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quarta-feira, 16 de março de 2016

Antevisão Boavista FC -SL Benfica


JOGO MUITO COMPLICADO MAS NÃO IMPOSSÍVEL DE PONTUAR!

DEPOIS DA FANTÁSTICA EXIBIÇÃO NA MADEIRA TEMOS QUE ACREDITAR CADA VEZ MAIS NÓS ADEPTOS E JOGADORES!


BILHETES JÁ À VENDA NO ESTÁDIO DO BESSA REFERENTES AO JOGO “BOAVISTA FC – SL BENFICA” A DISPUTAR NO DIA 20 DE MARÇO ÀS 18:15.
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Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€
Topo Sul - 5€
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
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Público:
Bancada Norte Nível 1- 30€
Bancada Norte Nível 2 - 25€
Bancada Nascente N3 - 40€
Tribuna VIP: 60€
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Informa-se também que durante esta semana a secretaria do Boavista Futebol Clube Estádio, no Estádio do Bessa, estará aberta no seguinte horário:
Segunda a Sábado: entre as 9:30 e as 12:30 e das 14:00 às 18:00
Domingo, dia 20 de Março: a partir das 9:30 até à hora de Jogo.
Solicitamos aos Senhores Associados e Público em Geral que comprem atempadamente os seus ingressos, para evitar filas ou outros incómodos.
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Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
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Excepcionalmente, cada associado terá direito a comprar um bilhete de público a 15€ para um acompanhante, desde que munido de um cachecol ou adereço do Boavista.
Não serão admitidos adereços de outros clubes nas zonas exclusivas a sócios do Boavista.
O Boavista FC solicita que os seus associados tenham uma atitude responsável e apenas adquiram bilhetes de acompanhante para familiares ou amigos Boavisteiros.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Vitoria Histórica na Perola do Atlântico

CS MARÍTIMO -0 BOAVISTA FC -3
Liga Nós 26ºJornada
 11 De Março de 2016 - 20h30m
 Estádio dos Barreiros na Ilha da Madeira
Árbitro :Bruno Paixão(A.F.Setúbal)

GR:R.Salin GR:Mika
DD:Patrick DD:Tiago Mesquita
 DC:Dirceu DC:Nuno Henrique
DC:Maúricio DC:Paulo Vinicius
DE:Briguel(Gervaro 63') DE:Afonso Figueiredo(Emanuel Hackmann 90')
MC:G.Ghazaryan  MC:Idrís Mandiang
MC:FranSérgio MC:Aymer Tahar
MC:Éber Bessa(Alex Soares 57') MC:Rúben Ribeiro
ED:João Diogo ED:Anderson Carvalho
EE:Edgar Costa(D.Djousse 63') EE:Renato Santos(Luisinho 86')
PL: Baba Diawara PL:José Manuel(Michael Uchebo 90')
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Treinador:Nelo Vingada      Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Aymer Tahar 28',Éber Bessa 30',Nuno Henrique 39',Paulo Vínicius 72',João Diogo 80',Anderson Carvalho 90'

Golos: Anderson Carvalho e José Manuel 73' e 83'.







A pantera deu à costa na Madeira e tirou a cabeça da água, pelo menos até domingo. Com uma vitória expressiva mas inteiramente justa, nos Barreiros, o Boavista conseguiu sair da zona de despromoção.
O Marítimo é punido por uma exibição em modo «falta de comparência» - e até por isso o 3-0 ajusta-se -, mas isso não retira mérito à equipa visitante, que foi superior do primeiro ao último minuto. Um triunfo com nota artística da pantera, que se mantivesse esta imagem teria lugar reservado na elite do futebol português.
Embora mais pressionado na tabela classificativa, depois de ter regressado à zona de despromoção, o Boavista entrou bem no encontro e logo aos três minutos criou uma situação clara de golo, com Zé Manuel a fugir pela direita e a rematar cruzado, para defesa de Salin com o pé direto.
A equipa axadrezada apostou sobretudo no flanco direito, onde ia caindo Zé Manuel, o (pseudo) ponta de lança, a juntar-se a Renato Santos, que aos 20 minutos também aparece solto na área ma atirou por cima.
Com Tahar e Idris a dominarem a zona central, o Boavista conseguiu assumir o controlo do jogo e contou com Rúben Ribeiro para guiar o ataque. O médio protagonizou dois remates no primeiro tempo, e um deles não passou muito longe da barra de Salin (31m), mas a equipa visitante mostrou pouca assertividade no último terço do campo.
Mas se ao Boavista faltavam 30 metros, ao Marítimo parecia faltar tudo. A equipa madeirense criou apenas uma situação de perigo no primeiro tempo, e já ao minuto 42, com um remate de João Diogo à malha lateral.
Recompensa axadrezada
A agradável exibição boavisteira deu frutos na segunda parte, e curiosamente através de uma transição rápida para o ataque. Zé Manuel rodou muito bem sobre Maurício, a meio-campo, e depois lançou Anderson Carvalho para o tento inaugural (58m).
Nelo Vingada tinha acabado de trocar Éber Bessa por Alex Soares e não esperou mais: esgotou as substituições com Gevaro Nepomuceno e Djousse, mas a reação do Marítimo foi nula, revelando desorganização e desorientação.
Sem sobressaltos a nível defensivo, o Boavista lá foi construindo uma vitória robusta. Autor da assistência para o primeiro golo, Zé Manuel assumiu o estatuto de figura do encontro ao marcar depois dois golos. O primeiro a passe de Tahar, que aproveitou um deslize de Patrick na área, e o segundo com Anderson Carvalho a devolver a gentileza do primeiro tento, também em contra-ataque.
Mika fez a primeira defesa do jogo ao minuto 88, e na sequência de um remate de longe de Ghazaryan. Ilustrativo.

terça-feira, 8 de março de 2016

domingo, 6 de março de 2016

Nova Derrota Complica Contas

BOAVISTA FC - 0 CD NACIONAL-1
Liga Nós 24ºJornada
6 de Março de 2016 - 16h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Tiago Martins(A.F.Coimbra)


GR:Mika     GR:Gottardi
 DD:Tiago Mesquita   DD:João Aurélio
 DC:Phillipe Sampaio DC:Belkeroui
DC:Paulo Vínicius   DC:Rui Correia
DE:Hackmann   DE:Sequeira
MC:idrís Mandiang   MC:Washington
MC:Rúben Ribeiro MC:Ali Ghazal
MC:Reuben Gabriel(Michael Uchebo INT) MC:Ricardo Gomes(Rodrigo Pinho 72')
ED:Renato Santos(Luisinho 83') ED:Willyan
EE:Mário Martinez(José Manuel 63') EE:Salvador Agra(Nuno Campos 88')
PL:I.Irriberi PL:Tiquinho Soares(Luís Aurélio INT)

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Manuel Machado

Cartões Amarelos:E.Hackmann 11',Paulo Vínicius 21',Sequeira 27',H.Belkeroui 39,Phillipe Sampaio 54',Idrís Mandiang 56',Rúben Ribeiro 63',Phillipe Samapio 68',José Manuel 78',Rui Correia 83',Sequeira 84' e Gottardi 90'.

Cartões Vermelhos: Phillipe Sampaio 68' e Sequeira 84'. 

Golos: Salvador Agra 23'.


Onze pontos nas últimas seis jornadas para o Nacional. Um balão de oxigénio para a equipa de Manuel Machado, que ganhou nova profundidade no mercado de janeiro e saiu do Estádio do Bessa com uma sensação de tranquilidade. Um golo de Salvador Agra bastou para derrubar o Boavista (0-1).
A justiça para o Boavista, reclamada durante anos e consagrada num histórico acordo com a Federação Portuguesa de Futebol – abatendo parte da dívida axadrezada – não significa alívio na vertente desportiva: a equipa continua a enfrentar um cenário de enorme desconforto na Liga. Neste domingo, os homens do Bessa fizeram o suficiente para merecer o empate mas foram traídos por erros inadmissíveis.
Erwin Sánchez trouxe um novo paradigma para o futebol axadrezado mas três derrotas consecutivas abrem caminho para o regresso dos fantasmas ao Estádio do Bessa e a linha de água não permite uma existência tranquila das panteras.
Na ressaca da derrota caseira frente ao Rio Ave (1-2), o técnico boliviano mudou três unidades no onze mas a equipa não melhorou. Aliás, a introdução de Idriss a par de Reuben Gabriel no meio-campo defensivo limitou a capacidade de construção e cavou um fosso para o setor atacante.
O Boavista entrou melhor no jogo, é certo, procurando sobre o seu flanco direito. Mário Martínez pendia para esse lado, Tiago Mesquita dava um precioso auxílio a Renato Santos e os cruzamentos sucediam-se. Sem conclusão, ainda assim. Do outro lado, Rúben Ribeiro procurava espaços interiores e Hackman não conseguia disfarçar a adaptação à posição.
Manuel Machado repetiu o onze que venceu o Paços de Ferreira na jornada anterior (3-0) e entregou a iniciativa de jogo ao adversário. O Nacional deixava Willyan – pouco inspirado – com liberdade para espreitar o contra-ataque no apoio a Salvador Agra, Ricardo Gomes e Tiquinho Soares. O gigante brasileiro foi segurando a bola e criando alguns embaraços aos centrais axadrezados.
Sequeira, lateral portuense, tinha de aguentar a pressão do Boavista pelo seu flanco mas não abdicava dos seus princípios e subia a cada oportunidade. Com critério e determinação.
Ao minuto 23, o jogador oriundo do Leixões insistiu pela esquerda e conseguiu tirar um cruzamento rasteiro. A bola andou pela pequena área axadrezada sem que Phillipe Sampaio, Paulo Vinícius ou Mika esboçassem uma reação. Salvador Agra, vindo da direita para o central, nas costas de Hackman, colocou o Nacional em vantagem.
A formação insular foi gerindo o resultado a partir daí. O Boavista não conseguiu criar verdadeiras ocasiões de golo até ao intervalo e motivou os protestos dos seus indefetíveis adeptos, que pediam mais à equipa.
Erwin Sánchez sentiu que tinha de mexer na estrutura, como o público exigia, mas não foi particularmente feliz com a aposta em Michael Uchebo. Encostado ao flanco direito, o possante avançado criou poucos desequilíbrios.
Ainda assim, o Boavista ficou muito perto do golo do empate em dois lances. Primeiro ao minuto 52, com Irriberi a desviar incrivelmente para fora após remate de Rúben Ribeiro, e depois ao minuto 63, com Gottardi a brilhar na sequência de um cabeceamento de Paulo Vinícius e a recarga de Irriberi.
O Nacional foi queimando tempo pelo meio, numa atitude que não se deve aplaudir, e beneficiou do crescente nervosismo do adversário. Phillipe Sampaio foi o caso mais flagrante. Viu dois cartões amarelos em menos de um quarto de hora e deixou o Boavista a jogar em inferioridade numérica após entrada dura sobre João Aurélio.
A partir daí o destino axadrezado parecia traçado e Mika teve de construir um muro para negar o 0-2 ao mesmo João Aurélio, a passe de Salvador Agra. A equipa da casa não conseguia ultrapassar a boa organização defensiva do Nacional, que demonstrava maior experiência e tranquilidade.
Zé Manuel ainda reclamou grande penalidade mas Tiago Martins considerou simulação do extremo. Benefício da dúvida para o árbitro, que expulsou Sequeira a poucos minutos do fim, por acumulação. Chegou-se, assim, ao apito final com uma sensação de extremo desalento nas bancadas.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Antevisão Boavista FC - CD Nacional



BOAVISTA vs NACIONAL
Domingo, 6 de Março de 2016, às 16:00




SÓCIOS 5€

Acompanhante de sócios 5€ (cada associado pode adquirir 3 bilhetes de acompanhante por 5€ cada)
NÃO FALTES!


COMUNICADO - ADITAMENTO

Tendo em atenção o Comunicado conjunto de hoje da Federação Portuguesa de Futebol e da Boavista SAD, vimos ainda esclarecer o seguinte:
1. O Acordo assinado respeita integralmente tudo o decidido nos órgãos próprios da Boavista SAD, bem como do seu Accionista Maioritário Boavista Futebol Clube, conforme recomendações deliberadas por unanimidade na sua Assembleia Geral de 20/08/2015 e Conselho Geral de 25/11/2015.

2. A totalidade da compensação acordada será aplicada em exclusivo no pagamento à Autoridade Tributária de débitos fiscais da Boavista SAD, conforme garantia prestada no Acordo SIREVE que está a ser cumprido, como também deliberado em tais órgãos.
3. Como tal, além de um abatimento significativo e imediato do passivo fiscal da Boavista SAD, este pagamento reflectir-se-á no valor das prestações vincendas do Plano SIREVE, tendo ainda reflexos positivos em futuros procedimentos de inscrição nas provas da Liga P.F.P..
4. A alternativa a este Acordo, que além da compensação económica tem um valor simbólico de suprema importância para todos os Boavisteiros, pois significa o reconhecimento da injustiça praticada, seria o arrastar dos Processos Judiciais por um período previsível de cerca de 10 anos, segundo os Pareceres Jurídicos obtidos, e sem certezas quanto ao desfecho final.
5. É dado desta forma mais um passo no sentido da solidificação e credibilização do Boavista, sendo certo que há ainda que manter uma linha de orientação de rigor e realismo na sua gestão no futuro próximo, havendo ainda difíceis obstáculos a ultrapassar.
6. Refira-se que, no âmbito da normalização das relações institucionais entre o Boavista e a F.P.F., estão previstas várias formas de colaboração conjunta, entre as quais um jogo da Selecção Nacional no Estádio do Bessa.
7. Aproveitamos para agradecer a todos quantos, de forma discreta mas perseverante e incisiva, ao longo de muitos meses trabalharam e contribuíram para que, através de difíceis e sucessivas diligências, e com pleno sucesso, num primeiro momento pudéssemos desportivamente regressar à 1ª Liga, e agora tenhamos celebrado este Acordo, designadamente a equipa de excelentes juristas que nos defendeu.
Saudamos ainda todos os Boavisteiros, que sempre nos apoiaram e acreditaram mesmo nas horas mais difíceis, cujo sofrimento partilhamos e jamais esqueceremos, e sem os quais estes objectivos não seriam alcançados.
Porto, 29 de Fevereiro de 2016
A Direcção do Boavista Futebol Clube
A Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Injustamente Derrotados

BOAVISTA FC - 1 RIO AVE-2
Liga Nós 24ºJornada
27 de Fevereiro de 2016 - 16h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Manuel Oliveira(A.F.Porto)


GR:Mika     GR:Cássio
 DD:Tiago Mesquita   DD:Lionn
 DC:Carlos Santos DC:Nélson Monte
DC:Paulo Vínicius   DC:André Villas Boas
DE:Hackmann   DE:Pedrinho
MC:Anderson Carvalho   MC:Pedro Moreira
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 81') MC:João Novais
MC:Reuben Gabriel MC:D.Kayembe
ED:Luisinho(Uche Nwofor 69') ED:Héldon(Guedes 76')
EE:Renato Santos EE:F.Krovinovic(A.Wakaso 51')
PL:I.Irriberi PL:Hélder Postiga(Yazalde 59')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Pedro Martins

Cartões Amarelos:Tiago Mesquita 22',Rúben Ribeiro 32',Pedro Moreira 39' e 47',João Novais 45',Carlos Santos 56' e Mika 61'.

Cartões Vermelhos: Pedro Moreira 47'.

Golos: Hélder Postiga 23',Renato Santos 49' e D.Kayembe 78'.




Sol, chuva, sol outra vez, muito frio… Assim como as condições atmosféricas que hoje se abateram sobre o Bessa, o jogo do Boavista também esteve assim, intermitente e imprevisível… E terminou de forma inesperada, com o Rio Ave com menos um jogador a conseguir marcar no quarto de hora final.
Com nove alterações em relação ao onze habitual, os vila-condenses começaram o jogo sob pressão. O Boavista dava poucos espaços e os seus avançados trabalhavam muito na frente, obrigando o Rio Ave a jogar longo.
Faltavam, no entanto, oportunidades nas duas balizas. A primeira que apareceu, o Rio Ave agarrou-a com as duas mãos. Hélder Postiga, que se estreou como titular, voltou a marcar no futebol português… quase cinco anos depois: subiu de cabeça e na área desviou um livre cruzado de Krovinovic para inaugurar o marcador.
O Rio Ave chegava à vantagem a meio da primeira parte, mas só em cima do intervalo o Boavista viria a estar perto do empate: Luisinho e sobretudo Iriberri, a fazer uma recarga por cima, após um livre perigoso de Renato Santos.
Era por ali que o Boavista iria chegar ao empate. De bola parada e pelos pés de Renato Santos, entenda-se.
Assim foi quando Pedro Moreira acabou expulso ao derrubar Rúben Ribeiro pelas costas, travando um lance de contra-ataque, concedendo a oportunidade para Renato igualar num livre frontal «na gaveta».
Golo para o Boavista e expulsão para o Rio Ave no mesmo lance. A segunda parte parecia ter começado de feição para os axadrezados e Sánchez decidiu arriscar e procurar vencer a partida.
Arriscou e perdeu. Destapou demasiado a manta ainda curta dos boavisteiros numa tarde de muito frio.
Antes disso, Yazalde, acabado de entrar, surgiu isolado na frente de Mika (61’) e acabou derrubado pelo guarda-redes axadrezado, que viu o cartão amarelo. O lance é muito polémico e motivou os protestos dos vila-condenses que pediram expulsão.
O Boavista voltou a estar perto do golo, mas faltou quem desviasse para o fundo das redes, e no contra-ataque o Rio Ave mataria o jogo. Desta vez, apareceu Kayembe na frente de Mika, que ainda defendeu à primeira, sem poder evitar a recarga vitoriosa do extremo belga cedido pelo FC Porto.
Estava feito o 1-2 final, apesar de ainda haver pela frente um quarto de hora de ataque pouco esclarecido dos axadrezados num jogo duro e com muitas paragens.
O Rio Ave foi bem mais eficaz e com o triunfo conseguiu um tónico importante não só para voltar à condição ao quinto lugar, importante na luta pela Europa, como para ganhar ânimo para a segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, na quarta-feira diante do Sp. Braga.
Mesmo com mais um jogador, o Boavista perdeu em casa e, depois de quebrar a melhor série da época com cinco resultados positivos, agora somou a segunda derrota em menos de uma semana (depois de derrotado em Alvalade, na última segunda-feira).
Se a Académica vencer, os axadrezados podem voltar para baixo da «linha de água».
Numa tarde de chuva e sol, as nuvens negras da despromoção voltaram a pairar no Bessa.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Derrota Natural em Alvalade no Primeiro Desaire da Segunda Volta

SPORTING CP -2 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 23ºJornada
 22 De Fevereiro de 2016 - 20h
 Estádio José de Alvalade em Lisboa
Árbitro :Rui Costa(A.F.Porto)

GR:Rui Patrício GR:Mika
DD:Marwin Zeelegar DD:Tiago Mesquita
 DC:Ewerton DC:Phillipe Sampaio
DC:Rúben Semedo DC:Paulo Vinicius
DE:E.Schellotto DE:Afonso Figueiredo
MC:Bryan Ruiz  MC:Idrís Mandiang(Christian Cangá 63')
MC:Adrien Silva MC:Reuben Gabriel
MC:João Mário(Matheus Pereira 84') MC:Rúben Ribeiro(Aymer Tahar 72')
MC:Gelson Martins(A.Aquilani 78') ED:Anderson Carvalho
PL:Téo Gutiérrez(Carlos Mané 62') EE:Mário Martinez(José Manuel 79')
PL:Islam Slimani  PL:I.Irriberi
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Treinador:Jorge Jesus        Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Phillipe Sampaio 43',Idrís Mandiang 50',Rúben Semedo 50',Gelson Martins 51',Reuben Gabriel 73' e Afonso Figueiredo 79'.

Golos: Ewerton 37' e Bryan Ruiz 44'.





Em jogo da 23ª jornada da I Liga, os axadrezados foram traídos por dois lances de bola parada que resultaram nos golos da equipa de Jorge Jesus.
O Boavista entrou sem medo, pressionando alto e em cima dos jogadores do Sporting, tentando instalar-se o mais possível no meio campo adversário.
Mika foi incomodado pela primeira vez aos oito minutos, num inócuo cabeceamento de Slimani. A segunda foi aos 17′, com mais perigo, quando Teo Gutiérrez fechou torto um bom cruzamento de Bryan Ruiz.
Erwin Sánchez escalou uma equipa que se mostrou imperturbável na organização em campo. E que raramente ofereceu espaços ao Sporting, obrigando-o a errar, enervando-o, até, em certos momentos.
Mesmo quando o Sporting carregou mais forte na tecla do ataque, o que aconteceu mais acentuadamente a a partir dos 20′, o Boavista manteve a coesão, sem desespero, limitando apenas a frequência com que se aproximou de Rui Patrício.
Só livres ou cantos os leões incomodaram verdadeiramente. Foi precisamente de um canto que nasceu o 1-0. Aos 36′, o central Ewerton apareceu a cabecear ao primeiro poste após saída menos feliz de Mika e falha de marcação da defesa do Boavista.
Se em bola corrida o Sporting pouco perturbava, de bola parada mostrava-se letal. Isso mesmo foi confirmado aos 45′. Bryan Ruiz marcou um livre frontal, a barreira do Boavista saltou, a bola desviou e enganou o desamparado Mika, que nada pôde fazer.
O regresso do intervalo mostrou que a raça do Boavista não ficara no balneário. Aos 49′, Reuben Gabriel subiu à área para cabecear com ameaça em resposta a um pontapé de canto. E aos 52′, a sorte não quis nada com o Boavista: Anderson Carvalho rematou cruzado, de primeira, e a bola, caprichosamente, bateu no poste esquerdo de Rui Patrício. Pouco depois foi Iriberri a obrigar o guardião dos leões a defesa apertada.
Sánchez percebeu que o seu Boavista teimava não deitar a toalha ao chão apesar da desvantagem e retirou Idris arriscando a entrada do avançado Cangá, reforço de inverno. Era o tudo por tudo quando faltava meia hora para o final.
Apesar da menor frescura física, os axadrezados insistiram no golo. Rui Patrício foi novamente chamado a intervir com aparato após remate de Anderson Carvalho, um dos mais inconformados do Boavista. Mas acabou por não dar para mais e com o aproximar do fim do jogo, as oportunidades dos forasteiros não mais se multiplicaram.
Com esta derrota, o Boavista colocou ponto final numa série de cinco jogos consecutivos sem perder no campeonato (vitórias frente a Paços de Ferreira, Tondela e V. Setúbal, empates com Académica e Sp. Braga). E ocupa o 16º lugar na classificação, o primeiro acima da linha de água, com 21 pontos – mais dois do que a Académica, 17ª, e menos um do que o Nacional, 16º.
Na próxima jornada, o Estádio do Bessa vai acolher a receção boavisteira ao Rio Ave. A partida está agendada para domingo, dia 27, às 16h15, com transmissão na Sporttv 1.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Antevisão Sporting CP - Boavista FC






VAMOS TODOS APOIAR O BOAVISTA

Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista: 12€

Os adeptos que pretendam acompanhar a equipa de futebol na deslocação que a mesma irá realizar no próximo dia 22 de Fevereiro a Alvalade - às 20:00H - deverão dirigir-se à Secretaria do Boavista, até sexta-feira, dia 19 de Fevereiro.

As inscrições - GRATUITAS* - estão abertas a todos os associados com quotas em dia.
*as Inscrições estão condicionadas à compra do bilhete

Para mais informações dirija-se à secretaria do Boavista Futebol Clube ou contacte pelo telefone: 226071024

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Empate Justo

BOAVISTA FC - 0 ACADÉMICA-0
Liga Nós 22ºJornada
14 de Fevereiro de 2016 - 17 Horas
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Godinho(A.F.Évora)


GR:Mika     GR:Pedro Trigueira
 DD:Tiago Mesquita   DD:Aderlan Silva
 DC:Phillipe Sampaio DC:Ricardo Nascimento
DC:Paulo Vínicius   DC:João Real
DE:Afonso Figueiredo   DE:Rafa Soares
MC:Idrís Mangiang   MC:Nuno Piloto(Rafael Lopes 67')
MC:Rúben Ribeiro MC:Fernando Alexandre
MC:Reuben Gabriel MC:Leandro Silva
ED:Luisinho(Anderson Carvalho 89') ED:Nii Plange
EE:Mário Martinez(Renato Santos 68') EE:Ivanildo(Marinho 82')
PL:I.Irriberi(José Manuel 86') PL:Gonçalo Paciência(Rabiola 75')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Filipe Gouveia

Cartões Amarelos:Ricardo Nascimento 24',Afonso Figueiredo 27',João Real 60',Phillipe Sampaio 85' e Idrís Mandiang 94'.





Um ponto para cada lado, tudo igual nos dois lados da fronteira que separa a zona de descida do lado da salvação. Jogo sem golos no Bessa, sim, mas com duas equipas corajosas, ambiciosas e capazes de ir ao limite. Se esta amostra tiver continuidade, Boavista e Académica estarão na I Liga na época 2016/17.

Mais atacantes os portuenses, motivadíssimos pelos ciclo de bons resultados – 11 pontos em cinco jogos com este empate -, mas tão ou mais perigosa a Académica, capaz de fazer tremer Mika uma mão cheia de vezes.

E já que se fala em tremer, vale a pena descrever o momento da tarde, autoria do excelente Rafa Soares. O lateral da Briosa rematou de primeira, aos 21 minutos, após um canto de Leandro Silva na direita, e a bola explodiu no poste direito da baliza axadrezada. Muito, muito bonito.
Antes, já Leandro Silva ameaçara de fora da área, com Idris a responder imediatamente seguir, para os punhos de Pedro Trigueira.

Com processos diferentes, as equipas chegavam onde queriam com alguma qualidade e acerto. O Boavista sempre à procura do talento de Rúben Ribeiro e da energia de Afonso Figueiredo, os melhores da equipa.

Futebol apoiado – exigência de Erwin Sanchez – dinamismo e intensidade. Faltou, quiçá, um Iriberri mais inspirado e dois extremos capazes de cruzar melhor, apesar de Luisinho e Mario Martinez terem estado muito metidos na partida.

O Boavista acabou a pressionar, a dar tudo pelos três pontos, mas nessa altura da partida a lucidez já dera lugar à ditadura do coração. Seja como for, a atitude dos panteras negras foi irrepreensível, com uma vontade e entrega raras vezes vistas nos nossos relvados.

Foram sempre superiores? Não.

A Académica fez um jogo extremamente inteligente. Optou por baixar as linhas e lançar diretamente para os pés de veludo de Gonçalo Paciência, o homem do jogo. O avançado segura a bola como poucos e ofereceu a bola sempre redonda aos colegas.

Em cima do intervalo, o próprio Gonçalo fez uma receção perfeita e arriscou um remate em arco, com a bola a sair muito próxima do golo.

O empate é um desfecho lógico e justo, com o Boavista a reclamar mais posse e presença no meio-campo estudantil e a Académica a responder com concentração e ataques perigosíssimos, principalmente até aos 65 minutos.

Sanchez e Gouveia podem, em suma, olhar com otimismo o que falta jogar na Liga. Há equipas com mais pontos e muito menos futebol do que Boavista e Académica.

Nota de rodapé: os empurrões e insultos no relvado, já depois do apito final, eram perfeitamente dispensáveis. O jogo foi durinho, mas sempre correto.