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sábado, 29 de outubro de 2016

Empate na Estreia do Novo Técnico no Bessa

BOAVISTA FC-0 GD ESTORIL-0
Liga Nós 2016-2017  8ºJornada
29 de Outubro de 2016 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Ferreira(A.F.Braga)

GR:Kamran Agayev    GR:Moreira
DD:Edú Machado   DD:Mano
 DC:Nuno Henrique DC:João Afonso
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Thiago Cardoso
DE:João Talocha DE:Joel
MC:Idrís Mandiang  MC:Eduardo
 MC:Fábio Espinho MC:Afonso Taira
MC:Carraça(Anderson Carvalho 72') MC:Diogo Amado
ED:Iuri Medeiros(André Bukia 81') ED:Matheus Índio(Lucas Farias 87')
EE:Renato Santos EE:Matheus
PL:André Schembri(Erivelto Silva 66')  PL:Kléber(Bruno Gomes 73')

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Fabiano Soares

Cartões Amarelos:Nuno Henrique 58'.



Estoril e Boavista não foram além de um empate este sábado no Bessa, num encontro em que cada uma das equipas dominou um dos tempos e que terminou com uma pressão intensa dos axadrezados, numa fase em que os estorilistas já só tentavam segurar o ponto.
Naquele que foi o primeiro jogo de Miguel Leal em casa, desde que assumiu o comando da equipa. O treinador tinha dito que queria transformar o Bessa numa fortaleza e pediu aos adeptos um clima forte. Essa força pediu também à equipa, apostando num onze sem surpresas, mas com a particularidade de ter colocado Fábio Espinho mais recuado para reforçar controlar a zona de construção de jogo.
Já Fabiano Soares fez algumas mudanças ao onze sabendo que uma vitória permitiria à equipa subir alguns lugares na tabela e, inclusive, ultrapassar o Boavista. Kleber regressou ao onze (tinha entrado na segunda parte no encontro passado) após ter sido afastado dos relvados por uma lesão, e Mano recuperou o lugar na defesa.
Frente a frente duas equipas que precisavam de pontos e, durante quase todo o encontro (o Estoril parece ter desistido a partir de meio da segunda parte) procuraram o golo que não quis chegar. Logo aos 9 minutos a primeira oportunidade de golo. Kléber, a receber na área e, à vontade, a cabecear, com a bola a sair ao lado. Não estava numa noite particularmente inspirada o avançado brasileiro.
O próximo lance de perigo chegaria 15 minutos depois na mesma baliza. Após uma arrancada, Eduardo deixou para Mattheus e isolou-se, esperando que a bola fosse devolvida, mas Mattheus optou pelo remate de longe, que passou ligeiramente por cima da baliza de Agayev. Eduardo, sozinho na área, ficou a queixar-se da opção do companheiro.
Aos 13 minutos Schembri fica caído na área num lance com Thiago Cardoso. O árbitro não assinala grande penalidade, e com razão, já que não é visível nenhuma falta do defesa do Estoril. E o Boavista só viria a chegar com perigo à baliza de Moreira já quase em cima do intervalo, quando Iuri Medeiros rematou à entrada da área, para a defesa do guardião do Estoril.
A segunda parte trouxe mais Boavista ao jogo e mais ocasiões de perigo axadrezadas. Aos 50 minutos, Iuri Medeiros, na conversão de um livre, obrigou Moreira a esticar-se para impedir o golo. Logo a seguir, Lucas aparece na área, ganha ao guarda-redes e atira por cima.
Logo a seguir Kléber aparece na área naquela que foi a única ocasião de perigo dos estorilistas neste segundo tempo, mas Agayev conseguiu agarrar.
Até ao final o Boavista aumentou a pressão e o Estoril encolheu-se tentando segurar o empate. Renato Santos obrigou Moreira a puxar dos galões e tirar uma bola junto ao poste. Erivelto, que entrou para o lugar de Schembri rematou à malha lateral. Já quase em cima do apito final voltou a entrar na área e ficou a queixar-se de uma grande penalidade, mas fica a ideia de que terá tentado aproveitar a proximidade do adversário para ganhar o penálti.
O golo acabou mesmo por não chegar. O Boavista ocupa agora o 9.º lugar com 10 pontos. O Estoril é 16.º com 8 pontos.



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ponto Importante Na Madeira

CS MARÍTIMO-1 BOAVISTA FC-1
Liga Nós 8ºJornada
21 de Outubro de 2016 - 21h
 Estádio dos Barreiros no Funchal(Ilha da Madeira)
Árbitro :Vasco Santos(A.F.Porto)


GR:Eduardo Gottardi GR:Kamran Agayev
DD:Patrick Vieira DD:Tiago Mesquita(Bernardo Tengarrinha 28')
 DC:Maurício António DC:Nuno Henrique
DC:Raúl Silva DC:Lucas Tagliapietra
DE:Fábio China DE:João Talocha
MC:Erdem Sen MC:Idrís Mandiang
MC:Éber Bessa(G.Ghazaryan72') MC:Carraça
MC:FranSérgio  MC:Fábio Espinho
ED:Edgar Costa(Amido Baldé 87') ED:Iuri Medeiros(Anderson Carvalho 81')
EE:António Xavier(Gevaro 66') EE:Renato Santos(Digas 74')
PL:Dyego Souza PL:André Schembri
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Treinador:Daniel Ramos                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 6',Renato Santos 45',Nuno Henrique 55',Kamran Agayev 74',Digas 81' e Patrick Vieira 82'.

Golos: Dyego Souza 27(g.p) e Carraça 51'.



Depois da estreia na Taça de Portugal, o fim-de-semana passado (vitória 2-0 frente ao União de Leiria), o técnico que substituiu Erwin Sanchez viu um Boavista com entrega, que teve de sobreviver a um caricato, e ao mesmo tempo dramático, penálti assinalado contra. A reação surgiu através de um grande golo de Carraça.
O Boavista, que alinhou de início com Agayev, Tiago Mesquita, Lucas, Nuno Henrique, Talocha, Idris, Fábio Espinho, Carraça, Renato Santos, Iuri Medeiros e Schembri, teve o privilégio da primeira oportunidade flagrante de golo no Estádio dos Barreiros. Foi cedo, muito cedo, aos 3′, que o internacional maltês Schembri, em plena pequena área, cabeceou ao lado após cruzamento da direita do lateral Tiago Mesquita.
O jogo começou dividido, embora com o Marítimo sempre com sinal mais em termos de assertividade. O Boavista respondia como podia, tentando explorar a velocidade para sair em direção à baliza de Gottardi.
Maurício, na sequência de um pontapé de canto, obrigou Agayev a defesa apertada, aos 20′. Iuri Medeiros respondeu pouco depois, rematando à figura de Gottardi, num lance que tem origem numa mão na bola do maritimista Raul, com o árbitro, Vasco Santos, a dar a lei da vantagem e a substituir a marcação da falta pela conclusão do lance por parte do avançado axadrezado.
Aos 25′, o Boavista viu a vida andar para trás. Tiago Mesquita lesionou-se quando perseguia Xavier numa jogada aparentemente inofensiva desenrolada na grande área. As dores não lhe permitiram controlar os movimentos do corpo, acabando por carregar inadvertidamente o adversário. Penálti e troca forçada na turma de Miguel Leal, que fez entrar Tengarrinha para a posição do desafortunado Tiago Mesquita.
Dyego Sousa foi frio na marcação da grande penalidade subsequente a tão atípico lance e deu o 1-0 ao Marítimo, estavam decorridos 27′.
A perder, o Boavista chegou-se um pouco mais à frente. A convicção é que não foi muita na hora da finalização. Até ao intervalo, pouquíssimas foram as vezes que conseguiu assustar Gottardi, demonstrando escassa lucidez quando o assunto dizia respeito a alvejar a baliza.
No segundo tempo, o Boavista apresentou-se sem alterações táticas e na constituição da equipa que terminou os 45 minutos iniciais. E teve de levar com cinco minutos intensíssimos do Marítimo, que praticamente não deixou respirar o oponente.
Da primeira vez que se libertou das amarras, o Boavista chegou ao empate. Iuri Medeiros trabalhou bem a bola e deu-a ao inspirado Carraça, que de fora da área rematou colocadíssimo e fez o 1-1, marcava o cronómetro 51′. Um golaço a selar a melhor jogada dos axadrezados até então.
O Marítimo reagiu com um remate para parada apertada de Agayev, aos 53′. Mas foi sinal isolado no que a frisson dizia respeito. O golo boavisteiro poderia ter tido o condão de transportar a partida para patamares máximos, ou próximos disso, de emotividade. Tal acabou por não suceder, com ambas as formações a perderem-se na tentativa de controlar a situação. Resultado: pouca consequência nas ações, alguma confusão e praticamente zero de chances dignas desse epíteto.
Aos 72′, Miguel Leal tentou alterar as coisas e colocar algum rumo no jogo, fazendo entrar Digas para o lugar de Renato Santos.
O desafio, porém, continuou ativo, é verdade, mas na mesma linha de falta de ideias na construção de jogadas com cabeça, tronco e membros. Apenas uma defesa de Agayev, muito perto do final, fez o Estádio dos Barreiros, que inaugurou bancada e iluminação artificial novas, quase a gritar golo.
Com o empate na Madeira, o Boavista passou a somar nove pontos e a integrar o grupo dos nonos classificados, onde tem a companhia, à condição, de Paços Ferreira, Belenenses e Feirense.
Na próxima jornada, as panteras recebem o Estoril-Praia. O jogo será disputado no próximo sábado, dia 29, às 20h30, no Estádio do Bessa.

sábado, 15 de outubro de 2016

Vitória na Estreia do Novo Técnico

UD LEIRIA-0 BOAVISTA FC-2
Taça de Portugal 3º Eliminatória
15 de Outubro de 2016 - 16h
 Estádio Municipal de Leiria
Árbitro : Manuel Oliveira(A.F.Porto)


GR:Wilson Soares GR:Kamran Agayev
DD:Filipe Brigues DD:Tiago Mesquita
 DC:Anilton Júnior DC:Nuno Henrique
DC:Tomas Rukas DC:Lucas Tagliapietra
DE:Káka DE:João Talocha
MC:Fábio Pereira(João Coimbra 84') MC:Idrís Mandiang(Bernardo Tengarrinha 85')
MC:Tony Correia MC:Carraça
MC:Éder Diogo(Afonso Caetano 75')  MC:Fábio Espinho
ED:André Azevedo ED:Iuri Medeiros
EE:Jorginho(Serge Kevyn 66')  EE:André Bukia(Renato Santos 67')
PL:Ernest Antwi PL:Erivelto Silva(André Schembri 72')
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Treinador:Kata                   Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Ernest Antwi 36' e 41',Carraça 53',Nuno Henrique 59',Fábio Espinho 84' e Tiago Mesquita 91'.

Golos: Tomas Rukas 9'(a.g.) e Lucas Tagliapietra 16'.




É certo e sabido que na festa da Taça, na maior parte das vezes a história dos tomba-gigantes ocorrem precisamente porque o «grande» se desmazela, entra com atitude sobranceira e acaba por pagar por tabela. Não foi, no entanto, o que aconteceu na tarde deste sábado no Magalhães Pessoa de Leiria, onde o Boavista levou de vencida a União sem grandes problemas, muito graças a uma entrada autoritária na partida.
No jogo que marcou a estreia de Miguel Leal no banco do conjunto portuense, o Boavista procurou controlar a partida desde o arranque, ditando leis com um bloco mais subido e procurando explorar as arrancadas dos velozes Iuri Medeiros e Bukia. Não tardou muito até os axadrezados ganharem vantagem, ao décimo minuto, num golo a meias entre Iuri Medeiros e o defesa Rukas. O mais difícil, em teoria, estava feito. No entanto, o segundo golo apareceu de rompante, isto depois de mais uma boa tentativa de Iuri Medeiros: canto cobrado por Carraça no lado esquerdo e o gigante Lucas impôs-se de cabeça, como é habitual, não dando quaisquer hipóteses ao guardião da casa, Wilson.
Até ao intervalo, os leirienses procuram responder, mas sempre de forma ténue e sem grande objetividade. Porém, a tarefa acabou por se complicar ainda mais, na sequência da expulsão do médio ofensivo Ernest, por ter atingido com o cotovelo, de forma ostensiva, o central boavisteiro Henrique. Após 45 minutos de futebol debaixo de um cenário de chuva e sol, a vantagem dos nortenhos justificava-se plenamente.
O recomeço da partida foi bastante aberto, com Agayev a ter de se aplicar para evitar o golo do conjunto do Lis em pelo menos duas ocasiões e com o guardião rival Wilson a ser igualmente importante travando um terceiro golo do conjunto axadrezado, que deixaria as coisas resolvidas. Apesar de tudo, a partida foi perdendo vivacidade, dado que a crença e capacidade de reação dos donos da casa se foi desvanecendo e o Boavista controlava o desenrolar das ações sem qualquer esboço de stress.
À entrada para os últimos 25 minutos, finalmente os técnicos decidiram mexer nas equipas, com Kata a lançar o agitador Kevyn e Miguel Leal a apostar em Renato Santos e pouco depois no internacional maltês Schembri. Na verdade, o jogo voltou a ter alguma intensidade na parte final, mas tanto de um lado como do outro o acerto não foi o melhor. E assim segue rumo à quarta eliminatória uma «pantera» avessa a surpresas…

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Miguel Leal é o novo treinador do Boavista Futebol Clube

Miguel Leal é o novo treinador do Boavista Futebol Clube
O novo treinador axadrezado assinou, hoje, um contracto até ao final da época, com mais uma de opção.
Na equipa técnica mantém-se Jorge Couto e Alfredo Castro. Acompanham o novo treinador os adjuntos: Álvaro Pacheco, Elias Nunes e Pedro Valdemar.
Miguel Leal hoje já assumirá o treino da tarde e, amanhã, haverá treino aberto, às 15H00 no Estádio do Bessa Século XXI.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Comunicado Erwin Sanchez Deixa Comando Técnico do Boavista!

1- A Boavista, SAD e o treinador Erwin Sanchéz chegaram, hoje, a acordo, tendo rescindido o contrato de trabalho que haviam subscrito.
2- Entenderam as Partes que esta seria a melhor solução para a defesa dos interesses da Instituição Boavista.
3- Neste momento, a Boavista, SAD não pode deixar de agradecer a Erwin Sanchéz o trabalho que desenvolveu na Instituição.
Porto, 10 de Outubro de 2016
A Administração da Boavista Futebol Clube, Futebol SAD

sábado, 8 de outubro de 2016

Eliminados da Taça CTT

BOAVISTA FC-0
 CF BELENENSES-1
Taça CTT 2ºFase 2016-2017
8 de Outubro de 2016 - 15h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Hélder Malheiro(A.F.Lisboa)

GR:Mickael Meira   GR:Joel Pereira
DD:Edú Machado   DD:João Diogo
 DC:Phillipe Sampaio DC:Dinis Almeida
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Gonçalo Brandão
DE:Anderson Correia(Samú 78') DE:Florent Hanin(Mica Pinto 88')
MC:Idrís Mandiang(Lovro Medic 67')  MC:João Palhinha
 MC:Fábio Espinho MC:André Sousa
MC:Anderson Carvalho MC:Hassan Yebda(Luís Silva 75')
ED:Iuri Medeiros ED:Fábio Sturgeon
EE:André Bukia EE:Gerso Fernandes
PL:Erivelto Silva(Digas 46')  PL:Betinho( Komnen Andric 64')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Quim Machado

Cartões Amarelos:Fábio Espinho 68' e Iuri Medeiros 80'.

Golos: Dinis Almeida 62'.



O Boavista foi afastado da edição desta temporada da Taça da Liga, ao perder em casa com o Belenenses (0-1), este sábado à tarde.
Num jogo em que Erwin Sanchez aproveitou para ver em ação alguns dos jogadores menos utilizados no campeonato até à data, valeu ao Belenenses, que estreou Quim Machado no banco após a saída a meio da semana do espanhol Julio Velasquez, o golo apontado por Dinis Almeida, aos 62′, para assegurar a vitória.
A Taça da Liga, esta época batizada como Taça CTT, sofreu algumas alterações no figurino, com a fase atual, a segunda (primeira em que participam equipas da I Liga), a decidir-se numa só partida.
Com a derrota no Bessa às mãos do Belenenses, o Boavista vê-se irremediavelmente fora da prova numa fase prematura. Resta-lhe, além, claro, do campeonato, a participação na Taça de Portugal. Aliás, esse será o próximo compromisso oficial no calendário, no próximo sábado, dia 15, frente ao União de Leiria, do Campeonato Nacional de Seniores, fora.
No que diz respeito à I Liga, o Boavista regressa à ação dia 21, data em que defrontará o Marítimo, na Madeira.
Atualmente, os axadrezados ocupam à sétima jornada o oitavo lugar, com oito pontos. Ao todo, venceu dois jogos, empatou outros dois e perdeu três.

domingo, 2 de outubro de 2016

De Volta as Vitórias


BOAVISTA FC-2 MOREIRENSE FC-0
Liga Nós 2016-2017  7ºJornada
2 de Outubro de 2016 - 18h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Jorge Ferreira(A.F.Braga)

GR:Kamran Agayev    GR:Giorgi Makaridze
DD:Tiago Mesquita   DD:Tiago Almeida
 DC:Nuno Henrique(Phillipe Sampaio 74') DC:Diego Galo
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Marcelo Oliveira(D.Ramírez 87')
DE:João Talocha DE:Pedro Rebocho
MC:Idrís Mandiang  MC:Caûe
 MC:Fábio Espinho(Anderson Carvalho 87') MC:Alan Schons
MC:Carraça MC:Francisco Geraldes(Ença Fati 68')
ED:Iuri Medeiros ED:Daniel Podence
EE:André Bukia EE:Nildo Petrolina(Emmanuel Boateng 45')
PL:Erivelto Silva(Digas 59')  PL:Roberto Rodrigo

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Pepa

Cartões Amarelos:Fábio Espinho 27',Marcelo Oliveira 45',Chico Geraldes 46',João Talocha 53',Iuri Medeiros 77' e Caûe 90'.

Golos: Lucas Tagliapietra 30' e Idrís Mandiang 83'.





O Boavista bateu este domingo o Moreirense por 2-0, com golos de Lucas Tagliapietra e Idris Mandiang, e voltou às vitórias na I Liga.

Com Erivelto, Bukia e Iuri Medeiros na frente, o Boavista entrou melhor e fez jus à condição de visitado, com pressão alta e vontade de pegar no jogo. Apesar de Cauê ter acertado no poste na sequência de um canto, o Moreirense pouco fez para tentar chegar à vantagem, ainda que lhe caísse uma nova oportunidade do céu.
Aos 24 minutos, Henrique tem uma abordagem desastrada sobre Nildo Petrolina, e não só não consegue cortar a bola como faz o pior: grande penalidade, assinalada por Jorge Ferreira.
Chamado à marcação, Roberto partiu para a bola sob um coro de assobios e rematou para a direita de Aghayev. O azeri adivinhou o lado e usou as pernas para impedir o primeiro da partida. Depois de ficar mal batido no 4-0 frente ao FC Porto, o guardião vestia agora o papel de herói.
O Boavista ficou motivado e voltou a partir para cima do Moreirense com renovada confiança. E havia de chegar ao golo seis minutos depois, quando um cruzamento de Fábio Espinho na esquerda, na sequência de uma jogada de insistência, encontrou Lucas Tagliapietra na área. O central subiu mais alto que os dois defesas do Moreirense, apanhados em falso, e empurrou a bola para o fundo das redes para alegria dos adeptos axadrezados nas bancadas.
Aos 40 minutos, um canto batido na direita encontrou a cabeça de Carraça na área, mas Makaridze afastou a bola com uma defesa de recurso que impediu o segundo golo, que aliás se justificava pelo maior ímpeto que o Boavista foi apresentando depois do golo.
Tranquilo, tranquilo
No reatar do encontro, o Moreirense surgiu por cima e com vontade de chegar ao empate. Ainda assim, era sobretudo através de bolas paradas que mais se aproximava do golo, com a defesa do Boavista a manter-se segura (ainda que demasiado agressiva).
Aos 58 minutos, o técnico boliviano mexe pela primeira vez. Sai Erivelto, apagado no jogo, e entra Digas, o jovem ex-Salgueiros que tem impressionado na equipa de Sánchez.
O encontro continuou disputado e a verdade é que os axadrezados conseguiram anular os minhotos, que passaram mais de 20 minutos sem rematar à baliza.
Aos 78 minutos, Nuno Henrique saiu lesionado e deu lugar a Phellipe Sampaio.
Cinco minutos depois, os homens da casa conseguiram dar a machadada final na partida. O capitão Idris Mandiang assumiu a responsabilidade e fez o 2-0 ao dar boa resposta de cabeça a um canto de Iuri Medeiros, matando um encontro que na segunda parte parecia não ter sequer qualquer ameaça real à liderança do Boavista.
Para segurar a vantagem, Erwin Sánchez fez entrar Anderson Carvalho e saiu Fábio Espinho, aos 86 minutos, quando o médio já estava esgotado.
O jogo terminou pouco depois. O Boavista volta a vencer cinco jogos depois, enquanto o Moreirense continua a afundar-se na classificação.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Terceira Derrota Consecutiva com Campo Demasiado Inclinado

FC PORTO-3 BOAVISTA FC-1
Liga Nós 6ºJornada
23 de Setembro de 2016 - 19h
 Estádio do Dragão
Árbitro : Nuno Almeida(A.F.Algarve)

GR:Iker Casillas  GR:Kamran Agayev
DD:Miguel Layún DD:Tiago Mesquita
 DC:Iván Marcano DC:Nuno Henrique
DC:Felipe DC:Philippe Sampaio
DE:Alex Telles DE:João Talocha
MC:Danilo Pereira MC:Idrís Mandiang(Erivelto 82')
MC:Otávio(Yacine Brahimi 81') MC:Carraça
MC:André André(Héctor Herrera 74') MC:Fábio Espinho
MC:Olíver Torres ED:André Bukia
PL:Adrian López(Diogo Jota 69') EE:Iuri Medeiros(André Schembri 63')
PL:André Silva PL:Digas
.
Treinador:Nuno Espírito Santo    Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Nuno Henrique 39',Tiago Mesquita 77' e Yacine Brahimi 85'

Golos: Nuno Henrique 4', André Silva 19' e 41'(g.p.) e Kamran Agayev 87'(a.g.)





Mas não foi fácil a vitória do FC Porto, que regressou ao 4-3-3 e teve em Adrián Lopez a maior surpresa no onze inicial.
O dérbi da Invicta não poderia ter começado mais animado. Da primeira vez que houve perigo junto de uma das balizas, houve também golo. E para o Boavista, para surpresa geral no Estádio do Dragão – que não encheu, cerca de 30 mil espetadores, 20 mil a menos do que a lotação máxima.
Estavam decorridos 5’ quando um livre batido em direção à área por Fábio Espinho, pouco à frente da linha de meio campo, foi ter à cabeça do defesa central Nuno Henrique, que subiu ao segundo andar e bateu Casillas. Era o 0-1 e o cheiro a surpresa a pairar no Dragão.
A partir do golo do Boavista, o FC Porto tomou conta do jogo. A posse de bola foi bastante, é verdade, as oportunidades é que demoraram a aparecer.
Oliver Torres voltou a ser o principal motor azul e branco, com a surpresa Adrián Lopez numa das alas, Otávio na outra e André Silva como elemento mais avançado.
Regular e organizado, o Boavista segurou a defesa com os centrais Phillipe Sampaio – de regresso à equipa no lugar do castigado Lucas – e Nuno Henrique, bem apoiados pelos laterais Tiago Mesquita e Talocha. Um quarteto que raramente concedeu espaços aos homens mais avançados do FC Porto, fechando linhas de passe e demonstrando concentração acima da média, para desespero e nervoso miudinho dos homens da casa.
O certo é que quando as chances do FC Porto começaram a surgir mais pareceram enxurrada de massacre atacante, tantas foram em catadupa e tanto perigo levaram à baliza de Agayev, guarda-redes internacional pelo Azerbaijão em estreia absoluta na I Liga.
Aos 16’, Talocha tirou o pão da boca a André Silva quando o jovem ponta de lança se preparava para tocar de cabeça. Um minuto depois foi Otávio a ameaçar. Deu pontapé de canto e, na sequência deste, Danilo Pereira atirou ao poste do batido Agayev.
Aos 19’, pintou-se o 1-1. André Silva, 19’, após assistência de luxo de Otávio, tocou de pé esquerdo e restabeleceu o empate.
Foi o tónico ideal para o FC Porto espevitar-se e surgir mais mandão do que nunca. O Boavista remeteu-se então para uma postura ainda mais defensiva, mais por mérito da persistência atacante dos azuis e brancos (mais de 70 por cento de posse de bola) do que por ineficácia dos axadrezados (que, curiosamente alinharam no Dragão com equipamento alternativo: camisola laranja, calções e meias pretos).
Aos 24’, André André tirou as medidas à baliza de Agayev e só não acertou nas redes porque a bola saiu ligeiramente ao lado.
Os homens de Nuno Espírito Santo continuaram incisivos, sempre em cima dos rapazes de Sanchez, com presença quase constante na grande área contrária e com momentos em que arrancaram aplausos entusiastas das bancadas. Apesar da insistência, faltou ao FC Porto instinto matador para visar de forma mais concreta a baliza de Agayev. Tanto domínio não foi traduzido em situações de golo, nem por sombras.
Aos 40’, grande penalidade a dar o 2-1 ao FC Porto. Otávio foi tocado por Nuno Henrique quando fugia pela linha e o árbitro, o algarvio Nuno Almeida, não teve dúvidas em assinalar castigo máximo. André Silva, chamado à marcação, teve frieza de veterano e converteu o penálti sem mácula. Segundo golo azul e branco no dérbi, cambalhota no placard com carimbo bem vincado do jovem avançado.
O Boavista só aos 36’ conseguiu libertar-se das amarras e voltar a assustar Casillas. Bukia, sempre ele, rematou pouco por cima.
A segunda parte surgiu sem alterações de parte a parte. E com os mesmos sinais da primeira metade: domínio absoluto do FC Porto e um Boavista atirado para o seu meio-campo, de onde saiu com muita dificuldade.
Vendo que os seus jogadores tinham dificuldade em reagir, Sanchez retirou o apagado Iuri Medeiros e colocou o internacional maltês Schembri, aos 63’. Deu certo porque logo a seguir Carraça disparou um tiro forte que foi parado com alguma dificuldade por Casillas e Bukia tentou um chapéu que saiu com medidas erradas.
De Realçar um penalty não assinalado sobre André Schembri que daria o 2-2.
Nuno Espírito Santo respondeu com a saída do muito aplaudido Adrian Lopez (coisa rara no Dragão) e a entrada do reforço Diogo Jota. E, pouco depois, com a troca de André André por Herrera.
O dérbi caminhou para o fim com o FC Porto sempre no comando das operações, embora com o Boavista mais afoito desde a alteração produzida por Sanchez.
Brahimi (por Otávio) e Erivelto (por Idris) ainda foram chamados a jogo, mas pouco ou nada alteraram no rumo da partida.
Quem esteve em destaque foi Alex Telles, que fez o 3-1, aos 86’, numa frangalhada de Agayev, que teve a bola entre
as mãos e a deixou fugir.
O resultado não mais se alterou. Vitória (3-1) e três pontos para o FC Porto, que assim regressou aos triunfos no campeonato. O Boavista, por seu lado, somou a terceira derrota consecutiva.
Na próxima jornada, a sétima da edição 2016/17 da I Liga, o FC Porto vai à Madeira jogar com o Nacional, sábado, 1 de outubro, às 20h30. No dia seguinte, às 18h, o Boavista recebe o Moreirense, no Estádio do Bessa.


domingo, 18 de setembro de 2016

Derrota no Bessa

BOAVISTA FC-1 CD FEIRENSE-2
Liga Nós 2016-2017 5ºJornada
18 de Setembro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
 Árbitro:Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Mickael Meira    GR:Peçanha
                            DD:Tiago Mesquita   DD:Sérgio Barge(Jean Sony 53')
 DC:Nuno Henrique DC:Ícaro Silva
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Luís Rocha
DE:João Talocha DE:Vítor Bruno
MC:Idrís Mandiang  MC:Cris Santos
 MC:Fábio Espinho MC:Sérgio Semedo
MC:Bernardo Tengarrinha(Iuri Medeiros 45') MC:Luís Aurélio
ED:Renato Santos(Erivelto Silva 67') ED:Tiago Silva(Fabinho 73')
EE:André Bukia(Digas 78') EE:Luís Machado( Higor Platiny 66')
PL:André Schembri  PL: Tasos Kamaranos

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:José Mota

Cartões Amarelos:Bernardo Tengarrinha 27',Tiago Silva 37',Sérgio Barge 41',Cris Santos 54',André Bukia 60' e Vítor Bruno 80'.

Cartões Vermelhos: Lucas Tagliapietra 90'.

Golos: Tiago Silva 28',André Bukia 73' e Vítor Bruno 90'.



Este foi o segundo desaire consecutivo do Boavista, depois de início prometedor no campeonato e antes da deslocação, na próxima jornada, ao Estádio do Dragão para defrontar o FC Porto.
No Bessa, esfumaram-se as expetativas de quem esperava ver em ação o mais recente reforço, o guarda-redes internacional pelo Azerbaijão Agayev, que nem no banco se sentou. Na baliza axadrezada esteve Mickäel Meira, que assim se estreou na I Liga aos 22 anos. Ba, titular no jogo anterior em Braga, foi suplente.
Logo aos 2′, Fábio Espinho disparou um livre direto que apenas foi travado por intervenção esforçada do experiente guarda-redes Peçanha. Pouco depois foi Tengarrinha, tambem na sequência de livre, a aproveitar confusão na grande área para disparar por cima.
Ainda antes dos 15′, o central Lucas caiu na área mas o árbitro, Bruno Esteves, mandou seguir, não parecendo ter havido razões para castigo máximo.
Era o sinal mais de um Boavista que entrou dominador e praticamente não deixou o Feirense respirar. Os visitantes preferiram uma estratégia de contenção e das poucas vezes em que se atreveram no meio campo dos da casa foram sempre travados pela defesa axadrezada, comandada por Lucas e Nuno Henrique, com Tiago Mesquita e Talocha a fecharem bem as alas.
Aos poucos, porém, o Boavista foi perdendo o gás inicial, incomodando Peçanha com cada vez menos assiduidade. O jogo perdeu interesse, com os passes errados a multiplicarem-se e as bolas pelo ar a ganharem vez ao futebol corrido.
O Feirense aproveitou a apatia crescente do Boavista e chegou mesmo ao golo, aos 28′. Lucas perdeu a bola em sítio proibido para Luís Aurélio, que cruzou para o coração da área onde surgiu Tiago Silva a completar o 0-1 após corte incompleto de Nuno Henrique.
O golo sofrido foi notoriamente incómodo para os homens de Erwin Sanchez, que demoraram a reagir e sentiram muitas dificuldades para impor o seu jogo até ao intervalo.
Os passes entravam com dificuldade, o meio campo desorganizou-se e só em lances de bola parada foi possível cheirar o golo, como aos 33′ quando Nuno Henrique cabeceou por cima após livre lateral de, sempre ele, Fábio Espinho.
As coisas não mudaram até Bruno Esteves apitar para o final da primeira parte. A única exceção, aos 42′, foi um remate à meia volta de Idris, após pontapé de canto, que obrigou Peçanha a parada aplicada.
Sanchez viu que as coisas não corriam bem e deixou no balneário Tengarrinha, já amarelado, fazendo entrar Iuri Medeiros, numa tentativa de que o extremo emprestado pelo Sporting pudesse ser fator de desequilíbrio. E acabou por ser.
O Boavista regressou do intervalo com mais vontade, isso foi notório, mas nervosismo a mais e discernimento a menos. Apenas aos 58′ foi possível ver oportunidade digna desse epíteto. Iuri Medeiros abriu bem o espaço de Bukia na esquerda, este cruzou para a pequena área e Schembri tirou as medidas ao azar ao rematar a milímetros do poste esquerdo da baliza de Peçanha.
Foi o primeiro sopro de reação do Boavista no segundo tempo, com um Feirense a controlar o jogo à sua maneira: defendendo compacto e organizado, e guardando ao máximo a bola quando ganhava a posse.
Com o jogo a continuar pastoso e pouco esclarecido, Sanchez voltou a mexer no xadrez, retirando o pouco inspirado Renato Santos e colocando em jogo o avançado Erivelto, aos 67′, naquele que foi um dos momentos chave da partida.
Logo a seguir à troca, Fábio Espinho, um dos melhores em campo, atirou à figura de Peçanha aos 69′.
Corria o minuto 73′ quando o Estádio do Bessa explodiu de alegria. Bukia rematou de primeira um míssil que fez os adeptos boavisteiros gritarem golo (1-1). E que golo, daqueles que merecem figurar no lote dos melhores de qualquer campeonato. Erivelto, o tal avançado em quem Sanchez apostara pouco antes, foi determinante ao fazer o cruzamento que originou o empate.
Com a igualdade restabelecida, Bukia, o heroi axadrezado, deu a vez a Digas, aos 78′, o que, refira-se, não retirou poder de fogo ao Boavista, que ficou atiçado com o golo e procurou com bastante intensidade a reviravolta. Aos 83′, foi Henrique a falhar por pouco o 2-1.
Até ao apito final de Bruno Esteves, o Boavista foi sempre a equipa mais esclarecida em busca da vitória, mas acabou por não ter a sorte do seu lado. As oportunidades deram em nada e, pior ainda, Lucas, aos 90′, viu vermelho direto depois de derrubar um adversário que seguia isolada rumo à baliza de Meira.
Uma desgraça nunca vem só e, na sequência do livre, Vítor Bruno colocou a bola na gaveta do Boavista, fazendo o 1-2 e colocando um ponto final na partida.
O resultado acabou por premiar a eficácia do Feirense e castigar a súbita apatia do Boavista no primeiro tempo e posterior pouco esclarecimento até ao meio da segunda parte.
Na próxima jornada, o Boavista vai ao Estádio do Dragão para jogar com o FC Porto. O dérbi da Invicta tem início às 19h de sexta-feira, dia 23.