Contagem

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Ponto Precioso

BOAVISTA FC-1 SC BRAGA-1
Liga Nós 21ºJornada 2016-2017
12 de Fevereiro de 2017 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Bruno Paixão(A.F.Setúbal)


GR:Vágner da Silva    GR:Marafona
DD:Edú Machado   DD:Baiano
 DC:Phillipe Sampaio DC:Lazar Rósic
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Ricardo Ferreira
DE:João Talocha DE:Marcelo Goiano
MC:Idrís Mandiang  MC:João Gamboa
 MC:Anderson Carvalho MC:Rodrigo Battaglia
MC:Fábio Espinho(Carraça 88') MC:Pedro Santos(Federico Cartabia 81')
ED:Iuri Medeiros MC:Alan(Ricardo Horta 67')
EE:Renato Santos (David Mbala 82')PL:Nikola Stojiljóvic(Rodrigo Pinho 74')
PL:André Schembri(Iván Bulos 57')  PL:Rui Fonte

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Jorge Simão

Golos:Nikola Stojiljóvic 9' e Fábio Espinho 39'(g.p)

Cartões Amarelos:João Gamboa 38' e Philippe Sampaio 80'.




Pode um empate ser boa notícia para o Sp. Braga, nesta altura da época? A verdade é que a formação arsenalista foi aplaudida pelos seus adeptos após o quarto jogo consecutivo sem vencer. Valeu o ponto no Estádio do Bessa, frente ao Boavista (1-1).
Em duelo com grande historial de rivalidade, a equipa de Jorge Simão teve duas oportunidades soberanas para vencer mas perdurou a sensação de um imperfeito equilíbrio no universo. O Boavista também mereceu retirar algo de positivo deste jogo.
Para os homens de Miguel Leal são três jogos sem vencer. A sua luta, porém, é outra. Vagner assumiu papel decisivo ao negar golos a Rui Fonte e Rodrigo Pinho na reta final do encontro. Ficou uma imagem mais positiva do Sp. Braga, melhor que no passado recente, ainda assim insuficiente para um regresso aos triunfos.
Jorge Simão teve de reinventar o seu setor intermediário, face à escassez de soluções para a zona central. A aposta recaiu na estreia do jovem João Gamboa, filho do extremo que deixou boa imagem no futebol português.
Gamboa, médio de 20 anos que vem crescendo no Sp. Braga B, acabaria por ficar ligado à história do jogo de forma infeliz.
Já lá vamos.
A mensagem de união na cabeça de Stojiljkovic
O Boavista, com o mesmo onze que empatou com o Desportivo em Chaves (0-0), foi surpreendido pela boa entrada da formação arsenalista, que logrou chegar à vantagem no primeiro remate à baliza.
Nove minutos de jogo. Em lance de contra-ataque, aproveitando descoordenação do Boavista do seu flanco esquerdo, Pedro Santos foi à linha e tirou o cruzamento. A bola desviou em Talocha, pode até ter feito o arco já para lá no terreno de jogo mas seguiu para a cabeça de Stojiljkovic. Philipe Sampaio falhou a marcação, o sérvio saltou mais alto que Edu Machado e finalizou.
Stojiljkovic chamou todo o grupo para um abraço coletivo que não pareceu inocente. Uma prova de união em cenário de crise.O Sp. Braga foi superior nos primeiros vinte minutos e chegou a ameaçar o segundo golo, com a cobrança exemplar de um livre direto por parte de Rui Fonte. Bola ligeiramente ao lado.
Lentamente, porém, o Boavista reclamou a iniciativa de jogo e tirou partido dos seus elementos mais criativos. Com Miguel Leal, a equipa parece mais arrumada, harmoniosa, predisposta a um jogo equilibrado e positivo. Percebe-se a renovação de contrato com o treinador, oficializada há dias.
Iuri Medeiros é a referência incontornável nas ofensivas axadrezadas, embora o extremo cedido pelo Sporting nem sempre saiba dosear o seu talento e interpretar o jogo da mesma forma que os restantes. Ainda assim, uma qualidade assinalável.
A magia indomável do pé esquerdo de Iuri
Já depois da meia-hora de jogo, seria o próprio Iuri a desperdiçar uma oportunidade flagrante para o empate. Bola no ataque, grande fífia de Rosic e deixar passar mas Baiano incomodou o esquerdino e o remate, já em desequilíbro, errou o alvo.
Estava melhor o Boavista, o adversário ia baixando demasiado as suas linhas e seria o estreante Gamboa a abrir caminho para o 1-1. Boa incursão ofensiva de Edu Machado para uma pincelada de génio de Iuri Medeiros. O extremo atraiu Marcelo Goiano e Pedro Santos, servindo o seu lateral com toque entre os dois adversários. O médio Gamboa, procurando fazer a compensação acabou por cometer grande penalidade sobre Edu.
Fábio Espinho enfrentou Marafona, também ele um elemento com credenciais nos castigos máximos, e levou a melhor sobre o guarda-redes do Sp. Braga.
Veio então o melhor período do Boavista. O efeito da igualdade a caminho do intervalo prolongou-se até à segunda metade, desequilibrando os pratos da balança.
Pouco depois do reatamento, Edu Machado rematou às malhas laterais e Renato Santos obrigou Marafona a uma grande defesa. Sinais de alerta no Sp. Braga.
Vagner regressou a Portugal para valer pontos
Com o tempo e a dança das substituições, sobretudo, a formação arsenalista encontrou o antídoto para a superioridade local e passou a olhar para a baliza de Vagner. Aliás, ela seria especialmente visada até final da partida. Valeu a atenção do guarda-redes brasileiro que voltou recentemente a Portugal. Valeu um ponto.
Ricardo Horta saiu do banco para emprestar velocidade aos flancos ofensivos e faltou apenas o devido acompanhamento de Rui Fonte.
Ao minuto 72, Horta isolou-se no flanco esquerdo, viu Fonte no corredor central e serviu o avançado. Este, porém, dominou mal a bola, adiantou demasiado e permitiu a intervenção do guarda-redes axadrezado.
O Boavista procurava responder mas faltou-lhe banco, ao contrário do que se verificou no Sp. Braga. Seria outro suplente, Rodrigo Pinho, a assumir protagonismo no lance mais polémico da partida.
Já ao cair do pano, na fase de maior pressão da equipa de Jorge Simão, Rodrigo Pinho desviou de cabeça após canto na direita e Vagner defendeu em cima da linha de golo! O corpo do guarda-redes, aliás, estava dentro da baliza, embora as imagens não esclareçam se a mão salvadora tocou na bola antes ou depois da linha.
Em período de descontos, a formação axadrezada voltou a dar um ar da sua graça, evitando a imagem de um empate injustificado. Sentiu a falta, ainda assim, de um ponta-de-lança. O reforço Ivan Bulos fez ainda menos que o esforçado Schembri.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Antevisão Boavista FC - SC Braga


BOAVISTA FC – SC Braga
Domingo, 12 de fevereiro às 20:15

Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 1 Bilhete)

Horário das bilheteiras: segunda a quinta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Empate Precioso em Chaves

GD CHAVES-0 BOAVISTA FC-0
Liga Nós 20ºJornada
4 de Fevereiro de 2017 - 16h
 Estádio Municipal de Chaves Engenheiro Manuel Branco Teixeira
Árbitro :Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)

GR:António Filipe GR:Vágner da Silva
DD:Pedro Queirós DD:Edú Machado
 DC:Nuno André Coleho DC:Phillipe Sampaio
DC:Carlos Ponck DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nélson Lenho DE:João Talocha
MC:Rennan Bressan(João Patrão 88') MC:Idrís Mandiang
MC:Pedro Tiba MC:Fábio Espinho
MC:Perdigão(Davidson 72')  MC:Anderson Carvalho
ED:Fábio Martins (Rafael Batatinha 76') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 73')
EE:William Oliveira EE:Renato Santos(Rochinha 93')
PL:Braga PL:André Schembri(Iván Bulos 61')
.
Treinador:Ricardo Soares                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:André Schembri 58',Lucas Tagliapietra 78' e Rafael Batatinha 92'.







Frio, feio e fraco: ninguém venceu no dilúvio e vendaval flaviense

Foi o jogo dos três «F’s», em 90 minutos com poucos motivos de interesse e com um nulo no marcador que penalizou os flavienses, que a favor e contra o vento criaram sempre mais perigo.
Debaixo de muito chuva, e com um terreno muito pesado, só houve uma equipa que mereceu vencer, o Chaves, mas Vagner resolveu sempre todas as situações de perigo criadas e segurou o ponto com que a sua equipa se contentou. O Boavista desistiu muito cedo dos três pontos e no segundo tempo nem tentou aproveitar a vantagem de jogar a favor do vento.
Na equipa flaviense, Pedro Tiba fez a sua estreia a titular, com Ricardo Soares a fazer regressar ainda Braga ao onze, após ter cumprido castigo. Na baliza, António Filipe rendeu o lesionado Ricardo. Já nos boavisteiros, Iuri Medeiros teve entrada no onze inicial, para o lugar de Bukia, face à última partida.
A favor do vento e à procura de resolver o jogo nos primeiros 45 minutos, o Desportivo de Chaves dominou por completo, com alguns momentos para o Boavista, com Vagner a ter muito trabalho para travar os constantes ataques.
Os transmontanos estiveram perto de marcar mas viram primeiro os visitantes assustarem, com Schembri a ganhar ressalto na área e quando se preparava para atirar a contar viu Ponck cortar no momento certo.
As bolas paradas foram um bom trunfo para os homens de Ricardo Soares, sempre por Bressan, que apesar disso tiraram pouco proveito. Aos seis minutos, o brasileiro com nacionalidade bielorussa obrigou Vagner a tirar com os punhos.
Depois, aos oito, Perdigão quase engana o guardião boavisteiro com um cruzamento remate e na sequencia do lance o extremo do Chaves obriga Vagner a defesa apertada, na recarga Braga falha o remate e Tiba atira a contar mas a bola é desviada para canto.
Assim, sem deixar o Boavista respirar, estava à vista o golo do Chaves, mas Vagner ia resistindo. A nova vaga surgiu a partir do minuto 15, com Tiba a disparar novamente forte, mas o guarda-redes brasileiro defendeu, à segunda. Aos 20, após canto, Nuno André Coelho acerta na bola mas esta sai ao lado.
Era altura de sacudir a pressão e os portuenses conseguem atacar a muito custo, numa jogada confusa e de insistência onde Fábio Espinho remata ao lado.
Só dava mesmo Chaves e Bressan voltaria à carga para a terceira vaga de ataques. Aos 29, o livre do meio campo do médio obriga Vagnar a nova intervenção a punhos. Mais difícil foi aos 30 minutos, quando William desvia a bola cobrada por Bressan, mas Vagner esticou-se e evitou o golo.
Aos 38 Fábio Martins isola William pela esquerda e o avançado brasileiro, na segunda tentativa que dispôs, remata fraco de pé esquerdo e Vagner encaixa bem. Pouco depois volta Tiba a tentar a sua sorte de longe, novamente com as medidas bem tiradas, mas o guarda-redes do Boavista mantinha-se sereno, apesar da dificuldade em agarrar o esférico.
A última ocasião do primeiro tempo surge aos 43, com Fábio Martins e Braga na carreira de tiro a tentarem rematar à baliza, com Idris sempre pelo caminho, até que Braga dispara ao lado, mas não muito.
Apesar de ter as condições mais favoráveis no segundo tempo, os axadrezados não aproveitaram o fator vento que esteve muito mais favorável na primeira parte e foi a equipa da casa que continuou a assumir as despesas do encontro.
De tal forma que foi mesmo o Chaves a criar a primeira situação, aos 57 minutos, com Fábio Martins a aparecer solto na esquerda e a tentar golo, mas Vagner negou.
Com a equipa flaviense a desgastar-se com o passar dos minutos, e com o Boavista a não conseguir superiorizar-se, a partida foi ainda mais confusa e atabalhoada, num terreno que foi também ficando cada vez mais impraticável.
As bolas paradas ganharam uma importância ainda maior na etapa complementar, sendo mesmo a única forma de criar perigo. Aos 70, Bressan voltou a testar a atenção de Vagner, num livre ainda longe da baliza. Do outro lado, no minuto seguinte, Fábio Espinho procurava o mesmo e obrigou mesmo à primeira defesa de António Filipe no jogo.
Os transmontanos eram mesmo a equipa mais perigosa em campo e Ponck podia ter desfeito o nulo aos 76, quando um livre lhe parou nos pés, mas atirou ao lado. De bola parada em bola parada, numa partida que se foi tornando mais quizilenta e com mais paragens, com o Boavista a jogar com o cronómetro, a segunda parte não deixou saudades.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Antevisão GD Chaves - Boavista FC


GD Chaves vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE

Sábado, 4 de fevereiro, às 16h00

Transporte gratuito ou eventual pagamento simbólico, a anunciar logo que definido o preço dos bilhetes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

AIDI FULANG XISI É REFORÇO DO BOAVISTA

Aidi Fulang Xisi, de origem chinesa e tanzaniana, vem reforçar o Boavista por época e meia.
O polivalente jogador, com 26 anos e 1,80, pode ocupar a posição de 6, defesa central ou de defesa direito. Aidi, já treina com o plantel desde a semana passada após se desvincular do seu último clube, o Dalian Yifang FC (antigo Dalian Aerbin), da China League One.
Esta aposta surge através de uma parceria com a Federação Chinesa de Futebol.
Aidi afirma ser um orgulho “representar um clube histórico numa liga tão competitiva e de grande qualidade” e acrescenta “estou aqui para dar o meu melhor e ajudar a equipa”.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Derrota no Bessa

BOAVISTA FC-0 CF BELENENSES-1
Liga Nós 19ºJornada 2016-2017
27 de Janeiro de 2017 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Godinho(A.F.Évora)

GR:Vágner da Silva    GR:Cristiano Figueiredo
DD:Edú Machado   DD:Edgar Lé
 DC:Phillipe Sampaio DC:Domingos Duarte
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Gonçalo Silva
DE:João Talocha DE:Florent Hanin
MC:Idrís Mandiang  MC:Fábio Nunes
 MC:Anderson Carvalho(Emin Makmudov 59') MC:Hassan Yebda(André Sousa 86')
MC:Fábio Espinho MC:Vítor Gomes
ED:André Bukia(David Mbala 57') ED:João Diogo
EE:Renato Santos EE:Juanto Ortuno(Oriel Rossel 72')
PL:André Schembri(Idé Colubali 74')  PL:Abel Camara(Gonçalo Brandão 95')

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Quim Machado

Golos:João Diogo 56'

Cartões Amarelos:Juan Ortuno 11',Phillipe Sampaio 29',Abel Camara 59',Domingos Duarte 63',João Diogo 69',Hassan Yebda 80' e Cristiano Figueiredo 95'.




Há mês e meio que o Boavista não perdia e a última vez tinha sido em casa (10 de dezembro frente ao V. Guimarães) e agora voltou a ser no Bessa que a formação de Miguel Leal sentiu o sabor da derrota. 1-0 frente a um Belenenses que ainda só venceu dois encontros nesse período. Os azuis do Restelo travaram o embalo que os axadrezados levavam e que lhes permitiu irem subindo na tabela.
A primeira parte foi de equilíbrio, com o único remate a levar perigo à baliza a ter sido feito por Juanto, a que o reforço Vagner, em noite de estreia pelos axadrezados, respondeu com uma grande defesa.
De resto, muito do jogo foi decidido a meio campo, com as duas equipas a anularem-se mutuamente durante grande parte do primeiro tempo. O Boavista entrou melhor, o Belenenses cresceu depois. Mas, ao intervalo, o jogo até parecia destinado a um 0-0 sem grande história.

Na segunda parte, o Belenenses entrou melhor e foi ganhando os duelos a meio campo, conseguindo progredir no terreno em melhores condições e chegar com perigo à baliza. E aos 56 minutos João Diogo abriu o marcador. Um lance que nasce no setor defensivo, com um passe em profundidade de Domingos Duarte, Camará, na área, rematou, para a defesa de Vagner para a frente, e João Diogo empurrou para o fundo da baliza.
O Boavista tentou reagir ao golo. Miguel Leal fez sair Bukia, que tinha sido chamado para substituir o castigado Iuri Medeiros. Muito bem marcado por Edgar Ié, que se estreou no onze do Belenenses, não conseguiu colmatar a falta do companheiro e foi o primeiro a sair após o golo, para a entrada de de Mbala (outra estreia). O outro foi Anderson Carvalho, entrando Makhmudov.
Com as mudanças e perante a desvantagem no marcador, o Boavista abriu mais o jogo à procura do golo. Conseguiu começar a chegar com perigo à área, ganhando então o primeiro canto do jogo, mas também permitiu que o Belenenses conseguisse responder com contra-ataques rápidos.
E os azuis podiam mesmo ter aumentado com um remate de Fábio Nunes de calcanhar ou por João Diogo, não tivesse havido um corte providencial.
Mas nos últimos minutos o Belenenses baixou o bloco e o ataque só teve uma direção: a da baliza do Belenenses. Cristiano respondeu com uma enorme defesa a um livre batido por Fábio Espinho. Logo a seguir, foi João Diogo, providencial nas duas áreas, a salvar um desvio de Idé após uma saída em falso de Cristiano. O Boavista poderia ter empatado, mas faltou eficácia no momento final.
O Belenenses vence e soma agora 23 pontos. Os axadrezados têm mais um.


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Iván Bulos Guerrero no Boavista


Iván Bulos Guerrero, internacional A peruano e pelas seleções jovens, de 1,90m, chega ao Boavista para o lugar de ponta de lança, assinando por época e meia, ficando a Boavista SAD com direito de opção.
Este jovem promissor, de 23 anos, passou pelo Sporting Cristal, Deportivo Municipal – ambos da Primeira Liga do Peru – e ainda pelo O´Higgins, do Chile.
Possante avançado – um homem área - de características diferentes de Schembri, vem acrescentar soluções ao plantel às ordens de Miguel Leal.

Iván Bulos diz-se “muito feliz por assinar pelo Boavista, um clube histórico e com muita qualidade” e promete “muito trabalho e golos para corresponder à confiança dada pelo clube.”
Bulos começa já a trabalhar às ordens de Miguel Leal.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Antevisão Boavista FC - CF Belenenses


BOAVISTA FC – CF "Os Belenenses"
Sexta-feira, 27 de janeiro às 20:30
Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes a 7€ cada)
Horário das bilheteiras: segunda a quinta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Enormes na Raça e na Ambição

FC AROUCA-1 BOAVISTA FC-2
Liga Nós 18ºJornada
21 de Janeiro de 2017 - 20h30
 Estádio Municipal de Arouca
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Rui Sacramento GR:Mickael Meira
DD:Anderson Luís DD:Edú Machado
 DC:Jubal DC:Phillipe Sampaio
DC:Nuno Coelho DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nelsinho DE:João Talocha
MC:Adilson(Rafael Crivellaro 88') MC:Idrís Mandiang
MC:André Santos MC:Fábio Espinho(Carlos Santos 90')
MC:Jorginho(Kuca 65')  MC:Anderson Carvalho(Carraça 81')
ED:Artur Moreira(Walter Gonzalez 74') ED:Iuri Medeiros
EE:Mateus EE:Renato Santos
PL:Tomané PL:André Schembri(Idé Gomes 71')
.
Treinador:Lito Vidigal                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Iuri Medeiros 79',Idé Gomes 86',Walter Gonzalez 89',Rafael Crivellaro 92' e Carlos Santos 96'.

Golos:Tomané 8',Idrís Mandiang 11' e Iuri Medeiros 62'.





Num jogo disputado sob temperaturas negativas, foi a pantera quem melhor lidou com o frio e sai de Arouca à frente do adversário desta noite. O Arouca até começou melhor, colocou-se em vantagem com um golo de Tomané, mas Idris ainda na primeira parte e Iuri Medeiros numa arrancada fulgurante pelo flanco esquerdo, na segunda, deu a volta ao marcador e leva os três pontos para casa.
O Arouca falha o objetivo de alcançar quatro vitórias consecutivas pela primeira vez desde que está no escalão máximo do futebol, e inicia a segunda volta da mesma forma que começara o campeonato: com uma derrota.

Lito Vidigal reservou duas surpresas para a equipa titular: o guarda-redes Rui Sacramento surgiu no lugar habitualmente ocupado por Bracali – o brasileiro treinou condicionado durante a semana e não recuperou -, enquanto Tomané estreou-se a titular, surgindo como unidade mais adiantada e relegando Walter para o banco de suplentes.

Tomané e Idris para aquecer a noite

Se no primeiro jogo que fez com a camisola do Arouca o ex-Panetolikos já mostrara serviço com uma assistência para golo em 30 minutos em campo, a estreia a titular seria ainda mais proveitosa, com Tomané a apontar o golo inaugural da partida, logo aos 8 minutos. O jogador que até passou pelo Boavista no início da sua formação aproveitou da melhor forma uma escorregadela de Philipe Sampaio à entrada da área, para fuzilar um desamparado Meira que não podia fazer nada perante a força do remate.

Esse lance marcou o início de um período de jogo eletrizante, na noite gelada de Arouca. O Boavista tentou reagir imediatamente à desvantagem e lançou-se no ataque na busca do empate que não tardou mais do que quatro minutos.

Na sequência de um canto batido por Fábio Espinho, Idris superiorizou-se à defesa arouquense e cabeceou para o empate. O lance deixa dúvidas se a bola ultrapassa a linha de golo, mas apesar da hesitação do árbitro, o seu assistente assinalou o golo de imediato e era ele quem estava em melhor posição para avaliar a jogada.

O golo do empate tirou algum discernimento aos homens do Arouca que, na sequência do lance, ficou sem o treinador no banco de suplentes, uma vez que Lito Vidigal foi expulso devido a protestos.
Nos minutos seguintes, os axadrezados aproveitaram o desnorte do adversário para tentar a reviravolta no marcador. Apostando na velocidade de Renato Santos e de Iuri Medeiros, e na combatividade de Schembri, o conjunto de Miguel Leal sufocou o setor mais recuado do Arouca, valendo a segurança de Rui Sacramento.

Depois de cerca 15 minutos de maior iniciativa axadrezada, o Arouca começou a estabilizar o seu futebol, equilibrando-se e passando a dominar a posse de bola.

Essa fase mostrou um futebol mais frio e distante das balizas. Essa seria mesmo a toada até ao intervalo, que chegou com um empate que se ajustava ao jogo a que se assistira nos primeiros 45 minutos.

Iuri deita um balde de água gelada onde foi feliz

A segunda parte começou com sinal mais positivo da equipa visitante. Rui Sacramento foi colocado à prova em três situações que resolveu com maior ou menor dificuldade, mas o Arouca revelava dificuldade em chegar com perigo à área boavisteira.

Essa melhor fase da equipa da pantera acabaria por traduzir-se na reviravolta que já ameaçara fazer na primeira parte, aos 62 minutos. Iuri Medeiros arrancou pela esquerda, ninguém o conseguiu travar e no cara a cara com Rui Sacramento, o jogador emprestado pelo Sporting ao Boavista revelou grande frieza e despejou um balde de água gelada aos adeptos que foram os seus na segunda metade da época 2014/15.

No regresso à vila onde foi feliz – como assumiria mais tarde – o camisola 45 dos axadrezados deu vantagem à sua equipa num jogo de grande importância, mas não festejou, em sinal de respeito ao seu antigo clube.

O golo revelar-se-ia mesmo decisivo, valendo três importantes pontos ao Boavista que, assim, ultrapassa o adversário desta noite na tabela, passando a somar 24 pontos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Antevisão FC Arouca-Boavista FC



Deslocação a Arouca
Sábado, 21 de Janeiro às 20:30.

Inscreva-se já e reserve o seu Lugar!
Bilhete + Autocarro 13€*

Bilhetes a 13€ disponíveis em número reduzido - *quando esgotados, passarão a ter o custo de 15€ - e apenas destinados a Sócios do Boavista com Quotas em dia.

Horário da secretaria: Segunda a sexta das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00

Excepcionalmente, devido ao elevado preço dos bilhetes praticado pelo FC Arouca (cuja responsabilidade a SAD do Boavista é alheia) o Boavista disponibiliza transporte gratuito a quem adquirir bilhetes para o jogo.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Roubo de Igreja Tira-nos a Vitória no Estádio da Luz

SL BENFICA-3 BOAVISTA FC-3
Liga Nós 17ºJornada
14 de Janeiro de 2017 - 16h
 Estádio Da Luz em Lisboa
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)

GR:Ederson Moraes GR:Kamran Agayev
DD:Nélson Semedo DD:Edú Machado
 DC:Luisão(Franco Cervi INT) DC:Phillipe Sampaio
DC:Victor Lindedolf DC:Lucas Tagliapietra
DE:André Almeida DE:João Talocha
MC:Andreas Samaris MC:Idrís Mandiang
MC:Pizzi MC:Fábio Espinho(Emin Makmudov 89')
MC:Toto Sálvio  MC:Anderson Carvalho
ED:Gonçalo Guedes(Andrija Zivkovic 66') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 79')
EE:Rafa Silva(Kostas Mitroglou 38') EE:Renato Santos
PL:Jonas PL:André Schembri(André Bukia 66')
.
Treinador:Rui Vitória                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Luisão 38',Lucas Tagliapietra 69',Fábio Espinho 69',Kamran Agayev 75' e 96',Iuri Medeiros 77',Phillipe Sampaio 89' e Jardel 96'.

Cartões Vermelhos:Kamran Agayev 96'.

Golos:Iuri Medeiros 14',Lucas Tagliapietra 20',André Schembri 25',Kostas Mitroglou 41',Jonas 53'(g.p.) e Fábio Espinho 68'(p.b.)





Isto é o retrato imune do que aconteceu esta tarde no Estádio da Luz!!!!
O primeiro parágrafo fica todo para o Boavista. Ele merece-o.
O segundo parágrafo, já agora, também. Absolutamente notável exibição axandrezada, que aproveitou uma entrada mais débil do Benfica em campo para construir um resultado que depois soube defender com unhas e dentes.
Mas antes disso, antes de ter de defender o tal resultado com unhas e dentes, o Boavista foi fantástico. Agressivo sem bola, por exemplo, a cair em cima dos adversários cheio de vontade, e imaginativo com ela: a tocar sem receios, saindo a jogar pelo chão, enfim.
Este Boavista não tem nada a ver com a equipa que foi num passado recente, o que é naturalmente mérito de Miguel Leal. Hoje o Boavista joga à bola.
Pelo caminho, como acontece nestas situações, os jogadores sentem-se mais confortáveis na pele deles e mais confiantes. Por isso jogam melhor. Sem necessidade de chutão para a frente, nem receio de ter a bola no chão. Com liberdade para pensar e bons princípios.
Por isso fez o que ninguém mais conseguiu fazer em mais de um ano: três golos na Luz.
A baliza encarnada no Estádio da Luz não sofria tantos golos desde que o Sporting, de Jorge Jesus, jogou lá, ainda em 2015. Desde então nem Bayern Munique, nem Zenit, nem Nápoles, nem FC Porto, enfim, ninguém conseguiu fazer o que Boavista fez esta tarde.
É claro, como já se disse, que a culpa não morre solteira. Nunca morre. O Benfica, neste caso, tem de assumir que teve boa parte da responsabilidade.
Entrou mal no jogo, se calhar porque a mensagem que Rui Vitória passou também não foi a melhor. O treinador deixou Mitroglou no banco, fazendo alinhar uma frente de ataque com Jonas e Gonçalo Guedes: ou seja, sem um ponta de lança de área.
Curiosamente corrigiu a mão ainda na primeira parte, lançando por fim Mitroglou, e a partir daí nada mais foi igual: o Benfica cresceu, cresceu, cresceu, até ameaçar ganhar.
O Boavista, que já tinha feito três golos, sentiu a pressão encarnada e encolheu-se.
É natural. Mas nem por isso deixou de sair com critério, de explorar os espaços que o Benfica abria e até de ameçar o golo: Renato Santos teve uma ocasião para marcar já nos dez minutos finais, e se o tivesse feito provavelmente estava-se a falar de outro resultado.
Nesta altura convém dizer que foi também, e pelo que já se percebeu, um grande jogo de futebol. Foi um daqueles jogos que foi de uma ponta à outra: foi-o em toda a largura.
Absolutamente notável vulcão de fé, confiança e compromisso de um público com uma equipa. O Boavista marcou por três vezes em menos de meia hora, por exemplo, e a seguir a todos eles houve gritos de Benfica, Benfica, Benfica. Os adeptos carregaram os jogadores às costas, fizeram-nos sentir confortáveis, empurraram-nos para a frente.
Assim é realmente mais fácil.
Ora carregados por um estádio cheio como um ovo, com mais de 57 mil alminhas gordas de tanto otimismo, os jogadores do Benfica encheram-se de coragem e empataram o jogo. Até ao fim acreditaram até que seria possível vencer.
Não foi. Não o foi, aliás, por uma razão: e nesta altura volta-se ao início: que grande Boavista.
Que grande exibição.
Que bela viagem ao início de sé e ao Boavistão de outros tempos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Antevisão SL Benfica-Boavista FC




SL Benfica vs Boavista Futebol Clube, sábado, dia 14 de janeiro às 16:00, no Estádio da Luz.

Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista, a partir de quarta-feira, dia 11 de janeiro, para associados, com quotas em dia, por 12,5€.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Vágner da Silva é reforço do Boavista

Vágner da Silva, experiente guarda-redes, de nacionalidade brasileira, vai integrar o plantel do Boavista até ao final da presente época por empréstimo do Royal Mouscron-Péruwelz.
O guarda-redes de 30 anos, e 1,85 metros, conta com mais de 80 jogos na I Liga, tendo sido uma peça influente da subida de divisão do Estoril, na época 2011/2012.
Fez formação no Atlético Paranaense, em Portugal representou o Estoril e chega ao Boavista do Royal Mouscron-Péruwelz, da Primeira Liga Belga.
Vágner diz-se “muito feliz por estar nesta nova casa, um clube tão tradicional como o Boavista. Espero poder contribuir para esta grande equipa e grande família. Conto com o apoio de todos vocês”