na estreia no banco, além de trocar de guarda-redes Mika por Gideão e de deixar de fora José Manuel, o técnico boliviano decidiu mexer no tabuleiro dos axadrezados e mudou logo o sistema. Trocou o 4-3-3 por um 4-4-2 losango, fazendo entrar Ancelmo Júnior na equipa, para apoiar a dupla de avançados Douglas Abner e Uche Nwofor. 

A alteração tática deu resultado e o habitual Boavista de contenção e transições rápidas deu lugar a uma equipa com capacidade de segurar a posse de bola, com um futebol apoiado quando não tinha a bola e capacidade de pressão quando não a tinha. 

Mereceu inaugurar o marcador a equipa axadrezada. E que golo. Uche estreou-se a marcar pelo Boavista em grande estilo. O ponta-de-lança nigeriano vindo do Lierse aproveitou um desentendimento entre os centrais estorilistas para, à entrada da área, encher o pé e rematar com potência, com a bola a bater na barra ainda antes de cruzar a linha de golo. 

1-0 e o Boavista por cima do jogo a meio da primeira parte. Tudo parecia encaminhar-se para o primeiro resultado positivo para os axadrezados depois de quatro derrotas para a Liga. 

Foi aí que apareceu o árbitro de Coimbra Tiago Antunes para estragar a partida. Primeiro apareceu a ingenuidade de Inkoom que em duas faltas sobre Gerso viu dois cartões amarelos no espaço de um quarto de hora. O árbitro demorou, demorou e quando se decidiu deixou o Boavista a jogar com menos um. 

Sánchez entrou em modo “controlo de danos”, trocou o ponta-de-lança por um lateral e o Boavista manteve o controlo dos espaços ante um Estoril com fragilidades evidentes em construir por outro lado que não o lado esquerdo do ataque, através de Gerso… E lá apareceu de novo Tiago Antunes com uma decisão que não só era contestável com errada e com influência direta no resultado. O árbitro descobriu uma mão de Henrique na área (a bola bate primeiro na perna e depois no tronco do central do Boavista, antes de ir ao braço… num lance em que o jogador do Boavista não age de forma deliberada). 

Léo Bonatini aproveitou para da marca dos 11 metros fazer o empate em cima do intervalo. 

Estava feito o equilíbrio no marcador. O desequilíbrio no jogo notar-se-ia mais na segunda parte, quando o Estoril aproveitou o jogador que tinha a mais para partir para cima do Boavista, que explorou o contra-ataque com a entrada de Zé Manuel. 

Esteve mais perto do golo da vitória a equipa da Linha; num desvio de Henrique que quase fez golo na própria baliza, por Diego Carlos, que cabeceou por cima, por Dieguinho que rematou para fora após falhanço de Gideão… 
Facto é que o Boavista também podia ter marcado, quando Abner e Zé Manuel decidiram aproveitar os 50 metros que tinham para correr na metade do campo do adversário. 

Não houve ainda assim situações claras nem um desequilíbrio suficiente para justificar que o empate se desfizesse. 

O jogo terminou empatado e apesar do empate Sánchez pode quase que cantar vitória, porque mexeu bem no xadrez, jogou mais de uma hora com menos uma peça e quebrou o ciclo de quatro derrotas. 

Fica no entanto a dúvida: como teria sido o jogo se Tiago Antunes não tivesse mexido no tabuleiro para ser protagonista? 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Antevisão Boavista FC - GD Estoril - Praia


BOAVISTA FC vs G.D Estoril Praia.
Sexta, 11 de Dezembro às 20:30
Sócios: 

Nascente N1- 5€ 
Sul N1 - 5€
Acompanhantes de Sócio - 5€ (disponível apenas para sócios pagantes - 3 por associado)


Público:
Norte Nível 2 - 15€
Bancada VIP - 30€

Pedimos a todos os associados que adquiram os seus bilhetes atempadamente, para evitarem filas desnecessárias na hora do jogo.
Dirija-se à Secretaria do Boavista Futebol Clube:
Para mais informações:
Mail: secretaria@boavistafc.pt
Tel: 226071041

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Boavista faz declaração de protesto do jogo.

Alvaro Braga Júnior, Presidente do C.A. da Boavista FC, Futebol, SAD, informou na sala de imprensa que a SAD apresentou declaração de protesto do jogo hoje realizado em Arouca.

Afirmou ainda que nem que seja contra tudo e contra todos Boavista irá cumprir o seu objectivo, pedindo a máxima união à volta da equipa por parte de todos os sócios e adeptos perante todas as injustiças.