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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Antevisão Boavista FC - CF União da Madeira

COM A MANUTENÇÃO JÁ ASSEGURADA VAMOS FESTEJAR E PREPARAR BEM A PRÓXIMA ÉPOCA!

VÃO TER QUE LEVAR CONNOSCO NOVAMENTE!


SÓCIOS ENTRADA GRATUITA.
O APOIO DE TODOS É FUNDAMENTAL!
TODOS PELO BOAVISTA!
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BOAVISTA FC vs União da Madeira, domingo, 8 de maio às 16:00, no Estádio do Bessa Século XXI
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Sócios GRATIS (obrigatório levantar bilhete)
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Acompanhantes de Sócio 3€ (3 bilhetes por 3€ cada, por cada associado)



domingo, 1 de maio de 2016

Empata em Moreira de Cónegos Adia Confirmação da Manutenção

MOREIRENSE FC -1 BOAVISTA FC -1
Liga Nós 32ºJornada
 1 De Maio de 2016 - 16H
 Estádio Comendador Joaquim 
Almeida Freitas em Moreira de Cónegos
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Igor Stefanovic GR:Mika
DD:Pedro Coronas DD:Tiago Mesquita
 DC:Marcelo Oliveira DC:Nuno Henrique
DC:André Micael DC:Paulo Vinicius
DE:Evaldo DE:Afonso Figueiredo
MC:Vítor Gomes  MC:Idrís Mandiang
MC:João Palhinha(Rafa Sousa 67') MC:Aymer Tahar
MC:Fábio Espinho MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 82')
ED:Ernest Ohmeng(Ença Fati 58') ED:Anderson Carvalho
EE:Iuri Medeiros(E.Boateng 89') EE:Renato Santos(Luisinho 88')
PL:Rafael Martins PL:José Manuel(I.Irriberri 90')
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Treinador:Miguel Leal     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 39',André Micael 54',José Manuel 83',Aymen Tahar 85' e Marcelo Oliveira 90'.

Golos: Nuno Henrique 20' e Iuri Medeiros 28'.




O Boavista empatou este domingo com o Moreirense, em Moreira de Cónegos, a uma bola, adiando o derradeiro suspiro de alívio da manutenção.

O jogo teve desde o início um Boavista mais atrevido e um Moreirense mais orientado, com muitas disputas a meio campo e uma luta tática entre as duas equipas, com boa casa e um ótimo ambiente nas bancadas.
Aos 20 minutos, e no primeiro momento soberano do encontro, o Boavista chegou ao golo. Depois de um canto, Renato Santos insistiu no lance e cruzou para a cabeça de Nuno Henrique, a empurrar a bola para o fundo das redes. O central levou os muitos adeptos do Boavista que se deslocaram a Moreira de Cónegos ao delírio, tão próximo que ficava a equipa de garantir a manutenção.
Apesar da natural tentativa do Moreirense de reagir ao golo sofrido, ainda para mais em casa, a verdade é que o Boavista continuou melhor no jogo durante os momentos que se seguiram.
E as coisas bem poderiam continuar assim não fosse o génio de Iuri Medeiros. Aquele que é uma das revelações do campeonato marcou um golaço, de pé esquerdo, em zona frontal à baliza de Mika com a bola a entrar mesmo no canto superior direito dos quadros do guardião axadrezado, que não tinha quaisquer hipóteses de travar o oitavo golo do açoriano emprestado pelo Sporting à equipa minhota.
O empate chegava mesmo que o Moreirense não tivesse feito muito por isso, e era um resultado que não servia as aspirações do Boavista. Por isso, a resposta não se fez esperar: depois de uma asneira de Marcelo Oliveira, Zé Manuel isolou-se na frente do ataque, mas o remate foi intercetado por André Micael.
A primeira parte continuou com um pouco mais de ascendente do Moreirense mas sem chances de maior. O apito para recolher aos balneários foi até bem recebido pelos dois técnicos, uma vez que havia muito a corrigir.
Confusão e sofrimento
Numa segunda parte menos bem jogada do que a primeira mas mais ascendente do Boavista, o primeiro momento de monta foi o golo anulado a Paulo Vinícius, aos 57, que cabeceou a contar depois de um cruzamento de Afonso Figueiredo, mas viu o seu golo invalidado pelo árbitro, que assinalou falta.
Aos 61 minutos, Hugo Miguel expulsa Alfredo Castro, técnico de guarda-redes do Boavista, e o diretor desportivo da equipa, Jorge Couto. O antigo guardião Alfredo acabou por se virar contra Ion Timofte, que até jogou com ele com a camisola do xadrez, um ‘sururu’ motivado pelo golo anulado ao Boavista, além de protestos de grande penalidade logo aos 47 minutos, quando Zé Manuel rematou contra o corpo de Evaldo.
Aos 66 minutos, Anderson Carvalho acertou no ferro da baliza à guarda de Stefanovic, depois de passar por vários adversários. Um belo momento que esbarrou no azar do extremo brasileiro.
Do outro lado, foi Rafael Martins a tentar fazer um chapéu a Mika, mas o guardião boavisteiro esteve à altura e desviou a tentativa.
O jogo ia-se encaminhando para o final de forma lenta, com um jogo muito disputado mas sem muitas consequências práticas. Aos 75 minutos, foi Renato Santos a testar Stefanovic, que rechaçou o remate com uma palmada.
Logo a seguir, Erwin Sánchez mexeu na partida e lançou Mario Martínez para o lugar de Rúben Ribeiro, que saiu esgotado mas sem amarelo, escapando, mais uma vez, à suspensão que poderia surgir se levasse amarelo.
Aos 85 minutos, Fábio Espinho quase marcou um golo de bandeira, mas a bola saiu ao lado, a escassos centímetros do poste. Ao voar para tentar impedir o golo, Mika ficou lesionado, tendo de ser assistido pela equipa médica dos axadrezados.
Quatro minutos depois, Renato Santos sai, exausto, dando lugar a Luisinho, um elemento ofensivo para refrescar o ataque no último fôlego da partida.
A esta hora, e no último minuto de compensação, o Boavista já pedia o fim da partida, aproveitando o precioso ponto na impossibilidade de conseguir a vitória. Erwin Sánchez colocava Iriberri em campo no lugar de Zé Manuel. O árbitro voltaria a apitar dali a pouco.
Contas feitas, o Boavista fica com 30 pontos depois do empate, defrontando, em casa no próximo fim-de-semana, o União da Madeira antes de visitar o ‘vizinho’ FC Porto na última jornada. A confirmação da manutenção poderia surgir já nesta jornada mas fica, assim, adiada por mais uma jornada, enquanto o clube espera para ver o que fazem, ainda este domingo, União da Madeira e Académica, que jogam entre si pelas 20h30, isto depois do Vitória de Setúbal já ter perdido e caído para debaixo dos axadrezados.
A esperança do Boavista é de que União da Madeira vença a Académica, garantindo assim a manutenção da Pantera. De outra forma, terá que esperar mais um fim-de-semana.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Vitória Importante Rumo a Manutenção Faltam 3 Finais

BOAVISTA- 1 CF BELENENSES-0
Liga Nós 31ºJornada
22 de Abril de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Mika     GR:Ricardo Ribeiro
 DD:Tiago Mesquita   DD:André Geraldes
 DC:Nuno Henrique DC:Gonçalo Silva
DC:Philippe Sampaio   DC:Gonçalo Brandão
DE:Afonso Figueiredo   DE:Fábio Nunes(Filipe Ferreira 76')
MC:Idrís Mandiang   MC:Rúben Pinto
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 86') MC:Ricardo Dias
MC:Aymen Tahar(Luisinho 79') MC:Tiago Silva
ED:Renato Santos ED:´Fábio Sturgeon
EE:Anderson Carvalho EE:Miguel Rosa(Tiago Almeida 82')
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 90') PL:Juanto Ortuño(Tiago Caieiro 68')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Júlio Vesláquez

Cartões Amarelos:Gonçalo Silva 28' e Geraldes 75'.

Cartões Vermelho: Ricardo Dias 54'.

Golos: José Manuel 42'.






A salvação do Boavista estava ao segundo poste. E Zé Manuel encontrou-a. Cavalheiro e gentil, abraçou-a com a intensidade dos que partem e voltam muito depois, demasiado tarde. Neste caso, sugerem os dados, a tempo ainda de a beijar com força e selar a manutenção.

Três pontos de romantismo e coração cheio, o anel de compromisso entre os axadrezados e a I Liga. Ajoelhou? Agora é a hora de cumprir as intenções, três jornadas pela frente e 29 pontos no bolso.

A relação tem tudo para dar certo. Aqui não há «o problema é meu, não é teu». O problema esteve nos longos anos de separação e angústia. Agora não, com este Boavista atraente, pensado por Erwin Sanchez, as panteras jogam futebol e piscam o olho a uma vida passada, à era do Boavistão.


No Bessa, o Belenenses do señor Julio pouco ou nada pôde oferecer ao jogo. Prestável na atenção dispensada aos níveis de beleza do espetáculo, os azuis foram fiéis à sua ideia de jogo, mas reagiram pessimamente à pressão insustentável exercida pelos portuenses.

De lábios trincados e pulmões infatigáveis, o Boavista jogou nos limites até fazer o 1-0 (Zé Manuel, 42 minutos), manteve o pé no acelerador até o Belenenses passar a estar reduzido a dez unidades (vermelho a Ricardo Dias, 54) e geriu com uma inteligência incomum – pelo menos para quem joga sob a pressão matemática – o marcador na última meia hora.

A vantagem mínima disfarça, aliás, uma diferença maior entre as duas equipas: no volume de jogo, na quantidade de remates, na posse de bola, nos sinais de perigo. O Boavista foi superior em tudo e teve mais duas ou três ocasiões de excelência para aniquilar a dúvida muito antes do apito final.

No meio esteve a virtude ou, se preferirem, no meio esteve Rúben Ribeiro, o virtuoso. Um craque!

Quando o pé de Rúben toca a bola, ela não chora, como acontece no convívio com tantas outras chuteiras amarguradas; ela sussurra de prazer e pede mais, pois o pensador/executante do futebol axadrezado sabe todos os segredos do jogo e da arte da sedução.



Rúben foi grande, bem acompanhado por Renato Santos e um Tahar enorme e mandão no meio campo. Em bloco, sólido, anularam as ideias muito interessantes do Belenenses e decidiram o clássico entre dois clubes históricos do futebol nacional – ambos campeões nacionais – numa bola parada bem executada: canto de Renato, cabeça de Idris, finalização de Zé Manuel.

Ao Belenenses faltou, essencialmente, espaço para respirar. Os homens do Restelo jogam no risco, não abdicam do passe curto desde a primeira fase de construção e acabam por cometer erros desnecessários quando o processo não sai bem. Erros em zonas proibidas.

Julio Velázquez, insistimos, tem ideias interessantes e atraentes. Tanto assim é que, após o vermelho a Dias, desenhou uma defesa a três, com todos os elementos a marcar, homem para homem, e manteve o meio campo bem povoado. Com essa estratégia soube manter a equipa na discussão até ao fim, sempre equilibrada.

Não chegou para pontuar, a noite era do Boavista. Do Boavista e da sua salvação, um encontro romântico e marcado para horas próprias. Tudo dentro dos limites da decência e bons costumes.     


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Antevisão Boavista FC - CF Belenenses






SÓCIOS ENTRADA GRATUITA

O APOIO DE TODOS É FUNDAMENTAL!
TODOS PELO BOAVISTA!
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BOAVISTA FC vs FC Os Belenenses, sexta feira, 22 de Abril às 20:30, no Estádio do Bessa Século XXI
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Sócios GRATIS (obrigatório levantar bilhete)
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Acompanhantes de Sócio 3€ (3 bilhetes por 3€ cada, por cada associado)

sábado, 16 de abril de 2016

Derrota nos instantes finais complicam contas

GD ESTORIL -1 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 30ºJornada
 16 De Abril de 2016 - 18H30m
 Estádio António Coimbra da Mota no Estoril
Árbitro :João Pinheiro(A.F.Braga)

GR:Pawel Kieszek GR:Mika
DD:Anderson Luís DD:Tiago Mesquita
 DC:Yohan Tavares DC:Nuno Henrique
DC:Diego DC:Paulo Vinicius
DE:Pedro Botelho DE:Afonso Figueiredo
MC:Diogo Amado  MC:Idrís Mandiang
MC:Afonso Taira MC:Aymer Tahar(Mário Martinez 88')
MC:Felipe Augusto(Dieguinho 76') MC:Rúben Ribeiro
ED:Gerson Fernandes(Marion 83') ED:Anderson Carvalho
EE:F.Mendy(O.Diakhite 88') EE:Renato Santos(Luisinho 67')
PL: Léo Bonatini PL:Imanol Irriberi(Michael Uchebo 78')
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Treinador:Fabiano Soares     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Paulo Vínicius 6' e Nuno Henrique 90'.

Golos: Paulo Vínicius(a.g.) 87'.








O Boavista FC saiu este sábado derrotado do Estádio António Coimbra da Mota, onde um autogolo de Paulo Vinícius deu a vitória ao Estoril, que levou a melhor num jogo apático e com poucas chances.

No Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, cenário pouco visto no futebol português: boa casa e milhares de espetadores para assistir a futebol de primeira num fim de tarde solarengo.

E o jogo não tardou a entusiasmar os adeptos. Logo aos 3 minutos, valeu Mika ao Boavista com uma defesa de recurso com as pernas.
Aos 6 minutos, e depois de Anderson Carvalho ter colocado em sentido a baliza canarinha, Paulo Vinícius fez falta sobre Léo Bonatini. Cartolina amarela e suspensão no próximo jogo por acumulação de cartões.
Aos 16 minutos, depois de uma boa jogada individual, Rúben Ribeiro rematou, mas Pawel Kieszek parou o remate do médio português.
O 7 do Boavista voltou a tentar aos 27 minutos, mas o remate saiu fácil para o guardião polaco, que este sábado completa 32 anos. Pouco depois, um atraso de Afonso Figueiredo pôs em apuros o guardião das panteras, que ainda assim segurou o esférico.
Aos 34 minutos, um disparo de Anderson Carvalho esbarrou na defesa canarinha, desviando a bola para junto do poste direito da baliza de Kieszek, com o polaco a responder à altura. Na sequência do canto que se seguiu, Paulo Vinícius cabeceou um tudo-nada ao lado do mesmo poste.
Aos 42 minutos, o 9 canarinho levou tudo à frente, mas só a finalização o impediu de chegar aos 16 golos na I Liga. O remate saiu ao lado da baliza axadrezada.
Jogo apático


Ao intervalo, não se podia dizer que o resultado era desajustado, uma vez que o jogo foi parco em oportunidades flagrantes de golo.

Na segunda parte, foi o Estoril quem entrou melhor, abrindo as hostilidades com um remate que não saiu longe do poste esquerdo de Mika.
O guardião português viria a estar em evidência aos 48 minutos. Cruzamento da esquerda de Gerso a encontrar, de forma teleguiada, a cabeça de Felipe Augusto, com a bola do nº 92 dos canarinhos a encontrar Mika, impedindo mais uma vez o golo dos homens da casa.
O Boavista lutava para encontrar o caminho para a baliza dos visitados. Na sequência de um livre, Idris Mandiang rematou à entrada da área, mas a bola foi desviada por um defesa canarinho. Pouco depois, Renato Santos rematou por cima.
Mendy, aos 55 minutos, acertou na barra da baliza axadrezada, depois de um cruzamento de Botelho. O Estoril entrou inequivocamente melhor na segunda parte, e dois minutos depois quase marcava. Remate de fora da área de Felipe Augusto e Mika, até então o melhor das panteras, quase borrou a pintura com uma bola que deixou escapar entre as pernas, mas foi a tempo de apanhar.
Logo a seguir, na sequência de um canto, todo o banco do Boavista se levantou, protestando a decisão de não atribuir penalty aos axadrezados, que pediam mão na área.
Aos 67 minutos, Erwin Sánchez mexe no jogo pela primeira vez, colocando Luisinho em campo para o lugar do desinspirado Renato Santos.
Pouco depois, foi Mika a valer ao Boavista, rechaçando para canto um cabeceamento do inspirado Felipe Augusto. Na sequência do pontapé de esquina, Mika encaixou um remate que surgiu na insistência canarinha.
Aos 78 minutos, Michael Uchebo rende Imanol Iriberri, que pouco se viu no gramado do Estoril. Pouco depois, Idris Mandiang cabeceou por cima da barra da baliza canarinha.
Aos 85 minutos, Jorge Couto recebeu ordem de expulsão, deixando a equipa técnica do Boavista em polvorosa.
As coisas foram de mal a pior para o Boavista quando aos 87 minutos, na sequência de um remate dos canarinhos, Paulo Vinícius desviou uma bola que parecia controlada por Mika para o fundo das redes. 1-0 para os da casa e pouco tempo de resposta para um Boavista que esteve apático em todo o jogo.
O técnico boliviano dos axadrezados lançou Mario Martínez em campo no lugar de Aymen Tahar, tentando ainda assim chegar ao empate.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mais Um Ponto Nesta Dura Caminhada... Faltam 5 Finais

BOAVISTA- 0 FC AROUCA-0
Liga Nós 29ºJornada
8 de Abril de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Sérgio Piscarreta(A.F.Algarve)

GR:Mika     GR:Rafael Bracalli
 DD:Tiago Mesquita   DD:Gége
 DC:Nuno Henrique DC:Jubal(E.Albín 85')
DC:Paulo Vínicius   DC:Hugo Basto
DE:Afonso Figueiredo   DE:Lucas Lima
MC:Idrís Mandiang   MC:David Simão
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 78') MC:Artur
MC:Aymen Tahar MC:Adilson Goaino(Nuno Valente 31')
ED:Renato Santos(Luisinho 88') ED:Zequinha(Ivo Rodrigues 72')
EE:Anderson Carvalho EE:Mateus
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 74') PL:Maurides

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Lito Vidigal

Cartões Amarelos:,Maurides 44',Lucas Lima 45',José Manuel 50',Artur 53',Tiago Mesquita 73' e Renato Santos 79'.






Mais um final de época e mais uma vez o Boavista a passar pela provação de ainda não ter a manutenção assegurada. A precisar de pontos como de pão para a boca, e a jogar em casa, onde não vence desde janeiro, a formação axadrezada entrou em jogo com a ânsia de marcar, mas a padecer o mal habitual: o falhanço no momento da finalização. Pela frente, um Arouca que até teve tanta posse de bola, mas pareceu preferir ir gerindo o jogo e esperar que se acabasse o gás do adversário, e depois se foi conformando com o pontinho que levou na bagagem.
Foi, por isso, o Boavista a criar mais perigo na primeira parte, sobretudo com Rúben Ribeiro como responsável. O avançado boavisteiro, que parecia estar em todo o lado, rompia como faca quente por manteiga pelo meio campo arouquense, culminando depois com excelentes cruzamentos para a área, ou optando mesmo por rematar. Fez a bola rondar a baliza de Bracali por diversas vezes, atirando ao lado, por cima, ou obrigando o guarda-redes a grandes defesas.
Foram estes dois, aliás, os protagonistas do maior lance de perigo da primeira parte. Após uma falta de Hugo Basto sobre Zé Manuel, na área, Rúben Ribeiro desperdiçou uma ocasião soberana. Bateu fraco e denunciado um penálti, a que Bracali respondeu com uma excelente defesa, segurando o nulo.
Do outro lado, foi de bola parada, graças ao pé esquerdo de Lucas Lima, que surgiu a maior ocasião de perigo. Na conversão de um livre, o lateral atirou direto à baliza, e Mika respondeu muito bem, ao socar para fora.
No início da segunda parte, o encontro endureceu e foi-se jogando futebol nos intervalos das faltas. O jogo parecia poder pender para qualquer lado, ainda assim, foi o Boavista quem mais procurou o golo e esteve muito perto por algumas ocasiões. Primeiro foi Zé Manuel, aos 58 minutos, a rematar cruzado, fazendo a bola passar fora do alcance de Bracali, a rasar o poste esquerdo, mas pelo lado de fora. Depois, um cruzamento-remate de Renato Santos só não entrou porque Bracali voltou a mostrar o que vale e defendeu.
Com o relógio a jogar contra, Sanchez ia refrescando o ataque. Um ponto era insuficiente para as aspirações axadrezadas e, a verdade é que os jogadores do Boavista pareciam capazes de fazer tudo o resto, menos marcar. Saiu um esgotado Rúben Ribeiro, para a entrada de Mário Martinez. Depois, Zé Manuel deu lugar a Iriberri e Renato Santos a Luisinho. Mudaram os executantes, mas o resultado continuou a ser o mesmo. A bola andava perto, mas as balizas estavam destinadas a permanecer vazias e assim ficaram.
Um empate mais penalizador para um Boavista que precisava de marcar, procurou fazê-lo, mas não conseguiu, do que para um Arouca que parecia satisfeito por levar um ponto para casa. Os axadrezados continuam agora o calvário de lutar pela manutenção.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Antevisão Boavista FC - FC Arouca

BOAVISTA FC vs FC Arouca, sexta feira, 8 de Abril às 20:30, no Estádio do Bessa Século XXI
Sócios 3€
Acompanhantes de Sócio 5€ (3 bilhetes por 5€ cada, por cada associado)




sábado, 2 de abril de 2016

Empate Importante Em Guimarães

GUIMARÃES -1 BOAVISTA FC -1
Liga Nós 28ºJornada
 2 De Abril de 2016 - 20h45m
 Estádio Dom Afonso Henriques em Guimarães
Árbitro :Rui Costa(A.F.Porto)

GR:João Miguel Silva GR:Mika
DD:Bruno Gaspar DD:Tiago Mesquita
 DC:Pedrão DC:Nuno Henrique
DC:Josué Sá DC:Paulo Vinicius
DE:Dalberto Henrique DE:Afonso Figueiredo
MC:Oriol Rosell(João Teixeira 59')  MC:Idrís Mandiang
MC:Cafú MC:Aymer Tahar
MC:Otavinho MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 90')
ED:Ricardo Valente(Francis Júnior 79') ED:Anderson Carvalho(E.Hackmann 90')
EE:Licá(Alexandre Silva 74') EE:Renato Santos
PL: Henrique Dourado PL:José Manuel( Imanol Irriberi 81')
.
Treinador:Sérgio Conceição     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Anderson Carvalho 61',Nuno Henrique 65'

Golos: Ricardo Valente 19' e Paulo Vínicius 35'.




~

O Boavista FC foi ao Estádio D. Afonso Henriques empatar a uma bola com o Vitória de Guimarães, um resultado precioso para os axadrezados na luta pela manutenção.

Os axadrezados entraram em campo em Guimarães a saber que iam continuar acima da linha de água, depois da Académica ter ido a Arouca perder (3-2) com a equipa sensação do campeonato. Qualquer resultado acima da derrota seria positivo.
Anderson Carvalho (no lugar de Mario Martínez) e Henrique (no lugar de Phellipe Sampaio) eram as novidades no onze escalado por Erwin Sánchez para atacar a baliza de Miguel Silva.
O jogo arrancou bem disputado, com o Vitória a tentar sair para o ataque de forma orientada e o Boavista a assentar as ideias ofensivas na dupla Rúben Ribeiro-Aymen Tahar e a tentar aproveitar as bolas paradas (uma fragilidade dos vitorianos) para tentar chegar ao golo.
Aos 10 minutos, bola na barra da baliza de Mika, numa tentativa de golo olímpico de Cafú. A partir de um canto, o capitão do Vitória tentou surpreender o guardião português, que parecia em cima do lance, mas a bola embateu na barra e saiu.
Três minutos depois, problemas na outra área, com Renato Santos a culminar uma boa jogada de entendimento do ataque do Boavista com um remate desviado pela defesa para canto. Na sequência da bola parada, foi o central Henrique a cabecear por cima da barra da baliza do Vitória.
Aos 19 minutos, um dos elementos mais constantes do Boavista, o guarda-redes Mika, provou que no melhor pano cai a nódoa, quando consentiu o golo ao Vitória e ao extremo Ricardo Valente.
O remate cruzado do extremo merecia melhor tratamento da parte do guardião, que sai mal na fotografia. O mérito do golo, contudo, é todo para Otávio, com um grande passe, e para o extremo português, que abriu o marcador com o sétimo golo na I Liga.
Empate merecido
À passagem da meia hora de jogo, uma bola longa de Mika quase deu o golo a Zé Manuel, mas Miguel Silva saiu da baliza e cortou uma bola que, a entrar, seria da responsabilidade da defesa vimaranense. Na resposta, Cafú cabeceou por cima depois de um bom cruzamento de Henrique Dourado.
O Boavista, impelido por Rúben Ribeiro, aparecia mais e mais no meio campo do Vitória e não teria de esperar muito mais para chegar ao golo. Aos 35 minutos, e na sequência de um canto batido por Renato Santos, Paulo Vinícius cabeceou para o fundo das redes, fazendo o empate. Miguel Silva ainda tocou na bola, mas esta só parou mesmo lá dentro e repôs a igualdade (e a justiça) no marcador.
Pouco depois era Rúben Ribeiro a rematar um pouco por cima, cheio de força, depois de uma assistência de calcanhar de Zé Manuel. O Boavista soube galvanizar-se com o golo, e beneficiou de maior acerto na recuperação de bolas para a criação de jogadas de perigo.
Até ao intervalo, o jogo manteve-se dividido com oportunidades de lado a lado, mas com parcas chances de finalização. A primeira parte chegava ao fim com um resultado mais favorável ao Boavista do que ao Vitória, que precisava de ganhar para se aproximar do sexto lugar do Rio Ave.
Segunda parte inexistente
A segunda parte arrancou como a primeira: muito disputada e com as duas equipas à procura do golo. Oportunidades de perigo, essas, pareciam ter ficado nos balneários.
O jogo arrastava-se para o fim quando Erwin Sánchez colocou em campo Imanol Iriberri no lugar de Zé Manuel, refrescando a frente de ataque à procura de maior presença na área e melhor posse de bola, para juntar linhas e aproximar o Boavista do 1-2. Estavam corridos 80 minutos da partida.
O Vitória mantinha um maior caudal de jogo ofensivo, sem criar, no entanto, quaisquer chances de perigo. O Boavista apostava em conservar a bola e jogar tudo na preservação do resultado.
À chegada aos 90 minutos, um cruzamento desviado por um jogador do Boavista causou problemas a Mika, com o guarda-redes a rechaçar a bola para canto. Na sequência do lance, entrou Emmannuel Hackman e saiu Anderson Carvalho nos axadrezados.
Quatro minutos de compensação de calvário para os jogadores do Boavista, que acusaram o esforço durante toda a partida e procuravam, também, gastar alguns segundos preciosos na manutenção de um resultado valioso. Para continuar a queimar tempo, saída de Rúben Ribeiro e entrada de Mario Martínez, em cima dos 94′.
Contas feitas, o empate deixa o Boavista com 25 pontos, mais dois do que a Académica e os mesmos do União da Madeira. No próximo dia 8, o Boavista recebe um Arouca em lugar europeu e em grande forma no Estádio do Bessa, em mais uma jornada decisiva na luta pela manutenção.
O União da Madeira visita o lanterna vermelha Tondela na próxima ronda, enquanto a Académica recebe o Benfica. Os axadrezados têm, assim, na próxima ronda uma oportunidade de solidificar ainda mais a manutenção.