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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mais Um Ponto Nesta Dura Caminhada... Faltam 5 Finais

BOAVISTA- 0 FC AROUCA-0
Liga Nós 29ºJornada
8 de Abril de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Sérgio Piscarreta(A.F.Algarve)

GR:Mika     GR:Rafael Bracalli
 DD:Tiago Mesquita   DD:Gége
 DC:Nuno Henrique DC:Jubal(E.Albín 85')
DC:Paulo Vínicius   DC:Hugo Basto
DE:Afonso Figueiredo   DE:Lucas Lima
MC:Idrís Mandiang   MC:David Simão
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 78') MC:Artur
MC:Aymen Tahar MC:Adilson Goaino(Nuno Valente 31')
ED:Renato Santos(Luisinho 88') ED:Zequinha(Ivo Rodrigues 72')
EE:Anderson Carvalho EE:Mateus
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 74') PL:Maurides

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Lito Vidigal

Cartões Amarelos:,Maurides 44',Lucas Lima 45',José Manuel 50',Artur 53',Tiago Mesquita 73' e Renato Santos 79'.






Mais um final de época e mais uma vez o Boavista a passar pela provação de ainda não ter a manutenção assegurada. A precisar de pontos como de pão para a boca, e a jogar em casa, onde não vence desde janeiro, a formação axadrezada entrou em jogo com a ânsia de marcar, mas a padecer o mal habitual: o falhanço no momento da finalização. Pela frente, um Arouca que até teve tanta posse de bola, mas pareceu preferir ir gerindo o jogo e esperar que se acabasse o gás do adversário, e depois se foi conformando com o pontinho que levou na bagagem.
Foi, por isso, o Boavista a criar mais perigo na primeira parte, sobretudo com Rúben Ribeiro como responsável. O avançado boavisteiro, que parecia estar em todo o lado, rompia como faca quente por manteiga pelo meio campo arouquense, culminando depois com excelentes cruzamentos para a área, ou optando mesmo por rematar. Fez a bola rondar a baliza de Bracali por diversas vezes, atirando ao lado, por cima, ou obrigando o guarda-redes a grandes defesas.
Foram estes dois, aliás, os protagonistas do maior lance de perigo da primeira parte. Após uma falta de Hugo Basto sobre Zé Manuel, na área, Rúben Ribeiro desperdiçou uma ocasião soberana. Bateu fraco e denunciado um penálti, a que Bracali respondeu com uma excelente defesa, segurando o nulo.
Do outro lado, foi de bola parada, graças ao pé esquerdo de Lucas Lima, que surgiu a maior ocasião de perigo. Na conversão de um livre, o lateral atirou direto à baliza, e Mika respondeu muito bem, ao socar para fora.
No início da segunda parte, o encontro endureceu e foi-se jogando futebol nos intervalos das faltas. O jogo parecia poder pender para qualquer lado, ainda assim, foi o Boavista quem mais procurou o golo e esteve muito perto por algumas ocasiões. Primeiro foi Zé Manuel, aos 58 minutos, a rematar cruzado, fazendo a bola passar fora do alcance de Bracali, a rasar o poste esquerdo, mas pelo lado de fora. Depois, um cruzamento-remate de Renato Santos só não entrou porque Bracali voltou a mostrar o que vale e defendeu.
Com o relógio a jogar contra, Sanchez ia refrescando o ataque. Um ponto era insuficiente para as aspirações axadrezadas e, a verdade é que os jogadores do Boavista pareciam capazes de fazer tudo o resto, menos marcar. Saiu um esgotado Rúben Ribeiro, para a entrada de Mário Martinez. Depois, Zé Manuel deu lugar a Iriberri e Renato Santos a Luisinho. Mudaram os executantes, mas o resultado continuou a ser o mesmo. A bola andava perto, mas as balizas estavam destinadas a permanecer vazias e assim ficaram.
Um empate mais penalizador para um Boavista que precisava de marcar, procurou fazê-lo, mas não conseguiu, do que para um Arouca que parecia satisfeito por levar um ponto para casa. Os axadrezados continuam agora o calvário de lutar pela manutenção.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Antevisão Boavista FC - FC Arouca

BOAVISTA FC vs FC Arouca, sexta feira, 8 de Abril às 20:30, no Estádio do Bessa Século XXI
Sócios 3€
Acompanhantes de Sócio 5€ (3 bilhetes por 5€ cada, por cada associado)




sábado, 2 de abril de 2016

Empate Importante Em Guimarães

GUIMARÃES -1 BOAVISTA FC -1
Liga Nós 28ºJornada
 2 De Abril de 2016 - 20h45m
 Estádio Dom Afonso Henriques em Guimarães
Árbitro :Rui Costa(A.F.Porto)

GR:João Miguel Silva GR:Mika
DD:Bruno Gaspar DD:Tiago Mesquita
 DC:Pedrão DC:Nuno Henrique
DC:Josué Sá DC:Paulo Vinicius
DE:Dalberto Henrique DE:Afonso Figueiredo
MC:Oriol Rosell(João Teixeira 59')  MC:Idrís Mandiang
MC:Cafú MC:Aymer Tahar
MC:Otavinho MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 90')
ED:Ricardo Valente(Francis Júnior 79') ED:Anderson Carvalho(E.Hackmann 90')
EE:Licá(Alexandre Silva 74') EE:Renato Santos
PL: Henrique Dourado PL:José Manuel( Imanol Irriberi 81')
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Treinador:Sérgio Conceição     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Anderson Carvalho 61',Nuno Henrique 65'

Golos: Ricardo Valente 19' e Paulo Vínicius 35'.




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O Boavista FC foi ao Estádio D. Afonso Henriques empatar a uma bola com o Vitória de Guimarães, um resultado precioso para os axadrezados na luta pela manutenção.

Os axadrezados entraram em campo em Guimarães a saber que iam continuar acima da linha de água, depois da Académica ter ido a Arouca perder (3-2) com a equipa sensação do campeonato. Qualquer resultado acima da derrota seria positivo.
Anderson Carvalho (no lugar de Mario Martínez) e Henrique (no lugar de Phellipe Sampaio) eram as novidades no onze escalado por Erwin Sánchez para atacar a baliza de Miguel Silva.
O jogo arrancou bem disputado, com o Vitória a tentar sair para o ataque de forma orientada e o Boavista a assentar as ideias ofensivas na dupla Rúben Ribeiro-Aymen Tahar e a tentar aproveitar as bolas paradas (uma fragilidade dos vitorianos) para tentar chegar ao golo.
Aos 10 minutos, bola na barra da baliza de Mika, numa tentativa de golo olímpico de Cafú. A partir de um canto, o capitão do Vitória tentou surpreender o guardião português, que parecia em cima do lance, mas a bola embateu na barra e saiu.
Três minutos depois, problemas na outra área, com Renato Santos a culminar uma boa jogada de entendimento do ataque do Boavista com um remate desviado pela defesa para canto. Na sequência da bola parada, foi o central Henrique a cabecear por cima da barra da baliza do Vitória.
Aos 19 minutos, um dos elementos mais constantes do Boavista, o guarda-redes Mika, provou que no melhor pano cai a nódoa, quando consentiu o golo ao Vitória e ao extremo Ricardo Valente.
O remate cruzado do extremo merecia melhor tratamento da parte do guardião, que sai mal na fotografia. O mérito do golo, contudo, é todo para Otávio, com um grande passe, e para o extremo português, que abriu o marcador com o sétimo golo na I Liga.
Empate merecido
À passagem da meia hora de jogo, uma bola longa de Mika quase deu o golo a Zé Manuel, mas Miguel Silva saiu da baliza e cortou uma bola que, a entrar, seria da responsabilidade da defesa vimaranense. Na resposta, Cafú cabeceou por cima depois de um bom cruzamento de Henrique Dourado.
O Boavista, impelido por Rúben Ribeiro, aparecia mais e mais no meio campo do Vitória e não teria de esperar muito mais para chegar ao golo. Aos 35 minutos, e na sequência de um canto batido por Renato Santos, Paulo Vinícius cabeceou para o fundo das redes, fazendo o empate. Miguel Silva ainda tocou na bola, mas esta só parou mesmo lá dentro e repôs a igualdade (e a justiça) no marcador.
Pouco depois era Rúben Ribeiro a rematar um pouco por cima, cheio de força, depois de uma assistência de calcanhar de Zé Manuel. O Boavista soube galvanizar-se com o golo, e beneficiou de maior acerto na recuperação de bolas para a criação de jogadas de perigo.
Até ao intervalo, o jogo manteve-se dividido com oportunidades de lado a lado, mas com parcas chances de finalização. A primeira parte chegava ao fim com um resultado mais favorável ao Boavista do que ao Vitória, que precisava de ganhar para se aproximar do sexto lugar do Rio Ave.
Segunda parte inexistente
A segunda parte arrancou como a primeira: muito disputada e com as duas equipas à procura do golo. Oportunidades de perigo, essas, pareciam ter ficado nos balneários.
O jogo arrastava-se para o fim quando Erwin Sánchez colocou em campo Imanol Iriberri no lugar de Zé Manuel, refrescando a frente de ataque à procura de maior presença na área e melhor posse de bola, para juntar linhas e aproximar o Boavista do 1-2. Estavam corridos 80 minutos da partida.
O Vitória mantinha um maior caudal de jogo ofensivo, sem criar, no entanto, quaisquer chances de perigo. O Boavista apostava em conservar a bola e jogar tudo na preservação do resultado.
À chegada aos 90 minutos, um cruzamento desviado por um jogador do Boavista causou problemas a Mika, com o guarda-redes a rechaçar a bola para canto. Na sequência do lance, entrou Emmannuel Hackman e saiu Anderson Carvalho nos axadrezados.
Quatro minutos de compensação de calvário para os jogadores do Boavista, que acusaram o esforço durante toda a partida e procuravam, também, gastar alguns segundos preciosos na manutenção de um resultado valioso. Para continuar a queimar tempo, saída de Rúben Ribeiro e entrada de Mario Martínez, em cima dos 94′.
Contas feitas, o empate deixa o Boavista com 25 pontos, mais dois do que a Académica e os mesmos do União da Madeira. No próximo dia 8, o Boavista recebe um Arouca em lugar europeu e em grande forma no Estádio do Bessa, em mais uma jornada decisiva na luta pela manutenção.
O União da Madeira visita o lanterna vermelha Tondela na próxima ronda, enquanto a Académica recebe o Benfica. Os axadrezados têm, assim, na próxima ronda uma oportunidade de solidificar ainda mais a manutenção.

domingo, 20 de março de 2016

Resultado Injusto e Ajuda de Terceiros

BOAVISTA FC - 0 SL BENFICA-1
Liga Nós 26ºJornada
20 de Março de 2016 - 18h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Fábio Verissimo(A.F.Leiria)

GR:Mika     GR:Ederson Moraes
 DD:Tiago Mesquita   DD:Nélson Semedo(Talisca 74')
 DC:Phillipe Sampaio DC:Samaris
DC:Paulo Vínicius   DC:Nilsson Lindeloft
DE:Afonso Figueiredo   DE:Eliseu
MC:Idrís Mandiang   MC:Sálvio(Carcela 53')
MC:Rúben Ribeiro(Reuben Gabriel 90') MC:André Almeida
MC:Aymen Tahar MC:Renato Sanches
ED:Renato Santos ED:Pizzi(Jovic 84')
EE:Mário Martinez(Luisinho 73') EE:Raúl Jiménez
PL:José Manuel(Michael Uchebo 83') PL:Jonas

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Rui Vitória

Cartões Amarelos:Samaris 9',Eliseu 45',Raúl Jiménez 60' e Aymen Tahar 61' e Ederson Moraes 94'.

Golos: Jonas 93'



Uma daquelas vitórias que pode valer um título. Marquem estas palavras. O Benfica venceu no Estádio do Bessa ao cair do pano, provavelmente sem o merecer, num jogo em que não foi verdadeiramente superior ao Boavista. Mas os campeões também vivem de momentos como este.
O remate salvador de Jonas, já em período de descontos, fez lembrar por exemplo um ensaio providencial de Renato Sanches em Guimarães, outro palco dificílimo, onde pairou o espectro da perda de pontos.
Foi assim um Benfica com estrela e fé em Jonas, moralizado pela chamada à seleção brasileira. O líder da corrida à Bota de Ouro europeia desesperava por uma oportunidade e agarrou a coroa encarnada no último suspiro, para desespero de um Boavista que justificava algo mais.
A história do jogo demonstra que o desfecho não era completamente previsível. Sobretudo pela obra de Rúben Ribeiro. O criativo do Boavista conseguiu enervar vários adversários ao longo do encontro, sobretudo após um lance a caminho do intervalo em que deu vários toques com o braço em Renato Sanches.
Logo depois, seria Eliseu a ter uma entrada muito dura sobre o mesmo Rúben Ribeiro e a ficar no limite entre o cartão amarelo e o vermelho.
Foi o final truculento de uma primeira parte interessante, com o Boavista a jogar futebol de igual para igual com um Benfica abaixo das suas reais capacidades.
O mérito começa em Erwin Sánchez, que colocou esta formação axadrezada a acreditar mais num jogo positivo. Após a vitória importante na Madeira, frente ao Marítimo (0-3) – que permitiu a fuga à zona de despromoção – o treinador boliviano manteve a estrutura e pediu à Pantera para encarar a Águia olhos nos olhos.
Phillipe Sampaio e Mário Martínez substituíram os castigados Henrique e Anderson Carvalho, com Zé Manuel a manter-se como uma referência incómoda no centro do ataque. Dono de uma velocidade impressionante, o extremo conseguiu arrancar um cartão amarelo ao nono minuto de jogo.
Samaris foi a solução encontrada por Rui Vitória perante a razia no centro da defesa. Luisão e Jardel estão lesionados, Lisandro López ainda não tem ritmo. Com o recuo do grego, surgiu André Almeida ao lado de Renato Sanches a meio-campo. Salvio e Raúl Jiménez tentaram fazer esquecer Gaitán e Mitroglou. Demasiadas mudanças.
Durante largo período, o Benfica apostou preferencialmente no seu flanco direito – com Nélson Semedo a destacar-se mais que Salvio – e em vários livres conquistados nessa zona do relvado. Seria um desses lances, por exemplo, a abrir caminho para uma vistosa bicicleta de Raúl Jiménez, para defesa de Mika.
As melhores oportunidades pertenceram à formação encarnada mas em número reduzido para o que costuma ser a produção habitual da equipa de Rui Vitória. A ocasião mais flagrante, na etapa inicial, surgiu por intermédio de Pizzi, já após a meia-hora, com um remate ligeiramente ao lado.
O Boavista defendia com enorme acerto – destaque para Paulo Vinícius e Afonso Figueiredo nesse particular – e tirava partido de lances rápidos perante um adversário sem coordenação no último reduto.
Antes do ensaio de Pizzi, Zé Manuel chegou ligeiramente atrasado a um passe de Mário Martínez. Logo depois, Ederson teve de sair dos postes para tirar a bola nos pés de Renato Santos.
Seria o extremo do Boavista a ficar muito perto do golo, logo após o intervalo, num remate cruzado que ainda levou a bola a desviar em Lindelof. O tempo não corria a favor do Benfica perante um adversário a rubricar exibição de grande nível.
Rui Vitória sentia a oportunidade a fugir e trocava precocemente Salvio por Mehdi Carcela. Já após a hora de jogo, Pizzi viu outro bom ensaio ser anulado pelo gigante Paulo Vinícius.
O Boavista quebrava fisicamente mas Rúben Ribeiro continuava a ter apontamentos de classe e Luisinho garantia nova vitalidade nas transições ofensivas. O extremo, porém, desperdiçou uma oportunidade excelente ao minuto 75, em grande posição na área, atirando por cima.
A formação encarnada aumentava a pressão sobre o último reduto axadrezado, Talisca substituía Nélson Semedo – com recuo de André Almeida – e Rui Vitória arriscava até Luka Jovic, o jovem ponta-de-lança. O tempo escasseava.
Num final de partida verdadeiramente alucinante, Rúben Ribeiro sentou Eliseu mas atirou para a bancada. E já em tempo de descontos, quando o empate se parecia ajustar ao que se passou no relvado, a bola surgiu no lado esquerdo da área do Boavista e Jonas assumiu o papel de rei, batendo Mika. Verdadeiramente incrível.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Antevisão Boavista FC -SL Benfica


JOGO MUITO COMPLICADO MAS NÃO IMPOSSÍVEL DE PONTUAR!

DEPOIS DA FANTÁSTICA EXIBIÇÃO NA MADEIRA TEMOS QUE ACREDITAR CADA VEZ MAIS NÓS ADEPTOS E JOGADORES!


BILHETES JÁ À VENDA NO ESTÁDIO DO BESSA REFERENTES AO JOGO “BOAVISTA FC – SL BENFICA” A DISPUTAR NO DIA 20 DE MARÇO ÀS 18:15.
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Preços dos bilhetes:
Sócios:
Nascente Nível 1- 5€
Topo Sul - 5€
Poente Nível 1 - Associados com Lugar Cativo Época 2015/2016*
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Público:
Bancada Norte Nível 1- 30€
Bancada Norte Nível 2 - 25€
Bancada Nascente N3 - 40€
Tribuna VIP: 60€
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Informa-se também que durante esta semana a secretaria do Boavista Futebol Clube Estádio, no Estádio do Bessa, estará aberta no seguinte horário:
Segunda a Sábado: entre as 9:30 e as 12:30 e das 14:00 às 18:00
Domingo, dia 20 de Março: a partir das 9:30 até à hora de Jogo.
Solicitamos aos Senhores Associados e Público em Geral que comprem atempadamente os seus ingressos, para evitar filas ou outros incómodos.
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Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)
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Excepcionalmente, cada associado terá direito a comprar um bilhete de público a 15€ para um acompanhante, desde que munido de um cachecol ou adereço do Boavista.
Não serão admitidos adereços de outros clubes nas zonas exclusivas a sócios do Boavista.
O Boavista FC solicita que os seus associados tenham uma atitude responsável e apenas adquiram bilhetes de acompanhante para familiares ou amigos Boavisteiros.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Vitoria Histórica na Perola do Atlântico

CS MARÍTIMO -0 BOAVISTA FC -3
Liga Nós 26ºJornada
 11 De Março de 2016 - 20h30m
 Estádio dos Barreiros na Ilha da Madeira
Árbitro :Bruno Paixão(A.F.Setúbal)

GR:R.Salin GR:Mika
DD:Patrick DD:Tiago Mesquita
 DC:Dirceu DC:Nuno Henrique
DC:Maúricio DC:Paulo Vinicius
DE:Briguel(Gervaro 63') DE:Afonso Figueiredo(Emanuel Hackmann 90')
MC:G.Ghazaryan  MC:Idrís Mandiang
MC:FranSérgio MC:Aymer Tahar
MC:Éber Bessa(Alex Soares 57') MC:Rúben Ribeiro
ED:João Diogo ED:Anderson Carvalho
EE:Edgar Costa(D.Djousse 63') EE:Renato Santos(Luisinho 86')
PL: Baba Diawara PL:José Manuel(Michael Uchebo 90')
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Treinador:Nelo Vingada      Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Aymer Tahar 28',Éber Bessa 30',Nuno Henrique 39',Paulo Vínicius 72',João Diogo 80',Anderson Carvalho 90'

Golos: Anderson Carvalho e José Manuel 73' e 83'.







A pantera deu à costa na Madeira e tirou a cabeça da água, pelo menos até domingo. Com uma vitória expressiva mas inteiramente justa, nos Barreiros, o Boavista conseguiu sair da zona de despromoção.
O Marítimo é punido por uma exibição em modo «falta de comparência» - e até por isso o 3-0 ajusta-se -, mas isso não retira mérito à equipa visitante, que foi superior do primeiro ao último minuto. Um triunfo com nota artística da pantera, que se mantivesse esta imagem teria lugar reservado na elite do futebol português.
Embora mais pressionado na tabela classificativa, depois de ter regressado à zona de despromoção, o Boavista entrou bem no encontro e logo aos três minutos criou uma situação clara de golo, com Zé Manuel a fugir pela direita e a rematar cruzado, para defesa de Salin com o pé direto.
A equipa axadrezada apostou sobretudo no flanco direito, onde ia caindo Zé Manuel, o (pseudo) ponta de lança, a juntar-se a Renato Santos, que aos 20 minutos também aparece solto na área ma atirou por cima.
Com Tahar e Idris a dominarem a zona central, o Boavista conseguiu assumir o controlo do jogo e contou com Rúben Ribeiro para guiar o ataque. O médio protagonizou dois remates no primeiro tempo, e um deles não passou muito longe da barra de Salin (31m), mas a equipa visitante mostrou pouca assertividade no último terço do campo.
Mas se ao Boavista faltavam 30 metros, ao Marítimo parecia faltar tudo. A equipa madeirense criou apenas uma situação de perigo no primeiro tempo, e já ao minuto 42, com um remate de João Diogo à malha lateral.
Recompensa axadrezada
A agradável exibição boavisteira deu frutos na segunda parte, e curiosamente através de uma transição rápida para o ataque. Zé Manuel rodou muito bem sobre Maurício, a meio-campo, e depois lançou Anderson Carvalho para o tento inaugural (58m).
Nelo Vingada tinha acabado de trocar Éber Bessa por Alex Soares e não esperou mais: esgotou as substituições com Gevaro Nepomuceno e Djousse, mas a reação do Marítimo foi nula, revelando desorganização e desorientação.
Sem sobressaltos a nível defensivo, o Boavista lá foi construindo uma vitória robusta. Autor da assistência para o primeiro golo, Zé Manuel assumiu o estatuto de figura do encontro ao marcar depois dois golos. O primeiro a passe de Tahar, que aproveitou um deslize de Patrick na área, e o segundo com Anderson Carvalho a devolver a gentileza do primeiro tento, também em contra-ataque.
Mika fez a primeira defesa do jogo ao minuto 88, e na sequência de um remate de longe de Ghazaryan. Ilustrativo.

terça-feira, 8 de março de 2016

domingo, 6 de março de 2016

Nova Derrota Complica Contas

BOAVISTA FC - 0 CD NACIONAL-1
Liga Nós 24ºJornada
6 de Março de 2016 - 16h15m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Tiago Martins(A.F.Coimbra)


GR:Mika     GR:Gottardi
 DD:Tiago Mesquita   DD:João Aurélio
 DC:Phillipe Sampaio DC:Belkeroui
DC:Paulo Vínicius   DC:Rui Correia
DE:Hackmann   DE:Sequeira
MC:idrís Mandiang   MC:Washington
MC:Rúben Ribeiro MC:Ali Ghazal
MC:Reuben Gabriel(Michael Uchebo INT) MC:Ricardo Gomes(Rodrigo Pinho 72')
ED:Renato Santos(Luisinho 83') ED:Willyan
EE:Mário Martinez(José Manuel 63') EE:Salvador Agra(Nuno Campos 88')
PL:I.Irriberi PL:Tiquinho Soares(Luís Aurélio INT)

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Manuel Machado

Cartões Amarelos:E.Hackmann 11',Paulo Vínicius 21',Sequeira 27',H.Belkeroui 39,Phillipe Sampaio 54',Idrís Mandiang 56',Rúben Ribeiro 63',Phillipe Samapio 68',José Manuel 78',Rui Correia 83',Sequeira 84' e Gottardi 90'.

Cartões Vermelhos: Phillipe Sampaio 68' e Sequeira 84'. 

Golos: Salvador Agra 23'.


Onze pontos nas últimas seis jornadas para o Nacional. Um balão de oxigénio para a equipa de Manuel Machado, que ganhou nova profundidade no mercado de janeiro e saiu do Estádio do Bessa com uma sensação de tranquilidade. Um golo de Salvador Agra bastou para derrubar o Boavista (0-1).
A justiça para o Boavista, reclamada durante anos e consagrada num histórico acordo com a Federação Portuguesa de Futebol – abatendo parte da dívida axadrezada – não significa alívio na vertente desportiva: a equipa continua a enfrentar um cenário de enorme desconforto na Liga. Neste domingo, os homens do Bessa fizeram o suficiente para merecer o empate mas foram traídos por erros inadmissíveis.
Erwin Sánchez trouxe um novo paradigma para o futebol axadrezado mas três derrotas consecutivas abrem caminho para o regresso dos fantasmas ao Estádio do Bessa e a linha de água não permite uma existência tranquila das panteras.
Na ressaca da derrota caseira frente ao Rio Ave (1-2), o técnico boliviano mudou três unidades no onze mas a equipa não melhorou. Aliás, a introdução de Idriss a par de Reuben Gabriel no meio-campo defensivo limitou a capacidade de construção e cavou um fosso para o setor atacante.
O Boavista entrou melhor no jogo, é certo, procurando sobre o seu flanco direito. Mário Martínez pendia para esse lado, Tiago Mesquita dava um precioso auxílio a Renato Santos e os cruzamentos sucediam-se. Sem conclusão, ainda assim. Do outro lado, Rúben Ribeiro procurava espaços interiores e Hackman não conseguia disfarçar a adaptação à posição.
Manuel Machado repetiu o onze que venceu o Paços de Ferreira na jornada anterior (3-0) e entregou a iniciativa de jogo ao adversário. O Nacional deixava Willyan – pouco inspirado – com liberdade para espreitar o contra-ataque no apoio a Salvador Agra, Ricardo Gomes e Tiquinho Soares. O gigante brasileiro foi segurando a bola e criando alguns embaraços aos centrais axadrezados.
Sequeira, lateral portuense, tinha de aguentar a pressão do Boavista pelo seu flanco mas não abdicava dos seus princípios e subia a cada oportunidade. Com critério e determinação.
Ao minuto 23, o jogador oriundo do Leixões insistiu pela esquerda e conseguiu tirar um cruzamento rasteiro. A bola andou pela pequena área axadrezada sem que Phillipe Sampaio, Paulo Vinícius ou Mika esboçassem uma reação. Salvador Agra, vindo da direita para o central, nas costas de Hackman, colocou o Nacional em vantagem.
A formação insular foi gerindo o resultado a partir daí. O Boavista não conseguiu criar verdadeiras ocasiões de golo até ao intervalo e motivou os protestos dos seus indefetíveis adeptos, que pediam mais à equipa.
Erwin Sánchez sentiu que tinha de mexer na estrutura, como o público exigia, mas não foi particularmente feliz com a aposta em Michael Uchebo. Encostado ao flanco direito, o possante avançado criou poucos desequilíbrios.
Ainda assim, o Boavista ficou muito perto do golo do empate em dois lances. Primeiro ao minuto 52, com Irriberi a desviar incrivelmente para fora após remate de Rúben Ribeiro, e depois ao minuto 63, com Gottardi a brilhar na sequência de um cabeceamento de Paulo Vinícius e a recarga de Irriberi.
O Nacional foi queimando tempo pelo meio, numa atitude que não se deve aplaudir, e beneficiou do crescente nervosismo do adversário. Phillipe Sampaio foi o caso mais flagrante. Viu dois cartões amarelos em menos de um quarto de hora e deixou o Boavista a jogar em inferioridade numérica após entrada dura sobre João Aurélio.
A partir daí o destino axadrezado parecia traçado e Mika teve de construir um muro para negar o 0-2 ao mesmo João Aurélio, a passe de Salvador Agra. A equipa da casa não conseguia ultrapassar a boa organização defensiva do Nacional, que demonstrava maior experiência e tranquilidade.
Zé Manuel ainda reclamou grande penalidade mas Tiago Martins considerou simulação do extremo. Benefício da dúvida para o árbitro, que expulsou Sequeira a poucos minutos do fim, por acumulação. Chegou-se, assim, ao apito final com uma sensação de extremo desalento nas bancadas.