quarta-feira, 30 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Resultado Injusto e Ajuda de Terceiros
BOAVISTA FC - 0 SL BENFICA-1Liga Nós 26ºJornada
20 de Março de 2016 - 18h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Fábio Verissimo(A.F.Leiria)
GR:Mika GR:Ederson Moraes
DD:Tiago Mesquita DD:Nélson Semedo(Talisca 74')
DC:Phillipe Sampaio DC:Samaris
DC:Paulo Vínicius DC:Nilsson Lindeloft
DE:Afonso Figueiredo DE:Eliseu
MC:Idrís Mandiang MC:Sálvio(Carcela 53')
MC:Rúben Ribeiro(Reuben Gabriel 90') MC:André Almeida
MC:Aymen Tahar MC:Renato Sanches
ED:Renato Santos ED:Pizzi(Jovic 84')
EE:Mário Martinez(Luisinho 73') EE:Raúl Jiménez
PL:José Manuel(Michael Uchebo 83') PL:Jonas
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Rui Vitória
Cartões Amarelos:Samaris 9',Eliseu 45',Raúl Jiménez 60' e Aymen Tahar 61' e Ederson Moraes 94'.
Golos: Jonas 93'
Uma daquelas vitórias que pode valer um título. Marquem estas palavras. O Benfica venceu no Estádio do Bessa ao cair do pano, provavelmente sem o merecer, num jogo em que não foi verdadeiramente superior ao Boavista. Mas os campeões também vivem de momentos como este.
O remate salvador de Jonas, já em período de descontos, fez lembrar por exemplo um ensaio providencial de Renato Sanches em Guimarães, outro palco dificílimo, onde pairou o espectro da perda de pontos.
Foi assim um Benfica com estrela e fé em Jonas, moralizado pela chamada à seleção brasileira. O líder da corrida à Bota de Ouro europeia desesperava por uma oportunidade e agarrou a coroa encarnada no último suspiro, para desespero de um Boavista que justificava algo mais.
A história do jogo demonstra que o desfecho não era completamente previsível. Sobretudo pela obra de Rúben Ribeiro. O criativo do Boavista conseguiu enervar vários adversários ao longo do encontro, sobretudo após um lance a caminho do intervalo em que deu vários toques com o braço em Renato Sanches.
Logo depois, seria Eliseu a ter uma entrada muito dura sobre o mesmo Rúben Ribeiro e a ficar no limite entre o cartão amarelo e o vermelho.
Foi o final truculento de uma primeira parte interessante, com o Boavista a jogar futebol de igual para igual com um Benfica abaixo das suas reais capacidades.
O mérito começa em Erwin Sánchez, que colocou esta formação axadrezada a acreditar mais num jogo positivo. Após a vitória importante na Madeira, frente ao Marítimo (0-3) – que permitiu a fuga à zona de despromoção – o treinador boliviano manteve a estrutura e pediu à Pantera para encarar a Águia olhos nos olhos.
Phillipe Sampaio e Mário Martínez substituíram os castigados Henrique e Anderson Carvalho, com Zé Manuel a manter-se como uma referência incómoda no centro do ataque. Dono de uma velocidade impressionante, o extremo conseguiu arrancar um cartão amarelo ao nono minuto de jogo.
Samaris foi a solução encontrada por Rui Vitória perante a razia no centro da defesa. Luisão e Jardel estão lesionados, Lisandro López ainda não tem ritmo. Com o recuo do grego, surgiu André Almeida ao lado de Renato Sanches a meio-campo. Salvio e Raúl Jiménez tentaram fazer esquecer Gaitán e Mitroglou. Demasiadas mudanças.
Durante largo período, o Benfica apostou preferencialmente no seu flanco direito – com Nélson Semedo a destacar-se mais que Salvio – e em vários livres conquistados nessa zona do relvado. Seria um desses lances, por exemplo, a abrir caminho para uma vistosa bicicleta de Raúl Jiménez, para defesa de Mika.
As melhores oportunidades pertenceram à formação encarnada mas em número reduzido para o que costuma ser a produção habitual da equipa de Rui Vitória. A ocasião mais flagrante, na etapa inicial, surgiu por intermédio de Pizzi, já após a meia-hora, com um remate ligeiramente ao lado.
O Boavista defendia com enorme acerto – destaque para Paulo Vinícius e Afonso Figueiredo nesse particular – e tirava partido de lances rápidos perante um adversário sem coordenação no último reduto.
Antes do ensaio de Pizzi, Zé Manuel chegou ligeiramente atrasado a um passe de Mário Martínez. Logo depois, Ederson teve de sair dos postes para tirar a bola nos pés de Renato Santos.
Seria o extremo do Boavista a ficar muito perto do golo, logo após o intervalo, num remate cruzado que ainda levou a bola a desviar em Lindelof. O tempo não corria a favor do Benfica perante um adversário a rubricar exibição de grande nível.
Rui Vitória sentia a oportunidade a fugir e trocava precocemente Salvio por Mehdi Carcela. Já após a hora de jogo, Pizzi viu outro bom ensaio ser anulado pelo gigante Paulo Vinícius.
O Boavista quebrava fisicamente mas Rúben Ribeiro continuava a ter apontamentos de classe e Luisinho garantia nova vitalidade nas transições ofensivas. O extremo, porém, desperdiçou uma oportunidade excelente ao minuto 75, em grande posição na área, atirando por cima.
A formação encarnada aumentava a pressão sobre o último reduto axadrezado, Talisca substituía Nélson Semedo – com recuo de André Almeida – e Rui Vitória arriscava até Luka Jovic, o jovem ponta-de-lança. O tempo escasseava.
Num final de partida verdadeiramente alucinante, Rúben Ribeiro sentou Eliseu mas atirou para a bancada. E já em tempo de descontos, quando o empate se parecia ajustar ao que se passou no relvado, a bola surgiu no lado esquerdo da área do Boavista e Jonas assumiu o papel de rei, batendo Mika. Verdadeiramente incrível.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Antevisão Boavista FC -SL Benfica
JOGO MUITO COMPLICADO MAS NÃO IMPOSSÍVEL DE PONTUAR!
DEPOIS DA FANTÁSTICA EXIBIÇÃO NA MADEIRA TEMOS QUE ACREDITAR CADA VEZ MAIS NÓS ADEPTOS E JOGADORES!
BILHETES JÁ À VENDA NO ESTÁDIO DO BESSA REFERENTES AO JOGO “BOAVISTA FC – SL BENFICA” A DISPUTAR NO DIA 20 DE MARÇO ÀS 18:15.
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Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€
Topo Sul - 5€
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
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Público:
Bancada Norte Nível 1- 30€
Bancada Norte Nível 2 - 25€
Bancada Nascente N3 - 40€
Tribuna VIP: 60€
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Informa-se também que durante esta semana a secretaria do Boavista Futebol Clube Estádio, no Estádio do Bessa, estará aberta no seguinte horário:
Segunda a Sábado: entre as 9:30 e as 12:30 e das 14:00 às 18:00
Domingo, dia 20 de Março: a partir das 9:30 até à hora de Jogo.
Solicitamos aos Senhores Associados e Público em Geral que comprem atempadamente os seus ingressos, para evitar filas ou outros incómodos.
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Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
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Excepcionalmente, cada associado terá direito a comprar um bilhete de público a 15€ para um acompanhante, desde que munido de um cachecol ou adereço do Boavista.
Não serão admitidos adereços de outros clubes nas zonas exclusivas a sócios do Boavista.
O Boavista FC solicita que os seus associados tenham uma atitude responsável e apenas adquiram bilhetes de acompanhante para familiares ou amigos Boavisteiros.
sexta-feira, 11 de março de 2016
Vitoria Histórica na Perola do Atlântico
Liga Nós 26ºJornada
11 De Março de 2016 - 20h30m
Estádio dos Barreiros na Ilha da Madeira
Árbitro :Bruno Paixão(A.F.Setúbal)
Árbitro :Bruno Paixão(A.F.Setúbal)
GR:R.Salin GR:Mika
DD:Patrick DD:Tiago Mesquita
DC:Dirceu DC:Nuno Henrique
DC:Maúricio DC:Paulo Vinicius
DE:Briguel(Gervaro 63') DE:Afonso Figueiredo(Emanuel Hackmann 90')
MC:G.Ghazaryan MC:Idrís Mandiang
MC:FranSérgio MC:Aymer Tahar
MC:Éber Bessa(Alex Soares 57') MC:Rúben Ribeiro
ED:João Diogo ED:Anderson Carvalho
EE:Edgar Costa(D.Djousse 63') EE:Renato Santos(Luisinho 86')
PL: Baba Diawara PL:José Manuel(Michael Uchebo 90')
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Treinador:Nelo Vingada Treinador:Erwin Sanchez
A pantera deu à costa na Madeira e tirou a cabeça da água, pelo menos até domingo. Com uma vitória expressiva mas inteiramente justa, nos Barreiros, o Boavista conseguiu sair da zona de despromoção.
O Marítimo é punido por uma exibição em modo «falta de comparência» - e até por isso o 3-0 ajusta-se -, mas isso não retira mérito à equipa visitante, que foi superior do primeiro ao último minuto. Um triunfo com nota artística da pantera, que se mantivesse esta imagem teria lugar reservado na elite do futebol português.
Embora mais pressionado na tabela classificativa, depois de ter regressado à zona de despromoção, o Boavista entrou bem no encontro e logo aos três minutos criou uma situação clara de golo, com Zé Manuel a fugir pela direita e a rematar cruzado, para defesa de Salin com o pé direto.
A equipa axadrezada apostou sobretudo no flanco direito, onde ia caindo Zé Manuel, o (pseudo) ponta de lança, a juntar-se a Renato Santos, que aos 20 minutos também aparece solto na área ma atirou por cima.
Com Tahar e Idris a dominarem a zona central, o Boavista conseguiu assumir o controlo do jogo e contou com Rúben Ribeiro para guiar o ataque. O médio protagonizou dois remates no primeiro tempo, e um deles não passou muito longe da barra de Salin (31m), mas a equipa visitante mostrou pouca assertividade no último terço do campo.
Mas se ao Boavista faltavam 30 metros, ao Marítimo parecia faltar tudo. A equipa madeirense criou apenas uma situação de perigo no primeiro tempo, e já ao minuto 42, com um remate de João Diogo à malha lateral.
Recompensa axadrezada
A agradável exibição boavisteira deu frutos na segunda parte, e curiosamente através de uma transição rápida para o ataque. Zé Manuel rodou muito bem sobre Maurício, a meio-campo, e depois lançou Anderson Carvalho para o tento inaugural (58m).
Nelo Vingada tinha acabado de trocar Éber Bessa por Alex Soares e não esperou mais: esgotou as substituições com Gevaro Nepomuceno e Djousse, mas a reação do Marítimo foi nula, revelando desorganização e desorientação.
Sem sobressaltos a nível defensivo, o Boavista lá foi construindo uma vitória robusta. Autor da assistência para o primeiro golo, Zé Manuel assumiu o estatuto de figura do encontro ao marcar depois dois golos. O primeiro a passe de Tahar, que aproveitou um deslize de Patrick na área, e o segundo com Anderson Carvalho a devolver a gentileza do primeiro tento, também em contra-ataque.
Mika fez a primeira defesa do jogo ao minuto 88, e na sequência de um remate de longe de Ghazaryan. Ilustrativo.
terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Nova Derrota Complica Contas
BOAVISTA FC - 0 CD NACIONAL-1Liga Nós 24ºJornada
6 de Março de 2016 - 16h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Tiago Martins(A.F.Coimbra)
GR:Mika GR:Gottardi
DD:Tiago Mesquita DD:João Aurélio
DC:Phillipe Sampaio DC:Belkeroui
DC:Paulo Vínicius DC:Rui Correia
DE:Hackmann DE:Sequeira
MC:idrís Mandiang MC:Washington
MC:Rúben Ribeiro MC:Ali Ghazal
MC:Reuben Gabriel(Michael Uchebo INT) MC:Ricardo Gomes(Rodrigo Pinho 72')
ED:Renato Santos(Luisinho 83') ED:Willyan
EE:Mário Martinez(José Manuel 63') EE:Salvador Agra(Nuno Campos 88')
PL:I.Irriberi PL:Tiquinho Soares(Luís Aurélio INT)
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Manuel Machado
Cartões Amarelos:E.Hackmann 11',Paulo Vínicius 21',Sequeira 27',H.Belkeroui 39,Phillipe Sampaio 54',Idrís Mandiang 56',Rúben Ribeiro 63',Phillipe Samapio 68',José Manuel 78',Rui Correia 83',Sequeira 84' e Gottardi 90'.
Cartões Vermelhos: Phillipe Sampaio 68' e Sequeira 84'.
Golos: Salvador Agra 23'.
Onze pontos nas últimas seis jornadas para o Nacional. Um balão de oxigénio para a equipa de Manuel Machado, que ganhou nova profundidade no mercado de janeiro e saiu do Estádio do Bessa com uma sensação de tranquilidade. Um golo de Salvador Agra bastou para derrubar o Boavista (0-1).
A justiça para o Boavista, reclamada durante anos e consagrada num histórico acordo com a Federação Portuguesa de Futebol – abatendo parte da dívida axadrezada – não significa alívio na vertente desportiva: a equipa continua a enfrentar um cenário de enorme desconforto na Liga. Neste domingo, os homens do Bessa fizeram o suficiente para merecer o empate mas foram traídos por erros inadmissíveis.
Erwin Sánchez trouxe um novo paradigma para o futebol axadrezado mas três derrotas consecutivas abrem caminho para o regresso dos fantasmas ao Estádio do Bessa e a linha de água não permite uma existência tranquila das panteras.
Na ressaca da derrota caseira frente ao Rio Ave (1-2), o técnico boliviano mudou três unidades no onze mas a equipa não melhorou. Aliás, a introdução de Idriss a par de Reuben Gabriel no meio-campo defensivo limitou a capacidade de construção e cavou um fosso para o setor atacante.
O Boavista entrou melhor no jogo, é certo, procurando sobre o seu flanco direito. Mário Martínez pendia para esse lado, Tiago Mesquita dava um precioso auxílio a Renato Santos e os cruzamentos sucediam-se. Sem conclusão, ainda assim. Do outro lado, Rúben Ribeiro procurava espaços interiores e Hackman não conseguia disfarçar a adaptação à posição.
Manuel Machado repetiu o onze que venceu o Paços de Ferreira na jornada anterior (3-0) e entregou a iniciativa de jogo ao adversário. O Nacional deixava Willyan – pouco inspirado – com liberdade para espreitar o contra-ataque no apoio a Salvador Agra, Ricardo Gomes e Tiquinho Soares. O gigante brasileiro foi segurando a bola e criando alguns embaraços aos centrais axadrezados.
Sequeira, lateral portuense, tinha de aguentar a pressão do Boavista pelo seu flanco mas não abdicava dos seus princípios e subia a cada oportunidade. Com critério e determinação.
Ao minuto 23, o jogador oriundo do Leixões insistiu pela esquerda e conseguiu tirar um cruzamento rasteiro. A bola andou pela pequena área axadrezada sem que Phillipe Sampaio, Paulo Vinícius ou Mika esboçassem uma reação. Salvador Agra, vindo da direita para o central, nas costas de Hackman, colocou o Nacional em vantagem.
A formação insular foi gerindo o resultado a partir daí. O Boavista não conseguiu criar verdadeiras ocasiões de golo até ao intervalo e motivou os protestos dos seus indefetíveis adeptos, que pediam mais à equipa.
Erwin Sánchez sentiu que tinha de mexer na estrutura, como o público exigia, mas não foi particularmente feliz com a aposta em Michael Uchebo. Encostado ao flanco direito, o possante avançado criou poucos desequilíbrios.
Ainda assim, o Boavista ficou muito perto do golo do empate em dois lances. Primeiro ao minuto 52, com Irriberi a desviar incrivelmente para fora após remate de Rúben Ribeiro, e depois ao minuto 63, com Gottardi a brilhar na sequência de um cabeceamento de Paulo Vinícius e a recarga de Irriberi.
O Nacional foi queimando tempo pelo meio, numa atitude que não se deve aplaudir, e beneficiou do crescente nervosismo do adversário. Phillipe Sampaio foi o caso mais flagrante. Viu dois cartões amarelos em menos de um quarto de hora e deixou o Boavista a jogar em inferioridade numérica após entrada dura sobre João Aurélio.
A partir daí o destino axadrezado parecia traçado e Mika teve de construir um muro para negar o 0-2 ao mesmo João Aurélio, a passe de Salvador Agra. A equipa da casa não conseguia ultrapassar a boa organização defensiva do Nacional, que demonstrava maior experiência e tranquilidade.
Zé Manuel ainda reclamou grande penalidade mas Tiago Martins considerou simulação do extremo. Benefício da dúvida para o árbitro, que expulsou Sequeira a poucos minutos do fim, por acumulação. Chegou-se, assim, ao apito final com uma sensação de extremo desalento nas bancadas.
quarta-feira, 2 de março de 2016
COMUNICADO - ADITAMENTO
Tendo em atenção o Comunicado conjunto de hoje da Federação Portuguesa de Futebol e da Boavista SAD, vimos ainda esclarecer o seguinte:
1. O Acordo assinado respeita integralmente tudo o decidido nos órgãos próprios da Boavista SAD, bem como do seu Accionista Maioritário Boavista Futebol Clube, conforme recomendações deliberadas por unanimidade na sua Assembleia Geral de 20/08/2015 e Conselho Geral de 25/11/2015.
2. A totalidade da compensação acordada será aplicada em exclusivo no pagamento à Autoridade Tributária de débitos fiscais da Boavista SAD, conforme garantia prestada no Acordo SIREVE que está a ser cumprido, como também deliberado em tais órgãos.
3. Como tal, além de um abatimento significativo e imediato do passivo fiscal da Boavista SAD, este pagamento reflectir-se-á no valor das prestações vincendas do Plano SIREVE, tendo ainda reflexos positivos em futuros procedimentos de inscrição nas provas da Liga P.F.P..
4. A alternativa a este Acordo, que além da compensação económica tem um valor simbólico de suprema importância para todos os Boavisteiros, pois significa o reconhecimento da injustiça praticada, seria o arrastar dos Processos Judiciais por um período previsível de cerca de 10 anos, segundo os Pareceres Jurídicos obtidos, e sem certezas quanto ao desfecho final.
5. É dado desta forma mais um passo no sentido da solidificação e credibilização do Boavista, sendo certo que há ainda que manter uma linha de orientação de rigor e realismo na sua gestão no futuro próximo, havendo ainda difíceis obstáculos a ultrapassar.
6. Refira-se que, no âmbito da normalização das relações institucionais entre o Boavista e a F.P.F., estão previstas várias formas de colaboração conjunta, entre as quais um jogo da Selecção Nacional no Estádio do Bessa.
7. Aproveitamos para agradecer a todos quantos, de forma discreta mas perseverante e incisiva, ao longo de muitos meses trabalharam e contribuíram para que, através de difíceis e sucessivas diligências, e com pleno sucesso, num primeiro momento pudéssemos desportivamente regressar à 1ª Liga, e agora tenhamos celebrado este Acordo, designadamente a equipa de excelentes juristas que nos defendeu.
Saudamos ainda todos os Boavisteiros, que sempre nos apoiaram e acreditaram mesmo nas horas mais difíceis, cujo sofrimento partilhamos e jamais esqueceremos, e sem os quais estes objectivos não seriam alcançados.
Saudamos ainda todos os Boavisteiros, que sempre nos apoiaram e acreditaram mesmo nas horas mais difíceis, cujo sofrimento partilhamos e jamais esqueceremos, e sem os quais estes objectivos não seriam alcançados.
Porto, 29 de Fevereiro de 2016
A Direcção do Boavista Futebol Clube
A Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD
A Direcção do Boavista Futebol Clube
A Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Injustamente Derrotados
BOAVISTA FC - 1 RIO AVE-2Liga Nós 24ºJornada
27 de Fevereiro de 2016 - 16h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Manuel Oliveira(A.F.Porto)
GR:Mika GR:Cássio
DD:Tiago Mesquita DD:Lionn
DC:Carlos Santos DC:Nélson Monte
DC:Paulo Vínicius DC:André Villas Boas
DE:Hackmann DE:Pedrinho
MC:Anderson Carvalho MC:Pedro Moreira
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 81') MC:João Novais
MC:Reuben Gabriel MC:D.Kayembe
ED:Luisinho(Uche Nwofor 69') ED:Héldon(Guedes 76')
EE:Renato Santos EE:F.Krovinovic(A.Wakaso 51')
PL:I.Irriberi PL:Hélder Postiga(Yazalde 59')
Treinador:Erwin Sanchez Treinador:Pedro Martins
Cartões Amarelos:Tiago Mesquita 22',Rúben Ribeiro 32',Pedro Moreira 39' e 47',João Novais 45',Carlos Santos 56' e Mika 61'.
Cartões Vermelhos: Pedro Moreira 47'.
Golos: Hélder Postiga 23',Renato Santos 49' e D.Kayembe 78'.
Sol, chuva, sol outra vez, muito frio… Assim como as condições atmosféricas que hoje se abateram sobre o Bessa, o jogo do Boavista também esteve assim, intermitente e imprevisível… E terminou de forma inesperada, com o Rio Ave com menos um jogador a conseguir marcar no quarto de hora final.
Com nove alterações em relação ao onze habitual, os vila-condenses começaram o jogo sob pressão. O Boavista dava poucos espaços e os seus avançados trabalhavam muito na frente, obrigando o Rio Ave a jogar longo.
Faltavam, no entanto, oportunidades nas duas balizas. A primeira que apareceu, o Rio Ave agarrou-a com as duas mãos. Hélder Postiga, que se estreou como titular, voltou a marcar no futebol português… quase cinco anos depois: subiu de cabeça e na área desviou um livre cruzado de Krovinovic para inaugurar o marcador.
O Rio Ave chegava à vantagem a meio da primeira parte, mas só em cima do intervalo o Boavista viria a estar perto do empate: Luisinho e sobretudo Iriberri, a fazer uma recarga por cima, após um livre perigoso de Renato Santos.
Era por ali que o Boavista iria chegar ao empate. De bola parada e pelos pés de Renato Santos, entenda-se.
Assim foi quando Pedro Moreira acabou expulso ao derrubar Rúben Ribeiro pelas costas, travando um lance de contra-ataque, concedendo a oportunidade para Renato igualar num livre frontal «na gaveta».
Golo para o Boavista e expulsão para o Rio Ave no mesmo lance. A segunda parte parecia ter começado de feição para os axadrezados e Sánchez decidiu arriscar e procurar vencer a partida.
Arriscou e perdeu. Destapou demasiado a manta ainda curta dos boavisteiros numa tarde de muito frio.
Antes disso, Yazalde, acabado de entrar, surgiu isolado na frente de Mika (61’) e acabou derrubado pelo guarda-redes axadrezado, que viu o cartão amarelo. O lance é muito polémico e motivou os protestos dos vila-condenses que pediram expulsão.
O Boavista voltou a estar perto do golo, mas faltou quem desviasse para o fundo das redes, e no contra-ataque o Rio Ave mataria o jogo. Desta vez, apareceu Kayembe na frente de Mika, que ainda defendeu à primeira, sem poder evitar a recarga vitoriosa do extremo belga cedido pelo FC Porto.
Estava feito o 1-2 final, apesar de ainda haver pela frente um quarto de hora de ataque pouco esclarecido dos axadrezados num jogo duro e com muitas paragens.
O Rio Ave foi bem mais eficaz e com o triunfo conseguiu um tónico importante não só para voltar à condição ao quinto lugar, importante na luta pela Europa, como para ganhar ânimo para a segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, na quarta-feira diante do Sp. Braga.
Mesmo com mais um jogador, o Boavista perdeu em casa e, depois de quebrar a melhor série da época com cinco resultados positivos, agora somou a segunda derrota em menos de uma semana (depois de derrotado em Alvalade, na última segunda-feira).
Se a Académica vencer, os axadrezados podem voltar para baixo da «linha de água».
Numa tarde de chuva e sol, as nuvens negras da despromoção voltaram a pairar no Bessa.
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