Contagem

web counter free

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Taça de Portugal: Eliminados Injustamente

BOAVISTA FC - 0 FC PORTO-1
Taça de Portugal Placard
13 de Janeiro de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Nuno Almeida(A.F.Algarve)

GR:Mika     GR:Helton
 DD:Tiago Mesquita   DD:Maxi Pereira
 DC:Phillipe Sampaio DC:Ivan Marcano
DC:Carlos Santos   DC:Bruno Martins Indi
DE:Hackmann   DE:Miguel Layún
MC:Idrís Mangiang(Douglas Abner 81') MC:Danilo Pereira
MC:Rúben Ribeiro MC:Héctor Herrera
MC:Anderson Carvalho(Michael Uchebo 74') MC:Evandro(Imbula 37')
MC:Reuben Gabriel ED:Varela
EE:Renato Santos EE:Yacine Brahimi(Rúben Neves 84')
PL:Uche Nwofor(José Manuel 64') PL:Vincent Aboubakar(André Silva 90')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Rui Barros

Cartões Amarelos:Danilo Pereira 64',Uche Nwofor 64',Ivan Marcano 65',Maxi Pereira 76' e Helton 77'.

Cartões Vermelhos:Imbula 68'.

Golos: Yacine Brahimi 26'.





Conflituoso, truculento, maravilhoso, até explodir nas luvas de Helton, no derradeiro minuto: senhoras e senhores, madames e cavalheiros, bem vindos a um extraordinário dérbi da cidade do Porto! 

Tudo decidido por um raio de luz de Yacine Brahimi, com um golo a meio do primeiro tempo, e por um penálti defendido pelo brasileiro de sorriso eterno. No último segundo! Martins Indi empurrou Douglas Abner, mas os 19 aninhos do avançado brasileiro tremeram no duelo com São Helton. 

Emoção é isto! 

FC Porto nas meias-finais da Taça de Portugal, sim, mas um Boavista a perder de queixo bem levantado e dignidade intacta. Qualquer semelhança entre esta pantera e a de domingo, doente e desdentada, é pura coincidência. 

Dúvida no ar até ao derradeiro pontapé, com o Boavista a carregar – durante toda a segunda parte – e o FC Porto a sofrer com a coragem dos campeões, mormente após a expulsão do infeliz Imbula, aos 67 minutos.   

O DÉRBI VISTO AO MINUTO A PARTIR DO BESSA 

Aos dragões valeu o milagre da simplificação, o rosário preferido de Rui Barros. Até ao intervalo, os bons sinais do dérbi anterior repetiram-se, com as ideias do treinador interino a privilegiarem uma máxima tantas vezes esquecida: a linha reta é a distância mais curta entre dois pontos. 

O que se viu, de facto, de diferente? Dois ou três exemplos só. Neste pós-Lopetegui, os médios que jogam à frente de Danilo (Evandro e Herrera) não recuam para pegar no jogo; o central que assume a primeira fase de construção evita o passe lateralizado e tem ordem para lançar longo; o fosso entre o outrora solitário e o resto da equipa é mais reduzido, pela aproximação de um dos extremos e, pelo menos, um dos médios. 

Está tudo resolvido? Naturalmente que não. Ser simples não significa ser bacoco, muito menos insensato. Significa, à partida, ser mais lúcido e genuíno na aproximação às raízes e ao fundamento do jogo: o golo. 
 
Os adeptos do FC Porto estão cansados de esperar pela excelência. Percebe-se isso. Seja como for, não há um antídoto para a cura imediata, após meses de angústia e quebra. 

Os dragões estão no caminho do reencontro e o rumo pode encontrar obstáculos e originar recaídas. No Bessa, a equipa revelou qualidade no primeiro tempo e caráter no segundo. Mas quase não chegava. 

O Boavista, insistimos, surpreendeu pela positiva. A introdução de Rúben Ribeiro (que bela estreia!) deu qualidade à equipa na posse de bola, elevando ao quadrado os níveis de confiança no processo ofensivo. 

Os axadrezados justificaram, aliás, o prolongamento, pela forma como castigaram o FC Porto na segunda parte. Depois de Aboubakar mandar uma bomba à barra e Imbula ser expulso, só deu Boavista. 

DESTAQUES DO JOGO: Helton e Rúben Ribeiro, senhores do dérbi 

A competência do FC Porto desvaneceu-se, algures entre a sensatez e o artístico. Não havia que inventar, apenas sofrer e segurar a qualificação, num dérbi onde a beligerância não podia faltar (quantas vezes o árbitro teve de controlar os jogadores?).     

Intensidade, paixão, bola constantemente nos flancos e o golo a rondar com interesse e galanteio a baliza de Helton. 

O melhor ficou para o fim. 

Uchebo, em cima do minuto 90, rematou para a baliza deserta, mas já em desequilíbrio; logo depois, Douglas Abner atirou de penálti para o voo perfeito de Helton, dragão dos pés à cabeça rapada. 

Isto é um dérbi, isto é um grande jogo de futebol.   

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

domingo, 10 de janeiro de 2016

Atitude Positiva Derrota Natural Por Números Exagerados

BOAVISTA FC - 0 FC PORTO-5
Primeira Liga 17ºJornada
10 de Janeiro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Fábio Veríssimo(A.F.Leiria)

GR:Gideão Castro     GR:Iker Casillas
 DD:Hackmann   DD:Maxi Pereira
 DC:Nuno Henrique(Anderson Correia 40')(José Manuel 73') DC:Ivan Marcano
DC:Carlos Santos   DC:Bruno Martins Indi
DE:Afonso Figueiredo   DE:Miguel Layún
MC:Idrís Mandiang MC:Danilo Pereira
MC:Bernardo Tengarrinha(Renato Santos 16') MC:Héctor Herrera(Imbula 82')
MC:Anderson Carvalho MC:André André(Evandro 71')
MC:André Bukia ED:Jesús Corona(Varela 78')
EE:Luisinho EE:Yacine Brahimi
PL:Michael Uchebo PL:Vincent Aboubakar

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Rui Barros

Cartões Amarelos:Miguel Layún 18',Anderson Carvalho 24',Maxi Pereira 27',Iker Casillas 55',Vincent Aboubakar 51' e Jesús Corona 61'.

Golos: Héctor Herrera 12',Jesús Corona 62',Vincent Aboubakar 72' e 81' e Danilo Pereira 93'.





O FC Porto garantiu o resultado mais dilatado da época na casa do vizinho Boavista (0-5). Os dragões libertaram-se do xadrez de Lopetegui - como se fosse uma prisão para o seu talento - e jogaram damas, um jogo mais simples e direto, para atingir a goleada perante um adversário em quadro de crise profunda. 

Erwin Sánchez não tem feito melhor que Petit e o Boavista averbou a quarta derrota classificativa, terminando esta jornada a seis pontos da linha de água, face à vitória da Académica. Dias de tempestade no Bessa, onde vários jogadores sucumbiram a problemas físicos. Cenário intrigante. 

Rui Barros mantém o registo imaculado como treinador do FC Porto: quatro jogos, quatro vitórias, entre 2006 e 2016. Com Julen Lopetegui fora do caminho, a equipa surgiu mais solta, livre de uma ideia de jogo que tinha atingido o prazo de validade. Para além disso, é importante frisar, encontrou neste Boavista o adversário ideal para a reabilitação momentânea. 

O que mudou com Rui Barros? Nada em relação ao onze, que foi repetido em relação ao empate frente ao Rio Ave (1-1). A grande alteração incidiu sobre o processo de jogo, para além do efeito psicológico que a saída de Julen Lopetegui teve nos jogadores do FC Porto. 

Os dragões surgiram no Estádio do Bessa sem aquela inconsequente tendência para o controlo de bola em zonas defensivas, numa circulação que se assemelhava a perda de tempo, já que não provocava o desgaste previsto no adversário e tornava o futebol portista entediante. 

Esse carrossel de tração traseira era executado de forma sofrível por alguns elementos com outro tipo de caraterísticas. Hector Herrera será o exemplo mais evidente. 

A fuga de Herrera para a liberdade 

Herrera é jogador de espaços, de poucos toques na bola. Prefere aparecer entre linhas, apoiando-se na reconhecida capacidade física. Foi assim, aliás, que desbloqueou o dérbi da Invicta. 

Ao 12º minuto de jogo, Brahimi tocou para André André e este percebeu a movimentação do capitão do FC Porto. Herrera fugiu aos médios contrários, recebeu com o peito o belo passe nas costas de Carlos Santos e rematou em rotação, em esforço, para o poste mais distante. 

Foram instantes terríveis para o Boavista. Tengarinha tinha-se lesionado pouco antes e viria a sair em maca, tal como Henrique, já a caminho do intervalo. Na etapa complementar seria Anderson Correia a ceder fisicamente. Cenário preocupante na equipa do Bessa. 

Erwin Sánchez colocara os axadrezados num ambicioso 4x1x3x2 e correu mais riscos quando lançou Renato Santos, médio ofensivo, para o lugar de Tengarrinha. Petit era adepto da coesão defensiva, o seu sucessor defende o contrário. Numa equipa com as caraterísticas do Boavista não parece a melhor fórmula para o sucesso. 

Foi valendo Gideão para manter a diferença mínima no marcador. O guarda-redes brasileiro negou o golo de Brahimi (minuto 37) e Aboubakar (minuto 47), em situações de um-para-um. Pelo meio, o camaronês falhou outra oportunidade soberana. Manifesta falta de confiança. 

O FC Porto permitia assim que o Boavista continuasse a acreditar e por momentos surgiu a sensação de perigo nos pés de Anderson Correia. O esquerdino fugiu a Danilo Pereira e aproximou-se da área portista mas o médio, com um carrinho perigoso mas eficaz, resolveu a questão. 

Logo depois, Iker Casillas cometeu um erro ao sair da baliza, Luisinho foi mais rápido e o guarda-redes acabou por ver a cartolina amarela. 

Jesus Corona desenha o arco da goleada 

O segundo golo do FC Porto surgiu assim no melhor período do Boavista. O talento individual de Jesus Corona cavou definitivamente o fosso. Pela direita, o extremo passou entre Afonso Figueiredo e Idriss para rematar em arco e marcar um golaço. 

Rui Barros, bem mais sereno que Julen Lopetegui no banco, ia assistindo à crescente superioridade do FC Porto, que não adormeceu à sombra da vantagem. Ao minuto 72, Aboubakar deu um pontapé da crise de confiança após cruzamento de Miguel Layún. Forte influência mexicana no triunfo azul e branco. 

O Boavista terminaria o jogo com apenas dez elementos, já que Anderson Correia (elemento vindo do banco) lesionou-se no lance do 0-3, com as substituições esgotadas. Uchebo ainda reduziu mas estava em posição irregular. 

A goleada surgiu assim com naturalidade, perante um adversário cada vez mais inferiorizado fisicamente. 

Danilo Pereira – grande exibição do médio português – insistiu pelo flanco e cruzou de pé esquerdo para o bis de Aboubakar (a fome deu em fartura). E ser o próprio Danilo, no melhor golo da noite, a fixar o resultado final. Segunda assistência de Layún, desta vez num pontapé de canto, para o desvio de calcanhar do médio! 

O resultado mais folgado da época para o FC Porto em período de transição, antes do primeiro dia do resto da sua vida. Quarta-feira haverá novo dérbi no Bessa, para os quartos de final da Taça de Portugal.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Iriberri assinou pelo Boavista

Iriberri chegou hoje de manhã ao Porto, realizou os exames médicos, e assinou ate ao final da época2015/2016 com mais uma epoca de opção.
Imanol Iriberri é avançado argentino, com vasto currículo na América Latina, com passagens pelo Aldosivi, da Argentina, Independiente FBC , pelo Tolina da Colômbia, Pelos Estudiantes de Mérida e Dep. La Guaira da Venezuela. Chega dos Boalivianos Jorge Wilstermann, para o Boavista.
Imanol Iriberri diz: “cumprir um sonho de jogar na Europa e promete empenho, dedicação e muita garra para jogar neste grande clube. Acrescenta: “Estar muito feliz por reencontrar Sánchez, desta feita como seu treinador”.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Rúben Ribeiro Assina Pelo Boavista Até ao Final da Época

Rúben Ribeiro assina pelo Boavista!
O centro campista de 28 anos, assinou um contrato válido até ao final da presente temporada, regressando ao clube onde se formou como atleta.
Rúben Ribeiro “Diz ser um enorme orgulho regressar a esta casa, que é sua casa e sempre foi um objectivo voltar a vestir a Camisola Axadrezada.”

Antevisão Boavista FC - FC Porto


LIGA NÓS 17ºJORNADA

JÁ VIMOS QUE A SORTE NADA QUER CONNOSCO!

TEMOS QUE TENTAR PONTUAR NEM QUE SEJA POR MEIO-GOLO!

TODOS JUNTOS E TODOS A REMAR PARA O MESMO LADO CONSEGUIREMOS ULTRAPASSAR ESTA FASE MENOS BOA!

Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€*
Topo Sul Nível 1 - 5€*
Acompanhantes de Sócio - 15€ (disponível apenas para sócios contribuintes - 1 por associado, DESDE QUE MUNIDOS DE UM CACHECOL OU ADEREÇO DO BOAVISTA FUTEBOL CLUBE - NÃO SERÃO PERMITIDOS ADEREÇOS DE OUTROS CLUBES NAS BANCADAS DESTINADAS A ASSOCIADOS DO BOAVISTA).
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
Público:
Bancada Norte Nível 1- 25€
Bancada Norte Nível 2 - 20€
Tribuna VIP: 50€
Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
Os bilhetes estarão à venda, na secretaria do Boavista Futebol Clube, a partir de Terça-Feira, 5 de Janeiro
Pedimos a todos os Associados e demais interessados que adquiram os bilhetes, para o referido jogo, com a devida antecedência, evitando assim desnecessárias demoras no dia do jogo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Derrota Injusta na Madeira Contra Adversario Directo Na Luta Pela Manutenção

UNIÃO DA MADEIRA -1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 16ºJornada
 6 De Janeiro de 2015 - 15h00m
 Centro Desportivo da Madeira
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)
GR:André Moreira GR:Gideão Castro
DD:Joãozinho  DD:Hackmann
 DC:Diego DC:Nuno Henrique
DC:Paulo Monteiro DC:Paulo Vinicius
DE:Paulinho DE:Anderson Correia(Renato Santos 71')
MC:A.Shehu  MC:Idrís Mandiang(Samú 75')
MC:Soares MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Breitner MC:Anderson Carvalho
MC:Toni Silva(Rúben Andrade 77') MC:Bukia(Michael Uchebo 64')
PL:J.Cádiz  PL:José Manuel
PL:Amílton PL:Luisinho
.
Treinador:Luís Norton de Matos          Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Hackmann 50',Nuno Henrique 68'.

Golos: Toni Silva 55'.




O União da Madeira manteve a tradição de não perder no Centro Desportivo da Madeira, e nesta quarta-feira derrotou o Boavista por um a zero. No primeiro remate que fizeram à baliza axadrezada, os insulares revelaram uma eficácia tremenda e conseguiram somar três pontos, que permitem fugir um pouco mais do fim da tabela classificativa.

O Boavista até entrou melhor no jogo e empurrou a equipa do União para o seu meio-campo. Os insulares aguentaram a pressão e só aos sete minutos conseguiram chegar à área adversária. Amilton desceu pelo corredor direito, mas não conseguiu cruzar.

Os madeirenses conseguiram chegar por várias vezes ao último terço, mas os lances perdiam-se pelo caminho, muito por culpa da defesa adversária. Aos 18 minutos Amilton tentou cruzar e a bola embateu na mão de Henrique, mas o juiz nada assinalou, perante os protestos dos jogadores insulares.

A melhor oportunidade da partida surgiu aos 21 minutos: Shehu atrasa mal e Luisinho, isolado, permite uma grande defesa a André Moreira.

Os axadrezados rematavam mais à baliza adversária, conseguiam algumas jogadas de perigo, mas os remates nem sempre incomodavam o guardião da formação madeirense.

O nulo ao intervalo até era favorável ao União, que durante a primeira parte não conseguiu fazer um remate à baliza defendida por Gideão.

No segundo tempo o Boavista manteve a pressão, mas a sorte acabou por sorrir ao União. Aos 55 minutos, num lance de contra-ataque, Amilton assistiu Toni Silva o único golo do encontro. Um castigo para o Boavista, que até ao momento tinha sido a equipa mais rematadora.

A formação orientada por Erwin Sánchez não baixou os braços e respondeu dois minutos depois, mas o remate de Idriss Mandiang foi à trave. Na recarga o mesmo jogador permitiu a defesa de André Moreira. Pouca Sorte para os axadrezados que até mereciam o empate.

O jogo tornou-se mais mexido, de parte a parte, e aos 67 minutos Toni Silva é novamente assistido na área e fica em boa posição para marcar, mas deixa-se antecipar por um defesa.

Erwin Sánchez mexeu na equipa do Boavista, na tentativa de dar mais pendor atacante, e aos 80 minutos, na sequência de um canto, Paulo Vinícius sobe mais que os defesas insulares e cabeceia por cima da trave da baliza.

Nos instantes finais o União revelou-se mais rematador, com Rúben Andrade a atirar por cima da baliza de Gideão, e pouco tempo depois Breitner faz o mesmo.

O tempo passava e o Boavista tentava o golo do empate, mas os madeirenses fecharam-se na defesa, na tentativa de tapar todos os caminhos para a sua baliza.

A vitória do União acaba por ser feliz, já que no primeiro remate que fez durante a partida acabou por fazer o golo, perante um Boavista que fez mais para sair da Madeira com pelo menos um ponto. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

sábado, 2 de janeiro de 2016

Derrota Clara e Queda na Linha de Agua

BOAVISTA FC - 0 MOREIRENSE FC-3
Primeira Liga 15ºJornada
2 de Janeiro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Artur Soares Dias(A.F.Porto)

GR:Gideão Castro     GR:Igor Stefanovic
 DD:Samuel Inkoom   DD:Pierre Sagna
 DC:Nuno Henrique DC:Danielson
DC:Paulo Vinicius   DC:Marcelo Oliveira
DE:Afonso Figueiredo(Anderson Correia 76')   DE:Evaldo
MC:Idrís Mandiang MC:João Palhinha
MC:André Bukia  MC:Vítor Gomes(Alan Schons 87')
MC:Renato Santos(Rivaldinho 57') MC:Filipe Gonçalves
MC:Luisinho 62 ED:Iuri Medeiros(Ernest Ohemeng 82')
EE:José Manuel EE:Rafael Martins
PL:Douglas Abner(Diego Lima INT) PL:Ença Fati(Luís Carlos 69')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Miguel Leal

Cartões Amarelos:Samuel Inkoom 31',Danielson 40',Pierre Sagna 49',Marcelo Oliveira 55',Vítor Gomes 59' e Evaldo 74'.

Golos: Iuri Medeiros 16',Rafael Martins 50' e Vítor Gomes 77'(g.p.)



Era sobre o tabuleiro da luta pela permanência que se jogava este duelo de xadrez esta tarde no Bessa. O Boavista, que estava no limiar da linha de água caiu para a zona de despromoção, com o resultado da Académica. E o Moreirense, que estava dois lugares acima, mas com mais quatro pontos, respirou fundo com uma vitória que lhe garante a tranquilidade relativa de se chegar ao meio da tabela. 

Num jogo de grande responsabilidade, Erwin Sánchez decidiu inovar e mexeu muito no onze. Fez entrar Zé Manuel para o lado de Abner, deixando de ter um ponta-de-lança fixo e colocou um trio de jogadores rápidos à frente do «tampão» Idriss. Por momentos, o técnico boliviano pareceu surpreender Miguel Leal. 

O primeiro quarto de hora do Boavista foi de uma pressão sufocante. Vinícius esteve a centímetros do golo, que também não andou longe em mais um par de ocasiões. 

No entanto, o fôlego só durou 15 minutos. O Moreirense soube esperar. É uma equipa mais cínica e com maior qualidade individual e coletiva… E à primeira oportunidade inaugurou o marcador. 

RECORDE AQUI O JOGO AO VIVO  

Idriss falhou o passe no meio-campo defensivo e Vítor Gomes descobriu Iuri Medeiros, que com classe fez o primeiro para os minhotos, que a partir daí controlaram o jogo até ao intervalo. Rafael Martins esteve perto do golo ainda na primeira parte, quando tentou picar sobre Gideão. Marcaria na segunda o ponta-de-lança brasileiro, que fez seis golos nos últimos quatro jogos. 

Um passe longo do guarda-redes Stefanovic, domínio e assistência de Iuri Medeiros à entrada da área e remate certeiro de Rafael Martins. Simples e eficaz o contra-ataque. 0-2 e a partida resolvida. 

Aos 50 minutos a partida deixou de ter história. O Boavista foi demasiado frágil para fazer mossa no ataque. E na defesa continuaram as deficiências de marcação. De tal forma que o Moreirense ainda chegou ao terceiro, numa grande penalidade de Henrique sobre Luís Carlos, bem assinalada por Artur Soares Dias, que Henrique converteu. 

0-3 e pronto! O Moreirense foi mais equipa em todos os aspetos. A eficácia foi a arma do xeque-mate dos minhotos. 

Para os boavisteiros a derrota é pesada, mas também é merecida. A equipa portuense caiu para a zona de descida e não vence para a Liga há dez jornadas (desde 20 de setembro)… É demasiado tempo para quem quer ficar entre a elite do futebol nacional. 

Podem soar os alarmes no Bessa...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boavista FC Perde em Belém e Complica Contas da Manutenção


CF BELENENSES-1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 14ºJornada
 21 De Dezembro de 2015 - 19h00m
 Estádio  do Restelo em Lisboa
Árbitro :Cosme Machado(A.F.Braga)
GR:Hugo Ventura GR:Gideão Castro
DD:Geraldes  DD:Hackmann
 DC:João Afonso DC:Nuno Henrique
DC:Gonçalo Brandão DC:Paulo Vinicius
DE:Filipe Ferreira DE:Afonso Figueiredo
MC:Rúben Pinto  MC:Idrís Mandiang
MC:André Sousa MC:Bernardo Tengarrinha
MC:Carlos Martins(Ricardo Dias 84') MC:Anderson Carvalho(Renato Santos 76')
MC:Fábio Sturgeon MC:Reuben Gabriel(Ancelmo Júnior 57')
PL:Kuca(Tiago Silva 77')  PL:José Manuel
PL:Luís Leal (Tiago Caeiro 63') PL:Douglas Abner(Uche Nwofor 69')
.
Treinador:Júlio Velasquez            Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Paulo Vínicius 7',Hackmann 11',Rúben Pinto 22',Geraldes 57',Bernardo Tengarrinha 80' e Ricardo Dias 90'.

Golos: Filipe Ferreira 4'.




Marcar cedo e cedo se erguer, deu frutos e ajudou a equipa a crescer. Na antevisão da partida, o treinador do Boavista Erwin Sánchez tinha avisado para os perigos do Belenenses, lembrando que os jogadores iriam querer mostrar-se aos adeptos depois da entrada do novo técnico.

Sabia do que falava o boliviano, visto que tinha passado pela mesma situação recentemente na equipa do Bessa.

A verdade é que as previsões de Sánchez provaram ser as mais acertadas. No Estádio do Restelo, o Belenenses precisou de apenas três minutos para inaugurar o marcador. No jogo de estreia de Julio Velázquez, os azuis entraram na partida apostados em decidir depressa e foi o que se passou de facto.


Fábio Sturgeon ganhou a bola junto à grande área do Boavista e, depois de um pequeno bailado, deixou a bola para Filipe Ferreira. Partindo com embalo de trás, o lateral esquerdo atirou com força para a baliza axadrezada. Um verdadeiro «pastel», como se diz na gíria futebolística (e também pela coincidência gastronómica da localidade), que fuzilou por completo o guarda-redes Gideão.

Com o golo madrugador, o Belenenses cresceu e de que maneira. Decorridos os primeiros dez minutos de jogo, o Boavista já tinha dois defesas amarelados, espelho daquilo que foi a estratégia adotada por Julio Velázquez, um Belenenses muito consistente na defesa e veloz na saída para o ataque, explorando a velocidade do avançado Luís Leal.

De resto, as principais oportunidades de perigo do Belém no primeiro tempo passaram invariavelmente pelos pés do rapidíssimo avançado. Quando não era Luís Leal, os alas Sturgeon e Kuca encarregavam-se de puxar a equipa para a frente, combinando bem com os companheiros mais recuados no terreno.

Foi esta a toada do jogo durante a primeira parte, o Belenenses mais esfomeado, procurando a baliza de Gideão, e um Boavista mais tímido, sem conseguir criar oportunidades, exceção feita a uma boa jogada no ataque, aos 40 minutos, que culminou com um remate-cruzamento de Zé Manuel.

Sermão de Sánchez ao intervalo deu resultado

No segundo tempo, o Boavista apareceu mais determinado e Zé Manuel teve mesmo oportunidade para fazer balançar as redes de Ventura. Aos 50 minutos, o veterano avançado do Boavista teve uma arrancada fulminante desde o meio-campo e foi ultrapassando vários adversários até chegar à área do Belenenses. Ainda assim, com tudo para fazer o golo, faltaram as forças ao avançado, que acabou por rematar à figura do guarda-redes.

A segunda parte foi, de resto, muito diferente da primeira. Em desvantagem no marcador, o Boavista assumiu as rédeas do jogo e fechou as portas da área ao Belenenses, tanto que as únicas tentativas dos azuis surgiram sempre de fora da área e sem levar perigo à baliza de Gideão.

Perante a apatia do Belenenses, o Boavista foi para a frente com mais homens, e Idriss, aos 78 minutos, voltou a ameaçar o empate para os axadrezados, com um remate de longe que passou a poucos centímetros da baliza de Ventura.

Velazquéz e as estranhas substituições

Ao ver que a partida estava relativamente controlada, ainda que a vantagem fosse curta, o novo treinador do Belenenses procedeu a três alterações curiosas, que levantaram dúvidas aos adeptos presentes nas bancadas. Na última meia hora de jogo, Julio Velázquez fez sair Luís Leal, Kuca e Carlos Martins, por esta ordem, aqueles que, para os adeptos, tinham sido os melhores elementos em campo.

A bem ou a mal, as substituições acabaram por surtir efeito, visto que refrescou o miolo e também o ataque dos azuis, o que permitiu segurar por mais uns minutos a maior pressão ofensiva do Boavista. Neste seu primeiro jogo enquanto treinador dos azuis, Velázquez regeu-se pela cautela, preferindo segurar a vantagem em vez de tentar alargá-la.

Até ao final, o Boavista tentou reverter o resultado a todo o custo, e teve alguns sustos por causa disso, mas a verdade é que nem uma nem outra equipa conseguiram mais visar a baliza adversária.

No embate de treinadores estrangeiros, a sorte sorriu ao estreante Julio Velázquez, que aproveitou a vantagem madrugadora da equipa para gerir o resultado até ao final. A entrada fulgurante do Belenenses chegou para tão pouco Boavista. Os axadrezados saem com um sabor agridoce, face aquilo que produziram no segundo tempo.

Uma partida fraca mas três pontos preciosos para o Belenenses, que desta forma regressou aos triunfos e conseguiu afastar-se dos últimos lugares da classificação.  


O Blog Boavista1903.blogspot.com deseja a todos os boavisteiros umas boas festas esperemos que em 2016 seja um ano de viragem para os boavisteiros!

Taça de Portugal: Sorteio Quartos de Final e Meias-Finais

Eis os jogos dos quartos de final da Taça de Portugal (entre 12 e 14 de janeiro)

Jogo 18001: Gil Vicente (SL) - Nacional (LN)
Jogo 18002: Rio Ave (LN) - Estoril-Praia (LN)
Jogo 18003: SC Braga (LN) - Arouca (LN)
Jogo 18004: Boavista (LN - FC Porto (LN)


Eis o emparelhamento dos jogos das meias-finais (2 a 4 de fevereiro/ 1 a 3 de março)
vencedor do jogo 18001 - vencedor do jogo 18004
vencedor do jogo 18003 - vencedor do jogo 18002



Nota: LN - Liga Nos; SL - Segunda Liga.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Antevisão CF Belenenses - Boavista FC


JOGO IMPORTANTÍSSIMO PARA AS NOSSAS CONTAS NO CAMPEONATO, TEMOS QUE PONTUAR ! 

GALVANIZADOS PELA VITÓRIA NA TAÇA DE PORTUGAL CONSEGUIREMOS!

TODO O APOIO É BEM VINDO!