Contagem

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domingo, 14 de janeiro de 2018

Início da Segunda Volta Vitoriosa

BOAVISTA FC-2 PORTIMONENSE SC-0
Liga Nós 18ºJornada 2017-2018
14 de Janeiro de 2018 - 16H
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Rui Oliveira(A.F.Porto)

GR:Vágner da Silva   GR:Ricardo Ferreira
DD:Carraça  DD:Emmanuel Hackmann
 DC:Robsón  DC:Lucas Possignolo
DC:Raphael Rossi  DC:Rúben Fernandes
DE:João Talocha DE:Lumor Agbenyenu
MC:Stéphane Sparagna(Aymen Tahar 84')  MC:Oriel Rosell
 MC:David Simão MC:Pedro Sá
MC:Fábio Espinho  EE:Paulinho
ED:Kuca(Rochinha 59') ED:Ewerthon Pereira(Wisón Manafá 81')
EE:Mateus  EE:Shoya Nagajiwa
PL:Leonardo Ruiz(Rui Pedro 64') PL:Pires(Filpe Macedo 45')

Treinador:Jorge Simão               Treinador:Vítor Oliveira

Cartões Amarelos:David Simão 37',Raphael Rossi 42',Mateus 46',Filipe Macedo 49',Vágner da Silva 91' e Filipe Macedo 93'.

Cartões Vermelhos:Lucas Possignolo 40' e Filipe Macedo 93'.

Golos:Fábio Espinh0 4' e João Talocha 41'





O Boavista subiu este domingo ao oitavo lugar da I Liga de futebol, ao vencer em casa o Portimonense, reduzido a 10 elementos desde os 40 minutos, por 2-0, em encontro da 18ª jornada da prova.

Fábio Espinho marcou o primeiro golo, aos quatro minutos, e esteve na origem do segundo, ao isolar-se e sofrer falta de Lucas Possignolo, que viu o vermelho direto, com Talocha a faturar aos 41, na recarga ao respetivo livre, marcado por David Simão.
A formação de Jorge Simão passou a contar 24 pontos, ultrapassando o Vitória de Guimarães e instalando-se no oitavo posto, enquanto o Portimonense, que somou o quinto jogo consecutivo sem ganhar, manteve-se no 12.º lugar, com 18.
Velocidade, intensidade e determinação foram as armas que o Boavista utilizou para tomar conta, rapidamente, do jogo e que lhe permitiram marcar logo aos quatro minutos, por Fábio Espinho, após arrancada de Mateus pelo corredor esquerdo.
O lance empurrou os ‘axadrezados’ para uma exibição convincente até aos 20 minutos, espelhada através de várias situações de perigo e até de golo, que só não surgiu mais cedo por culpa própria.
O Portimonense começou de forma desconcentrada e surpreendeu pela grande fragilidade do seu setor defensivo, permeável ao futebol vivo e vertical que o Boavista apresentou.
O conjunto algarvio começou também a dar um ar da sua graça a partir do meio da primeira parte, mas, aos 40 minutos, sofreu outro golpe com a expulsão de Lucas Possignolo e o segundo golo do Boavista, aos 41, por Talocha, na recarga a uma defesa incompleta de Ricardo Ferreira.
O encontro ‘acabou’ aí, porque o intervalo chegou pouco depois e a segunda parte foi muito menos interessante.
O Boavista tirou o pé do acelerador, tentou gerir o jogo, perdeu algumas bolas a meio-campo e, desse modo, deu algum alento ao seu adversário, para, mesmo só com 10 unidades, acreditar que podia aventurar-se mais no ataque.
Aos 72 minutos, Robson facilitou, Paulinho aproveitou e rematou forte, forçando Vagner a uma grande defesa para canto.
O treinador Jorge Simão ainda procurou reanimar a sua equipa, com as entradas de Rochinha e de Rui Pedro, mas sem sucesso porque ambos entraram desinspirados, sobretudo o segundo, emprestado pelo FC Porto.
A intranquilidade dos anfitriões prosseguiu, Rui Pedro ‘apareceu’ aos 87 minutos com um bom remate e o Portimonense, com Paulinho e, a espaços, Nakajima em destaque, tentou aproximar-se da baliza boavisteira, mas a verdade é que não conseguiu criar problemas de maior junto à baliza de Vagner.
Já nos descontos, o central Felipe Macedo que entrou face à expulsão de Lucas Posssiginolo, viu o segundo cartão amarelo e, por conseguinte, o vermelho, deixando a sua equipa apenas com nove jogadores.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Antevisão Boavista FC - Portimonense SC


BOAVISTA FC – Portimonense
Domingo , dia 14 de Janeiro às 16:00
Preços dos bilhetes

Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7,5€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes)
Público: 15€

Horário das bilheteiras: segunda a sábado, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
Domingo, das 9h30 até ao intervalo do jogo, 
bilheteira nascente: das 12:00 até ao intervalo do jogo

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Empate no Restelo

CF BELENENSES-1 BOAVISTA FC-1
Liga Nós Época 2017-2018 17ºJornada
9 de Janeiro de 2018 - 21h
Estádio do Restelo em Lisboa
 Árbitro :Gonçalo Martins(A.F.Vila Real)

GR:Filipe Mendes GR:Vágner da Silva
DD:André Geraldes DD:Carraça
 DC:Nuno Tomás DC:Stéphane Sparagna
DC:Gonçalo Silva  DC:Raphael Rossi
DE:Florent Hanin DE:João Talocha
MC:Hassan Yebda MC:Rochinha(Ayem Tahar 39')
MC:André Sousa  MC.David Simão
MC:Diogo Viana(Vincent Sasso 75’) MC:Fábio Espinho(Rui Pedro 72’)
MC:Benny(Marko Bakic 68’) ED:Kuca
PL:Fredy(Bruno Pereira 61’) EE:Vítor Bruno(Mateus 57’)
PL:Maurides  PL:Leonardo Ruiz

Treinador:Domingos Paciência             Treinador:Jorge Simão


Cartões Amarelos:Stéphane Sparagna 20',Leonardo Ruiz 33',João Talocha 49’Hassan Yebda 91’.

Golos:Benny 15' e Mateus 90’.





O Belenenses esteve muito perto de quebrar o jejum de vitórias em cima do fecho da primeira volta, mas acabou por ceder mais um empate diante do Boavista ao consentir um golo em tempo de compensação. Um castigo tardio para a equipa de Domingos Paciência que procurou defender a curta vantagem demasiado cedo. Prémio justo para os «axadrezados», que nunca baixaram os braços e acabaram por somar um ponto determinante, que lhes permite fechar a primeira parte do campeonato na primeira metade da classificação.
Um jogo feito de equilíbrios em que o Belenenses conseguiu colocar-se em vantagem numa transição rápida, uma das poucas que conseguiu ao longo do jogo, para depois fechar-se, com uma grande capacidade de sofrimento, a fim de suster a reação do adversário. Um esforço que se desmoronou com estrondo nos últimos instantes da partida, mas já lá vamos.
Já com o regressado Bakic à disposição, Domingos Paciência manteve a confiança em Benny no apoio direto a Maurides no ataque, que contou ainda com Fredy e Diogo Viana, mais abertos sobre as alas. O Boavista, por seu lado, apresentou-se num clássico 4x3x3, com Kuca e Leonardo Ruiz no apoio direto a Rochinha. Um jogo que começou com um ritmo baixo, com as duas equipas a estudarem-se, sem arriscar muito, atacando com poucos e defendendo com muitos.
Um equilíbrio com muita luta no miolo, mas sem ninguém a conseguir a profundidade necessária para visar a baliza contrária. A primeira vez que o Belenenses ensaiou uma transição rápida, deu golo. Passe longo de Yebda, com a bola a cair sobre a esquerda onde surgiu em grande velocidade Florent. Vágner e David Simão saíram ao encontro do lateral francês que cruzou atrasado para Benny que, na zona central, atirou para as redes vazias. Um golo que, como se viria a constatar, valeria ouro para os azuis.
O Boavista reagiu bem, reclamando a posse de bola, sem conseguir acelerar muito o jogo, mas obrigando o Belenenses a recuar para o seu meio-campo. Um recuo em demasia que colocou a baliza de Filipe Mendes em perigo, com o Boavista, neste período, a circular bem a bola à procura de um erro para chegar ao empate. Os «azuis» bem tentavam aliviar a pressão, mas sentiam tremendas dificuldades para sair a jogar com a bola controlada, com os «axadrezados» a fecharem bem todos os caminhos, com uma pressão alta que colocava muitos problemas à equipa de Domingos Paciência.
Os portuenses fixaram o cerco à área da equipa do Restelo e Rochinha esteve muito perto de empatar, num lance em que passou por entre dois defesas e rematou para boa defesa de Filipe Mendes. O Belenenses só conseguiu escapar por mais duas vezes, com mais uma arrancada impressionante de Florent, a culminar com uma bomba que deixo Vágner com as luvas a ferver. Já perto do intervalo, Benny voltou a rematar, mas Talocha não deixou a bola chegar à baliza. O Boavista também criou perigo em dois lances de bola parada, mas também não conseguiu tirar mais rendimento da elevada posse de bola que chegou a usufruir.
No início da segunda parte ficou ainda mais evidente que a prioridade do Belenenses era segurar a vantagem. Primeiro destruir e anular as investidas do Boavista, só depois pensar em construir qualquer coisa. O Boavista por seu lado, sentiu muitas dificuldades para encontrar espaços para fazer fluir o seu futebol. Jorge Simão bem tentou oferecer dinâmica à equipa, com constantes mudanças, fazendo subir Fábio Espinho numa primeira fase, para depois lançar Mateus para o flanco esquerdo, passando a jogar em 4x4x2, com Kuca no lado contrário.

Último fôlego axadrezado silencia Restelo

Foi um início de segunda parte feio, com muita luta, mas escassas oportunidades de golo que só surgiram nos instantes finais. A «parede» azul resistiu bem à primeira onda de ataque dos «axadrezados» e até foi conseguindo empurrar o adversário para mais longe da baliza de Filipe Mendes, subindo em bloco, mas sem nunca perder a consistência. O Boavista foi-se desgastando numa missão infrutífera, apesar dos intensos esforços de Fábio Espinho para estabelecer ligações na frente. O médio acabou por sair esgotado para a entrada de Rui Pedro.
O Boavista ainda conseguiu um último fôlego para uma nova onda de ataques nos quinze minutos finais. Carraça, com uma bomba de meia distância, deu o mote para o último assalto. Kuca, com um remate cruzado, fez levantar as bancadas, mas a bola passou caprichosamente ao lado. Depois foi a vez de Rui Pedro tentar a sua sorte, mas Nuno Tomás desviou in extremis, de cabeça, com a bola a beijar a trave e a voltar para o terreno de jogo. A sorte parecia estar definitivamente do lado do Belenenses, que se convenceu disso mesmo e baixou a guarda. O Boavista não perdoou e chegou mesmo ao golo que já se adivinhava há largos minutos. Canto de Carraça, a bola é cortada pela defesa e sobra para a entrada da área. Rui Pedro, sem deixar cair, disparou com estrondo ao poste e, na recarga, Mateus, que parece estar em posição irregular, atirou a contar. Ironia das ironias, a justiça tardia saiu dos pés de um jogador que já foi «caso» para o Belenenses, ainda por cima em fora de jogo.
Balde de água fria no Restelo e grande festa dos «axadrezados» em mais um episódio emocionante entre dois emblemas que, há uns anos, reclamavam o estatuto de quarto grande.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Antevisão CF Belenenses - Boavista FC

CF Os Belenenses vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE
9 de Janeiro, terça-feira, 21h00

Deslocação a Belém 
Bilhete + Autocarro: 18€
Bilhete: 13€

Partida na Pantera: 16h00

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Derrota Inglória

BOAVISTA FC-1 SC BRAGA-3
Liga Nós 16ºJornada 2017-2018
3 de Janeiro de 2018 - 18H15M
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Jorge Sousa(A.F.Porto)

GR:Vágner da Silva   GR:Matheus Magalhães
DD:Carraça  DD:Marcelo Goiano
 DC:Robsón  DC:Ricardo Ferreira(Raúl Silva 20')
DC:Raphael Rossi  DC:Bruno Viana
DE:João Talocha DE:Jefferson
MC:Stéphane Sparagna  MC:Nikola Vukcevic
 MC:David Simão MC:Danilo Silva
MC:Fábio Espinho  EE:Ricardo Esgaio
ED:Kuca(Leonardo Ruiz 76') ED:Ricardo Horta
EE:Vítor Bruno(Mateus 80')  EE:Fábio Martins(Paulinho 67')
PL:Rochinha(Rui Pedro 83') PL:Ahmed Hassan(André Horta 67')

Treinador:Jorge Simão               Treinador:Abel Ferreira

Cartões Amarelos:Fábio Espinho 26',Raúl Silva 27' e 59',Robsón 41' e 78',Jefferson 62',Matheus Magalhães 65',Nikola Vukcevic 65',Rochinha 66',Ricardo Esgaio 68', e Vágner da Silva 79'.

Cartões Vermelhos:Raúl Silva 59' e Robsón 78'.

Golos:Danilo Silva 14',Kuca 50',Paulinho 79' e André Horta 88'.





O Sporting de Braga regressou esta quarta-feira aos triunfos na I Liga de futebol, ao vencer no terreno do Boavista, por 3-1, reforçando a quarta posição à passagem da 16ª jornada.

Depois da derrota na visita ao Marítimo, na ronda anterior, o Braga venceu no Estádio do Bessa com golos de Danilo (14 minutos), Paulinho (79) e André Horta (88), enquanto Kuca (50) fez o tento da equipa portuense, que viu Fábio Espinho desperdiçar uma grande penalidade (66).
O encontro terminou com expulsões de Raul Silva (59), do Braga, e Róbson (78), do Boavista.
O Sporting de Braga passou a somar 34 pontos, mais sete do que o Marítimo (5.º) – esta quarta-feira derrotado pelo Desportivo de Chaves -, enquanto o Boavista caiu para nono, com 20, menos dois do que os flavienses.
O encontro, antecedido por uma homenagem ao recém-falecido jogador axadrezado Edu Ferreira, começou melhor para o Braga, que surpreendeu o Boavista com saídas rápidas pelo flanco direito e depressa criou problemas à defesa ‘axadrezada’, marcando logo aos 14 minutos.
Jefferson cobrou um canto e Danilo cabeceou à vontade entre os defensores contrários e sem qualquer hipótese para o guardião Vagner, materializando assim o ascendente da sua equipa até esse momento.
O Boavista pagou, assim, bem caro o modo frouxo como entrou neste jogo e talvez também a mudança que o seu técnico operou no eixo central defensivo com a entrada de Robson para o lugar de Sparagna, que avançou para o lugar habitualmente ocupado por Idris, ausente deste jogo por lesão.
Os ‘axadrezados’ reagiram bem à desvantagem, impondo maior intensidade ao seu futebol, forçaram mesmo o Braga a recuar e reclamaram ainda um cartão vermelho para Ricardo Ferreira, por alegada falta sobre Vítor Bruno, aos 17 minutos, num lance à entrada da área bracarense.
Ricardo Ferreira lesionou-se nesse lance, aparentemente no joelho direito, e foi substituído por Raul Silva.
Na segunda parte, o Boavista entrou forte e empatou logo aos 50 minutos num lance em que Kuca rompeu entre a defesa contrária, atirou colocado para um grande golo.
Aos 59 minutos, Raul Silva viu o segundo amarelo e, por conseguinte, o vermelho, deixou a sua equipa reduzida a dez jogadores e o Boavista beneficiou de um livre perigoso, que Matheus defendeu com dificuldade.
Nesse lance, Matheus disputou a bola com David Simão e este caiu, tendo o Boavista reclamado grande penalidade que o árbitro não concedeu imediatamente.
Alertado pelo videoárbitro, porém, o árbitro Jorge Sousa parou o jogo dois minutos depois, foi ver as imagens disponíveis e apontou para a marca de penálti.
Chamado a marcar o penálti, Fábio Espinho atirou fraco e de forma denunciada e Matheus defendeu a bola, mantendo assim a igualdade que se registava então no marcador.
O segundo momento negativo para o Boavista chegou aos 78 minutos com a expulsão de Robson, a que se seguiu imediatamente o segundo golo do Braga, marcado por Paulinho, que voltou assim em grande após um mês ausente devido a lesão.
Esse golo surgiu após Wagner deixar fugir a bola que parecia segura nas suas mãos. O guarda-redes alegou que sofreu falta, mas Jorge Sousa não lhe deu razão.
O Braga ‘matou’ o jogo com um grande golo de André Horta aos 88 minutos, o qual surgiu após um passe falhado de David Simão.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Antevisão SC Braga - Boavista FC


BOAVISTA FC – SC Braga

Quarta-feira, dia 3 de Janeiro às 18h15

Preços dos bilhetes

Sócios: 3€

Acompanhantes de Sócio: 10€ (cada associado poderá adquirir até 3 Bilhetes)
Público: 15€

Horário das bilheteiras: segunda a sexta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
Quarta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo;
Encerrada dia 1 de Janeiro;
Bilheteira nascente: das 16:00 até ao intervalo do jogo.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Vitória da Raça Axadrezada

FC P. FERREIRA-1 BOAVISTA FC-2
Liga Nós Época 2017-2018 14ºJornada
15 de Dezembro de 2017 - 20h30
Estádio Capital do Móvel em Paços de Ferreira
Árbitro :Vasco Santos(A.F.Porto)


GR:Mário Felgueiras GR:Vágner da Silva
DD:Bruno Santos DD:Carraça
 DC:Marco Baixinho DC:Robsón
DC:Miguel Vieira  DC:Raphael Rossi
DE:João Goís DE:João Talocha
MC:André Leão(Andrézinho 65') MC:Idrís Mandiang
MC:Pedrinho  MC.David Simão
MC:Vasco Rocha(Hendrio Araújo 85')  MC:Fábio Espinho(Aymen Tahar 88')
MC:António Xavier(Diego Medeiros 76') ED:Kuca(Mateus 61')
PL:Awer Mabil EE:Vítor Bruno(Leonardo Ruiz 38')
PL:Bruno Moreira  PL:Rochinha

Treinador:Petit              Treinador:Jorge Simão


Cartões Amarelos:Miguel Vieira 32',Marco Baixinho 38',André Leão 52' e Kuca 54'.

Cartões Vermelhos:Jorge Simão(Treinador do Boavista).

Golos:Awer Mabil 4',Mateus 62' e Raphael Rossi 75'.





O Boavista virou o resultado e venceu em casa do Paços de Ferreira por 2-1, esta sexta-feira à noite, no jogo de abertura da 15ª jornada da I Liga de futebol.

Os pacenses adiantaram-se cedo no marcador, logo aos quatro minutos, por Mabil, mas os ‘axadrezados’ reagiram e deram a volta ao marcador na segunda etapa, com golos de Mateus, aos 62, e de Rossi, aos 75.
O resultado premeia a eficácia dos boavisteiros, a equipa com mais posse bola no jogo e que teve de reagir ao golo madrugador de um Paços que pareceu algo acomodado com a vantagem inicial e a quem a sorte também falhou, sobretudo nos lances de Xavier e Miguel Vieira ainda no primeiro tempo, após remates aos ferros da baliza de Vagner.
Num jogo de reencontros para os dois treinadores e alguns jogadores, o Paços, com Bruno Moreira no lugar do lesionado Welthon na equipa inicial, chegou cedo ao golo, por Mabil, após canto da esquerdo, num lance que apenas contou após ser revisto pelo vídeoárbitro, quase um minuto depois.
Em desvantagem desde os quatro minutos, o Boavista, que alinhou de início com Robson (sem jogar desde a terceira jornada, derrota na visita ao Marítimo, por 1-0, em 20 de agosto), no lugar do castigado Lucas, e sem ter um avançado de referência, acusou o golo e não conseguiu tirar partido da maior posse de bola.
Os ‘axadrezados’ não tinham referências no ataque, mas a estratégia foi corrigida com a troca de Vítor Bruno por Leonardo Ruiz, aos 38 minutos, numa alteração que permitiu à equipa ter algum ascendente no final do primeiro tempo, anulando algum conforto dos locais, apesar de tudo a formação que mais facilidade revelava em jogar no meio campo contrário e chegar à baliza adversária.
Numa dessas incursões pelos corredores, a partir de passes não filtrados pelo meio campo axadrezado, o pacense Xavier, aos 37 minutos, acertou no poste e Bruno Moreira falhou a recarga. Aos 44, foi Miguel Vieira, após canto da esquerda, a acertar no ‘ferro’ da baliza de Vagner, decisivo no segundo tempo a negar o golo a André Leal (67 minutos) e Hêndrio (90+4).
O Boavista manteve a posse de bola no segundo tempo e o jogo foi correndo sem muita qualidade de parte a parte e longe das balizas, mas a entrada de Mateus, aos 61 minutos, acabou por ser decisiva para o desfecho do encontro.
No minuto seguinte, o angolano, na sua primeira ação no jogo, entrou na área pela esquerda e fez passar a bola por entre as pernas de Mário Felgueiras, restabelecendo a igualdade, que seria desfeita aos 75, por Rossi, antecipando-se de cabeça a Bruno Moreira, após canto na esquerda do ataque do Boavista.
Pela primeira vez em desvantagem, o Paços, sem ganhar nas últimas cinco jornadas, lançou-se no ataque, procurando minimizar o resultado, mas teve mais coração do que cabeça e o que acertou Vagner acabou por defender, segurando uma vantagem que os adeptos pacenses cobraram no final aos jogadores locais, a quem vaiaram na saída para os balneários.
A vitória do Boavista, a sétima e o principal resultado no histórico dos 14 confrontos para a I Liga como visitante na Capital do Móvel, permitiu aos axadrezados acabar o ano com 20 pontos, por agora no oitavo lugar, por troca com o Desportivo de Chaves, que tem 18 e um jogo a menos, enquanto o Paços mantém os 13 e pode acabar a jornada, a última de 2017, no limite da permanência.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Antevisão FC Paços de Ferreira - Boavista FC



DESLOCAÇÃO A PAÇOS DE FERREIRA

RESERVAS E BILHETES JÁ DISPONÍVEIS NA SECRETARIA DO BOAVISTA FUTEBOL CLUBE

FC Paços de Ferreira vs BOAVISTA FC
(15 de Dezembro, sexta-feira às 20:30 horas)
A Provedoria do Associado do Boavista Futebol Clube, em colaboração e com o apoio do Boavista, organiza a deslocação a Paços de Ferreira, no próxima sexta feira , dia 15 de Dezembro.
PREÇOS
Bilhete + transporte: 14 euros
Apenas bilhete de jogo: 12 euros
Horários da secretaria de segunda a sexta: das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00
Partida: sexta feira, dia 15 de Dezembro às 18:30 horas, na Pantera.
Solicitamos, ainda, que haja comportamento correto, por parte de todos, durante a viagem, para não afetar futuras deslocações.
TODOS A PAÇOS DE FERREIRA!
A Provedoria do Associado

sábado, 9 de dezembro de 2017

Derrota Natural

BOAVISTA FC-1 SPORTING CP-3
Liga Nós 14ºJornada 2017-2018
9 de Dezembro de 2017 - 20H30M
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Luís Godinho(A.F.Évora)

GR:Vágner da Silva   GR:Rui Patrício
DD:Carraça  DD:Cristian Piccini
 DC:Stéphane Sparagna  DC:Sebástian Coates
DC:Raphael Rossi  DC:Jéremy Mathieu
DE:João Talocha DE:Fábio Coentrão
MC:Idrís Mandiang  MC:William Carvalho
 MC:David Simão MC:Bruno Fernandes(Bryan Ruiz 88')
MC:Fábio Espinho(Aymen Tahar 81')  EE:Bruno Cesár(Marcos Acunã 58')
ED:Kuca(Mateus 61') ED:Gelson Martins
EE:Vítor Bruno(Rui Pedro 68')  EE:Daniel Podence(Rodrigo Battaglia 63')
PL:Rochinha PL:Bas Dost

Treinador:Jorge Simão               Treinador:Jorge Jesus

Cartões Amarelos:Sebástian Coates 24',Fábio Coentrão 88' e Stepháne Sparagna 92'.

Golos:Fábio Coentrão 48',Bas Dost 63',Mateus 65', e Bas Dost 67'.



O Sporting isolou-se este sábado na liderança da I Liga de futebol, com mais um encontro disputado do que o FC Porto, que entra em campo este domingo no terreno do V. Setúbal, ao vencer fora o Boavista, por 3-1, em jogo da 14.ª jornada.

Fábio Coentrão (45+3 minutos), que não marcava há quase dois anos, e o holandês Bas Dost (63 e 67) fizeram os golos dos‘leões, com o angolano Mateus a reduzir aos 65.
Ainda sem derrotas no campeonato, o Sporting, que somou o terceiro triunfo consecutivo, passou a somar 36 pontos, mais três do que o FC Porto, que joga no domingo em casa do Vitória de Setúbal, e do que o Benfica, enquanto o Boavista é oitavo, com 17 e com o Portimonense e o Belenenses a um ponto e o Chaves.
Num teste que se antevia difícil, os ‘leões’ saíram-se bem, marcaram ainda na primeira parte, por Fábio Coentrão, e viram Bas Dost fazer um ‘bis’, aos 63 e aos 67 minutos, com Mateus a marcar pelo meio.
O primeiro remate do jogo foi de Fábio Coentrão, aos 20 minutos, o que dá uma ideia das apostas coincidentes que as duas fizeram a nível defensivo, procurando assim manter as suas balizas protegidas.
O técnico ‘axadrezado’ colocou Vítor Bruno diante do lateral esquerdo Talocha e, desse modo, tentou criar aí uma barreira aos raides de Gelson Martins e de Piccini, que tanto problemas causam às defesas contrárias.
Aos poucos, porém, o jogo abriu e as duas equipas começaram então a encontrar o espaço que não tinham tido e a dar mais trabalho às defesas, mas ainda não aos guarda-redes.
A primeira grande situação de perigo e de golo surgir já aos 43 minutos e para o Sporting, quando Gelson Martins escapou à forte marcação que lhe foi movida, cruzou e a defesa boavisteira viu-se em grandes apuros para afastar a bola da sua área
Nos descontos da primeira parte, Podence trabalhou bem na direita, driblando Talocha várias vezes, cruzou para o segundo poste e Fábio Coentrão surgiu a cabecear e a fazer o 1-0 com que se foi para o intervalo.
O Sporting conseguiu, assim, graças a um golpe de puro talento o irrequieto Podense e ao sentido de oportunidade evidenciado por Fábio Coentrão, vencer a tenaz oposição que o Boavista através de uma grande entrega e de muito coração.
O treinador Jorge Simão, na antevisão deste jogo, chamou a atenção para o facto de o Sporting ter marcado primeiro do que o adversário em 11 dos jogos que fez antes deste para o campeonato, sendo que em sete desses encontros foi para o intervalo a ganhar.
Foi exatamente isso que aconteceu nesta partida que o Sporting virou a seu favor, em definitivo, na segunda parte, período em que Podence continuou a destacar-se com o seu estilo irrequieto e a sua técnica dinâmica.
O Boavista respondeu com as suas armas habituais e pediu grande penalidade aos 54 minutos, num lance entre Vítor Bruno e Fábio Coentrão na área leonina, em que o lateral axadrezado caiu, mas o árbitro não lhe fez a vontade.
Jorge Simão também notou que o Sporting era forte nas bolas paradas, conseguindo por esta via vários golos, e foi depois de um canto, aos 63, e de um livre, aos 67, que Bas Dost, fez o 0-2 e o 1-3, em ambos os casos com a defesa boavisteira a ser sempre batida pelo ar.
Entre esses dois golos leoninos, o Boavista marcou o seu, por Mateus, golo esse que, contudo, só foi validado após o árbitro receber luz verde do videoárbitro.
Os três golos marcados em quatro minutos foram o ponto alto de um jogo que subiu muito de qualidade no segundo tempo, muito por culpa de um Sporting confiante, autoritário, superior e com um Gelson inspirado no segundo tempo, não dando sequer sinais de cansaço físico pelo jogo que realizado terça-feira passada para a ‘Champions’.