Contagem

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Antevisão FC Arouca-Boavista FC



Deslocação a Arouca
Sábado, 21 de Janeiro às 20:30.

Inscreva-se já e reserve o seu Lugar!
Bilhete + Autocarro 13€*

Bilhetes a 13€ disponíveis em número reduzido - *quando esgotados, passarão a ter o custo de 15€ - e apenas destinados a Sócios do Boavista com Quotas em dia.

Horário da secretaria: Segunda a sexta das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00

Excepcionalmente, devido ao elevado preço dos bilhetes praticado pelo FC Arouca (cuja responsabilidade a SAD do Boavista é alheia) o Boavista disponibiliza transporte gratuito a quem adquirir bilhetes para o jogo.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Roubo de Igreja Tira-nos a Vitória no Estádio da Luz

SL BENFICA-3 BOAVISTA FC-3
Liga Nós 17ºJornada
14 de Janeiro de 2017 - 16h
 Estádio Da Luz em Lisboa
Árbitro :Luís Ferreira(A.F.Braga)

GR:Ederson Moraes GR:Kamran Agayev
DD:Nélson Semedo DD:Edú Machado
 DC:Luisão(Franco Cervi INT) DC:Phillipe Sampaio
DC:Victor Lindedolf DC:Lucas Tagliapietra
DE:André Almeida DE:João Talocha
MC:Andreas Samaris MC:Idrís Mandiang
MC:Pizzi MC:Fábio Espinho(Emin Makmudov 89')
MC:Toto Sálvio  MC:Anderson Carvalho
ED:Gonçalo Guedes(Andrija Zivkovic 66') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 79')
EE:Rafa Silva(Kostas Mitroglou 38') EE:Renato Santos
PL:Jonas PL:André Schembri(André Bukia 66')
.
Treinador:Rui Vitória                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Luisão 38',Lucas Tagliapietra 69',Fábio Espinho 69',Kamran Agayev 75' e 96',Iuri Medeiros 77',Phillipe Sampaio 89' e Jardel 96'.

Cartões Vermelhos:Kamran Agayev 96'.

Golos:Iuri Medeiros 14',Lucas Tagliapietra 20',André Schembri 25',Kostas Mitroglou 41',Jonas 53'(g.p.) e Fábio Espinho 68'(p.b.)





Isto é o retrato imune do que aconteceu esta tarde no Estádio da Luz!!!!
O primeiro parágrafo fica todo para o Boavista. Ele merece-o.
O segundo parágrafo, já agora, também. Absolutamente notável exibição axandrezada, que aproveitou uma entrada mais débil do Benfica em campo para construir um resultado que depois soube defender com unhas e dentes.
Mas antes disso, antes de ter de defender o tal resultado com unhas e dentes, o Boavista foi fantástico. Agressivo sem bola, por exemplo, a cair em cima dos adversários cheio de vontade, e imaginativo com ela: a tocar sem receios, saindo a jogar pelo chão, enfim.
Este Boavista não tem nada a ver com a equipa que foi num passado recente, o que é naturalmente mérito de Miguel Leal. Hoje o Boavista joga à bola.
Pelo caminho, como acontece nestas situações, os jogadores sentem-se mais confortáveis na pele deles e mais confiantes. Por isso jogam melhor. Sem necessidade de chutão para a frente, nem receio de ter a bola no chão. Com liberdade para pensar e bons princípios.
Por isso fez o que ninguém mais conseguiu fazer em mais de um ano: três golos na Luz.
A baliza encarnada no Estádio da Luz não sofria tantos golos desde que o Sporting, de Jorge Jesus, jogou lá, ainda em 2015. Desde então nem Bayern Munique, nem Zenit, nem Nápoles, nem FC Porto, enfim, ninguém conseguiu fazer o que Boavista fez esta tarde.
É claro, como já se disse, que a culpa não morre solteira. Nunca morre. O Benfica, neste caso, tem de assumir que teve boa parte da responsabilidade.
Entrou mal no jogo, se calhar porque a mensagem que Rui Vitória passou também não foi a melhor. O treinador deixou Mitroglou no banco, fazendo alinhar uma frente de ataque com Jonas e Gonçalo Guedes: ou seja, sem um ponta de lança de área.
Curiosamente corrigiu a mão ainda na primeira parte, lançando por fim Mitroglou, e a partir daí nada mais foi igual: o Benfica cresceu, cresceu, cresceu, até ameaçar ganhar.
O Boavista, que já tinha feito três golos, sentiu a pressão encarnada e encolheu-se.
É natural. Mas nem por isso deixou de sair com critério, de explorar os espaços que o Benfica abria e até de ameçar o golo: Renato Santos teve uma ocasião para marcar já nos dez minutos finais, e se o tivesse feito provavelmente estava-se a falar de outro resultado.
Nesta altura convém dizer que foi também, e pelo que já se percebeu, um grande jogo de futebol. Foi um daqueles jogos que foi de uma ponta à outra: foi-o em toda a largura.
Absolutamente notável vulcão de fé, confiança e compromisso de um público com uma equipa. O Boavista marcou por três vezes em menos de meia hora, por exemplo, e a seguir a todos eles houve gritos de Benfica, Benfica, Benfica. Os adeptos carregaram os jogadores às costas, fizeram-nos sentir confortáveis, empurraram-nos para a frente.
Assim é realmente mais fácil.
Ora carregados por um estádio cheio como um ovo, com mais de 57 mil alminhas gordas de tanto otimismo, os jogadores do Benfica encheram-se de coragem e empataram o jogo. Até ao fim acreditaram até que seria possível vencer.
Não foi. Não o foi, aliás, por uma razão: e nesta altura volta-se ao início: que grande Boavista.
Que grande exibição.
Que bela viagem ao início de sé e ao Boavistão de outros tempos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Antevisão SL Benfica-Boavista FC




SL Benfica vs Boavista Futebol Clube, sábado, dia 14 de janeiro às 16:00, no Estádio da Luz.

Bilhetes disponíveis na Secretaria do Boavista, a partir de quarta-feira, dia 11 de janeiro, para associados, com quotas em dia, por 12,5€.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Vágner da Silva é reforço do Boavista

Vágner da Silva, experiente guarda-redes, de nacionalidade brasileira, vai integrar o plantel do Boavista até ao final da presente época por empréstimo do Royal Mouscron-Péruwelz.
O guarda-redes de 30 anos, e 1,85 metros, conta com mais de 80 jogos na I Liga, tendo sido uma peça influente da subida de divisão do Estoril, na época 2011/2012.
Fez formação no Atlético Paranaense, em Portugal representou o Estoril e chega ao Boavista do Royal Mouscron-Péruwelz, da Primeira Liga Belga.
Vágner diz-se “muito feliz por estar nesta nova casa, um clube tão tradicional como o Boavista. Espero poder contribuir para esta grande equipa e grande família. Conto com o apoio de todos vocês”




domingo, 8 de janeiro de 2017

Vitória Importantíssima

BOAVISTA FC-1 V.SETÚBAL-0
Liga Nós 16ºJornada 2016-2017
8 de Janeiro de 2017 - 18H
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:João Mendes(A.F.Santarém)

GR:Kamran Agayev    GR:Bruno Varela
DD:Edú Machado   DD:Vasco Santos(Arnold Issoko 46')
 DC:Phillipe Sampaio DC:Frederico Venâncio
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Fábio Cardoso
DE:João Talocha DE:Nuno Pinto
MC:Idrís Mandiang  MC:João Costinha
 MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 93') MC:Mikel Agu
MC:Fábio Espinho(Carraça 86') MC:Vasco Costa(Thiago Santana 75')
ED:Iuri Medeiros ED:João Amaral(José Manuel 64')
EE:Renato Santos EE:Nuno Santos
PL:André Schembri(André Bukia 71')  PL:Edinho

Treinador:Miguel Leal               Treinador:José Couceiro

Golos:Fábio Espinho 27'(g.p.)

Cartões Amarelos:Vasco Fernandes 26',André Schembri 44',Frederico Venâncio 49',Renato Santos 54',Mikel Agu 59',Arnold Issoko 77' e Fábio Espinho 79'.



Um castigado máximo de Fábio Espinho permitiu ao Boavista vencer o Vitória de Setúbal, numa partida a contar para a ronda 16 da Liga. Resultado justo para aquilo os argumentos apresentados pelas duas equipas. Primeira vitória em casa de Miguel Leal desde que assumiu o comando técnico dos axadrezados, enquanto o Vitória de Setúbal continua a demonstrar dificuldades em vencer longe do Bonfim.

Para a recepção aos sadinos, Miguel Leal realizou apenas uma alteração em relação à última partida - vitória na Madeira perante o Nacional. Entrou Fábio Espinho, que se revelou uma aposta ganha e decisiva no desfecho deste encontro, em detrimento de Makhmudov. Por sua vez, José Couceiro fez jus ao lema ‘equipa que ganha não se mexe’ e repetiu o onze que tinha vencido os leões a meio da semana.

O Boavista entrou no jogo ‘mandão’ a empurrar o Vitória para o seu meio-campo defensivo. O futebol rápido, recheado de combinações entre o trio ofensivo e Fábio Espinho, figura da partida, começaram a fazer abalar a defensiva vitoriana. Fábio Espinho, após cruzamento de Iuri Medeiros, teve nos pés a primeira oportunidade de materializar a melhor entrada na partida dos azadrezados.

Safanão no jogo dado por Fábio Espinho

A partir daí, o jogo entrou numa toada morna, com demasiadas paragens e sem grandes lances de perigo perto das duas balizas. Pedia-se um safanão no jogo e o foi o Boavista que o deu, à entrada dos últimos quinze minutos da primeira parte. Schembri, lançado por Fábio Espinho, é derrubado dentro de área. O árbitro aponta para a marca dos onze metros e o camisola 10 do Boavista atira a contar: bola para um lado, guarda-redes para o outro.

Vantagem merecedora da equipa da casa, perante um conjunto do Vitória que se mostrou muito apático, quiçá algo fatigado pelo jogo disputado a meio da semana. A equipa de Miguel Leal baixou as linhas e convidou os sadinos a assumirem as despesas do jogo. Ainda assim, a formação sadina revelou-se uma incapacidade anormal criar situações de perigo e em transpor a bem organiza defesa boavisteira. A excepção surgiu dos pés de Costinha, com um remate fraco de fora de área.

Boa segunda parte sadina incapaz de contrair dificuldades históricas

Na etapa complementar até foi a equipa de José Couceiro, decidida a inverter o rumo dos acontecimentos, empurrou o Boavista para o seu meio-campo e começou a esboçar uma aproximação à baliza de Agayev. João Amaral teve nos pés a oportunidade de empatar o encontro, mas o extremo sadino atrapalhou-se e permitiu o corte a Philipe.
Pese embora a melhor entrada dos forasteiros, foi a equipa portuense, galvanizada pelo apoio do seu público, começou a criar situações de perigo em catadupa: Iuri Medeiros teve no pé esquerdo, por duas vezes, a possibilidade de ampliar a vantagem, mas Bruno Varela e algum desacerto na hora do remate impossibilidade de ampliar o marcador.

José Couceiro procurou no banco a solução para levar um ponto do Estádio do Bessa e lançou Zé Manuel e Thiago Santana. Curiosamente, foi o avançado brasileiro que teve nos pés a derradeira oportunidade, mas o remate acabou por sair desenquadrado.

O Boavista agarrou-se com unhas e dentes à vantagem que trazia do primeiro tempo e conseguiu os três pontos, ultrapassando assim o Vitória na classificação. Do outro lado, os sadinos mostraram poucos argumentos para acabar com a autêntica ‘casa assombrada’ que é o Bessa: a última vitória na condição de visitante frente aos boavisteiros foi na temporada 1989-1990.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Antevisão Boavista FC - V.Setúbal


BOAVISTA FC – Vitória Futebol Clube
Domingo, 8 de janeiro às 18h00 

Dado ser o primeiro jogo do ano, excecionalmente, o preço será de 3€ para sócios e cada sócio terá acesso a 3 bilhetes de acompanhante (a 7€ cada um).

Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€

No decorrer da 2ª volta será lançada uma campanha de sócios que oportunamente anunciaremos.

Horário das bilheteiras: segunda a sábado, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
Domingo, das 9h30 até ao intervalo do Jogo.

De modo a evitar aglomeração nas portas, solicitamos aos nossos Associados e demais interessados que compareçam o mais cedo possível ao jogo.

Todos os associados deverão vir munidos com o bilhete para o referido encontro ou cartão temporada. Deverão ainda, fazer-se acompanhar, também, do Cartão de Associado e Bilhete de identidade ou cartão de cidadão ou outro documento identificativo com fotografia (passaporte ou carta de condução)

Todos os que assim pretendam, no ato de aquisição do seu ingresso, poderão, facultativamente, entregar nos serviços administrativos do Boavista um valor adicional ao custo de tal ingresso, que também será depositado na Conta Solidária aqui descrita.

IDENTIFICAÇÃO DA CONTA SOLIDÁRIA
EDUARDO JOSE GODINHO FERREIRA
NIB - Número de Identificação Bancária
0023-0000-45494751433-94
IBAN - Número Internacional de Conta Bancária
PT50-0023-0000-45494751433-94

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

MBALA É REFORÇO DO BOAVISTA

David Mbala, de 23 anos, assinou pelo Boavista até 2018 (1 época e meia). O rápido extremo, forte no um para um, estava ao serviço do Penafiel desde 2010/11 onde chegou para atuar pelos sub19, tendo-se destacado desde cedo, ao serviço dos durienses na equipa principal. Chega, agora, ao Boavista, naquela que será a sua segunda participação na Primeira Liga Portuguesa
Mbala diz-se “muito feliz por chegar a um grande do futebol português. Este é um grande salto na minha carreira”.
Boa sorte, Pantera!
Rochinha e Mbala já participam, hoje, no treino da tarde em Lordelo.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Rochinha de Regresso a Casa

Diogo Filipe Costa Rocha, de 21 anos, é médio centro com excelente visão de jogo, de drible fácil e forte nas bolas paradas. Rochinha regressa ao Boavista, onde actuou nos Sub19, despertando o interesse de vários clubes nacionais e internacionais.
Passou pelo Benfica, pelo Bolton Wanderers da Championship e atuava esta época pelo Standard Liège, da Bélgica.
Rochinha diz-se muito feliz por voltar ao Boavista: “é com muito orgulho que regresso a casa e espero ser tão feliz como fui da primeira vez”.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Regresso às Vitorias Na Ilha da Madeira

CDNACIONAL-0 BOAVISTA FC-2
Liga Nós 15ºJornada
22 de Dezembro de 2016 - 17h
 Estádio Da Madeira(Choupana)na Ilha da Madeira
Árbitro :João Pinheiro(A.F.Setúbal)



GR:Rui Silva GR:Kamran Agayev
DD:Victor Garcia DD:Edú Machado
 DC:César  DC:Phillipe Sampaio
DC:Tobias Figueiredo DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nuno Sequeira DE:João Talocha
MC:Aly Ghazal(Vítor Gonçalves 37') MC:Idrís Mandiang
MC:Washington da Silva MC:Emin Makhmudov(Fábio Espinho 62')
MC:Tiago Rodrigues(Willyan Barbosa 55')  MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 88')
ED:Salvador Agra ED:Iuri Medeiros
EE:Witi Quembo(Nélson Bonilla 46') EE:Renato Santos
PL:Ricardo Gomes PL:André Schembri(André Bukia 68')
.
Treinador:Manuel Machado                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Emin Makhmudov 39',Vítor Gonçalves 57' e Kamran Agayev 68'.

Golos: Emin Makhmudov 11' e Renato Santos 32'.






O Boavista voltou às vitórias esta quinta-feira, após quatro jornadas sem vencer, ao superiorizar-se por 2-0 no terreno do «aflito» Nacional, em partida a contar para a 15.ª jornada da Liga. A equipa de Miguel Leal apenas facilitou no segundo tempo ante um Nacional que voltou a evidenciar carências no seu colectivo. Manuel Machado perdeu uma batalha importante com adversário que também luta pela manutenção. Já os boavisteiros, deram um salto importante nesta luta.

O Boavista entrou notoriamente a pressionar o Nacional no seu meio campo, com a equipa madeirense, algo prejudicada pelo vento que soprava em seu desfavor, a ser obrigada a aceitar o domínio «axadrezado». Foi nesta toada que a formação de Miguel Leal chegou cedo ao primeiro golo da partida, quando aos 11 minutos, com uma recuperação de bola rapidamente colocada em Anderson Carvalho, este entrou na área para servir Schembri. Rui Silva defendeu o remate do jogador brasileiro, mas Schembri conseguiu recuperar o esférico e fazer nova assistência para Emin Makhmudov, que, livre de marcação, atirou a contar.

Em desvantagem, o Nacional tentou reagir mas sem grande critério, já que as transições ofensivas algo denunciadas que ia construindo acabavam por ser facilmente desfeitas pelo bloco coeso do Boavista, que não se deslumbrou com o golo madrugador e manteve as suas linhas muito próximas.

Esclarecimento não faltou ao Boavista. Depois de ameaçar com meia distância e alguns lances individuais que revelaram algum nervosismo da defensiva da casa, a equipa portuense chegou ao segundo. Aos 32 minutos, Anderson Carvalho «furou» os centrais do Nacional e serviu Renato Santos, que ao rematar de primeira e colocado, à entrada da área, assinou um grande golo. Rui Silva nada pôde fazer.

Repetia-se o filme do último jogo caseiro da equipa madeirense, que ante o Tondela viu-se a perder por 0-2 em pouco mais de meia hora de jogo. Mas ao contrário do que aconteceu nessa partida, Manuel Machado não esperou pelo início da segunda parte para mexer na equipa, já que fez sair Aly Ghazal para a entrada de Vítor Gonçalves.

A alteração não produziu grandes efeitos, em termos de construção de jogo ofensivo, pois o Nacional continuou até ao intervalo sem dispor de oportunidade de golo, em contraste com o Boavista, que podia ter ido para o descanso a vencer por mais que dois. 

Boavista sempre mais perto do terceiro

No reatamento, o técnico  nacionalista trocou o apagado Witi por Bonilla e poucos minutos depois do Boavista ter estado perto do terceiro, esgotou as substituições fazendo entrar Willyan para o lugar de Tiago Rodrigues. 

Mas foi o Boavista, que continuava fiel à estratégia de defender bem longe da sua baliza e a pressionar com grande eficácia a primeira fase de construção da equipa da casa, que esteve mais perto de marcar. Aos 55 minutos, Schembri surgiu solto na área de Rui Silva. O jovem guardião do Nacional defendeu um primeiro remate e depois viu a recarga esticar as malhas laterais.

O lance espevitou o Nacional, pois passou a construir o que não havia conseguido no primeiro tempo. Sucederam-se lances de golo na baliza do Boavista, e a já com o central César na posição de ponta de lança – solução que havia dado resultado contra o Tondela, que, recorde-se, os madeirenses acabaram por vencer por 3-2 – os adeptos começaram a acreditar em nova “remontada”.

Desta feita nada correu bem ao ataque madeirense. Agra e Bonilla dispuseram, cada um, de um par de ocasiões para relançar o Nacional na discussão do resultado, mas quando esbarraram na segurança de Agayev, perderam-se na falta de eficácia e discernimento.

No final, sobraram apenas muitos assobios e lenços brancos para Manuel Machado.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Mal Menor Em Tondela


CD TONDELA-1 BOAVISTAFC-1
Liga Nós 14ºJornada
18 de Dezembro de 2016 - 16h
 Estádio João Cardoso em Tondela
Árbitro :Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Claúdio Ramos GR:Kamran Agayev
DD:David Bruno DD:Edú Machado
 DC:Vitali Lystsov  DC:Phillipe Sampaio
DC:João Pica DC:Lucas Tagliapietra
DE:Pité DE:João Talocha
MC:Claude Gonçalves(Hélder Tavares 44') MC:Carraça(Emin Makhmudov 46')
MC:Bruno Monteiro MC:Bernardo Tengarrinha(Samú 80')
MC:Fernando Ferreira MC:Anderson Carvalho(Carlos Santos 88')
ED:Miguel Cardoso(Alassane També 86') ED:Iuri Medeiros
EE:Érick Moreno EE:Renato Santos
PL:Wagner Borges(Jonh Murillo 76') PL:André Schembri(Erivelto Silva 65')
.
Treinador:Petit                            Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Claude Gonçalves 28',Fernando Ferreira 39',Bernardo Tengarrinha 73',Erivelto Silva 77',João Talocha 80' e Iuri Medeiros 84'.

Golos:Vitali Lystsov 46' e Anderson Carvalho 88'.


Um golo a terminar a primeira parte e outro no mesmo no final do jogo redundaram num empate entre o Tondela e o Boavista. Sai mais sorridente a pantera, não só porque foi quem teve de correr atrás do resultado, mas também porque respira melhor na classificação. O Tondela pareceu determinado a dar a volta a uma semana terrível, mas voltou a ver a vitória fugir-lhe entre os dedos.

Tondela e Boavista chegavam a esta partida com um percurso de três e quatro derrotas, respetivamente, e ambas com a eliminação da Taça de Portugal nesse ciclo. Se eram os axadrezados que estavam há mais tempo sem vencer - desde o início de novembro -, talvez fossem os tondelenses a enfrentar a partida com o trauma maior.

O peso do último lugar e a derrota, a meio da semana, que ditou o afastamento da Taça, diante do Leixões, colocavam a maior dose de pressão do lado do conjunto orientado por Petit.

Contudo, no tempo que leva no escalão máximo do futebol nacional, o conjunto beirão já ensinou quem anda no futebol que não gosta de se guiar por linhas direitas. Aprecia surpreender aqueles que acham que o futebol é uma coisa linear.

Para o bem e para o mal. Se a forma quase milagrosa como, na época passada, assegurou a permanência na Liga, deixou todos rendidos à capacidade de superação dos auri-verdes, em vários jogos nesta temporada em meia, os tondelenses conseguiram ir do 80 ao menos oito.

O último exemplo aconteceu na jornada passada. A vencer 0-2 no terreno do Nacional, ao intervalo, O Tondela permitiu a reviravolta dos insulares e regressou ao continente com o peso de voltar a ser o último classificado da Liga.

Por isso mesmo, a receção ao Boavista – equipa que também vivia um período complicado fruto das já referidas quatro derrotas consecutivas – ganhava contornos ainda mais decisivos.

Reagir à adversidade parece sina

O momento delicado de ambas as equipas refletiu-se na (pouca) qualidade dos primeiros 45 minutos, com a bola a andar sempre muito longe das balizas. Com uma ou outra exceção de parte a parte, os lances de perigo rarearam e o melhor da partida foi proporcionado pelos incansáveis adeptos boavisteiros que não se calaram um minuto.

Nos últimos minutos da primeira parte, porém, a história do jogo ganharia dois capítulos para contar. Primeiro, aos 44 minutos, Claude Gonçalves caiu sozinho e teve de sair de maca, obrigando Petit a lançar Hélder Tavares sem tempo para aquecer.
Só que é na adversidade que este Tondela se sente confortável. E um minuto depois, Lystcov transformou numa grande penalidade, um livre batido... a mais de 30 metros da baliza. Com um remate forte e colocado, o central russo colocou os auriverdes na frente, arrancando um golaço daqueles que fazem valer a pena ir ao futebol.

Pantera mostra as unhas

Ferida mesmo antes do descanso, a pantera surgiu na segunda parte disposta a correr atrás do prejuízo. E não foram poucas as vezes em que colocaram Cláudio Ramos à prova, fazendo o guardião tondelense mostrar-se em bom plano a segurar a vantagem tangencial.

Talocha e Iúri Medeiros – este por duas vezes – ficaram muito próximos do empate, que só não surgiu porque o camisola 1 do Tondela não o permitiu. Só que o Boavista estava empenhado em levar pontos desta visita ao distrito de Viseu e carregou sobre o adversário.

Não foi, por isso, uma surpresa total quando, a um minuto dos 90, o conjunto de Miguel Leal conseguiu mesmo empatar, num ressalto bem aproveitado por Anderson Carvalho, que nunca desistiu do lance e rematou, desta vez sem hipótese para Cláudio Ramos.

Pela segunda jornada consecutiva, o minuto 89 voltava a ser cruel para o Tondela que, desta forma, sabe que passa pelo menos mais uma semana no último lugar da tabela classificativa. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Antevisão CD Tondela - Boavista FC



O Patrocinador Laskasas vai disponibilizar autocarros gratuitos para a deslocação a Tondela.
Todos os associados que adquirirem bilhete (10€) na Secretaria do Boavista poderão reservar lugar nos autocarros.
Inscrições na Secretaria do Boavista.


sábado, 10 de dezembro de 2016

Terceira Derrota Consecutiva

BOAVISTA FC-1 GUIMARÃES-2
Liga Nós 13ºJornada 2016-2017
10 de Dezembro de 2016 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Kamran Agayev    GR:Douglas de Jesus
DD:Edú Machado   DD:Bruno Gaspar
 DC:Phillipe Sampaio DC:Josué Sá
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Pedro Henrique
DE:João Talocha DE:João Aurélio
MC:Bernardo Tengarrinha(Erivelto Silva 84')  MC:Ghislain Konan
 MC:Anderson Carvalho MC:João Pedro(Bernard Mensah 89')
MC:Carraça(Emin Mahmudov 70') MC:Paolo Hurtado(Moreno 73')
ED:Iuri Medeiros ED:Moussa Marega
EE:Renato Santos EE:Raphinha(Hernâni Fortes 70')
PL:André Schembri  PL:David Teixeira

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Pedro Martins

Golos: David Teixeira 3',Phillipe Sampaio 5' e Paolo Hurtado 68'.

Cartões Amarelos:Paolo Hurtado 49',David Teixeira 76',Anderson Carvalho 82' e João Aurélio 85'.



~
Um golo de livre direto do avançado peruano Hurtado garantiu ao Vitória de Guimarães o triunfo no reduto do Boavista.
O tento decisivo aconteceu num mau alívio da defesa ‘axadrezada’, ao qual se seguiu um livre frontal e direto à baliza de Aghayev, com Hurtado a ser novamente o grande protagonista.
O avançado vimaranense encarregou-se de cobrar a falta e voltou a bater o guardião adversário, tal como já o tinha feito para a Taça de Portugal, a 20 de novembro, também no Bessa, decidindo a eliminatória quase no final do prolongamento.
O encontro prometeu muito, visto que o Vitória adiantou-se no marcador logo aos dois minutos, através do uruguaio David Texeira, estreante a titular, e o Boavista empatou aos seis, por Philipe Sampaio.
Os dois golos foram obtidos de cabeça e após a marcação de pontapés de canto.
Mas, o que se seguiu foi uma partida desinteressante, muitas vezes mal jogada e em que as duas equipas se anularam mutuamente graças a marcações cerradas a meio campo.
Depois de algum equilíbrio nos primeiros 25 minutos, o Boavista teve um ligeiro ascendente e Iuri Medeiros, servido por Renato Santos, surgiu em boa posição para marcar, mas Pedro Henrique inviabilizou tal possibilidade oferecendo o corpo à bola (28 minutos).
Na segunda parte, a toada manteve-se, a qualidade do futebol praticado permaneceu a um nível baixo e só aos 58 minutos se viu um lance de grande perigo, numa ação conjunta de Iuri Medeiros e Edu Machado, que a defesa vimaranense conseguiu, porém, anular com grande sentido de entreajuda.
O jogo entrou depois num impasse, que Raphinha podia ter desfeito aos 67 minutos, quando surgiu isolado frente a Agahyev.
No minuto seguinte, o Vitória de Guimarães ganhou um livre frontal à baliza ‘axadrezada’, após um mau alívio de um jogador anfitrião.
Foi um lance fatal para o Boavista e bem aproveitado pela equipa visitante. Hurtado cobrou a falta e fê-lo de forma irrepreensível, batendo Aghayev, que ainda tocou na bola, mas em vão.
O Boavista reagiu, lutou, obrigou os minhotos a recuar para junto da sua baliza e, já em desespero, o central Lucas Tagliapietra juntou-se mesmo ao ataque, na busca desesperada do empate.
É verdade que, nos instantes finais, os locais criaram uma ou outra situação de perigo perto baliza adversária, mas faltou-lhes a serenidade necessária para as aproveitar.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Falta de Atitude Dita Derrota em Paços

FC PAÇOS DE FER-2 BOAVISTAFC-1
Liga Nós 12ºJornada
5 de Novembro de 2016 - 20h
 Estádio Capital do Móvel em Paços de Ferreira
Árbitro :Artur Soares Dias(A.F.Porto)




GR:Rafael Defendi GR:Kamran Agayev
DD:Bruno Santos DD:Edú Machado
 DC:Ricardo DC:Phillipe Sampaio(Idé Gomes 75')
DC:Miguel Vieira DC:Lucas Tagliapietra
DE:João Goís DE:João Talocha(Anderson Correia 79')
MC:Pedrinho Moreira MC:Samú(Emin Makhmudov 56')
MC:Marco Baixinho MC:Carraça
MC:Andrézinho(Mateus Silva 65')  MC:Bernardo Tengarrinha
ED:Gleíson(Barnes Osei 65') ED:Iuri Medeiros
EE:Ivo Rodrigues EE:Renato Santos
PL:Welthon(Ricardo Valente 82') PL:André Schembri
.
Treinador:Vasco Seabra                 Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Miguel Vieira 8',Bernardo Tengarrinha 37',Miguel Vieira 55',Phillipe Sampaio 63',Carraça 76',Barnes Osei 78',Iuri Medeiros 90' e Ivo Rodrigues 90'.

Cartões Vermelhos: Miguel Vieira 55'.

Golos: Marco Baixinho 18',Welthon 27' e Renato Santos 55'(g.p)





O Boavista perdeu esta segunda-feira à noite em Paços de Ferreira (1-2), em jogo a contar para a 12ª jornada da I Liga. Os homens de Miguel Leal ainda reduziram a desvantagem, mas não aproveitaram o facto de terem jogado quase toda a segunda parte em superioridade numérica por expulsão do pacense Miguel Vieira.

Perdidos 15 minutos de desaparecimento do Boavista, dois golos do Paços, jogo resolvido. Vasco Seabra esfregou a lâmpada e de lá saltou o génio de André Leal, menosprezado e esquecido pelo anterior treinador durante três incompreensíveis meses.

O Paços sobreviveu à expulsão de Miguel Vieira, geriu com inteligência a última meia hora e não tremeu com a aproximação do Boavista no marcador, numa grande penalidade bem batida por Renato Santos.

Contas feitas, as equipas estão agora ombro a ombro no 12º lugar, 13 pontos para cada lado.

Perdidos, desaparecidos: o jogo conta-se de forma simples, a partir de um mergulho no triângulo das Bermudas – futebol nem vê-lo, só luta -, passagem direta e rápida pela inteligência de André Leal e a competitividade de Pedrinho, os dois golos do Paços até ao intervalo (Marco Baixinho e Welthon) e a reação axadrezada até ao fim.
O momento de viragem é o tal penálti feito por Miguel Vieira (em noite horrível) sobre Iuri Medeiros e a expulsão do defesa pacense. Em superioridade numérica e a perder por 2-1, o Boavista tentou tudo, arriscou, mas o que teve em coração e sangue faltou-lhe em cabeça e qualidade.

Se até essa altura, os axadrezados nunca tinham sido capazes de fazer um futebol apoiado, de pé para pé, com a entrada de Makhmudov melhoraram nesse aspeto, mas foram sempre pouco perigosos.

O Paços baixou linhas, ocupou criteriosamente os espaços e apostou na velocidade de Ivo Rodrigues para fazer estragos. Os pacenses sofreram, naturalmente, e até poderiam estar mais descansados, se antes do penálti Welthon não tivesse falhado o 3-0 completamente isolado.

Neste Boavista há bons executantes – Iuri, Renato e Schembri são tecnicamente fortes -, uma entrega admirável e mesmo assim pouco futebol de boa qualidade é produzido. A bola sai de Agayev (que erro no primeiro golo!), chega a um dos centrais e voa para a frente, em busca de Schembri.

O maltês é muito mais um número dez do que ponta de lança e joga lá porque Miguel Leal não acredita nas restantes opções. Erivelto e Medic não parecem contar, o gigante Idé – 2,04 metros! – teve os primeiros 15 minutos na Liga, correu muito e nos descontos não conseguiu encostar para a baliza deserta.

Vitória muito relevante para o Paços de Ferreira. Vasco Seabra é só opção interina ou continuará a conduzir a equipa da Mata Real? Os castores estiveram organizados e agressivos, venceram na Liga dois meses e meio depois.

O triunfo é determinado, essencialmente, pelos 15 minutos de inspiração de André Leal e a desorientação/desaparecimento do Boavista.