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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Terceira Derrota Consecutiva com Campo Demasiado Inclinado

FC PORTO-3 BOAVISTA FC-1
Liga Nós 6ºJornada
23 de Setembro de 2016 - 19h
 Estádio do Dragão
Árbitro : Nuno Almeida(A.F.Algarve)

GR:Iker Casillas  GR:Kamran Agayev
DD:Miguel Layún DD:Tiago Mesquita
 DC:Iván Marcano DC:Nuno Henrique
DC:Felipe DC:Philippe Sampaio
DE:Alex Telles DE:João Talocha
MC:Danilo Pereira MC:Idrís Mandiang(Erivelto 82')
MC:Otávio(Yacine Brahimi 81') MC:Carraça
MC:André André(Héctor Herrera 74') MC:Fábio Espinho
MC:Olíver Torres ED:André Bukia
PL:Adrian López(Diogo Jota 69') EE:Iuri Medeiros(André Schembri 63')
PL:André Silva PL:Digas
.
Treinador:Nuno Espírito Santo    Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Nuno Henrique 39',Tiago Mesquita 77' e Yacine Brahimi 85'

Golos: Nuno Henrique 4', André Silva 19' e 41'(g.p.) e Kamran Agayev 87'(a.g.)





Mas não foi fácil a vitória do FC Porto, que regressou ao 4-3-3 e teve em Adrián Lopez a maior surpresa no onze inicial.
O dérbi da Invicta não poderia ter começado mais animado. Da primeira vez que houve perigo junto de uma das balizas, houve também golo. E para o Boavista, para surpresa geral no Estádio do Dragão – que não encheu, cerca de 30 mil espetadores, 20 mil a menos do que a lotação máxima.
Estavam decorridos 5’ quando um livre batido em direção à área por Fábio Espinho, pouco à frente da linha de meio campo, foi ter à cabeça do defesa central Nuno Henrique, que subiu ao segundo andar e bateu Casillas. Era o 0-1 e o cheiro a surpresa a pairar no Dragão.
A partir do golo do Boavista, o FC Porto tomou conta do jogo. A posse de bola foi bastante, é verdade, as oportunidades é que demoraram a aparecer.
Oliver Torres voltou a ser o principal motor azul e branco, com a surpresa Adrián Lopez numa das alas, Otávio na outra e André Silva como elemento mais avançado.
Regular e organizado, o Boavista segurou a defesa com os centrais Phillipe Sampaio – de regresso à equipa no lugar do castigado Lucas – e Nuno Henrique, bem apoiados pelos laterais Tiago Mesquita e Talocha. Um quarteto que raramente concedeu espaços aos homens mais avançados do FC Porto, fechando linhas de passe e demonstrando concentração acima da média, para desespero e nervoso miudinho dos homens da casa.
O certo é que quando as chances do FC Porto começaram a surgir mais pareceram enxurrada de massacre atacante, tantas foram em catadupa e tanto perigo levaram à baliza de Agayev, guarda-redes internacional pelo Azerbaijão em estreia absoluta na I Liga.
Aos 16’, Talocha tirou o pão da boca a André Silva quando o jovem ponta de lança se preparava para tocar de cabeça. Um minuto depois foi Otávio a ameaçar. Deu pontapé de canto e, na sequência deste, Danilo Pereira atirou ao poste do batido Agayev.
Aos 19’, pintou-se o 1-1. André Silva, 19’, após assistência de luxo de Otávio, tocou de pé esquerdo e restabeleceu o empate.
Foi o tónico ideal para o FC Porto espevitar-se e surgir mais mandão do que nunca. O Boavista remeteu-se então para uma postura ainda mais defensiva, mais por mérito da persistência atacante dos azuis e brancos (mais de 70 por cento de posse de bola) do que por ineficácia dos axadrezados (que, curiosamente alinharam no Dragão com equipamento alternativo: camisola laranja, calções e meias pretos).
Aos 24’, André André tirou as medidas à baliza de Agayev e só não acertou nas redes porque a bola saiu ligeiramente ao lado.
Os homens de Nuno Espírito Santo continuaram incisivos, sempre em cima dos rapazes de Sanchez, com presença quase constante na grande área contrária e com momentos em que arrancaram aplausos entusiastas das bancadas. Apesar da insistência, faltou ao FC Porto instinto matador para visar de forma mais concreta a baliza de Agayev. Tanto domínio não foi traduzido em situações de golo, nem por sombras.
Aos 40’, grande penalidade a dar o 2-1 ao FC Porto. Otávio foi tocado por Nuno Henrique quando fugia pela linha e o árbitro, o algarvio Nuno Almeida, não teve dúvidas em assinalar castigo máximo. André Silva, chamado à marcação, teve frieza de veterano e converteu o penálti sem mácula. Segundo golo azul e branco no dérbi, cambalhota no placard com carimbo bem vincado do jovem avançado.
O Boavista só aos 36’ conseguiu libertar-se das amarras e voltar a assustar Casillas. Bukia, sempre ele, rematou pouco por cima.
A segunda parte surgiu sem alterações de parte a parte. E com os mesmos sinais da primeira metade: domínio absoluto do FC Porto e um Boavista atirado para o seu meio-campo, de onde saiu com muita dificuldade.
Vendo que os seus jogadores tinham dificuldade em reagir, Sanchez retirou o apagado Iuri Medeiros e colocou o internacional maltês Schembri, aos 63’. Deu certo porque logo a seguir Carraça disparou um tiro forte que foi parado com alguma dificuldade por Casillas e Bukia tentou um chapéu que saiu com medidas erradas.
De Realçar um penalty não assinalado sobre André Schembri que daria o 2-2.
Nuno Espírito Santo respondeu com a saída do muito aplaudido Adrian Lopez (coisa rara no Dragão) e a entrada do reforço Diogo Jota. E, pouco depois, com a troca de André André por Herrera.
O dérbi caminhou para o fim com o FC Porto sempre no comando das operações, embora com o Boavista mais afoito desde a alteração produzida por Sanchez.
Brahimi (por Otávio) e Erivelto (por Idris) ainda foram chamados a jogo, mas pouco ou nada alteraram no rumo da partida.
Quem esteve em destaque foi Alex Telles, que fez o 3-1, aos 86’, numa frangalhada de Agayev, que teve a bola entre
as mãos e a deixou fugir.
O resultado não mais se alterou. Vitória (3-1) e três pontos para o FC Porto, que assim regressou aos triunfos no campeonato. O Boavista, por seu lado, somou a terceira derrota consecutiva.
Na próxima jornada, a sétima da edição 2016/17 da I Liga, o FC Porto vai à Madeira jogar com o Nacional, sábado, 1 de outubro, às 20h30. No dia seguinte, às 18h, o Boavista recebe o Moreirense, no Estádio do Bessa.


domingo, 18 de setembro de 2016

Derrota no Bessa

BOAVISTA FC-1 CD FEIRENSE-2
Liga Nós 2016-2017 5ºJornada
18 de Setembro de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
 Árbitro:Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Mickael Meira    GR:Peçanha
                            DD:Tiago Mesquita   DD:Sérgio Barge(Jean Sony 53')
 DC:Nuno Henrique DC:Ícaro Silva
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Luís Rocha
DE:João Talocha DE:Vítor Bruno
MC:Idrís Mandiang  MC:Cris Santos
 MC:Fábio Espinho MC:Sérgio Semedo
MC:Bernardo Tengarrinha(Iuri Medeiros 45') MC:Luís Aurélio
ED:Renato Santos(Erivelto Silva 67') ED:Tiago Silva(Fabinho 73')
EE:André Bukia(Digas 78') EE:Luís Machado( Higor Platiny 66')
PL:André Schembri  PL: Tasos Kamaranos

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:José Mota

Cartões Amarelos:Bernardo Tengarrinha 27',Tiago Silva 37',Sérgio Barge 41',Cris Santos 54',André Bukia 60' e Vítor Bruno 80'.

Cartões Vermelhos: Lucas Tagliapietra 90'.

Golos: Tiago Silva 28',André Bukia 73' e Vítor Bruno 90'.



Este foi o segundo desaire consecutivo do Boavista, depois de início prometedor no campeonato e antes da deslocação, na próxima jornada, ao Estádio do Dragão para defrontar o FC Porto.
No Bessa, esfumaram-se as expetativas de quem esperava ver em ação o mais recente reforço, o guarda-redes internacional pelo Azerbaijão Agayev, que nem no banco se sentou. Na baliza axadrezada esteve Mickäel Meira, que assim se estreou na I Liga aos 22 anos. Ba, titular no jogo anterior em Braga, foi suplente.
Logo aos 2′, Fábio Espinho disparou um livre direto que apenas foi travado por intervenção esforçada do experiente guarda-redes Peçanha. Pouco depois foi Tengarrinha, tambem na sequência de livre, a aproveitar confusão na grande área para disparar por cima.
Ainda antes dos 15′, o central Lucas caiu na área mas o árbitro, Bruno Esteves, mandou seguir, não parecendo ter havido razões para castigo máximo.
Era o sinal mais de um Boavista que entrou dominador e praticamente não deixou o Feirense respirar. Os visitantes preferiram uma estratégia de contenção e das poucas vezes em que se atreveram no meio campo dos da casa foram sempre travados pela defesa axadrezada, comandada por Lucas e Nuno Henrique, com Tiago Mesquita e Talocha a fecharem bem as alas.
Aos poucos, porém, o Boavista foi perdendo o gás inicial, incomodando Peçanha com cada vez menos assiduidade. O jogo perdeu interesse, com os passes errados a multiplicarem-se e as bolas pelo ar a ganharem vez ao futebol corrido.
O Feirense aproveitou a apatia crescente do Boavista e chegou mesmo ao golo, aos 28′. Lucas perdeu a bola em sítio proibido para Luís Aurélio, que cruzou para o coração da área onde surgiu Tiago Silva a completar o 0-1 após corte incompleto de Nuno Henrique.
O golo sofrido foi notoriamente incómodo para os homens de Erwin Sanchez, que demoraram a reagir e sentiram muitas dificuldades para impor o seu jogo até ao intervalo.
Os passes entravam com dificuldade, o meio campo desorganizou-se e só em lances de bola parada foi possível cheirar o golo, como aos 33′ quando Nuno Henrique cabeceou por cima após livre lateral de, sempre ele, Fábio Espinho.
As coisas não mudaram até Bruno Esteves apitar para o final da primeira parte. A única exceção, aos 42′, foi um remate à meia volta de Idris, após pontapé de canto, que obrigou Peçanha a parada aplicada.
Sanchez viu que as coisas não corriam bem e deixou no balneário Tengarrinha, já amarelado, fazendo entrar Iuri Medeiros, numa tentativa de que o extremo emprestado pelo Sporting pudesse ser fator de desequilíbrio. E acabou por ser.
O Boavista regressou do intervalo com mais vontade, isso foi notório, mas nervosismo a mais e discernimento a menos. Apenas aos 58′ foi possível ver oportunidade digna desse epíteto. Iuri Medeiros abriu bem o espaço de Bukia na esquerda, este cruzou para a pequena área e Schembri tirou as medidas ao azar ao rematar a milímetros do poste esquerdo da baliza de Peçanha.
Foi o primeiro sopro de reação do Boavista no segundo tempo, com um Feirense a controlar o jogo à sua maneira: defendendo compacto e organizado, e guardando ao máximo a bola quando ganhava a posse.
Com o jogo a continuar pastoso e pouco esclarecido, Sanchez voltou a mexer no xadrez, retirando o pouco inspirado Renato Santos e colocando em jogo o avançado Erivelto, aos 67′, naquele que foi um dos momentos chave da partida.
Logo a seguir à troca, Fábio Espinho, um dos melhores em campo, atirou à figura de Peçanha aos 69′.
Corria o minuto 73′ quando o Estádio do Bessa explodiu de alegria. Bukia rematou de primeira um míssil que fez os adeptos boavisteiros gritarem golo (1-1). E que golo, daqueles que merecem figurar no lote dos melhores de qualquer campeonato. Erivelto, o tal avançado em quem Sanchez apostara pouco antes, foi determinante ao fazer o cruzamento que originou o empate.
Com a igualdade restabelecida, Bukia, o heroi axadrezado, deu a vez a Digas, aos 78′, o que, refira-se, não retirou poder de fogo ao Boavista, que ficou atiçado com o golo e procurou com bastante intensidade a reviravolta. Aos 83′, foi Henrique a falhar por pouco o 2-1.
Até ao apito final de Bruno Esteves, o Boavista foi sempre a equipa mais esclarecida em busca da vitória, mas acabou por não ter a sorte do seu lado. As oportunidades deram em nada e, pior ainda, Lucas, aos 90′, viu vermelho direto depois de derrubar um adversário que seguia isolada rumo à baliza de Meira.
Uma desgraça nunca vem só e, na sequência do livre, Vítor Bruno colocou a bola na gaveta do Boavista, fazendo o 1-2 e colocando um ponto final na partida.
O resultado acabou por premiar a eficácia do Feirense e castigar a súbita apatia do Boavista no primeiro tempo e posterior pouco esclarecimento até ao meio da segunda parte.
Na próxima jornada, o Boavista vai ao Estádio do Dragão para jogar com o FC Porto. O dérbi da Invicta tem início às 19h de sexta-feira, dia 23.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Antevisão Boavista FC - CD Feirense

BOAVISTA FC vs Feirense, domingo,18 de Setembro, às 16:00, no Estádio do Bessa Século XXI
Sócios 5€
Acompanhantes de Sócio 5€ (1 bilhete por 5€
cada, por cada associado)
Público 15€
Horário das bilheteiras:
Sábado: das 9:30 até às 18:00
Domingo: das 9:30 até ao intervalo do jogo.
Pedimos aos senhores associados para que se dirijam às bilheteiras atempadamente a fim de evitar as indesejáveis filas e consequentes demoras a entrar no Estádio do Bessa Século XXI


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

KAMRAN AGHAYEV ASSINOU PELO BOAVISTA

KAMRAN AGHAYEV, Guarda-Redes de 30 anos e 1,89m, titular na Selecção Nacional do Azerbaijão, com 52 Internacionalizações, assinou pelo Boavista, por uma Época, com outra Época de opção.
O Jogador encontra-se livre, tendo rescindido em Agosto pelo seu último clube, iniciará amanhã os treinos com o restante Plantel.
Com esta contratação a Boavista, SAD encerra o Plantel, até ao período de transferências de Janeiro.
Porto, 12 de Setembro de 2016


domingo, 11 de setembro de 2016

Derrota Injusta com Ajuda Externa


SC BRAGA-3 BOAVISTA FC-0
Liga Nós 4ºJornada
11 de Setembro de 2016 - 18h
 Estádio Municipal de Braga 
Árbitro : Artur Soares Dias(A.F.Porto)

GR:Marafona GR:Mamadou Ba
                        DD:Baiano DD:Tiago Mesquita
 DC:Rósic DC:Nuno Henrique
DC:André Pinto DC:Lucas Tagliapietra
DE:Marcelo Goaino DE:João Talocha
MC:Mauro MC:Idrís Mandiang
MC:Vukcevic(Marko Bakic 74') MC:Carraça(Digas 73')
MC:Ricardo Horta(Pedro Tiba 74')  MC:Fábio Espinho
ED:Pedro Santos ED:Anderson Carvalho(André Bukia 45')
EE:Wilson Eduardo EE:Renato Santos
PL:Hassan(Stojiljkovic 79') PL:André Schembri(Erivelto 72')
.
Treinador:José Peseiro    Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Lucas Tagliapietra 35',João Talocha 61',André Bukia 63',Rósic 66',Baiano 81' e Wilson Eduardo 85'

Golos: Hassan 29',Pedro Santos 62'(g.p) e Wilson Eduardo 68'.





Zero remates enquadrados. É este o número que define a produção ofensiva do Boavista no jogo no Estádio Axa, que o Sporting de Braga venceu por três golos sem resposta.
O Boavista pode queixar-se do segundo, é certo (o corte de Talocha sobre Pedro Santos, que Artur Soares Dias considerou ser falta e grande penalidade, é limpo), mas a falta de ideias e de produção ofensiva levou a um desfecho já familiar nos últimos anos.
Os axadrezados, diga-se, até entraram por cima. De facto, durante quase meia hora fizeram o Braga suar, com os jogadores minhotos visivelmente nervosos e pressionados pela boa atitude da Pantera.
Contudo, um lance de boa fortuna para os bracarenses aos 29 minutos fez mexer o marcador pela primeira vez, com Hassan a rematar colocado depois de um ressalto num defesa de um remate de Pedro Santos lhe deixar a bola redondinha nos pés.
O 1-0, algo contra a corrente de jogo, não motivou resposta à altura do Boavista, que perdeu o fulgor que tinha mantido na primeira meia hora. O intervalo surgiu naturalmente com as duas equipas a irem para os balneários com o jogo em aberto para a segunda parte.
Erro fatal
O jogo regressou para o último tempo como tinha terminado no primeiro: pachorrento e sem grandes ideias de parte a parte.
Aliás, o segundo golo acaba por surgir num momento atípico. Arrancada de Pedro Santos pela direita do ataque, corte de Talocha para canto. Canto? Não. Artur Soares Dias apitou e apontou para a marca de grande penalidade, considerando que o defesa português travou em falta o extremo, ainda que as imagens televisivas mostrem um lance limpo.
Na conversão, aos 62 minutos, Pedro Santos atirou para um lado e Mamadou Ba para o outro e o 2-0 trazia outra tranquilidade aos homens da casa.
Ainda assim, a grande figura do Braga neste início de temporada não iria ficar por aqui. Depois de um canto inofensivo, o Boavista deixa-se apanhar em contra-ataque com uma cavalgada imparável de Pedro Santos, que só teve de esperar pelos colegas para decidir onde queria colocar a bola.
Optou por Wilson Eduardo, que surgiu da esquerda, e o extremo ex-Sporting rematou rasteiro, cruzado, para o fundo das redes.
Depois do terceiro golo, Erwin Sánchez fez entrar Digas e Erivelto para o lugar de Carraça e Schembri, que se juntaram a Anderson Carvalho no banco de suplentes, com os dois primeiros a fazerem nova parceria na frente com André Bukia, um dos mais inconformados dos axadrezados.
Ainda assim, nada mudou num jogo que o 3-0 fechou num modo de dupla gestão: os portuenses deram o jogo por perdido e os guerreiros procuravam poupar energias para o embate europeu de quinta-feira.
A primeira derrota do Boavista FC esta temporada surgiu frente ao primeiro grande adversário. Para a semana, o oponente luta pelos mesmos objetivos: a permanência. O Boavista recebe o recém-promovido Feirense à procura de regressar às vitórias.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Comunicado

Vem a Boavista SAD, para os devidos efeitos informativos , comunicar que, após prévio acordo e consentimento da outra entidade, a Benfica SAD, detentora dos direitos desportivos do jogador, cuja conduta exemplar neste processo, na pessoa do seu Presidente, devemos realçar, transferiu para o Sunderland Association Foootbal, da Premier League Inglesa, o jogador Mika (Michael Domingues).
A Boavista SAD aproveita para desejar ao jogador a melhor sorte na Liga mais competitiva a nível internacional, bem como ao Sunderland.
Porto, 31 de Agosto de 2016
A Administração da Boavista SAD

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Iuri Medeiros no Boavista!

Vem a Boavista Futebol Clube, Futebol, SAD, para os devidos efeitos, informar o seguinte:
1. Por cedência temporária pela Sporting, SAD, por uma época desportiva, o jogador Iuri Medeiros assinou contrato com a Boavista, SAD.
2. O Boavista F.C. agradece a postura correcta e amigável do Sporting C.P., seu Presidente e Colaboradores, na forma como conduziram este processo.
3. Mais informações sobre o Plantel e sua constituição definitiva serão divulgadas oportunamente, nos próximos dias.
Porto, 31 de Agosto de 2016
A Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD




domingo, 28 de agosto de 2016

GOLOS E EMOÇÃO DÃO EMPATE


BOAVISTA FC- 2 GD CHAVES-2
Liga Nós 2016-2017 3ºJornada
28 de Agosto de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
 Árbitro:Luís Godinho(A.F.Evora)

GR:Mika     GR:Ricardo
 DD:Tiago Mesquita   DD:Paulinho
 DC:Nuno Henrique DC:Felipe Lopes
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Freire
DE:Anderson Correia DE:Nélson Lenho
MC:Idrís Mandiang(Bernardo Tengarrinha 79') MC:Fábio Martins(Perdigão 45')
MC:Fábio Espinho MC:Assis
MC:Carraça(Erivelto 86') MC:Rodrigo Battaglia
ED:Renato Santos MC:João Mário(Hamdou Elnouni 58')
EE:Anderson Carvalho(André Bukia 65') PL:Braga
PL:André Schembri  PL:Rafael Lopes(Willian 56')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Jorge Simão

Cartões Amarelos:Anderson Correia 66',Idrís Mandiang 67',Felipe Lopes 70',R.Battaglia 74',Paulinho 80' e Hamdou Elnouni 88'.

Golos: André Schembri 36',Hamdou Elnouni 71',Fábio Espinho g.p 75' e Perdigão 83'.






Boavista FC e GD Chaves empataram este domingo a duas bolas no Estádio do Bessa Séc. XXI, com golos de Schembri e Fábio Espinho para os axadrezados e Elnouni e Perdigão para os flavienses.

Erwin Sánchez escalou quase o mesmo onze inicial das últimas jornadas, com apenas uma alteração em relação ao último jogo: a entrada de Anderson Correia para o lugar de Talocha na posição de defesa-esquerdo.
Quase 3 mil nas bancadas, 300 do Chaves, numa moldura humana que não se fartou de cantar no jogo inteiro, criando bom ambiene nas bancadas do Bessa, que pouco depois do apito de Luís Godinho via a primeira ameaça de perigo.
Logo aos 12 segundos, Renato Santos rematou de muito longe e à figura de Ricardo, veterano guarda-redes do Chaves. O Boavista ameaçava logo de início no Bessa.
Seis minutos volvidos, foi Anderson Carvalho a rematar depois de boa jogada de entendimento com Fábio Espinho, mas a bola saiu para fora.
O jogo arrancou entretido, com os dois clubes a tentarem criar jogadas de perigo e a perceber como defendia o adversário, com pressão alta do Chaves e muita agressividade no meio-campo do Boavista, que confiava sobretudo na qualidade individual e nas tabelas dos homens da frente, com Schembri, Renato Santos, Fábio Espinho e Anderson Carvalho com muita liberdade para criar e assumir as jogadas.
Aos 14 minutos, um cruzamento na esquerda de Anderson Carvalho levou a bola a Andre Schembri, que cabeceou para uma defesa monstruosa de Ricardo Nunes, que fez valer a experiência e impediu o golo dos axadrezados.
Quatro minutos mais tarde, na sequência de um contra-ataque, foi Renato Santos quase a marcar depois de Carraça colocar no extremo, agora a surgir na esquerda, mas o remate saiu ao lado da baliza do guarda-redes flaviense, que ainda se esticou para controlar a trajetória do esférico.
O recurso ao contra-ataque, de resto, era recorrente no Boavista, que continuava a defender bem, à semelhança do que já tinha acontecido em jogos anteriores (o Boavista não sofreu golos em nenhum dos dois primeiros jogos), antes de aproveitar a desorganização dos visitantes para criar jogadas de perigo.
Exemplo disso foi novo disparo de Renato Santos, de longe, que aos 23 minutos aproveitou o recuo excessivo dos flavienses para compensar a rápida transição ofensiva dos portuenses para armar o remate, que ainda assim passou longe da baliza.
Aos trinta e quatro minutos, João Mário (o do Chaves, não a nova contratação do Inter) quase marcava num lance em que a defesa do Boavista quase deitava a perder o bom trabalho que tem feito até então. A bola passou ao lado com Mika a controlar com os olhos e a suspirar de alívio por poder manter a baliza inviolável.
Não ia demorar, ainda assim, para o Boavista chegar à alegria depois do susto. Aos 36 minutos, um cruzamento de Fábio Espinho encontrou Renato Santos, que rematou em vólei, com um dos defesas a impedir o golo.
A bola, ainda assim, sobrou para Schembri, e o internacional por Malta não perdoou e marcou o primeiro golo com a camisola do Boavista, dando a liderança no marcador aos axadrezados.
A partir do golo, a Pantera não relaxou e por várias vezes procurou o segundo mais do que os flavienses foram atrás do empate.
O intervalo chegaria naturalmente para pôr termo a uma primeira metade em que ambos os clubes mostraram vontade mas só o Boavista ameaçou verdadeiramente a baliza do adversário – tanto que fez o primeiro golo do jogo.
Segunda parte morna
A segunda parte trouxe um Chaves com vontade de assumir o jogo e ter mais acutilância no futebol ofensivo, até pela entrada de Perdigão, um jogador móvel para servir de companhia ao mais fixo Rafael Lopes.
Ainda assim, pouco ou nada se viu de maior definição no último passe e maior caudal ofensivo. Tanto que o jogo arrefeceu e tornou-se morno.
Prova disso é que o próximo momento digno de registo foi a entrada de Willian no lugar de João Mário, aos 58 minutos.
E o próximo, aos 64, foi… outra substituição. Saída de Anderson Carvalho para a entrada de André Bukia, jovem extremo que teve aqui uma oportunidade para se mostrar aos adeptos.
Logo no minuto seguinte, primeiro momento de verdadeiro perigo criado pelo Chaves, com um remate de Perdigão a sair perto do poste à guarda de Mika depois do extremo tirar Anderson Correia do caminho.
Não bate, mas fura
O Chaves continuou melhor na partida, o que não significa maior proximidade à baliza axadrezada, e o jogo foi-se arrastando para o fim no mesmo ritmo morno, talvez demasiado enquadrado com a hora a que o jogo decorreu, com o sol a banhar os jogadores no novo relvado do Bessa.
Um raio de individualidade, irreverência, talento e criatividade vindo da Líbia havia de romper o ritmo pachorrento do jogo aos 71 minutos.
Uma arrancada espetacular de Elhouni, o libanês do Chaves, passa por vários jogadores do Boavista antes de rematar para o primeiro golo sofrido dos axadrezados esta temporada. Fica a ideia de que Mika estava desposicionado e podia fazer melhor.
Sol de pouca dura
Ainda assim, o Boavista viria a ter nova oportunidade de passar para a frente quando, aos 74 minutos, André Bukia sofreu falta na grande área. Godinho assinalou grande penalidade e, na conversão, Fábio Espinho enganou Ricardo Nunes e fez o 2-1. Estava desatada a desigualdade pouco depois do golo do empate e os da casa passavam novamente para a frente.
Certo é que os dois golos animaram a partida, que se partiu e gerou mais oportunidades de perigo em cada baliza.
Aos 79 minutos, Tengarrinha substituiu Idris, que já tinha amarelo. Sánchez procurava maior frescura no miolo para segurar ou ampliar a vantagem.
Perdigão muda os planos
Depois do segundo golo ter surgido tão rapidamente, poucos adeptos axadrezados pensavam em sofrer novo golo apesar do jogo vivo que decorria sobre o relvado.
Ainda assim, a segunda parte louca iria continuar quando aos 83 minutos Perdigão voltou a igualar a partida com um bom remate na esquina da área, que Mika ainda tocou mas não impediu de entrar. 2-2 na partida e Erwin Sánchez respondia pouco depois com a entrada de Erivelto para o lugar de Carraça.
Fragilizado pelo golo, que abanou a equipa, e pela falta de médios de contenção, depois da saída de Idris e Carraça para dar maior propensão ofensiva à equipa, o Boavista não só não conseguiu reagir como ainda viu o Chaves aproximar-se do terceiro.
Já depois dos 90 minutos, foi Elhouni a entrar na área e a rematar para a defesa de Mika.
A partida viria a acabar. O 2-2 final mantém as duas equipas ainda sem perder na I Liga num jogo em que o Boavista entrou melhor mas o Chaves soube reagir e acabar por cima. O Boavista soma agora cinco pontos, o Chaves dois (tem menos um jogo). Na próxima jornada, a 11 de setembro, O Boavista visita o Sporting de Braga.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Antevisão Boavista FC - GD Chaves




BOAVISTA FC vs GD Chaves, domingo,28 de Agosto, às 16:00, no Estádio do Bessa Século XXI


Sócios 5€

Acompanhantes de Sócio 5€ (1 bilhete por 5€

cada, por cada associado)
Público 15€
Horário das bilheteiras:
Segunda a sexta: 9:30-12:30 e 14:00-18:00
Sábado até às 18:00
Domingo: das 9:30 até ao intervalo do jogo.
Pedimos aos senhores associados para que se dirijam às bilheteiras atempadamente a fim de evitar as indesejáveis filas e consequentes demoras a entrar no Estádio do Bessa Século XXI.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Empate No Restelo


CF BELENENSES-0 BOAVISTA FC-0
Liga Nós 2ºJornada
19 de Agosto de 2016 - 20H30M
 Estádio Do Restelo 
Árbitro : Manuel Mota(A.F.Braga)

GR:Hugo Ventura GR:Mika
DD:Oriel Rossell DD:Tiago Mesquita
 DC:Gonçalo Brandão DC:Nuno Henrique
DC:Domingos Duarte DC:Lucas Tagliapietra
DE:Florent Hanin DE:João Talocha
MC:Rúben Pinto MC:Idrís Mandiang
MC:João Palhinha MC:Carraça
MC:André Sousa(Luís Silva 80')  MC:Fábio Espinho(Bernardo Tengarrinha 90')
ED:Camará(Fábio Sturgeon 74') ED:Anderson Carvalho(Digas 68')
EE:Miguel Rosa EE:Renato Santos
PL:K.Andric(Mica Pinto 90') PL:André Schembri(Samú 85')
.
Treinador:Júlio Velasquez     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:André Schembri 53 e Domingos Duarte 71'.




O Boavista FC arrancou esta sexta-feira um empate no terreno do Belenenses, com o marcador nulo a refletir a falta de oportunidades de golo e a boa exibição de Mika.

Os primeiros 15 minutos não tiveram grande história: o domínio do jogo repartido entre as duas equipas, que se estudavam e procuravam, ao mesmo tempo, encaixar-se uma na outra e procurar falhas no adversário.
Aos 20 minutos, Palhinha fez o primeiro remate enquadrado, depois de rodar na área axadrezada, mas Mika agarrou sem dificuldade.
Aos 17 minutos, Miguel Rosa tentou um chapéu de muito longe, sem sucesso, enquanto os adeptos do Boavista se faziam ouvir nas bancadas do Restelo.
Mais rematador, o Belenenses procurava fazer jus ao estatuto de visitado e assumir a partida, com o Boavista expectante e à procura de criar jogo ora com combinações rápidas entre os atacantes para apanhar desprevenida a defensiva do Belém ora com jogo pausado e variações de flanco.
Depois de duas tentativas de Abel Camará, aos 32 e 37 minutos, não terem surtido efeito, e depois de Schembri ter isolado Fábio Espinho na ofensiva do Boavista, que ficou a pedir penálti por carga de Oriol Rosell, a primeira chance de perigo apareceu finalmente no jogo.
Corria o minuto 38 quando um corte incompleto de Idris foi parar aos pés de Miguel Rosa, que enviou a redondinha na direção da baliza. O único problema foi a muralha Mika, que fez uma enorme mancha e cortou os caminhos do golo ao médio português. Viria a fazê-lo de novo na sequência da jogada a cabeceamento de Andric.
Três minutos mais tarde, foi o outro guardião português a brilhar. Livre de Renato Santos na direita do ataque do Boavista e bola na cabeça de Anderson Carvalho, que a colocou à direita de Ventura, que fez uma enorme defesa, estirando-se para atirar a bola para canto.
A primeira metade da partida terminaria pouco depois com muita luta de meio-campo mas muitas bolas perdidas pelo Boavista e pouca acutilância do Belenenses. Os axadrezados criavam várias séries de mais de dez passes, por vezes envolvendo quase todos os jogadores de campo,mas pecavam no que Erwin Sánchez tinha apontado antes do jogo: a finalização.
Mais do mesmo
No reatar da segunda parte, Miguel Rosa deixou o aviso: o Belenenses vinha do intervalo para ganhar o jogo, e o nº7 mostrou isso mesmo com um remate que Mika encaixou.
Pouco depois, Andre Schembri deixou-se cair na área do Belém, mas Manuel Mota não foi em cantigas e amarelou o avançado internacional por Malta. Rapidamente o jogo assentou nos mesmos moldes em que a primeira parte se tinha desenrolado, com muitas disputas a meio-campo mas poucos remates e lances de perigo.
Aos 60 minutos, contudo, foi uma defesa, e não um golo, a ganhar pontos para uma equipa, no caso o Boavista. Depois de um cruzamento, uma série de ressaltos deixou a bola nos pés de Andric, que arrumou Lucas com uma boa finta e rematou, em cima da pequena área, para uma defesa espetacular de Mika que impediu o primeiro do encontro.
Os axadrezados mantiveram a toada durante quase todo o jogo: foi uma exibição combativa do Boavista, que pressionava muito (embora fosse recuando com o avançar do relógio) e com muita agressividade nos duelos de um para um. Faltava maior entendimento do trio atacante e do homem de ligação do meio-campo, Fábio Espinho, entendimento que a aparecer fará deste ataque muito mais temível.
Aos 68 minutos, Digas entrou para o lugar de Anderson Carvalho e voltou a fazer o que já tinha feito no jogo com o Arouca: mexer na partida.
Onze minutos depois de entrar, e já depois de Tiago Mesquita ter rematado ao lado depois da melhor jogada do Boavista FC em todo o encontro, um cruzamento de Renato Santos saiu muito longo, mas Digas foi salvá-lo em cima da linha de saída e deixou a bola redondinha nos pés de Fábio Espinho, que só tinha de fuzilar Ventura, mas o médio deixou passar a oportunidade mais flagrante do jogo ao rematar para fora.
Aos 84 minutos, Schembri deu lugar ao jovem Samu depois de um jogo esforçado à medida que o jogo se partia e entrava numa sequência de passes longos de variável percentagem de acerto que acabavam por não levar a lances de perigo.
Mais tarde, já no último minuto de descontos, Bernardo Tengarrinha (o capitão do Boavista) entrou para o lugar de Fábio Espinho, quando o técnico boliviano procurava queimar tempo para amealhar mais um ponto.
O encontro viria a terminar pouco depois, consagrando Mika como o mais valioso jogador em campo. O Boavista FC soma agora quatro pontos e continua sem perder esta época, contrastando com o Belenenses que soma apenas um ponto e ainda não conhece o sabor da vitória.
Na próxima semana, a 28 de agosto, o Boavista recebe o Desportivo de Chaves pelas 16h.