Contagem

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Antevisão GD Chaves - Boavista FC


GD Chaves vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE

Sábado, 4 de fevereiro, às 16h00

Transporte gratuito ou eventual pagamento simbólico, a anunciar logo que definido o preço dos bilhetes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

AIDI FULANG XISI É REFORÇO DO BOAVISTA

Aidi Fulang Xisi, de origem chinesa e tanzaniana, vem reforçar o Boavista por época e meia.
O polivalente jogador, com 26 anos e 1,80, pode ocupar a posição de 6, defesa central ou de defesa direito. Aidi, já treina com o plantel desde a semana passada após se desvincular do seu último clube, o Dalian Yifang FC (antigo Dalian Aerbin), da China League One.
Esta aposta surge através de uma parceria com a Federação Chinesa de Futebol.
Aidi afirma ser um orgulho “representar um clube histórico numa liga tão competitiva e de grande qualidade” e acrescenta “estou aqui para dar o meu melhor e ajudar a equipa”.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Derrota no Bessa

BOAVISTA FC-0 CF BELENENSES-1
Liga Nós 19ºJornada 2016-2017
27 de Janeiro de 2017 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Godinho(A.F.Évora)

GR:Vágner da Silva    GR:Cristiano Figueiredo
DD:Edú Machado   DD:Edgar Lé
 DC:Phillipe Sampaio DC:Domingos Duarte
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Gonçalo Silva
DE:João Talocha DE:Florent Hanin
MC:Idrís Mandiang  MC:Fábio Nunes
 MC:Anderson Carvalho(Emin Makmudov 59') MC:Hassan Yebda(André Sousa 86')
MC:Fábio Espinho MC:Vítor Gomes
ED:André Bukia(David Mbala 57') ED:João Diogo
EE:Renato Santos EE:Juanto Ortuno(Oriel Rossel 72')
PL:André Schembri(Idé Colubali 74')  PL:Abel Camara(Gonçalo Brandão 95')

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Quim Machado

Golos:João Diogo 56'

Cartões Amarelos:Juan Ortuno 11',Phillipe Sampaio 29',Abel Camara 59',Domingos Duarte 63',João Diogo 69',Hassan Yebda 80' e Cristiano Figueiredo 95'.




Há mês e meio que o Boavista não perdia e a última vez tinha sido em casa (10 de dezembro frente ao V. Guimarães) e agora voltou a ser no Bessa que a formação de Miguel Leal sentiu o sabor da derrota. 1-0 frente a um Belenenses que ainda só venceu dois encontros nesse período. Os azuis do Restelo travaram o embalo que os axadrezados levavam e que lhes permitiu irem subindo na tabela.
A primeira parte foi de equilíbrio, com o único remate a levar perigo à baliza a ter sido feito por Juanto, a que o reforço Vagner, em noite de estreia pelos axadrezados, respondeu com uma grande defesa.
De resto, muito do jogo foi decidido a meio campo, com as duas equipas a anularem-se mutuamente durante grande parte do primeiro tempo. O Boavista entrou melhor, o Belenenses cresceu depois. Mas, ao intervalo, o jogo até parecia destinado a um 0-0 sem grande história.

Na segunda parte, o Belenenses entrou melhor e foi ganhando os duelos a meio campo, conseguindo progredir no terreno em melhores condições e chegar com perigo à baliza. E aos 56 minutos João Diogo abriu o marcador. Um lance que nasce no setor defensivo, com um passe em profundidade de Domingos Duarte, Camará, na área, rematou, para a defesa de Vagner para a frente, e João Diogo empurrou para o fundo da baliza.
O Boavista tentou reagir ao golo. Miguel Leal fez sair Bukia, que tinha sido chamado para substituir o castigado Iuri Medeiros. Muito bem marcado por Edgar Ié, que se estreou no onze do Belenenses, não conseguiu colmatar a falta do companheiro e foi o primeiro a sair após o golo, para a entrada de de Mbala (outra estreia). O outro foi Anderson Carvalho, entrando Makhmudov.
Com as mudanças e perante a desvantagem no marcador, o Boavista abriu mais o jogo à procura do golo. Conseguiu começar a chegar com perigo à área, ganhando então o primeiro canto do jogo, mas também permitiu que o Belenenses conseguisse responder com contra-ataques rápidos.
E os azuis podiam mesmo ter aumentado com um remate de Fábio Nunes de calcanhar ou por João Diogo, não tivesse havido um corte providencial.
Mas nos últimos minutos o Belenenses baixou o bloco e o ataque só teve uma direção: a da baliza do Belenenses. Cristiano respondeu com uma enorme defesa a um livre batido por Fábio Espinho. Logo a seguir, foi João Diogo, providencial nas duas áreas, a salvar um desvio de Idé após uma saída em falso de Cristiano. O Boavista poderia ter empatado, mas faltou eficácia no momento final.
O Belenenses vence e soma agora 23 pontos. Os axadrezados têm mais um.


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Iván Bulos Guerrero no Boavista


Iván Bulos Guerrero, internacional A peruano e pelas seleções jovens, de 1,90m, chega ao Boavista para o lugar de ponta de lança, assinando por época e meia, ficando a Boavista SAD com direito de opção.
Este jovem promissor, de 23 anos, passou pelo Sporting Cristal, Deportivo Municipal – ambos da Primeira Liga do Peru – e ainda pelo O´Higgins, do Chile.
Possante avançado – um homem área - de características diferentes de Schembri, vem acrescentar soluções ao plantel às ordens de Miguel Leal.

Iván Bulos diz-se “muito feliz por assinar pelo Boavista, um clube histórico e com muita qualidade” e promete “muito trabalho e golos para corresponder à confiança dada pelo clube.”
Bulos começa já a trabalhar às ordens de Miguel Leal.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Antevisão Boavista FC - CF Belenenses


BOAVISTA FC – CF "Os Belenenses"
Sexta-feira, 27 de janeiro às 20:30
Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes a 7€ cada)
Horário das bilheteiras: segunda a quinta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Enormes na Raça e na Ambição

FC AROUCA-1 BOAVISTA FC-2
Liga Nós 18ºJornada
21 de Janeiro de 2017 - 20h30
 Estádio Municipal de Arouca
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Rui Sacramento GR:Mickael Meira
DD:Anderson Luís DD:Edú Machado
 DC:Jubal DC:Phillipe Sampaio
DC:Nuno Coelho DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nelsinho DE:João Talocha
MC:Adilson(Rafael Crivellaro 88') MC:Idrís Mandiang
MC:André Santos MC:Fábio Espinho(Carlos Santos 90')
MC:Jorginho(Kuca 65')  MC:Anderson Carvalho(Carraça 81')
ED:Artur Moreira(Walter Gonzalez 74') ED:Iuri Medeiros
EE:Mateus EE:Renato Santos
PL:Tomané PL:André Schembri(Idé Gomes 71')
.
Treinador:Lito Vidigal                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Iuri Medeiros 79',Idé Gomes 86',Walter Gonzalez 89',Rafael Crivellaro 92' e Carlos Santos 96'.

Golos:Tomané 8',Idrís Mandiang 11' e Iuri Medeiros 62'.





Num jogo disputado sob temperaturas negativas, foi a pantera quem melhor lidou com o frio e sai de Arouca à frente do adversário desta noite. O Arouca até começou melhor, colocou-se em vantagem com um golo de Tomané, mas Idris ainda na primeira parte e Iuri Medeiros numa arrancada fulgurante pelo flanco esquerdo, na segunda, deu a volta ao marcador e leva os três pontos para casa.
O Arouca falha o objetivo de alcançar quatro vitórias consecutivas pela primeira vez desde que está no escalão máximo do futebol, e inicia a segunda volta da mesma forma que começara o campeonato: com uma derrota.

Lito Vidigal reservou duas surpresas para a equipa titular: o guarda-redes Rui Sacramento surgiu no lugar habitualmente ocupado por Bracali – o brasileiro treinou condicionado durante a semana e não recuperou -, enquanto Tomané estreou-se a titular, surgindo como unidade mais adiantada e relegando Walter para o banco de suplentes.

Tomané e Idris para aquecer a noite

Se no primeiro jogo que fez com a camisola do Arouca o ex-Panetolikos já mostrara serviço com uma assistência para golo em 30 minutos em campo, a estreia a titular seria ainda mais proveitosa, com Tomané a apontar o golo inaugural da partida, logo aos 8 minutos. O jogador que até passou pelo Boavista no início da sua formação aproveitou da melhor forma uma escorregadela de Philipe Sampaio à entrada da área, para fuzilar um desamparado Meira que não podia fazer nada perante a força do remate.

Esse lance marcou o início de um período de jogo eletrizante, na noite gelada de Arouca. O Boavista tentou reagir imediatamente à desvantagem e lançou-se no ataque na busca do empate que não tardou mais do que quatro minutos.

Na sequência de um canto batido por Fábio Espinho, Idris superiorizou-se à defesa arouquense e cabeceou para o empate. O lance deixa dúvidas se a bola ultrapassa a linha de golo, mas apesar da hesitação do árbitro, o seu assistente assinalou o golo de imediato e era ele quem estava em melhor posição para avaliar a jogada.

O golo do empate tirou algum discernimento aos homens do Arouca que, na sequência do lance, ficou sem o treinador no banco de suplentes, uma vez que Lito Vidigal foi expulso devido a protestos.
Nos minutos seguintes, os axadrezados aproveitaram o desnorte do adversário para tentar a reviravolta no marcador. Apostando na velocidade de Renato Santos e de Iuri Medeiros, e na combatividade de Schembri, o conjunto de Miguel Leal sufocou o setor mais recuado do Arouca, valendo a segurança de Rui Sacramento.

Depois de cerca 15 minutos de maior iniciativa axadrezada, o Arouca começou a estabilizar o seu futebol, equilibrando-se e passando a dominar a posse de bola.

Essa fase mostrou um futebol mais frio e distante das balizas. Essa seria mesmo a toada até ao intervalo, que chegou com um empate que se ajustava ao jogo a que se assistira nos primeiros 45 minutos.

Iuri deita um balde de água gelada onde foi feliz

A segunda parte começou com sinal mais positivo da equipa visitante. Rui Sacramento foi colocado à prova em três situações que resolveu com maior ou menor dificuldade, mas o Arouca revelava dificuldade em chegar com perigo à área boavisteira.

Essa melhor fase da equipa da pantera acabaria por traduzir-se na reviravolta que já ameaçara fazer na primeira parte, aos 62 minutos. Iuri Medeiros arrancou pela esquerda, ninguém o conseguiu travar e no cara a cara com Rui Sacramento, o jogador emprestado pelo Sporting ao Boavista revelou grande frieza e despejou um balde de água gelada aos adeptos que foram os seus na segunda metade da época 2014/15.

No regresso à vila onde foi feliz – como assumiria mais tarde – o camisola 45 dos axadrezados deu vantagem à sua equipa num jogo de grande importância, mas não festejou, em sinal de respeito ao seu antigo clube.

O golo revelar-se-ia mesmo decisivo, valendo três importantes pontos ao Boavista que, assim, ultrapassa o adversário desta noite na tabela, passando a somar 24 pontos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Antevisão FC Arouca-Boavista FC



Deslocação a Arouca
Sábado, 21 de Janeiro às 20:30.

Inscreva-se já e reserve o seu Lugar!
Bilhete + Autocarro 13€*

Bilhetes a 13€ disponíveis em número reduzido - *quando esgotados, passarão a ter o custo de 15€ - e apenas destinados a Sócios do Boavista com Quotas em dia.

Horário da secretaria: Segunda a sexta das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00

Excepcionalmente, devido ao elevado preço dos bilhetes praticado pelo FC Arouca (cuja responsabilidade a SAD do Boavista é alheia) o Boavista disponibiliza transporte gratuito a quem adquirir bilhetes para o jogo.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Roubo de Igreja Tira-nos a Vitória no Estádio da Luz

SL BENFICA-3 BOAVISTA FC-3
Liga Nós 17ºJornada
14 de Janeiro de 2017 - 16h
 Estádio Da Luz em Lisboa
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)

GR:Ederson Moraes GR:Kamran Agayev
DD:Nélson Semedo DD:Edú Machado
 DC:Luisão(Franco Cervi INT) DC:Phillipe Sampaio
DC:Victor Lindedolf DC:Lucas Tagliapietra
DE:André Almeida DE:João Talocha
MC:Andreas Samaris MC:Idrís Mandiang
MC:Pizzi MC:Fábio Espinho(Emin Makmudov 89')
MC:Toto Sálvio  MC:Anderson Carvalho
ED:Gonçalo Guedes(Andrija Zivkovic 66') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 79')
EE:Rafa Silva(Kostas Mitroglou 38') EE:Renato Santos
PL:Jonas PL:André Schembri(André Bukia 66')
.
Treinador:Rui Vitória                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Luisão 38',Lucas Tagliapietra 69',Fábio Espinho 69',Kamran Agayev 75' e 96',Iuri Medeiros 77',Phillipe Sampaio 89' e Jardel 96'.

Cartões Vermelhos:Kamran Agayev 96'.

Golos:Iuri Medeiros 14',Lucas Tagliapietra 20',André Schembri 25',Kostas Mitroglou 41',Jonas 53'(g.p.) e Fábio Espinho 68'(p.b.)





Isto é o retrato imune do que aconteceu esta tarde no Estádio da Luz!!!!
O primeiro parágrafo fica todo para o Boavista. Ele merece-o.
O segundo parágrafo, já agora, também. Absolutamente notável exibição axandrezada, que aproveitou uma entrada mais débil do Benfica em campo para construir um resultado que depois soube defender com unhas e dentes.
Mas antes disso, antes de ter de defender o tal resultado com unhas e dentes, o Boavista foi fantástico. Agressivo sem bola, por exemplo, a cair em cima dos adversários cheio de vontade, e imaginativo com ela: a tocar sem receios, saindo a jogar pelo chão, enfim.
Este Boavista não tem nada a ver com a equipa que foi num passado recente, o que é naturalmente mérito de Miguel Leal. Hoje o Boavista joga à bola.
Pelo caminho, como acontece nestas situações, os jogadores sentem-se mais confortáveis na pele deles e mais confiantes. Por isso jogam melhor. Sem necessidade de chutão para a frente, nem receio de ter a bola no chão. Com liberdade para pensar e bons princípios.
Por isso fez o que ninguém mais conseguiu fazer em mais de um ano: três golos na Luz.
A baliza encarnada no Estádio da Luz não sofria tantos golos desde que o Sporting, de Jorge Jesus, jogou lá, ainda em 2015. Desde então nem Bayern Munique, nem Zenit, nem Nápoles, nem FC Porto, enfim, ninguém conseguiu fazer o que Boavista fez esta tarde.
É claro, como já se disse, que a culpa não morre solteira. Nunca morre. O Benfica, neste caso, tem de assumir que teve boa parte da responsabilidade.
Entrou mal no jogo, se calhar porque a mensagem que Rui Vitória passou também não foi a melhor. O treinador deixou Mitroglou no banco, fazendo alinhar uma frente de ataque com Jonas e Gonçalo Guedes: ou seja, sem um ponta de lança de área.
Curiosamente corrigiu a mão ainda na primeira parte, lançando por fim Mitroglou, e a partir daí nada mais foi igual: o Benfica cresceu, cresceu, cresceu, até ameaçar ganhar.
O Boavista, que já tinha feito três golos, sentiu a pressão encarnada e encolheu-se.
É natural. Mas nem por isso deixou de sair com critério, de explorar os espaços que o Benfica abria e até de ameçar o golo: Renato Santos teve uma ocasião para marcar já nos dez minutos finais, e se o tivesse feito provavelmente estava-se a falar de outro resultado.
Nesta altura convém dizer que foi também, e pelo que já se percebeu, um grande jogo de futebol. Foi um daqueles jogos que foi de uma ponta à outra: foi-o em toda a largura.
Absolutamente notável vulcão de fé, confiança e compromisso de um público com uma equipa. O Boavista marcou por três vezes em menos de meia hora, por exemplo, e a seguir a todos eles houve gritos de Benfica, Benfica, Benfica. Os adeptos carregaram os jogadores às costas, fizeram-nos sentir confortáveis, empurraram-nos para a frente.
Assim é realmente mais fácil.
Ora carregados por um estádio cheio como um ovo, com mais de 57 mil alminhas gordas de tanto otimismo, os jogadores do Benfica encheram-se de coragem e empataram o jogo. Até ao fim acreditaram até que seria possível vencer.
Não foi. Não o foi, aliás, por uma razão: e nesta altura volta-se ao início: que grande Boavista.
Que grande exibição.
Que bela viagem ao início de sé e ao Boavistão de outros tempos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Antevisão SL Benfica-Boavista FC




SL Benfica vs Boavista Futebol Clube, sábado, dia 14 de janeiro às 16:00, no Estádio da Luz.

Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista, a partir de quarta-feira, dia 11 de janeiro, para associados, com quotas em dia, por 12,5€.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Vágner da Silva é reforço do Boavista

Vágner da Silva, experiente guarda-redes, de nacionalidade brasileira, vai integrar o plantel do Boavista até ao final da presente época por empréstimo do Royal Mouscron-Péruwelz.
O guarda-redes de 30 anos, e 1,85 metros, conta com mais de 80 jogos na I Liga, tendo sido uma peça influente da subida de divisão do Estoril, na época 2011/2012.
Fez formação no Atlético Paranaense, em Portugal representou o Estoril e chega ao Boavista do Royal Mouscron-Péruwelz, da Primeira Liga Belga.
Vágner diz-se “muito feliz por estar nesta nova casa, um clube tão tradicional como o Boavista. Espero poder contribuir para esta grande equipa e grande família. Conto com o apoio de todos vocês”




domingo, 8 de janeiro de 2017

Vitória Importantíssima

BOAVISTA FC-1 V.SETÚBAL-0
Liga Nós 16ºJornada 2016-2017
8 de Janeiro de 2017 - 18H
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:João Mendes(A.F.Santarém)

GR:Kamran Agayev    GR:Bruno Varela
DD:Edú Machado   DD:Vasco Santos(Arnold Issoko 46')
 DC:Phillipe Sampaio DC:Frederico Venâncio
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Fábio Cardoso
DE:João Talocha DE:Nuno Pinto
MC:Idrís Mandiang  MC:João Costinha
 MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 93') MC:Mikel Agu
MC:Fábio Espinho(Carraça 86') MC:Vasco Costa(Thiago Santana 75')
ED:Iuri Medeiros ED:João Amaral(José Manuel 64')
EE:Renato Santos EE:Nuno Santos
PL:André Schembri(André Bukia 71')  PL:Edinho

Treinador:Miguel Leal               Treinador:José Couceiro

Golos:Fábio Espinho 27'(g.p.)

Cartões Amarelos:Vasco Fernandes 26',André Schembri 44',Frederico Venâncio 49',Renato Santos 54',Mikel Agu 59',Arnold Issoko 77' e Fábio Espinho 79'.



Um castigado máximo de Fábio Espinho permitiu ao Boavista vencer o Vitória de Setúbal, numa partida a contar para a ronda 16 da Liga. Resultado justo para aquilo os argumentos apresentados pelas duas equipas. Primeira vitória em casa de Miguel Leal desde que assumiu o comando técnico dos axadrezados, enquanto o Vitória de Setúbal continua a demonstrar dificuldades em vencer longe do Bonfim.

Para a recepção aos sadinos, Miguel Leal realizou apenas uma alteração em relação à última partida - vitória na Madeira perante o Nacional. Entrou Fábio Espinho, que se revelou uma aposta ganha e decisiva no desfecho deste encontro, em detrimento de Makhmudov. Por sua vez, José Couceiro fez jus ao lema ‘equipa que ganha não se mexe’ e repetiu o onze que tinha vencido os leões a meio da semana.

O Boavista entrou no jogo ‘mandão’ a empurrar o Vitória para o seu meio-campo defensivo. O futebol rápido, recheado de combinações entre o trio ofensivo e Fábio Espinho, figura da partida, começaram a fazer abalar a defensiva vitoriana. Fábio Espinho, após cruzamento de Iuri Medeiros, teve nos pés a primeira oportunidade de materializar a melhor entrada na partida dos azadrezados.

Safanão no jogo dado por Fábio Espinho

A partir daí, o jogo entrou numa toada morna, com demasiadas paragens e sem grandes lances de perigo perto das duas balizas. Pedia-se um safanão no jogo e o foi o Boavista que o deu, à entrada dos últimos quinze minutos da primeira parte. Schembri, lançado por Fábio Espinho, é derrubado dentro de área. O árbitro aponta para a marca dos onze metros e o camisola 10 do Boavista atira a contar: bola para um lado, guarda-redes para o outro.

Vantagem merecedora da equipa da casa, perante um conjunto do Vitória que se mostrou muito apático, quiçá algo fatigado pelo jogo disputado a meio da semana. A equipa de Miguel Leal baixou as linhas e convidou os sadinos a assumirem as despesas do jogo. Ainda assim, a formação sadina revelou-se uma incapacidade anormal criar situações de perigo e em transpor a bem organiza defesa boavisteira. A excepção surgiu dos pés de Costinha, com um remate fraco de fora de área.

Boa segunda parte sadina incapaz de contrair dificuldades históricas

Na etapa complementar até foi a equipa de José Couceiro, decidida a inverter o rumo dos acontecimentos, empurrou o Boavista para o seu meio-campo e começou a esboçar uma aproximação à baliza de Agayev. João Amaral teve nos pés a oportunidade de empatar o encontro, mas o extremo sadino atrapalhou-se e permitiu o corte a Philipe.
Pese embora a melhor entrada dos forasteiros, foi a equipa portuense, galvanizada pelo apoio do seu público, começou a criar situações de perigo em catadupa: Iuri Medeiros teve no pé esquerdo, por duas vezes, a possibilidade de ampliar a vantagem, mas Bruno Varela e algum desacerto na hora do remate impossibilidade de ampliar o marcador.

José Couceiro procurou no banco a solução para levar um ponto do Estádio do Bessa e lançou Zé Manuel e Thiago Santana. Curiosamente, foi o avançado brasileiro que teve nos pés a derradeira oportunidade, mas o remate acabou por sair desenquadrado.

O Boavista agarrou-se com unhas e dentes à vantagem que trazia do primeiro tempo e conseguiu os três pontos, ultrapassando assim o Vitória na classificação. Do outro lado, os sadinos mostraram poucos argumentos para acabar com a autêntica ‘casa assombrada’ que é o Bessa: a última vitória na condição de visitante frente aos boavisteiros foi na temporada 1989-1990.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Antevisão Boavista FC - V.Setúbal


BOAVISTA FC – Vitória Futebol Clube
Domingo, 8 de janeiro às 18h00 

Dado ser o primeiro jogo do ano, excecionalmente, o preço será de 3€ para sócios e cada sócio terá acesso a 3 bilhetes de acompanhante (a 7€ cada um).

Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€

No decorrer da 2ª volta será lançada uma campanha de sócios que oportunamente anunciaremos.

Horário das bilheteiras: segunda a sábado, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
Domingo, das 9h30 até ao intervalo do Jogo.

De modo a evitar aglomeração nas portas, solicitamos aos nossos Associados e demais interessados que compareçam o mais cedo possível ao jogo.

Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)

Todos os que assim pretendam, no ato de aquisição do seu ingresso, poderão, facultativamente, entregar nos serviços administrativos do Boavista um valor adicional ao custo de tal ingresso, que também será depositado na Conta Solidária aqui descrita.

IDENTIFICAÇÃO DA CONTA SOLIDÁRIA
EDUARDO JOSE GODINHO FERREIRA
NIB - Número de Identificação Bancária
0023-0000-45494751433-94
IBAN - Número Internacional de Conta Bancária
PT50-0023-0000-45494751433-94

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

MBALA É REFORÇO DO BOAVISTA

David Mbala, de 23 anos, assinou pelo Boavista até 2018 (1 época e meia). O rápido extremo, forte no um para um, estava ao serviço do Penafiel desde 2010/11 onde chegou para atuar pelos sub19, tendo-se destacado desde cedo, ao serviço dos durienses na equipa principal. Chega, agora, ao Boavista, naquela que será a sua segunda participação na Primeira Liga Portuguesa
Mbala diz-se “muito feliz por chegar a um grande do futebol português. Este é um grande salto na minha carreira”.
Boa sorte, Pantera!
Rochinha e Mbala já participam, hoje, no treino da tarde em Lordelo.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Rochinha de Regresso a Casa

Diogo Filipe Costa Rocha, de 21 anos, é médio centro com excelente visão de jogo, de drible fácil e forte nas bolas paradas. Rochinha regressa ao Boavista, onde actuou nos Sub19, despertando o interesse de vários clubes nacionais e internacionais.
Passou pelo Benfica, pelo Bolton Wanderers da Championship e atuava esta época pelo Standard Liège, da Bélgica.
Rochinha diz-se muito feliz por voltar ao Boavista: “é com muito orgulho que regresso a casa e espero ser tão feliz como fui da primeira vez”.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Regresso às Vitorias Na Ilha da Madeira

CDNACIONAL-0 BOAVISTA FC-2
Liga Nós 15ºJornada
22 de Dezembro de 2016 - 17h
 Estádio Da Madeira(Choupana)na Ilha da Madeira
Árbitro :João Pinheiro(A.F.Setúbal)



GR:Rui Silva GR:Kamran Agayev
DD:Victor Garcia DD:Edú Machado
 DC:César  DC:Phillipe Sampaio
DC:Tobias Figueiredo DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nuno Sequeira DE:João Talocha
MC:Aly Ghazal(Vítor Gonçalves 37') MC:Idrís Mandiang
MC:Washington da Silva MC:Emin Makhmudov(Fábio Espinho 62')
MC:Tiago Rodrigues(Willyan Barbosa 55')  MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 88')
ED:Salvador Agra ED:Iuri Medeiros
EE:Witi Quembo(Nélson Bonilla 46') EE:Renato Santos
PL:Ricardo Gomes PL:André Schembri(André Bukia 68')
.
Treinador:Manuel Machado                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Emin Makhmudov 39',Vítor Gonçalves 57' e Kamran Agayev 68'.

Golos: Emin Makhmudov 11' e Renato Santos 32'.






O Boavista voltou às vitórias esta quinta-feira, após quatro jornadas sem vencer, ao superiorizar-se por 2-0 no terreno do «aflito» Nacional, em partida a contar para a 15.ª jornada da Liga. A equipa de Miguel Leal apenas facilitou no segundo tempo ante um Nacional que voltou a evidenciar carências no seu colectivo. Manuel Machado perdeu uma batalha importante com adversário que também luta pela manutenção. Já os boavisteiros, deram um salto importante nesta luta.

O Boavista entrou notoriamente a pressionar o Nacional no seu meio campo, com a equipa madeirense, algo prejudicada pelo vento que soprava em seu desfavor, a ser obrigada a aceitar o domínio «axadrezado». Foi nesta toada que a formação de Miguel Leal chegou cedo ao primeiro golo da partida, quando aos 11 minutos, com uma recuperação de bola rapidamente colocada em Anderson Carvalho, este entrou na área para servir Schembri. Rui Silva defendeu o remate do jogador brasileiro, mas Schembri conseguiu recuperar o esférico e fazer nova assistência para Emin Makhmudov, que, livre de marcação, atirou a contar.

Em desvantagem, o Nacional tentou reagir mas sem grande critério, já que as transições ofensivas algo denunciadas que ia construindo acabavam por ser facilmente desfeitas pelo bloco coeso do Boavista, que não se deslumbrou com o golo madrugador e manteve as suas linhas muito próximas.

Esclarecimento não faltou ao Boavista. Depois de ameaçar com meia distância e alguns lances individuais que revelaram algum nervosismo da defensiva da casa, a equipa portuense chegou ao segundo. Aos 32 minutos, Anderson Carvalho «furou» os centrais do Nacional e serviu Renato Santos, que ao rematar de primeira e colocado, à entrada da área, assinou um grande golo. Rui Silva nada pôde fazer.

Repetia-se o filme do último jogo caseiro da equipa madeirense, que ante o Tondela viu-se a perder por 0-2 em pouco mais de meia hora de jogo. Mas ao contrário do que aconteceu nessa partida, Manuel Machado não esperou pelo início da segunda parte para mexer na equipa, já que fez sair Aly Ghazal para a entrada de Vítor Gonçalves.

A alteração não produziu grandes efeitos, em termos de construção de jogo ofensivo, pois o Nacional continuou até ao intervalo sem dispor de oportunidade de golo, em contraste com o Boavista, que podia ter ido para o descanso a vencer por mais que dois. 

Boavista sempre mais perto do terceiro

No reatamento, o técnico  nacionalista trocou o apagado Witi por Bonilla e poucos minutos depois do Boavista ter estado perto do terceiro, esgotou as substituições fazendo entrar Willyan para o lugar de Tiago Rodrigues. 

Mas foi o Boavista, que continuava fiel à estratégia de defender bem longe da sua baliza e a pressionar com grande eficácia a primeira fase de construção da equipa da casa, que esteve mais perto de marcar. Aos 55 minutos, Schembri surgiu solto na área de Rui Silva. O jovem guardião do Nacional defendeu um primeiro remate e depois viu a recarga esticar as malhas laterais.

O lance espevitou o Nacional, pois passou a construir o que não havia conseguido no primeiro tempo. Sucederam-se lances de golo na baliza do Boavista, e a já com o central César na posição de ponta de lança – solução que havia dado resultado contra o Tondela, que, recorde-se, os madeirenses acabaram por vencer por 3-2 – os adeptos começaram a acreditar em nova “remontada”.

Desta feita nada correu bem ao ataque madeirense. Agra e Bonilla dispuseram, cada um, de um par de ocasiões para relançar o Nacional na discussão do resultado, mas quando esbarraram na segurança de Agayev, perderam-se na falta de eficácia e discernimento.

No final, sobraram apenas muitos assobios e lenços brancos para Manuel Machado.