segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Empate Precioso em Chaves
Liga Nós 20ºJornada
4 de Fevereiro de 2017 - 16h
Estádio Municipal de Chaves Engenheiro Manuel Branco Teixeira
Árbitro :Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)
GR:António Filipe GR:Vágner da Silva
DD:Pedro Queirós DD:Edú Machado
DC:Nuno André Coleho DC:Phillipe Sampaio
DC:Carlos Ponck DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nélson Lenho DE:João Talocha
MC:Rennan Bressan(João Patrão 88') MC:Idrís Mandiang
MC:Pedro Tiba MC:Fábio Espinho
MC:Perdigão(Davidson 72') MC:Anderson Carvalho
ED:Fábio Martins (Rafael Batatinha 76') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 73')
ED:Fábio Martins (Rafael Batatinha 76') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 73')
EE:William Oliveira EE:Renato Santos(Rochinha 93')
PL:Braga PL:André Schembri(Iván Bulos 61')
.
Treinador:Ricardo Soares Treinador:Miguel Leal
Cartões Amarelos:André Schembri 58',Lucas Tagliapietra 78' e Rafael Batatinha 92'.
Frio, feio e fraco: ninguém venceu no dilúvio e vendaval flaviense
Foi o jogo dos três «F’s», em 90 minutos com
poucos motivos de interesse e com um nulo no marcador que penalizou os
flavienses, que a favor e contra o vento criaram sempre mais perigo.
Debaixo de muito chuva,
e com um terreno muito pesado, só houve uma equipa que mereceu vencer, o
Chaves, mas Vagner resolveu sempre todas as situações de perigo criadas e
segurou o ponto com que a sua equipa se contentou. O Boavista desistiu muito
cedo dos três pontos e no segundo tempo nem tentou aproveitar a vantagem de
jogar a favor do vento.
Na equipa flaviense,
Pedro Tiba fez a sua estreia a titular, com Ricardo Soares a fazer regressar
ainda Braga ao onze, após ter cumprido castigo. Na baliza, António Filipe
rendeu o lesionado Ricardo. Já nos boavisteiros, Iuri Medeiros teve entrada no
onze inicial, para o lugar de Bukia, face à última partida.
A favor do vento e à
procura de resolver o jogo nos primeiros 45 minutos, o Desportivo de Chaves
dominou por completo, com alguns momentos para o Boavista, com Vagner a ter
muito trabalho para travar os constantes ataques.
Os transmontanos
estiveram perto de marcar mas viram primeiro os visitantes assustarem, com
Schembri a ganhar ressalto na área e quando se preparava para atirar a contar
viu Ponck cortar no momento certo.
As bolas paradas foram
um bom trunfo para os homens de Ricardo Soares, sempre por Bressan, que apesar
disso tiraram pouco proveito. Aos seis minutos, o brasileiro com nacionalidade
bielorussa obrigou Vagner a tirar com os punhos.
Depois, aos oito,
Perdigão quase engana o guardião boavisteiro com um cruzamento remate e na
sequencia do lance o extremo do Chaves obriga Vagner a defesa apertada, na
recarga Braga falha o remate e Tiba atira a contar mas a bola é desviada para
canto.
Assim, sem deixar o
Boavista respirar, estava à vista o golo do Chaves, mas Vagner ia resistindo. A
nova vaga surgiu a partir do minuto 15, com Tiba a disparar novamente forte,
mas o guarda-redes brasileiro defendeu, à segunda. Aos 20, após canto, Nuno
André Coelho acerta na bola mas esta sai ao lado.
Era altura de sacudir a
pressão e os portuenses conseguem atacar a muito custo, numa jogada confusa e
de insistência onde Fábio Espinho remata ao lado.
Só dava mesmo Chaves e
Bressan voltaria à carga para a terceira vaga de ataques. Aos 29, o livre do
meio campo do médio obriga Vagnar a nova intervenção a punhos. Mais difícil foi
aos 30 minutos, quando William desvia a bola cobrada por Bressan, mas Vagner
esticou-se e evitou o golo.
Aos 38 Fábio Martins
isola William pela esquerda e o avançado brasileiro, na segunda tentativa que
dispôs, remata fraco de pé esquerdo e Vagner encaixa bem. Pouco depois volta
Tiba a tentar a sua sorte de longe, novamente com as medidas bem tiradas, mas o
guarda-redes do Boavista mantinha-se sereno, apesar da dificuldade em agarrar o
esférico.
A última ocasião do
primeiro tempo surge aos 43, com Fábio Martins e Braga na carreira de tiro a
tentarem rematar à baliza, com Idris sempre pelo caminho, até que Braga dispara
ao lado, mas não muito.
Apesar de ter as
condições mais favoráveis no segundo tempo, os axadrezados não aproveitaram o
fator vento que esteve muito mais favorável na primeira parte e foi a equipa da casa que continuou a assumir as despesas do
encontro.
De tal forma que foi
mesmo o Chaves a criar a primeira situação, aos 57 minutos, com Fábio Martins a
aparecer solto na esquerda e a tentar golo, mas Vagner negou.
Com a equipa flaviense a
desgastar-se com o passar dos minutos, e com o Boavista a não conseguir
superiorizar-se, a partida foi ainda mais confusa e atabalhoada, num terreno
que foi também ficando cada vez mais impraticável.
As bolas paradas
ganharam uma importância ainda maior na etapa complementar, sendo mesmo a única
forma de criar perigo. Aos 70, Bressan voltou a testar a atenção de Vagner, num
livre ainda longe da baliza. Do outro lado, no minuto seguinte, Fábio Espinho
procurava o mesmo e obrigou mesmo à primeira defesa de António Filipe no jogo.
Os transmontanos eram
mesmo a equipa mais perigosa em campo e Ponck podia ter desfeito o nulo aos 76,
quando um livre lhe parou nos pés, mas atirou ao lado. De bola parada em bola
parada, numa partida que se foi tornando mais quizilenta e com mais paragens,
com o Boavista a jogar com o cronómetro, a segunda parte não deixou saudades.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
domingo, 29 de janeiro de 2017
AIDI FULANG XISI É REFORÇO DO BOAVISTA
Aidi Fulang Xisi, de origem chinesa e tanzaniana, vem reforçar o Boavista por época e meia.
O polivalente jogador, com 26 anos e 1,80, pode ocupar a posição de 6, defesa central ou de defesa direito. Aidi, já treina com o plantel desde a semana passada após se desvincular do seu último clube, o Dalian Yifang FC (antigo Dalian Aerbin), da China League One.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Derrota no Bessa
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Godinho(A.F.Évora)
GR:Vágner da Silva GR:Cristiano Figueiredo
DD:Edú Machado DD:Edgar Lé
DC:Phillipe Sampaio DC:Domingos Duarte
DC:Lucas Tagliapietra DC:Gonçalo Silva
DE:João Talocha DE:Florent Hanin
MC:Idrís Mandiang MC:Fábio Nunes
MC:Anderson Carvalho(Emin Makmudov 59') MC:Hassan Yebda(André Sousa 86')
MC:Fábio Espinho MC:Vítor Gomes
ED:André Bukia(David Mbala 57') ED:João Diogo
EE:Renato Santos EE:Juanto Ortuno(Oriel Rossel 72')
PL:André Schembri(Idé Colubali 74') PL:Abel Camara(Gonçalo Brandão 95')
Treinador:Miguel Leal Treinador:Quim Machado
Golos:João Diogo 56'
Cartões Amarelos:Juan Ortuno 11',Phillipe Sampaio 29',Abel Camara 59',Domingos Duarte 63',João Diogo 69',Hassan Yebda 80' e Cristiano Figueiredo 95'.
Há mês e meio que o Boavista não perdia e a última vez tinha
sido em casa (10 de dezembro frente ao V. Guimarães) e agora voltou a ser no
Bessa que a formação de Miguel Leal sentiu o sabor da derrota. 1-0 frente a um
Belenenses que ainda só venceu dois encontros nesse período. Os azuis do
Restelo travaram o embalo que os axadrezados levavam e que lhes permitiu irem
subindo na tabela.
A primeira parte foi de equilíbrio, com o único remate a
levar perigo à baliza a ter sido feito por Juanto, a que o reforço Vagner, em
noite de estreia pelos axadrezados, respondeu com uma grande defesa.
De resto, muito do jogo foi decidido a meio campo, com as
duas equipas a anularem-se mutuamente durante grande parte do primeiro tempo. O
Boavista entrou melhor, o Belenenses cresceu depois. Mas, ao intervalo, o jogo
até parecia destinado a um 0-0 sem grande história.
Na segunda parte, o Belenenses entrou melhor e foi ganhando
os duelos a meio campo, conseguindo progredir no terreno em melhores condições
e chegar com perigo à baliza. E aos 56 minutos João Diogo abriu o marcador. Um
lance que nasce no setor defensivo, com um passe em profundidade de Domingos
Duarte, Camará, na área, rematou, para a defesa de Vagner para a frente, e João
Diogo empurrou para o fundo da baliza.
O Boavista tentou reagir ao golo. Miguel Leal fez sair Bukia,
que tinha sido chamado para substituir o castigado Iuri Medeiros. Muito bem
marcado por Edgar Ié, que se estreou no onze do Belenenses, não conseguiu
colmatar a falta do companheiro e foi o primeiro a sair após o golo, para a
entrada de de Mbala (outra estreia). O outro foi Anderson
Carvalho, entrando Makhmudov.
Com as mudanças e perante a desvantagem no marcador, o
Boavista abriu mais o jogo à procura do golo. Conseguiu começar a chegar com
perigo à área, ganhando então o primeiro canto do jogo, mas também permitiu que
o Belenenses conseguisse responder com contra-ataques rápidos.
E os azuis podiam mesmo ter aumentado com um remate de Fábio
Nunes de calcanhar ou por João Diogo, não tivesse havido um corte providencial.
Mas nos últimos minutos o Belenenses baixou o bloco e o
ataque só teve uma direção: a da baliza do Belenenses. Cristiano respondeu com
uma enorme defesa a um livre batido por Fábio Espinho. Logo a seguir, foi João
Diogo, providencial nas duas áreas, a salvar um desvio de Idé após uma saída em
falso de Cristiano. O Boavista poderia ter empatado, mas faltou eficácia no
momento final.
O Belenenses vence e soma agora 23 pontos. Os axadrezados têm
mais um.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Iván Bulos Guerrero no Boavista
Iván Bulos Guerrero, internacional A peruano e pelas seleções jovens, de 1,90m, chega ao Boavista para o lugar de ponta de lança, assinando por época e meia, ficando a Boavista SAD com direito de opção.
Este jovem promissor, de 23 anos, passou pelo Sporting Cristal, Deportivo Municipal – ambos da Primeira Liga do Peru – e ainda pelo O´Higgins, do Chile.
Possante avançado – um homem área - de características diferentes de Schembri, vem acrescentar soluções ao plantel às ordens de Miguel Leal.
Iván Bulos diz-se “muito feliz por assinar pelo Boavista, um clube histórico e com muita qualidade” e promete “muito trabalho e golos para corresponder à confiança dada pelo clube.”
Bulos começa já a trabalhar às ordens de Miguel Leal.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Antevisão Boavista FC - CF Belenenses
BOAVISTA FC – CF "Os Belenenses"
Sexta-feira, 27 de janeiro às 20:30
Sexta-feira, 27 de janeiro às 20:30
Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes a 7€ cada)
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes a 7€ cada)
Horário das bilheteiras: segunda a quinta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.
sábado, 21 de janeiro de 2017
Enormes na Raça e na Ambição
Liga Nós 18ºJornada
21 de Janeiro de 2017 - 20h30
Estádio Municipal de Arouca
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)
GR:Rui Sacramento GR:Mickael Meira
DD:Anderson Luís DD:Edú Machado
DC:Jubal DC:Phillipe Sampaio
DC:Nuno Coelho DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nelsinho DE:João Talocha
MC:Adilson(Rafael Crivellaro 88') MC:Idrís Mandiang
MC:André Santos MC:Fábio Espinho(Carlos Santos 90')
MC:Jorginho(Kuca 65') MC:Anderson Carvalho(Carraça 81')
ED:Artur Moreira(Walter Gonzalez 74') ED:Iuri Medeiros
ED:Artur Moreira(Walter Gonzalez 74') ED:Iuri Medeiros
EE:Mateus EE:Renato Santos
PL:Tomané PL:André Schembri(Idé Gomes 71')
.
Treinador:Lito Vidigal Treinador:Miguel Leal
Cartões Amarelos:Iuri Medeiros 79',Idé Gomes 86',Walter Gonzalez 89',Rafael Crivellaro 92' e Carlos Santos 96'.
Golos:Tomané 8',Idrís Mandiang 11' e Iuri Medeiros 62'.
Golos:Tomané 8',Idrís Mandiang 11' e Iuri Medeiros 62'.
Num jogo disputado sob temperaturas negativas,
foi a pantera quem melhor lidou com o frio e sai de Arouca à frente do adversário
desta noite. O Arouca até começou melhor, colocou-se em vantagem com um golo de
Tomané, mas Idris ainda na primeira parte e Iuri Medeiros numa arrancada
fulgurante pelo flanco esquerdo, na segunda, deu a volta ao marcador e leva os
três pontos para casa.
O Arouca falha o objetivo de alcançar quatro
vitórias consecutivas pela primeira vez desde que está no escalão máximo do
futebol, e inicia a segunda volta da mesma forma que começara o campeonato: com
uma derrota.
Lito Vidigal reservou duas surpresas para a
equipa titular: o guarda-redes Rui Sacramento surgiu no lugar habitualmente
ocupado por Bracali – o brasileiro treinou condicionado durante a semana e não
recuperou -, enquanto Tomané estreou-se a titular, surgindo como unidade mais
adiantada e relegando Walter para o banco de suplentes.
Tomané e Idris para aquecer a noite
Se no primeiro jogo que fez com a camisola do
Arouca o ex-Panetolikos já mostrara serviço com uma assistência para golo em 30
minutos em campo, a estreia a titular seria ainda mais proveitosa, com Tomané a
apontar o golo inaugural da partida, logo aos 8 minutos. O jogador que até
passou pelo Boavista no início da sua formação aproveitou da melhor forma uma
escorregadela de Philipe Sampaio à entrada da área, para fuzilar um desamparado
Meira que não podia fazer nada perante a força do remate.
Esse lance marcou o início de um período de jogo
eletrizante, na noite gelada de Arouca. O Boavista tentou reagir imediatamente
à desvantagem e lançou-se no ataque na busca do empate que não tardou mais do
que quatro minutos.
Na sequência de um canto batido por Fábio
Espinho, Idris superiorizou-se à defesa arouquense e cabeceou para o empate. O
lance deixa dúvidas se a bola ultrapassa a linha de golo, mas apesar da
hesitação do árbitro, o seu assistente assinalou o golo de imediato e era ele
quem estava em melhor posição para avaliar a jogada.
O golo do empate tirou algum discernimento aos
homens do Arouca que, na sequência do lance, ficou sem o treinador no banco de
suplentes, uma vez que Lito Vidigal foi expulso devido a protestos.
Nos minutos seguintes, os axadrezados
aproveitaram o desnorte do adversário para tentar a reviravolta no marcador.
Apostando na velocidade de Renato Santos e de Iuri Medeiros, e na combatividade
de Schembri, o conjunto de Miguel Leal sufocou o setor mais recuado do Arouca,
valendo a segurança de Rui Sacramento.
Depois de cerca 15 minutos de maior iniciativa
axadrezada, o Arouca começou a estabilizar o seu futebol, equilibrando-se e
passando a dominar a posse de bola.
Essa fase mostrou um futebol mais frio e distante
das balizas. Essa seria mesmo a toada até ao intervalo, que chegou com um
empate que se ajustava ao jogo a que se assistira nos primeiros 45 minutos.
Iuri deita um balde de água gelada onde foi feliz
A segunda parte começou com sinal mais positivo
da equipa visitante. Rui Sacramento foi colocado à prova em três situações que
resolveu com maior ou menor dificuldade, mas o Arouca revelava dificuldade em
chegar com perigo à área boavisteira.
Essa melhor fase da equipa da pantera acabaria
por traduzir-se na reviravolta que já ameaçara fazer na primeira parte, aos 62
minutos. Iuri Medeiros arrancou pela esquerda, ninguém o conseguiu travar e no
cara a cara com Rui Sacramento, o jogador emprestado pelo Sporting ao Boavista
revelou grande frieza e despejou um balde de água gelada aos adeptos que foram
os seus na segunda metade da época 2014/15.
No regresso à vila onde foi feliz – como
assumiria mais tarde – o camisola 45 dos axadrezados deu vantagem à sua equipa
num jogo de grande importância, mas não festejou, em sinal de respeito ao seu
antigo clube.
O golo revelar-se-ia mesmo decisivo, valendo três
importantes pontos ao Boavista que, assim, ultrapassa o adversário desta noite
na tabela, passando a somar 24 pontos.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Antevisão FC Arouca-Boavista FC
Deslocação a Arouca
Sábado, 21 de Janeiro às 20:30.
Inscreva-se já e reserve o seu Lugar!
Bilhete + Autocarro 13€*
Bilhetes a 13€ disponíveis em número reduzido - *quando esgotados, passarão a ter o custo de 15€ - e apenas destinados a Sócios do Boavista com Quotas em dia.
Horário da secretaria: Segunda a sexta das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00
Excepcionalmente, devido ao elevado preço dos bilhetes praticado pelo FC Arouca (cuja responsabilidade a SAD do Boavista é alheia) o Boavista disponibiliza transporte gratuito a quem adquirir bilhetes para o jogo.
Sábado, 21 de Janeiro às 20:30.
Inscreva-se já e reserve o seu Lugar!
Bilhete + Autocarro 13€*
Bilhetes a 13€ disponíveis em número reduzido - *quando esgotados, passarão a ter o custo de 15€ - e apenas destinados a Sócios do Boavista com Quotas em dia.
Horário da secretaria: Segunda a sexta das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00
Excepcionalmente, devido ao elevado preço dos bilhetes praticado pelo FC Arouca (cuja responsabilidade a SAD do Boavista é alheia) o Boavista disponibiliza transporte gratuito a quem adquirir bilhetes para o jogo.
sábado, 14 de janeiro de 2017
Roubo de Igreja Tira-nos a Vitória no Estádio da Luz
Liga Nós 17ºJornada
14 de Janeiro de 2017 - 16h
Estádio Da Luz em Lisboa
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)
GR:Ederson Moraes GR:Kamran Agayev
DD:Nélson Semedo DD:Edú Machado
DC:Luisão(Franco Cervi INT) DC:Phillipe Sampaio
DC:Victor Lindedolf DC:Lucas Tagliapietra
DE:André Almeida DE:João Talocha
MC:Andreas Samaris MC:Idrís Mandiang
MC:Pizzi MC:Fábio Espinho(Emin Makmudov 89')
MC:Toto Sálvio MC:Anderson Carvalho
ED:Gonçalo Guedes(Andrija Zivkovic 66') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 79')
ED:Gonçalo Guedes(Andrija Zivkovic 66') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 79')
EE:Rafa Silva(Kostas Mitroglou 38') EE:Renato Santos
PL:Jonas PL:André Schembri(André Bukia 66')
.
Treinador:Rui Vitória Treinador:Miguel Leal
Cartões Amarelos:Luisão 38',Lucas Tagliapietra 69',Fábio Espinho 69',Kamran Agayev 75' e 96',Iuri Medeiros 77',Phillipe Sampaio 89' e Jardel 96'.
Cartões Vermelhos:Kamran Agayev 96'.
Golos:Iuri Medeiros 14',Lucas Tagliapietra 20',André Schembri 25',Kostas Mitroglou 41',Jonas 53'(g.p.) e Fábio Espinho 68'(p.b.)
Cartões Vermelhos:Kamran Agayev 96'.
Golos:Iuri Medeiros 14',Lucas Tagliapietra 20',André Schembri 25',Kostas Mitroglou 41',Jonas 53'(g.p.) e Fábio Espinho 68'(p.b.)
Isto é o retrato imune do que aconteceu esta tarde no Estádio da Luz!!!!
O primeiro parágrafo fica todo para o Boavista. Ele merece-o.
O segundo parágrafo, já agora, também. Absolutamente notável exibição axandrezada, que aproveitou uma entrada mais débil do Benfica em campo para construir um resultado que depois soube defender com unhas e dentes.
Mas antes disso, antes de ter de defender o tal resultado com unhas e dentes, o Boavista foi fantástico. Agressivo sem bola, por exemplo, a cair em cima dos adversários cheio de vontade, e imaginativo com ela: a tocar sem receios, saindo a jogar pelo chão, enfim.
Este Boavista não tem nada a ver com a equipa que foi num passado recente, o que é naturalmente mérito de Miguel Leal. Hoje o Boavista joga à bola.
Pelo caminho, como acontece nestas situações, os jogadores sentem-se mais confortáveis na pele deles e mais confiantes. Por isso jogam melhor. Sem necessidade de chutão para a frente, nem receio de ter a bola no chão. Com liberdade para pensar e bons princípios.
Por isso fez o que ninguém mais conseguiu fazer em mais de um ano: três golos na Luz.
A baliza encarnada no Estádio da Luz não sofria tantos golos desde que o Sporting, de Jorge Jesus, jogou lá, ainda em 2015. Desde então nem Bayern Munique, nem Zenit, nem Nápoles, nem FC Porto, enfim, ninguém conseguiu fazer o que Boavista fez esta tarde.
É claro, como já se disse, que a culpa não morre solteira. Nunca morre. O Benfica, neste caso, tem de assumir que teve boa parte da responsabilidade.
Entrou mal no jogo, se calhar porque a mensagem que Rui Vitória passou também não foi a melhor. O treinador deixou Mitroglou no banco, fazendo alinhar uma frente de ataque com Jonas e Gonçalo Guedes: ou seja, sem um ponta de lança de área.
Curiosamente corrigiu a mão ainda na primeira parte, lançando por fim Mitroglou, e a partir daí nada mais foi igual: o Benfica cresceu, cresceu, cresceu, até ameaçar ganhar.
O Boavista, que já tinha feito três golos, sentiu a pressão encarnada e encolheu-se.
É natural. Mas nem por isso deixou de sair com critério, de explorar os espaços que o Benfica abria e até de ameçar o golo: Renato Santos teve uma ocasião para marcar já nos dez minutos finais, e se o tivesse feito provavelmente estava-se a falar de outro resultado.
Nesta altura convém dizer que foi também, e pelo que já se percebeu, um grande jogo de futebol. Foi um daqueles jogos que foi de uma ponta à outra: foi-o em toda a largura.
Absolutamente notável vulcão de fé, confiança e compromisso de um público com uma equipa. O Boavista marcou por três vezes em menos de meia hora, por exemplo, e a seguir a todos eles houve gritos de Benfica, Benfica, Benfica. Os adeptos carregaram os jogadores às costas, fizeram-nos sentir confortáveis, empurraram-nos para a frente.
Assim é realmente mais fácil.
Ora carregados por um estádio cheio como um ovo, com mais de 57 mil alminhas gordas de tanto otimismo, os jogadores do Benfica encheram-se de coragem e empataram o jogo. Até ao fim acreditaram até que seria possível vencer.
Não foi. Não o foi, aliás, por uma razão: e nesta altura volta-se ao início: que grande Boavista.
Que grande exibição.
Que bela viagem ao início de sé e ao Boavistão de outros tempos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Antevisão SL Benfica-Boavista FC
SL Benfica vs Boavista Futebol Clube, sábado, dia 14 de janeiro às 16:00, no Estádio da Luz.
Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista, a partir de quarta-feira, dia 11 de janeiro, para associados, com quotas em dia, por 12,5€.
Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista, a partir de quarta-feira, dia 11 de janeiro, para associados, com quotas em dia, por 12,5€.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Vágner da Silva é reforço do Boavista
Vágner da Silva, experiente guarda-redes, de nacionalidade brasileira, vai integrar o plantel do Boavista até ao final da presente época por empréstimo do Royal Mouscron-Péruwelz.
O guarda-redes de 30 anos, e 1,85 metros, conta com mais de 80 jogos na I Liga, tendo sido uma peça influente da subida de divisão do Estoril, na época 2011/2012.
Fez formação no Atlético Paranaense, em Portugal representou o Estoril e chega ao Boavista do Royal Mouscron-Péruwelz, da Primeira Liga Belga.
Vágner diz-se “muito feliz por estar nesta nova casa, um clube tão tradicional como o Boavista. Espero poder contribuir para esta grande equipa e grande família. Conto com o apoio de todos vocês”
domingo, 8 de janeiro de 2017
Vitória Importantíssima
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:João Mendes(A.F.Santarém)
GR:Kamran Agayev GR:Bruno Varela
DD:Edú Machado DD:Vasco Santos(Arnold Issoko 46')
DC:Phillipe Sampaio DC:Frederico Venâncio
DC:Lucas Tagliapietra DC:Fábio Cardoso
DE:João Talocha DE:Nuno Pinto
MC:Idrís Mandiang MC:João Costinha
MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 93') MC:Mikel Agu
MC:Fábio Espinho(Carraça 86') MC:Vasco Costa(Thiago Santana 75')
ED:Iuri Medeiros ED:João Amaral(José Manuel 64')
EE:Renato Santos EE:Nuno Santos
PL:André Schembri(André Bukia 71') PL:Edinho
Treinador:Miguel Leal Treinador:José Couceiro
Golos:Fábio Espinho 27'(g.p.)
Cartões Amarelos:Vasco Fernandes 26',André Schembri 44',Frederico Venâncio 49',Renato Santos 54',Mikel Agu 59',Arnold Issoko 77' e Fábio Espinho 79'.
Um castigado máximo de Fábio Espinho
permitiu ao Boavista vencer o Vitória de Setúbal, numa partida a contar para a
ronda 16 da Liga. Resultado justo para aquilo os argumentos apresentados pelas
duas equipas. Primeira vitória em casa de Miguel Leal desde que assumiu o
comando técnico dos axadrezados, enquanto o Vitória de Setúbal continua a
demonstrar dificuldades em vencer longe do Bonfim.
Para a recepção aos sadinos, Miguel Leal realizou apenas uma alteração em relação à última partida - vitória na Madeira perante o Nacional. Entrou Fábio Espinho, que se revelou uma aposta ganha e decisiva no desfecho deste encontro, em detrimento de Makhmudov. Por sua vez, José Couceiro fez jus ao lema ‘equipa que ganha não se mexe’ e repetiu o onze que tinha vencido os leões a meio da semana.
O Boavista entrou no jogo ‘mandão’ a empurrar o Vitória para o seu meio-campo defensivo. O futebol rápido, recheado de combinações entre o trio ofensivo e Fábio Espinho, figura da partida, começaram a fazer abalar a defensiva vitoriana. Fábio Espinho, após cruzamento de Iuri Medeiros, teve nos pés a primeira oportunidade de materializar a melhor entrada na partida dos azadrezados.
Safanão no jogo dado por Fábio Espinho
A partir daí, o jogo entrou numa toada morna, com demasiadas paragens e sem grandes lances de perigo perto das duas balizas. Pedia-se um safanão no jogo e o foi o Boavista que o deu, à entrada dos últimos quinze minutos da primeira parte. Schembri, lançado por Fábio Espinho, é derrubado dentro de área. O árbitro aponta para a marca dos onze metros e o camisola 10 do Boavista atira a contar: bola para um lado, guarda-redes para o outro.
Vantagem merecedora da equipa da casa, perante um conjunto do Vitória que se mostrou muito apático, quiçá algo fatigado pelo jogo disputado a meio da semana. A equipa de Miguel Leal baixou as linhas e convidou os sadinos a assumirem as despesas do jogo. Ainda assim, a formação sadina revelou-se uma incapacidade anormal criar situações de perigo e em transpor a bem organiza defesa boavisteira. A excepção surgiu dos pés de Costinha, com um remate fraco de fora de área.
Boa segunda parte sadina incapaz de contrair dificuldades históricas
Na etapa complementar até foi a equipa de José Couceiro, decidida a inverter o rumo dos acontecimentos, empurrou o Boavista para o seu meio-campo e começou a esboçar uma aproximação à baliza de Agayev. João Amaral teve nos pés a oportunidade de empatar o encontro, mas o extremo sadino atrapalhou-se e permitiu o corte a Philipe.
Para a recepção aos sadinos, Miguel Leal realizou apenas uma alteração em relação à última partida - vitória na Madeira perante o Nacional. Entrou Fábio Espinho, que se revelou uma aposta ganha e decisiva no desfecho deste encontro, em detrimento de Makhmudov. Por sua vez, José Couceiro fez jus ao lema ‘equipa que ganha não se mexe’ e repetiu o onze que tinha vencido os leões a meio da semana.
O Boavista entrou no jogo ‘mandão’ a empurrar o Vitória para o seu meio-campo defensivo. O futebol rápido, recheado de combinações entre o trio ofensivo e Fábio Espinho, figura da partida, começaram a fazer abalar a defensiva vitoriana. Fábio Espinho, após cruzamento de Iuri Medeiros, teve nos pés a primeira oportunidade de materializar a melhor entrada na partida dos azadrezados.
Safanão no jogo dado por Fábio Espinho
A partir daí, o jogo entrou numa toada morna, com demasiadas paragens e sem grandes lances de perigo perto das duas balizas. Pedia-se um safanão no jogo e o foi o Boavista que o deu, à entrada dos últimos quinze minutos da primeira parte. Schembri, lançado por Fábio Espinho, é derrubado dentro de área. O árbitro aponta para a marca dos onze metros e o camisola 10 do Boavista atira a contar: bola para um lado, guarda-redes para o outro.
Vantagem merecedora da equipa da casa, perante um conjunto do Vitória que se mostrou muito apático, quiçá algo fatigado pelo jogo disputado a meio da semana. A equipa de Miguel Leal baixou as linhas e convidou os sadinos a assumirem as despesas do jogo. Ainda assim, a formação sadina revelou-se uma incapacidade anormal criar situações de perigo e em transpor a bem organiza defesa boavisteira. A excepção surgiu dos pés de Costinha, com um remate fraco de fora de área.
Boa segunda parte sadina incapaz de contrair dificuldades históricas
Na etapa complementar até foi a equipa de José Couceiro, decidida a inverter o rumo dos acontecimentos, empurrou o Boavista para o seu meio-campo e começou a esboçar uma aproximação à baliza de Agayev. João Amaral teve nos pés a oportunidade de empatar o encontro, mas o extremo sadino atrapalhou-se e permitiu o corte a Philipe.
Pese embora a melhor entrada dos
forasteiros, foi a equipa portuense, galvanizada pelo apoio do seu público,
começou a criar situações de perigo em catadupa: Iuri Medeiros teve no pé
esquerdo, por duas vezes, a possibilidade de ampliar a vantagem, mas Bruno
Varela e algum desacerto na hora do remate impossibilidade de ampliar o
marcador.
José Couceiro procurou no banco a solução para levar um ponto do Estádio do Bessa e lançou Zé Manuel e Thiago Santana. Curiosamente, foi o avançado brasileiro que teve nos pés a derradeira oportunidade, mas o remate acabou por sair desenquadrado.
O Boavista agarrou-se com unhas e dentes à vantagem que trazia do primeiro tempo e conseguiu os três pontos, ultrapassando assim o Vitória na classificação. Do outro lado, os sadinos mostraram poucos argumentos para acabar com a autêntica ‘casa assombrada’ que é o Bessa: a última vitória na condição de visitante frente aos boavisteiros foi na temporada 1989-1990.
José Couceiro procurou no banco a solução para levar um ponto do Estádio do Bessa e lançou Zé Manuel e Thiago Santana. Curiosamente, foi o avançado brasileiro que teve nos pés a derradeira oportunidade, mas o remate acabou por sair desenquadrado.
O Boavista agarrou-se com unhas e dentes à vantagem que trazia do primeiro tempo e conseguiu os três pontos, ultrapassando assim o Vitória na classificação. Do outro lado, os sadinos mostraram poucos argumentos para acabar com a autêntica ‘casa assombrada’ que é o Bessa: a última vitória na condição de visitante frente aos boavisteiros foi na temporada 1989-1990.
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