Contagem

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quarta-feira, 18 de maio de 2016


Erwin Sánchez renovou contrato como Treinador da Boavista, SAD para a Época Desportiva 2016/2017.
Com Erwin Sánchez manter-se-á em funções toda a Equipa Técnica que o acompanhou durante a Época que recentemente terminou.
A renovação de Contrato com a Equipa Técnica insere-se num projecto global cujas linhas mestras foram anunciadas recentemente em Comunicado da Boavista, SAD, de que serão nas próximas semanas fornecidas mais informações.


A Administração da
Boavista Futebol Clube, Futebol, SAD

sábado, 14 de maio de 2016

Fim de Uma Época Complicada Mas Com o Objectivo Atingido

FC PORTO -4 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 34ºJornada
 14 De Maio de 2016 - 11H45M
 Estádio Do Dragão 
Árbitro :Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)

GR:Iker Casillas GR:Mika
DD:Maxi Pereira DD:Tiago Mesquita
 DC:Iván Marcano DC:Nuno Henrique
DC:Chidozie DC:Paulo Vinicius
DE:Miguel Layún DE:Anderson Correia
MC:Héctor Herrera  MC:Idrís Mandiang(Douglas Abner 69')
MC:Danilo(Rúben Neves INT) MC:Aymer Tahar
MC:André André(Evandro 68')  MC:Rúben Ribeiro
ED:Jesús Corona(Yacine Brahimi INT) ED:Anderson Carvalho
EE:Silvestre Varela EE:Renato Santos(Samú 65')
PL:André Silva PL:Imanol Irriberri(Luisinho 79')
.
Treinador:José Peseiro     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 37',Anderson Correia 79' e Rubén Ribeiro 84'.

Golos: Danilo 11',Miguel Layún 56',Yacine Brahimi 84'(g.p) e André Silva 87'.






A última jornada da I Liga reservava poucas decisões para os dois clubes: o FC Porto já tinha confirmado o terceiro lugar, o Boavista garantida a manutenção, embora pudesse ainda subir alguns lugares.
A partida disputava-se de manhã com vista às transmissões televisivas para o mercado asiático, e viam-se muitas crianças e famílias nas bancadas do Dragão.
Logo desde o arranque do jogo, os pupilos de José Peseiro mostraram ao que vinham. Foi uma boa entrada em campo dos dragões, que chegaram com vontade de mandar no jogo e chegar à área do Boavista com perigo. Não demoraram muito a instalar-se no meio campo dos boavisteiros e a ameaçar a baliza de Mika.
Aos 12 minutos, e sem que tivesse feito muito para o merecer, o FC Porto chegou ao golo. Depois de uma bola que a defesa do Boavista não conseguiu aliviar, o esférico ficou perdido entre dragões e axadrezados. Com instinto de ponta de lança, foi o trinco Danilo Pereira a rematar forte e colocado, sem hipóteses para Mika.
Desde esse momento, o FC Porto praticamente desistiu de criar futebol ofensivo. Quem aproveitou foi o Boavista, que começou a pressionar e a tentar aproximar-se da baliza de Casillas.
Aos 28 minutos, e depois de vários minutos em que o Boavista se instalou no meio campo do FC Porto, Renato Santos apareceu sozinho na direita, levantou para Tiago Mesquita, que entrava na área, e o lateral rematou com força e de primeira, obrigando Casillas a uma defesa apertada.
Até ao intervalo, o jogo não muitas oportunidades de monta, e na segunda parte as mudanças teriam de surgir num Boavista à procura de acabar bem a época e num FC Porto que precisava de ir em busca do segundo golo para ficar mais tranquilo.
Layún sossega os adeptos
Na segunda parte, o jogo entrou largamente como tinha recolhido aos balneários: o Boavista mais aventureiro, um FC Porto a responder sem grande esforço. Aos 54 minutos, chegou o primeiro remate (desenquadrado), do Boavista, mas nada que pudesse fazer tremer os dragões ou entusiasmar a Pantera.
Logo a seguir, aos 56 minutos, mais uma desconcentração da defesa do Boavista deu no segundo golo do FC Porto. André Silva aproveita o erro, dribla dois adversários e assiste Miguel Layún, que do outro lado da área rematou a contar para o segundo tento da partida.
E o FC Porto parece ter finalmente ter compreendido que podia explorar as vulnerabilidades da defesa do Boavista. Pouco depois do golo, Yacine Brahimi, que ao intervalo rendeu Jesús Corona, quase fazia uma majestoso chapéu de fora da área a Mika, mas a bola saiu um pouco por cima.
E o FC Porto instalou-se definitivamente como o dono da bola nesta segunda parte, com várias jogadas que criaram perigo do lado da defesa axadrezada.
Aos 65 minutos, sai Renato Santos e entra Samu, com Erwin Sánchez a tentar injetar alguma frescura no meio-campo e a dar minutos a um jogador com pouquíssima utilização esta época.
Marcar e tranquilizar
Quatro minutos depois, nova substituição, do outro lado. Saiu André André, que foi ovacionado, com o ‘tribunal do Dragão’ a reconhecer um dos melhores jogadores da época, para a entrada de Evandro.
Na sequência, saiu no Boavista Idris, um dos trapalhões envolvidos no primeiro golo, e entrou Douglas Abner, que também teve direito a alguns minutos.
Logo a seguir, aos 71 minutos, Layún rematou à figura de Mika, que encaixou o remate. Pouco depois, foi André Silva a rematar à meia volta, com o guardião da Pantera a amarrar. O 19 portista mostrou a sua insatisfação, ele que procura o golo pela equipa principal.
Aos 75 minutos, foi Brahimi a tentar pelo meio individual, mas voltou a esbarrar em Mika. Na resposta, foi Abner, de longe, a testar Casillas, mas o espanhol esteve à altura.
Aos 79 minutos, sai Iriberri, que não se viu, e entra Luisinho, à procura de velocidade e alguma polivalência para a etapa final da partida.
Aos 84 minutos, penálti para o FC Porto, depois da falta de Rúben Ribeiro. Chamado a bater, Brahimi não falhou e enganou Mika. 3-0 para o FC Porto e uma vitória sem contestação para terminar a época do dragão.
Mas não havia de ficar por aqui. Aos 88 minutos, Brahimi desmarcou André Silva, que quebrou finalmente a malapata e marcou pelo FC Porto, depois de contornar Mika e empurrar para o fundo das redes.
O jogo continuou a desenrolar-se até final, com o apito final a encerrar a época do Boavista e a deixar o FC Porto já a pensar no jogo com o Braga, no Jamor, pela conquista da Taça de Portugal.
Na I Liga, o FC Porto terminou em terceiro lugar com 73 pontos. O Boavista termina a época com 33, para já na 14ª posição.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Antevisão FC Porto - Boavista FC

BILHETES DISPONÍVEIS NA SECRETARIA DO BOAVISTA. 
12€ exclusivo para sócios com quotas em dia.

Sábado, 14 de Maio às 11:45

Jogo apenas para cumprir calendário mas que queremos vencer!


domingo, 8 de maio de 2016

Para o Ano Cá Estaremos Novamente!

BOAVISTA FC- 1 UNIÃO MADEIRA-0
Liga Nós 33ºJornada
8 de Maio de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:João Capela(A.F.Lisboa)

GR:Mika     GR:Raúl Gudino
 DD:Tiago Mesquita   DD:Paulinho
 DC:Nuno Henrique DC:Paulo Monteiro
DC:Paulo Vínicius   DC:Diego Gallo
DE:Anderson Correia(Luisinho 65') DE:Joãozinho
MC:Samú   MC:William Soares(Rúben Andrade 74')
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 89') MC:Breitner da Silva(Edder Farias 85')
MC:Aymen Tahar(Luisinho 79') MC:Abdullahi Shehu
ED:Renato Santos ED:Miguel Cardoso(Toni Silva 35')
EE:Anderson Carvalho EE:Jhonder Cádiz
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 75') PL:Élio Martins

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Luís Norton de Matos

Cartões Amarelos:Jhonder Cádiz 54' e Aymen Tahar 59'

Golos: José Manuel 36'.


O Boavista venceu (1-0) o União da Madeira, este domingo à tarde, em casa, num jogo que terminou com invasão de campo pacífica dos adeptos, que assim quiseram festejar a manutenção na I Liga.


Numa partida com entrada livre para sócios do Boavista, que nem assim preencheram as bancadas do Estádio do Bessa, uma emotiva salva de palmas começou por preencher o minuto de silêncio que serviu de homenagem ao árbitro Paulo Paraty, falecido esta semana após batalha contra doença prolongada.
Numa primeira parte emotiva mas em que as oportunidades de golo não passaram de miragem, acabaram por ser dois lances polémicos a ficar na história.
Aos 24′, Anderson Correia caiu na grande área em despique com Paulinho. O público protestou, os jogadores do Boavista também, o árbitro, o lisboeta João Capela, entendeu não haver nada.
Do outro lado, aos 33′, foi Élio Martins a reclamar grande penalidade. João Capela, mais uma vez, disse não haver nada e mandou seguir o jogo.
Como os lances de golo foram raros, ficou a ideia que o provável seria que o golo apenas chegasse fruto de um lance de bola parada ou de um erro individual. E assim foi.
O 1-0 surgiu aos 36′ na sequência de uma autêntica frangalhada do guarda-redes Gudiño, que demorou uma eternidade a chutar uma bola para a frente, deu um pontapé na atmosfera e permitiu que Zé Manuel praticamente só tivesse que encostar para colocar o Boavista em vantagem.
O União arriscou mais um pouco depois de se ver em desvantagem, e de ver as contas da manutenção andarem para trás. Mesmo assim não foi incisivo o suficiente para incomodar em demasia a baliza de Mika.
O segundo tempo também foi parco em ocasiões. E teve no guarda-redes do Boavista o grande heroi.
Mika salvou o Boavista com uma grande defesa aos 67′. E voltou a salvar, aos 79′, com nova parada de grande calibre.
Pelo meio, o 2-0 só não chegou porque Samu teve pontaria a mais e atirou ao poste uma bola destinada a golo saída de um livre direto.
Já em tempo de compensação, Mika voltou a ser decisivo ao travar um remate do União da Madeira que parecia destinado a golo.
No final da partida houve invasão de campo à maneira antiga, com os adeptos do Boavista a festejarem no relvado a permanência na I Liga, que matematicamente havia sido assegurada na ronda anterior.
Na próxima jornada, o Boavista despede-se do campeonato 2015/16 com um dérbi frente ao FC Porto, no Estádio do Dragão. E com o sentimento de dever cumprido depois de ter assegurado com relativa tranquilidade a tão desejada manutenção no escalão maior do futebol português.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Antevisão Boavista FC - CF União da Madeira

COM A MANUTENÇÃO JÁ ASSEGURADA VAMOS FESTEJAR E PREPARAR BEM A PRÓXIMA ÉPOCA!

VÃO TER QUE LEVAR CONNOSCO NOVAMENTE!


SÓCIOS ENTRADA GRATUITA.
O APOIO DE TODOS É FUNDAMENTAL!
TODOS PELO BOAVISTA!
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BOAVISTA FC vs União da Madeira, domingo, 8 de maio às 16:00, no Estádio do Bessa Século XXI
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Sócios GRATIS (obrigatório levantar bilhete)
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Acompanhantes de Sócio 3€ (3 bilhetes por 3€ cada, por cada associado)






domingo, 1 de maio de 2016

Empata em Moreira de Cónegos Adia Confirmação da Manutenção

MOREIRENSE FC -1 BOAVISTA FC -1
Liga Nós 32ºJornada
 1 De Maio de 2016 - 16H
 Estádio Comendador Joaquim 
Almeida Freitas em Moreira de Cónegos
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Igor Stefanovic GR:Mika
DD:Pedro Coronas DD:Tiago Mesquita
 DC:Marcelo Oliveira DC:Nuno Henrique
DC:André Micael DC:Paulo Vinicius
DE:Evaldo DE:Afonso Figueiredo
MC:Vítor Gomes  MC:Idrís Mandiang
MC:João Palhinha(Rafa Sousa 67') MC:Aymer Tahar
MC:Fábio Espinho MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 82')
ED:Ernest Ohmeng(Ença Fati 58') ED:Anderson Carvalho
EE:Iuri Medeiros(E.Boateng 89') EE:Renato Santos(Luisinho 88')
PL:Rafael Martins PL:José Manuel(I.Irriberri 90')
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Treinador:Miguel Leal     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 39',André Micael 54',José Manuel 83',Aymen Tahar 85' e Marcelo Oliveira 90'.

Golos: Nuno Henrique 20' e Iuri Medeiros 28'.




O Boavista empatou este domingo com o Moreirense, em Moreira de Cónegos, a uma bola, adiando o derradeiro suspiro de alívio da manutenção.

O jogo teve desde o início um Boavista mais atrevido e um Moreirense mais orientado, com muitas disputas a meio campo e uma luta tática entre as duas equipas, com boa casa e um ótimo ambiente nas bancadas.
Aos 20 minutos, e no primeiro momento soberano do encontro, o Boavista chegou ao golo. Depois de um canto, Renato Santos insistiu no lance e cruzou para a cabeça de Nuno Henrique, a empurrar a bola para o fundo das redes. O central levou os muitos adeptos do Boavista que se deslocaram a Moreira de Cónegos ao delírio, tão próximo que ficava a equipa de garantir a manutenção.
Apesar da natural tentativa do Moreirense de reagir ao golo sofrido, ainda para mais em casa, a verdade é que o Boavista continuou melhor no jogo durante os momentos que se seguiram.
E as coisas bem poderiam continuar assim não fosse o génio de Iuri Medeiros. Aquele que é uma das revelações do campeonato marcou um golaço, de pé esquerdo, em zona frontal à baliza de Mika com a bola a entrar mesmo no canto superior direito dos quadros do guardião axadrezado, que não tinha quaisquer hipóteses de travar o oitavo golo do açoriano emprestado pelo Sporting à equipa minhota.
O empate chegava mesmo que o Moreirense não tivesse feito muito por isso, e era um resultado que não servia as aspirações do Boavista. Por isso, a resposta não se fez esperar: depois de uma asneira de Marcelo Oliveira, Zé Manuel isolou-se na frente do ataque, mas o remate foi intercetado por André Micael.
A primeira parte continuou com um pouco mais de ascendente do Moreirense mas sem chances de maior. O apito para recolher aos balneários foi até bem recebido pelos dois técnicos, uma vez que havia muito a corrigir.
Confusão e sofrimento
Numa segunda parte menos bem jogada do que a primeira mas mais ascendente do Boavista, o primeiro momento de monta foi o golo anulado a Paulo Vinícius, aos 57, que cabeceou a contar depois de um cruzamento de Afonso Figueiredo, mas viu o seu golo invalidado pelo árbitro, que assinalou falta.
Aos 61 minutos, Hugo Miguel expulsa Alfredo Castro, técnico de guarda-redes do Boavista, e o diretor desportivo da equipa, Jorge Couto. O antigo guardião Alfredo acabou por se virar contra Ion Timofte, que até jogou com ele com a camisola do xadrez, um ‘sururu’ motivado pelo golo anulado ao Boavista, além de protestos de grande penalidade logo aos 47 minutos, quando Zé Manuel rematou contra o corpo de Evaldo.
Aos 66 minutos, Anderson Carvalho acertou no ferro da baliza à guarda de Stefanovic, depois de passar por vários adversários. Um belo momento que esbarrou no azar do extremo brasileiro.
Do outro lado, foi Rafael Martins a tentar fazer um chapéu a Mika, mas o guardião boavisteiro esteve à altura e desviou a tentativa.
O jogo ia-se encaminhando para o final de forma lenta, com um jogo muito disputado mas sem muitas consequências práticas. Aos 75 minutos, foi Renato Santos a testar Stefanovic, que rechaçou o remate com uma palmada.
Logo a seguir, Erwin Sánchez mexeu na partida e lançou Mario Martínez para o lugar de Rúben Ribeiro, que saiu esgotado mas sem amarelo, escapando, mais uma vez, à suspensão que poderia surgir se levasse amarelo.
Aos 85 minutos, Fábio Espinho quase marcou um golo de bandeira, mas a bola saiu ao lado, a escassos centímetros do poste. Ao voar para tentar impedir o golo, Mika ficou lesionado, tendo de ser assistido pela equipa médica dos axadrezados.
Quatro minutos depois, Renato Santos sai, exausto, dando lugar a Luisinho, um elemento ofensivo para refrescar o ataque no último fôlego da partida.
A esta hora, e no último minuto de compensação, o Boavista já pedia o fim da partida, aproveitando o precioso ponto na impossibilidade de conseguir a vitória. Erwin Sánchez colocava Iriberri em campo no lugar de Zé Manuel. O árbitro voltaria a apitar dali a pouco.
Contas feitas, o Boavista fica com 30 pontos depois do empate, defrontando, em casa no próximo fim-de-semana, o União da Madeira antes de visitar o ‘vizinho’ FC Porto na última jornada. A confirmação da manutenção poderia surgir já nesta jornada mas fica, assim, adiada por mais uma jornada, enquanto o clube espera para ver o que fazem, ainda este domingo, União da Madeira e Académica, que jogam entre si pelas 20h30, isto depois do Vitória de Setúbal já ter perdido e caído para debaixo dos axadrezados.
A esperança do Boavista é de que União da Madeira vença a Académica, garantindo assim a manutenção da Pantera. De outra forma, terá que esperar mais um fim-de-semana.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Vitória Importante Rumo a Manutenção Faltam 3 Finais

BOAVISTA- 1 CF BELENENSES-0
Liga Nós 31ºJornada
22 de Abril de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Mika     GR:Ricardo Ribeiro
 DD:Tiago Mesquita   DD:André Geraldes
 DC:Nuno Henrique DC:Gonçalo Silva
DC:Philippe Sampaio   DC:Gonçalo Brandão
DE:Afonso Figueiredo   DE:Fábio Nunes(Filipe Ferreira 76')
MC:Idrís Mandiang   MC:Rúben Pinto
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 86') MC:Ricardo Dias
MC:Aymen Tahar(Luisinho 79') MC:Tiago Silva
ED:Renato Santos ED:´Fábio Sturgeon
EE:Anderson Carvalho EE:Miguel Rosa(Tiago Almeida 82')
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 90') PL:Juanto Ortuño(Tiago Caieiro 68')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Júlio Vesláquez

Cartões Amarelos:Gonçalo Silva 28' e Geraldes 75'.

Cartões Vermelho: Ricardo Dias 54'.

Golos: José Manuel 42'.






A salvação do Boavista estava ao segundo poste. E Zé Manuel encontrou-a. Cavalheiro e gentil, abraçou-a com a intensidade dos que partem e voltam muito depois, demasiado tarde. Neste caso, sugerem os dados, a tempo ainda de a beijar com força e selar a manutenção.

Três pontos de romantismo e coração cheio, o anel de compromisso entre os axadrezados e a I Liga. Ajoelhou? Agora é a hora de cumprir as intenções, três jornadas pela frente e 29 pontos no bolso.

A relação tem tudo para dar certo. Aqui não há «o problema é meu, não é teu». O problema esteve nos longos anos de separação e angústia. Agora não, com este Boavista atraente, pensado por Erwin Sanchez, as panteras jogam futebol e piscam o olho a uma vida passada, à era do Boavistão.


No Bessa, o Belenenses do señor Julio pouco ou nada pôde oferecer ao jogo. Prestável na atenção dispensada aos níveis de beleza do espetáculo, os azuis foram fiéis à sua ideia de jogo, mas reagiram pessimamente à pressão insustentável exercida pelos portuenses.

De lábios trincados e pulmões infatigáveis, o Boavista jogou nos limites até fazer o 1-0 (Zé Manuel, 42 minutos), manteve o pé no acelerador até o Belenenses passar a estar reduzido a dez unidades (vermelho a Ricardo Dias, 54) e geriu com uma inteligência incomum – pelo menos para quem joga sob a pressão matemática – o marcador na última meia hora.

A vantagem mínima disfarça, aliás, uma diferença maior entre as duas equipas: no volume de jogo, na quantidade de remates, na posse de bola, nos sinais de perigo. O Boavista foi superior em tudo e teve mais duas ou três ocasiões de excelência para aniquilar a dúvida muito antes do apito final.

No meio esteve a virtude ou, se preferirem, no meio esteve Rúben Ribeiro, o virtuoso. Um craque!

Quando o pé de Rúben toca a bola, ela não chora, como acontece no convívio com tantas outras chuteiras amarguradas; ela sussurra de prazer e pede mais, pois o pensador/executante do futebol axadrezado sabe todos os segredos do jogo e da arte da sedução.



Rúben foi grande, bem acompanhado por Renato Santos e um Tahar enorme e mandão no meio campo. Em bloco, sólido, anularam as ideias muito interessantes do Belenenses e decidiram o clássico entre dois clubes históricos do futebol nacional – ambos campeões nacionais – numa bola parada bem executada: canto de Renato, cabeça de Idris, finalização de Zé Manuel.

Ao Belenenses faltou, essencialmente, espaço para respirar. Os homens do Restelo jogam no risco, não abdicam do passe curto desde a primeira fase de construção e acabam por cometer erros desnecessários quando o processo não sai bem. Erros em zonas proibidas.

Julio Velázquez, insistimos, tem ideias interessantes e atraentes. Tanto assim é que, após o vermelho a Dias, desenhou uma defesa a três, com todos os elementos a marcar, homem para homem, e manteve o meio campo bem povoado. Com essa estratégia soube manter a equipa na discussão até ao fim, sempre equilibrada.

Não chegou para pontuar, a noite era do Boavista. Do Boavista e da sua salvação, um encontro romântico e marcado para horas próprias. Tudo dentro dos limites da decência e bons costumes.     


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Antevisão Boavista FC - CF Belenenses






SÓCIOS ENTRADA GRATUITA

O APOIO DE TODOS É FUNDAMENTAL!
TODOS PELO BOAVISTA!
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BOAVISTA FC vs FC Os Belenenses, sexta feira, 22 de Abril às 20:30, no Estádio do Bessa Século XXI
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Sócios GRATIS (obrigatório levantar bilhete)
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Acompanhantes de Sócio 3€ (3 bilhetes por 3€ cada, por cada associado)

sábado, 16 de abril de 2016

Derrota nos instantes finais complicam contas

GD ESTORIL -1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 30ºJornada
 16 De Abril de 2016 - 18H30m
 Estádio António Coimbra da Mota no Estoril
Árbitro :João Pinheiro(A.F.Braga)

GR:Pawel Kieszek GR:Mika
DD:Anderson Luís DD:Tiago Mesquita
 DC:Yohan Tavares DC:Nuno Henrique
DC:Diego DC:Paulo Vinicius
DE:Pedro Botelho DE:Afonso Figueiredo
MC:Diogo Amado  MC:Idrís Mandiang
MC:Afonso Taira MC:Aymer Tahar(Mário Martinez 88')
MC:Felipe Augusto(Dieguinho 76') MC:Rúben Ribeiro
ED:Gerson Fernandes(Marion 83') ED:Anderson Carvalho
EE:F.Mendy(O.Diakhite 88') EE:Renato Santos(Luisinho 67')
PL: Léo Bonatini PL:Imanol Irriberi(Michael Uchebo 78')
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Treinador:Fabiano Soares     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Paulo Vínicius 6' e Nuno Henrique 90'.

Golos: Paulo Vínicius(a.g.) 87'.








O Boavista FC saiu este sábado derrotado do Estádio António Coimbra da Mota, onde um autogolo de Paulo Vinícius deu a vitória ao Estoril, que levou a melhor num jogo apático e com poucas chances.

No Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, cenário pouco visto no futebol português: boa casa e milhares de espetadores para assistir a futebol de primeira num fim de tarde solarengo.

E o jogo não tardou a entusiasmar os adeptos. Logo aos 3 minutos, valeu Mika ao Boavista com uma defesa de recurso com as pernas.
Aos 6 minutos, e depois de Anderson Carvalho ter colocado em sentido a baliza canarinha, Paulo Vinícius fez falta sobre Léo Bonatini. Cartolina amarela e suspensão no próximo jogo por acumulação de cartões.
Aos 16 minutos, depois de uma boa jogada individual, Rúben Ribeiro rematou, mas Pawel Kieszek parou o remate do médio português.
O 7 do Boavista voltou a tentar aos 27 minutos, mas o remate saiu fácil para o guardião polaco, que este sábado completa 32 anos. Pouco depois, um atraso de Afonso Figueiredo pôs em apuros o guardião das panteras, que ainda assim segurou o esférico.
Aos 34 minutos, um disparo de Anderson Carvalho esbarrou na defesa canarinha, desviando a bola para junto do poste direito da baliza de Kieszek, com o polaco a responder à altura. Na sequência do canto que se seguiu, Paulo Vinícius cabeceou um tudo-nada ao lado do mesmo poste.
Aos 42 minutos, o 9 canarinho levou tudo à frente, mas só a finalização o impediu de chegar aos 16 golos na I Liga. O remate saiu ao lado da baliza axadrezada.
Jogo apático


Ao intervalo, não se podia dizer que o resultado era desajustado, uma vez que o jogo foi parco em oportunidades flagrantes de golo.

Na segunda parte, foi o Estoril quem entrou melhor, abrindo as hostilidades com um remate que não saiu longe do poste esquerdo de Mika.
O guardião português viria a estar em evidência aos 48 minutos. Cruzamento da esquerda de Gerso a encontrar, de forma teleguiada, a cabeça de Felipe Augusto, com a bola do nº 92 dos canarinhos a encontrar Mika, impedindo mais uma vez o golo dos homens da casa.
O Boavista lutava para encontrar o caminho para a baliza dos visitados. Na sequência de um livre, Idris Mandiang rematou à entrada da área, mas a bola foi desviada por um defesa canarinho. Pouco depois, Renato Santos rematou por cima.
Mendy, aos 55 minutos, acertou na barra da baliza axadrezada, depois de um cruzamento de Botelho. O Estoril entrou inequivocamente melhor na segunda parte, e dois minutos depois quase marcava. Remate de fora da área de Felipe Augusto e Mika, até então o melhor das panteras, quase borrou a pintura com uma bola que deixou escapar entre as pernas, mas foi a tempo de apanhar.
Logo a seguir, na sequência de um canto, todo o banco do Boavista se levantou, protestando a decisão de não atribuir penalty aos axadrezados, que pediam mão na área.
Aos 67 minutos, Erwin Sánchez mexe no jogo pela primeira vez, colocando Luisinho em campo para o lugar do desinspirado Renato Santos.
Pouco depois, foi Mika a valer ao Boavista, rechaçando para canto um cabeceamento do inspirado Felipe Augusto. Na sequência do pontapé de esquina, Mika encaixou um remate que surgiu na insistência canarinha.
Aos 78 minutos, Michael Uchebo rende Imanol Iriberri, que pouco se viu no gramado do Estoril. Pouco depois, Idris Mandiang cabeceou por cima da barra da baliza canarinha.
Aos 85 minutos, Jorge Couto recebeu ordem de expulsão, deixando a equipa técnica do Boavista em polvorosa.
As coisas foram de mal a pior para o Boavista quando aos 87 minutos, na sequência de um remate dos canarinhos, Paulo Vinícius desviou uma bola que parecia controlada por Mika para o fundo das redes. 1-0 para os da casa e pouco tempo de resposta para um Boavista que esteve apático em todo o jogo.
O técnico boliviano dos axadrezados lançou Mario Martínez em campo no lugar de Aymen Tahar, tentando ainda assim chegar ao empate.