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domingo, 20 de novembro de 2016

Eliminados da Taça de Portugal

BOAVISTA FC-1 GUIMARÃES-2
Taça de Portugual 4ºEliminatoria 2016-2017
Após Prolongamento
20 de Novembro de 2016 - 19H15
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Jorge Sousa(A.F.Porto)

GR:Kamran Agayev    GR:João Miguel Silva
DD:Edú Machado   DD:Bruno Gaspar
 DC:Nuno Henrique DC:Josué Sá
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Pedrão
DE:João Talocha DE:Rúben Ferreira
MC:Idrís Mandiang  MC:Rafael Miranda(João Aurélio 81')
 MC:Fábio Espinho MC:João Pedro
MC:Carraça(Bernardo Tengarrinha 63') MC:Tozé(Bernard Mensh 66')
ED:Iuri Medeiros(Phillipe Sampaio 90') ED:Hernâni(Paolo Hurtado 90')
EE:Renato Santos EE:Raphinha
PL:André Schembri(Erivelto Silva 77')  PL:Tiquinho Soares

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Pedro Martins

Golos: Tiquinho Soares 27'(g.p),André Schembri 56' e Paolo Hurtado 118'.

Cartões Amarelos:Rúben Ferreira 31',Hernâni 39',Lucas Tagliapietra 49',Rafael Miranda 70',Erivelto Silva 80',Nuno Henrique 84',Lucas Tagliapietra 90',Idrís Mandiang 100',Kamran Aghayev 110',Fábio Espinho 116'.

Cartões Vermelhos: Lucas Tagliapietra 90' e Idrís Mandiang 120'


Foi preciso ir a prolongamento para Boavista e V. Guimarães decidirem quem seguia para os oitavos de final da Taça de Portugal. Foi um golo de Hurtado de bola parada a decidir a eliminatória aos 118 minutos de um jogo vivo, dentro e fora de campo, com boa casa, e futebol bem disputado. A altura da prova rainha do futebol português… até ao apito final, já que as cenas que se seguiram depois foram lamentáveis.
Foi a equipa da casa a criar a primeira situação real de perigo, com um cabeceamento de Talocha, na marcação de um canto, a fazer a bola passar ligeiramente por cima da baliza de Miguel Silva.
Mas seria o Vitória o primeiro a fazer mexer o marcador. Aos 26 minutos, o árbitro assinalou grande penalidade por mão de Carraça. A bola ressaltou num lance com João Pedro na área e a bateu no braço do jogador do Boavista. Chamado a converter, Soares mostrou-se frio e implacável. Guarda-redes para um lado, bola para o outro. E estava feito o 1-0.
O Boavista quis responder ao golo, aumentou o pendor atacante, o que também deu mais espaços aos vitorianos. Com Tozé a mostrar o porquê de ter sido escolha para o onze, furando pelo meio campo boavisteiro, chegando a dar alguns nós a Idris, e jogando depois com Soares, Raphinha e Hernâni, o Vitória ia tendo bastante presença no último terço do terreno boavisteiro.
Aos 37 minutos, Josué tentou a sorte de longe e fez a bola passar junto ao poste, Hernâni furou pela área e valeu ao Boavista que Lucas e Talocha o apertaram de imediato, tendo um deles conseguido fazer o corte.
A segunda parte prometia muito e não falhou. O jogo manteve-se vivo, de ritmo elevado, com os homens da casa a mostraram que não queriam ficar pelo caminho.
Idris foi conseguindo superiorizar-se a Tozé no meio campo. Carraça, que acabaria por sair depois do golo, mostrou-se fortíssimo nas recuperações de bola. Iuri Medeiros, que já tinha feito uma boa primeira parte, ia, a par com Renato Santos e Fábio Espinho, colocando a bola na frente e o golo parecia ser inevitável.
Aos 50 minutos, num cruzamento para a área vitoriana, onde estava Schembri, o árbitro assinalou grande penalidade por alegada mão de Bruno Gaspar. Schembri ainda conseguiu colocar a bola na baliza de Miguel Silva, mas o jogo já estava interrompido. Só que, depois de conferenciar com os assistentes decidiu (e bem, como mostram as imagens televisivas) anular a grande penalidade. O defesa vitoriano não toca realmente com a mão na bola.
O lance caricato não perturbou os boavisteiros. Logo a seguir, o mesmo Schembri, de calcanhar, a atirar junto ao poste e Miguel Silva a defender. Mas logo a seguir, na sequência de um canto, Iuri a colocar a bola na área, Henrique tenta chegar, mas não consegue, e Schembri, que recebe meio de costas, remata para o fundo da baliza, perante a passividade de Miguel Silva.
O guardião vitoriano acabaria depois por voltar a mostrar a sua qualidade ao defender um remate fortíssimo de Renato Santos de fora da área, num momento em que o Boavista aparecia constantemente na área adversária.
Mas, apesar de andar muito arredado da área do Boavista, a cinco minutos dos 90, o golo do Vitória podia ter acontecido mesmo. Num livre traiçoeiro que toda a gente deixou passar, Agayev desviou para o pé direito de Josué. Surpreendido, o defesa atirou ao lado.
Logo a seguir foi Hernâni a fazer a bola rasar o poste, tirando o fôlego aos cerca de quatro mil adeptos vitorianos presentes no Bessa.
Os últimos minutos foram, aliás, asfixiantes. O golo parecia poder surgir a qualquer momento e foi Agayev quem teve que aguentar o sufoco. Já nos descontos, uma falta de Lucas quase em cima da linha da área, leva-o a ver o segundo amarelo, voltando a ser expulso, e deixando a equipa em desvantagem numérica. Raphinha, na conversão, atirou ao lado, mas junto ao poste.
O prolongamento foi inevitável, mas a queda da qualidade de jogo também, não só pelo desgaste físico dos jogadores, mas também pelo facto de o Boavista ter tido que se fechar por estar a jogar com menos um. E, quando parecia que o jogo estava destinado a grandes penalidades, Hurtado, de livre, fez aquilo que o Vitória tanto queria e o Boavista temia: o golo que selou a eliminatória. O livre saiu rasteiro, forte, e Agayev, que até já tinha mostrado o que vale esta noite, acaba por não sair bem na fotografia.
O Vitória segue para os oitavos de final. O Boavista fica pelo caminho. E, já depois do apito final, cenas lamentáveis num desacato entre Miguel Silva e Idris a manchar um jogo de qualidade. O guardião vitoriano terá feito gestos para os adeptos axadrezados, Idris foi pedir explicações e acabou por agredir o adversário, tendo sido expulso.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Taça de Portugal: Antevisão Boavista FC - VSC Guimarães


Taça de Portugal
BOAVISTA FC vs Vitória SC
Domingo, dia 20 de Novembro às 19:15

Sócios
Boavista: 5€**
Publico 10€*

*Excepcionalmente, neste jogo, haverá bilhetes de públicopara adeptos do Boavista a 10€ para bancada Nascente.

Publico Geral
Topo Norte 10€
Tribuna VIP 20€

**Os Associados do Boavista que possuam Lugar Anual, Cativo e Camarote de Associado deverão adquirir Bilhete para o jogo (5€)

sábado, 5 de novembro de 2016

Vitória Importante em Vila do Conde

RIO AVE FC-1 BOAVISTA FC-2
Liga Nós 10ºJornada
5 de Novembro de 2016 - 20h30
 Estádio dos Arcos em Vila do Conde
Árbitro :Manuel Mota(A.F.Braga)




GR:Cássio GR:Kamran Agayev
DD:Pedrinho DD:Edú Machado
 DC:Roderick Miranda DC:Nuno Henrique(Phillipe Sampaio 71')
DC:Marcelo DC:Lucas Tagliapietra
DE:Rafa Soares DE:João Talocha
MC:Alhassan Wakaso(Yazalde 58') MC:Idrís Mandiang
MC:Rúben Ribeiro MC:Carraça(Bernardo Tengarrinha 59')
MC:Tarantini  MC:Fábio Espinho
ED:Héldon ED:Iuri Medeiros(Anderson Carvalho 90')
EE:Gil Dias(Ronan 75') EE:Renato Santos
PL:Guedes(Filip Krovinovic 67') PL:André Schembri
.
Treinador:Nuno Capucho                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Alhassan Wakaso 43',João Talocha 74',Phillipe Sampaio 92',Kamran Agayev 94'.Ronan 97' e Héldon 97'.

Golos: Renato Santos 25',Gil Dias 33' e Nuno Henrique 49'.





«Temos de começar por criar os alicerces para que a casa se aguente. Depois vamos pintá-la com as cores de que gostamos e que a tornem mais bonita. No fundo, vamos enfeitá-la.»
Miguel Leal elaborou o plano e a construção está em marcha. O Boavista regressou aos triunfos na Liga e em terreno difícil. Momento de crise para o Rio Ave, em ciclo de sete jogos sem vencer (1-2).
A formação axadrezada marcou, sofreu e marcou novamente. Terminou o jogo a queimar tempo, a defender junto da sua baliza, mas a prática não pode ser condenável perante a proximidade de um triunfo importante.
Agayev é a grande figura deste novo Boavista. Segurou os três pontos e voltou a ser o mais efusivo nos festejos com os adeptos. Veio do Azerbaijão para substituir Mika e conquistou o Bessa.
O Rio Ave tem razões de queixa de Manuel Mota e fez por merecer o empate. Porém, tem culpa própria neste desfecho. Faltam soluções.
Frio em Vila do Conde, a anunciar que o verão já lá vai, moldura humana relativamente interessante para uma noite que puxava para o conforto do lar. Num fim-de-semana em que o clássico FC Porto-Benfica é incontornável cabeça-de-cartaz, outros espetáculos da Liga eram aguardados com expectativas, sobretudo este Rio Ave-Boavista.
Equipas relativamente próximas, no mapa de Portugal e na tabela classificativa. Um Rio Ave em aparente quebra após bom início de temporada, o Boavista a ganhar nova vida com a chegada de Miguel Leal.
O futebol equilibrado mas positivo do homem que chegou ao Bessa traduziu-se numa boa entrada em campo, anunciando uma formação axadrezada com predisposição para discutir o controlo do jogo. Mais tranquilo que o adversário, o onze boavisteiro pressionou alto e superiorizou-se nos primeiros minutos.
A equipa de Nuno Capucho, que trocou Yazalde por Guedes (o melhor marcador do Rio Ave, apenas com 2 golos), foi estabilizando e começou a duvidar de Manuel Mota após um fora-de-jogo tirado a Héldon. Sem margem para dúvidas, porém, foi a carga de Idrís Mandiang sobre Tarantini ao minuto 19. Penálti por assinalar.
Um toque maltês na obra de Renato
Indiferente a esse foco de contestação, o Boavista logrou chegar à vantagem em movimento delicioso. Bola longa, toque inteligentíssimo de Schembri – este maltês não é ponta-de-lança mas tem qualidade de sobra – e Renato Santos a caminhar para a área do Rio Ave. Vendo Cássio adiantado, Renato encheu o pé e marcou um golaço, de meia distância. Para ver e rever.
A equipa da casa acusou o golo. Dividia-se entre a tentativa de resposta e a fúria direcionada para o árbitro. Pouco depois, Rúben Ribeiro fica a pedir mão de Henrique na área. Difícil avaliar. O Rio Ave chegaria ainda assim ao empate, já ao minuto 34, quando Pedrinho cruzou com categoria pela direita e Gil Dias respondeu com um cabeceamento como mandam as regras, de cima para baixo.
O jogo andava assim, animado, por vezes duro (Wakaso viu amarelo por entrada perigosíssima sobre o adversário) e nem o intervalo mudaria o figurino.
Henrique já tinha ameaçado o golo em dois pontapés de canto. À terceira foi de vez. No arranque da etapa complementar, o central foi à área contrária e viu Cássio defender para a frente após canto cobrado por Iuri Medeiros. Henrique agradeceu e empurrou para a baliza.
Nova desvantagem do Rio Ave e carta branca para um ataque desmedido à baliza do Boavista. Héldon teve um falhanço incrível ao segundo poste, com as redes à sua mercê, e os axadrezados responderam com Iuri Medeiros a isolar-se, valendo Cássio a afastar a hipótese do 1-3.
Erro estratégico na corrida contra o tempo
A intranquilidade apoderava-se dos homens de Vila do Conde. Nuno Capucho não quis perder tempo precioso e alargou a frente de ataque com Yazalde. Ainda antes da hora de jogo, Wakaso ia tomar banho e a estratégia passava para um ousado 4x4x2. Essa opção condicionou os movimentos de Rúben Ribeiro e Tarantini, provando ser contraproducente. O Rio Ave piorou.
O Boavista, nessa fase, sentiu-se confortável no jogo.
Esta realidade tornou-se tão evidente que Nuno Capucho decidiu emendar a mão e voltar à estratégia original. Tudo isto em nove minutos. Para recuperar o controlo a meio-campo, lançou Krovinovic mas sacrificou o outro avançado, Guedes. Uma mudança que irritou os adeptos locais.
Com o final do jogo a aproximar-se, o Boavista foi baixando linhas e o Rio Ave montou o cerco. Ronan foi a derradeira arma da equipa de Vila do Conde, uma torre para a área axadrezada, mas as melhores oportunidades estiveram nos pés de Krovinovic. Ao minuto 77, o médio croata atirou a centímetros do poste axadrezado. Aos 82, viu Agayev voar para negar o empate.
Forte pressão mas sem resultados satisfatórios para o Rio Ave, que ainda se queixou de outros lances na área contrária. Yazalde caiu em disputa com Philipe Sampaio e Héldon, já nos descontos, introduziu a bola na baliza mas estaria em fora-de-jogo. Nestes casos, o árbitro parece ter decidido bem.

sábado, 29 de outubro de 2016

Empate na Estreia do Novo Técnico no Bessa

BOAVISTA FC-0 GD ESTORIL-0
Liga Nós 2016-2017  8ºJornada
29 de Outubro de 2016 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Ferreira(A.F.Braga)

GR:Kamran Agayev    GR:Moreira
DD:Edú Machado   DD:Mano
 DC:Nuno Henrique DC:João Afonso
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Thiago Cardoso
DE:João Talocha DE:Joel
MC:Idrís Mandiang  MC:Eduardo
 MC:Fábio Espinho MC:Afonso Taira
MC:Carraça(Anderson Carvalho 72') MC:Diogo Amado
ED:Iuri Medeiros(André Bukia 81') ED:Matheus Índio(Lucas Farias 87')
EE:Renato Santos EE:Matheus
PL:André Schembri(Erivelto Silva 66')  PL:Kléber(Bruno Gomes 73')

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Fabiano Soares

Cartões Amarelos:Nuno Henrique 58'.



Estoril e Boavista não foram além de um empate este sábado no Bessa, num encontro em que cada uma das equipas dominou um dos tempos e que terminou com uma pressão intensa dos axadrezados, numa fase em que os estorilistas já só tentavam segurar o ponto.
Naquele que foi o primeiro jogo de Miguel Leal em casa, desde que assumiu o comando da equipa. O treinador tinha dito que queria transformar o Bessa numa fortaleza e pediu aos adeptos um clima forte. Essa força pediu também à equipa, apostando num onze sem surpresas, mas com a particularidade de ter colocado Fábio Espinho mais recuado para reforçar controlar a zona de construção de jogo.
Já Fabiano Soares fez algumas mudanças ao onze sabendo que uma vitória permitiria à equipa subir alguns lugares na tabela e, inclusive, ultrapassar o Boavista. Kleber regressou ao onze (tinha entrado na segunda parte no encontro passado) após ter sido afastado dos relvados por uma lesão, e Mano recuperou o lugar na defesa.
Frente a frente duas equipas que precisavam de pontos e, durante quase todo o encontro (o Estoril parece ter desistido a partir de meio da segunda parte) procuraram o golo que não quis chegar. Logo aos 9 minutos a primeira oportunidade de golo. Kléber, a receber na área e, à vontade, a cabecear, com a bola a sair ao lado. Não estava numa noite particularmente inspirada o avançado brasileiro.
O próximo lance de perigo chegaria 15 minutos depois na mesma baliza. Após uma arrancada, Eduardo deixou para Mattheus e isolou-se, esperando que a bola fosse devolvida, mas Mattheus optou pelo remate de longe, que passou ligeiramente por cima da baliza de Agayev. Eduardo, sozinho na área, ficou a queixar-se da opção do companheiro.
Aos 13 minutos Schembri fica caído na área num lance com Thiago Cardoso. O árbitro não assinala grande penalidade, e com razão, já que não é visível nenhuma falta do defesa do Estoril. E o Boavista só viria a chegar com perigo à baliza de Moreira já quase em cima do intervalo, quando Iuri Medeiros rematou à entrada da área, para a defesa do guardião do Estoril.
A segunda parte trouxe mais Boavista ao jogo e mais ocasiões de perigo axadrezadas. Aos 50 minutos, Iuri Medeiros, na conversão de um livre, obrigou Moreira a esticar-se para impedir o golo. Logo a seguir, Lucas aparece na área, ganha ao guarda-redes e atira por cima.
Logo a seguir Kléber aparece na área naquela que foi a única ocasião de perigo dos estorilistas neste segundo tempo, mas Agayev conseguiu agarrar.
Até ao final o Boavista aumentou a pressão e o Estoril encolheu-se tentando segurar o empate. Renato Santos obrigou Moreira a puxar dos galões e tirar uma bola junto ao poste. Erivelto, que entrou para o lugar de Schembri rematou à malha lateral. Já quase em cima do apito final voltou a entrar na área e ficou a queixar-se de uma grande penalidade, mas fica a ideia de que terá tentado aproveitar a proximidade do adversário para ganhar o penálti.
O golo acabou mesmo por não chegar. O Boavista ocupa agora o 9.º lugar com 10 pontos. O Estoril é 16.º com 8 pontos.



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ponto Importante Na Madeira

CS MARÍTIMO-1 BOAVISTA FC-1
Liga Nós 8ºJornada
21 de Outubro de 2016 - 21h
 Estádio dos Barreiros no Funchal(Ilha da Madeira)
Árbitro :Vasco Santos(A.F.Porto)


GR:Eduardo Gottardi GR:Kamran Agayev
DD:Patrick Vieira DD:Tiago Mesquita(Bernardo Tengarrinha 28')
 DC:Maurício António DC:Nuno Henrique
DC:Raúl Silva DC:Lucas Tagliapietra
DE:Fábio China DE:João Talocha
MC:Erdem Sen MC:Idrís Mandiang
MC:Éber Bessa(G.Ghazaryan72') MC:Carraça
MC:FranSérgio  MC:Fábio Espinho
ED:Edgar Costa(Amido Baldé 87') ED:Iuri Medeiros(Anderson Carvalho 81')
EE:António Xavier(Gevaro 66') EE:Renato Santos(Digas 74')
PL:Dyego Souza PL:André Schembri
.
Treinador:Daniel Ramos                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 6',Renato Santos 45',Nuno Henrique 55',Kamran Agayev 74',Digas 81' e Patrick Vieira 82'.

Golos: Dyego Souza 27(g.p) e Carraça 51'.



Depois da estreia na Taça de Portugal, o fim-de-semana passado (vitória 2-0 frente ao União de Leiria), o técnico que substituiu Erwin Sanchez viu um Boavista com entrega, que teve de sobreviver a um caricato, e ao mesmo tempo dramático, penálti assinalado contra. A reação surgiu através de um grande golo de Carraça.
O Boavista, que alinhou de início com Agayev, Tiago Mesquita, Lucas, Nuno Henrique, Talocha, Idris, Fábio Espinho, Carraça, Renato Santos, Iuri Medeiros e Schembri, teve o privilégio da primeira oportunidade flagrante de golo no Estádio dos Barreiros. Foi cedo, muito cedo, aos 3′, que o internacional maltês Schembri, em plena pequena área, cabeceou ao lado após cruzamento da direita do lateral Tiago Mesquita.
O jogo começou dividido, embora com o Marítimo sempre com sinal mais em termos de assertividade. O Boavista respondia como podia, tentando explorar a velocidade para sair em direção à baliza de Gottardi.
Maurício, na sequência de um pontapé de canto, obrigou Agayev a defesa apertada, aos 20′. Iuri Medeiros respondeu pouco depois, rematando à figura de Gottardi, num lance que tem origem numa mão na bola do maritimista Raul, com o árbitro, Vasco Santos, a dar a lei da vantagem e a substituir a marcação da falta pela conclusão do lance por parte do avançado axadrezado.
Aos 25′, o Boavista viu a vida andar para trás. Tiago Mesquita lesionou-se quando perseguia Xavier numa jogada aparentemente inofensiva desenrolada na grande área. As dores não lhe permitiram controlar os movimentos do corpo, acabando por carregar inadvertidamente o adversário. Penálti e troca forçada na turma de Miguel Leal, que fez entrar Tengarrinha para a posição do desafortunado Tiago Mesquita.
Dyego Sousa foi frio na marcação da grande penalidade subsequente a tão atípico lance e deu o 1-0 ao Marítimo, estavam decorridos 27′.
A perder, o Boavista chegou-se um pouco mais à frente. A convicção é que não foi muita na hora da finalização. Até ao intervalo, pouquíssimas foram as vezes que conseguiu assustar Gottardi, demonstrando escassa lucidez quando o assunto dizia respeito a alvejar a baliza.
No segundo tempo, o Boavista apresentou-se sem alterações táticas e na constituição da equipa que terminou os 45 minutos iniciais. E teve de levar com cinco minutos intensíssimos do Marítimo, que praticamente não deixou respirar o oponente.
Da primeira vez que se libertou das amarras, o Boavista chegou ao empate. Iuri Medeiros trabalhou bem a bola e deu-a ao inspirado Carraça, que de fora da área rematou colocadíssimo e fez o 1-1, marcava o cronómetro 51′. Um golaço a selar a melhor jogada dos axadrezados até então.
O Marítimo reagiu com um remate para parada apertada de Agayev, aos 53′. Mas foi sinal isolado no que a frisson dizia respeito. O golo boavisteiro poderia ter tido o condão de transportar a partida para patamares máximos, ou próximos disso, de emotividade. Tal acabou por não suceder, com ambas as formações a perderem-se na tentativa de controlar a situação. Resultado: pouca consequência nas ações, alguma confusão e praticamente zero de chances dignas desse epíteto.
Aos 72′, Miguel Leal tentou alterar as coisas e colocar algum rumo no jogo, fazendo entrar Digas para o lugar de Renato Santos.
O desafio, porém, continuou ativo, é verdade, mas na mesma linha de falta de ideias na construção de jogadas com cabeça, tronco e membros. Apenas uma defesa de Agayev, muito perto do final, fez o Estádio dos Barreiros, que inaugurou bancada e iluminação artificial novas, quase a gritar golo.
Com o empate na Madeira, o Boavista passou a somar nove pontos e a integrar o grupo dos nonos classificados, onde tem a companhia, à condição, de Paços Ferreira, Belenenses e Feirense.
Na próxima jornada, as panteras recebem o Estoril-Praia. O jogo será disputado no próximo sábado, dia 29, às 20h30, no Estádio do Bessa.

sábado, 15 de outubro de 2016

Vitória na Estreia do Novo Técnico

UD LEIRIA-0 BOAVISTA FC-2
Taça de Portugal 3º Eliminatória
15 de Outubro de 2016 - 16h
 Estádio Municipal de Leiria
Árbitro : Manuel Oliveira(A.F.Porto)


GR:Wilson Soares GR:Kamran Agayev
DD:Filipe Brigues DD:Tiago Mesquita
 DC:Anilton Júnior DC:Nuno Henrique
DC:Tomas Rukas DC:Lucas Tagliapietra
DE:Káka DE:João Talocha
MC:Fábio Pereira(João Coimbra 84') MC:Idrís Mandiang(Bernardo Tengarrinha 85')
MC:Tony Correia MC:Carraça
MC:Éder Diogo(Afonso Caetano 75')  MC:Fábio Espinho
ED:André Azevedo ED:Iuri Medeiros
EE:Jorginho(Serge Kevyn 66')  EE:André Bukia(Renato Santos 67')
PL:Ernest Antwi PL:Erivelto Silva(André Schembri 72')
.
Treinador:Kata                   Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Ernest Antwi 36' e 41',Carraça 53',Nuno Henrique 59',Fábio Espinho 84' e Tiago Mesquita 91'.

Golos: Tomas Rukas 9'(a.g.) e Lucas Tagliapietra 16'.




É certo e sabido que na festa da Taça, na maior parte das vezes a história dos tomba-gigantes ocorrem precisamente porque o «grande» se desmazela, entra com atitude sobranceira e acaba por pagar por tabela. Não foi, no entanto, o que aconteceu na tarde deste sábado no Magalhães Pessoa de Leiria, onde o Boavista levou de vencida a União sem grandes problemas, muito graças a uma entrada autoritária na partida.
No jogo que marcou a estreia de Miguel Leal no banco do conjunto portuense, o Boavista procurou controlar a partida desde o arranque, ditando leis com um bloco mais subido e procurando explorar as arrancadas dos velozes Iuri Medeiros e Bukia. Não tardou muito até os axadrezados ganharem vantagem, ao décimo minuto, num golo a meias entre Iuri Medeiros e o defesa Rukas. O mais difícil, em teoria, estava feito. No entanto, o segundo golo apareceu de rompante, isto depois de mais uma boa tentativa de Iuri Medeiros: canto cobrado por Carraça no lado esquerdo e o gigante Lucas impôs-se de cabeça, como é habitual, não dando quaisquer hipóteses ao guardião da casa, Wilson.
Até ao intervalo, os leirienses procuram responder, mas sempre de forma ténue e sem grande objetividade. Porém, a tarefa acabou por se complicar ainda mais, na sequência da expulsão do médio ofensivo Ernest, por ter atingido com o cotovelo, de forma ostensiva, o central boavisteiro Henrique. Após 45 minutos de futebol debaixo de um cenário de chuva e sol, a vantagem dos nortenhos justificava-se plenamente.
O recomeço da partida foi bastante aberto, com Agayev a ter de se aplicar para evitar o golo do conjunto do Lis em pelo menos duas ocasiões e com o guardião rival Wilson a ser igualmente importante travando um terceiro golo do conjunto axadrezado, que deixaria as coisas resolvidas. Apesar de tudo, a partida foi perdendo vivacidade, dado que a crença e capacidade de reação dos donos da casa se foi desvanecendo e o Boavista controlava o desenrolar das ações sem qualquer esboço de stress.
À entrada para os últimos 25 minutos, finalmente os técnicos decidiram mexer nas equipas, com Kata a lançar o agitador Kevyn e Miguel Leal a apostar em Renato Santos e pouco depois no internacional maltês Schembri. Na verdade, o jogo voltou a ter alguma intensidade na parte final, mas tanto de um lado como do outro o acerto não foi o melhor. E assim segue rumo à quarta eliminatória uma «pantera» avessa a surpresas…

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Miguel Leal é o novo treinador do Boavista Futebol Clube

Miguel Leal é o novo treinador do Boavista Futebol Clube
O novo treinador axadrezado assinou, hoje, um contracto até ao final da época, com mais uma de opção.
Na equipa técnica mantém-se Jorge Couto e Alfredo Castro. Acompanham o novo treinador os adjuntos: Álvaro Pacheco, Elias Nunes e Pedro Valdemar.
Miguel Leal hoje já assumirá o treino da tarde e, amanhã, haverá treino aberto, às 15H00 no Estádio do Bessa Século XXI.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Comunicado Erwin Sanchez Deixa Comando Técnico do Boavista!

1- A Boavista, SAD e o treinador Erwin Sanchéz chegaram, hoje, a acordo, tendo rescindido o contrato de trabalho que haviam subscrito.
2- Entenderam as Partes que esta seria a melhor solução para a defesa dos interesses da Instituição Boavista.
3- Neste momento, a Boavista, SAD não pode deixar de agradecer a Erwin Sanchéz o trabalho que desenvolveu na Instituição.
Porto, 10 de Outubro de 2016
A Administração da Boavista Futebol Clube, Futebol SAD

sábado, 8 de outubro de 2016

Eliminados da Taça CTT

BOAVISTA FC-0
 CF BELENENSES-1
Taça CTT 2ºFase 2016-2017
8 de Outubro de 2016 - 15h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Hélder Malheiro(A.F.Lisboa)

GR:Mickael Meira   GR:Joel Pereira
DD:Edú Machado   DD:João Diogo
 DC:Phillipe Sampaio DC:Dinis Almeida
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Gonçalo Brandão
DE:Anderson Correia(Samú 78') DE:Florent Hanin(Mica Pinto 88')
MC:Idrís Mandiang(Lovro Medic 67')  MC:João Palhinha
 MC:Fábio Espinho MC:André Sousa
MC:Anderson Carvalho MC:Hassan Yebda(Luís Silva 75')
ED:Iuri Medeiros ED:Fábio Sturgeon
EE:André Bukia EE:Gerso Fernandes
PL:Erivelto Silva(Digas 46')  PL:Betinho( Komnen Andric 64')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Quim Machado

Cartões Amarelos:Fábio Espinho 68' e Iuri Medeiros 80'.

Golos: Dinis Almeida 62'.



O Boavista foi afastado da edição desta temporada da Taça da Liga, ao perder em casa com o Belenenses (0-1), este sábado à tarde.
Num jogo em que Erwin Sanchez aproveitou para ver em ação alguns dos jogadores menos utilizados no campeonato até à data, valeu ao Belenenses, que estreou Quim Machado no banco após a saída a meio da semana do espanhol Julio Velasquez, o golo apontado por Dinis Almeida, aos 62′, para assegurar a vitória.
A Taça da Liga, esta época batizada como Taça CTT, sofreu algumas alterações no figurino, com a fase atual, a segunda (primeira em que participam equipas da I Liga), a decidir-se numa só partida.
Com a derrota no Bessa às mãos do Belenenses, o Boavista vê-se irremediavelmente fora da prova numa fase prematura. Resta-lhe, além, claro, do campeonato, a participação na Taça de Portugal. Aliás, esse será o próximo compromisso oficial no calendário, no próximo sábado, dia 15, frente ao União de Leiria, do Campeonato Nacional de Seniores, fora.
No que diz respeito à I Liga, o Boavista regressa à ação dia 21, data em que defrontará o Marítimo, na Madeira.
Atualmente, os axadrezados ocupam à sétima jornada o oitavo lugar, com oito pontos. Ao todo, venceu dois jogos, empatou outros dois e perdeu três.