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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Antevisão Moreirense FC - Boavista FC



Moreirense FC vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE
Sexta, dia 3 de Março, às 20h30
Bilhetes: 10€
Transporte + Bilhete: 12,5€
Disponíveis, a partir das 14:00, na Secretaria do Boavista, apenas para sócios com quotas em dia.
Horário da secretaria: segunda a sexta das 09h00 às 12h30, e das 14h00 às 18h00

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Aos Poucos Estamos de Volta ao Nosso Lugar!

BOAVISTA FC-0 FC PORTO-1
Liga Nós 23ºJornada 2016-2017
26 de Fevereiro de 2017 - 20H15
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Fábio Veríssimo(A.F.Leiria)


GR:Vágner da Silva    GR:Iker Casillas
DD:Edú Machado   DD:Maxi Pereira
 DC:Carlos Santos(Nuno Henrique INT) DC:Willy Boly
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Iván Marcano
DE:João Talocha DE:Alex Telles
MC:Carraça  MC:Danilo Pereira
 MC:Anderson Carvalho MC:Olíver Torres
MC:Fábio Espinho(André Schembri 58') MC:André André(Miguel Layún 85')
ED:Iuri Medeiros ED:Jésus Corona(Diogo Jota INT)
EE:Renato Santos(André Bukia 77') EE:Yacine Brahimi(Otávio 75')
PL:Iván Bulos  PL:Tiquinho Soares

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Nuno Espírito Santo

Golos:Tiquito Soares 7'.

Cartões Amarelos:André André 19',Carlos Santos 32',João Talocha 42',Jésus Corona 45',Diogo Jota 48',Maxi Pereira 59',Carraça 58',Renato Santos 61',Iuri Medeiros 68',Maxi Pereira 82' e Lucas Tagliapietra 87'.

Cartões Vermelhos: Maxi Pereira 82'.







O FC Porto ganhou ontem ao Boavista, por 1-0, num jogo emotivo, aqui e ali bem jogado, na primeira parte, e uma autêntica guerra campal após o intervalo, tal a intensidade com que se bateram os jogadores das duas equipas. Com este resultado, os dragões continuam a um ponto do líder da Liga, o Benfica. Os portistas entraram com o gás no máximo e durante sete minutos apresentaram um futebol fluído, boas triangulações e desmarcações, obrigando os boavisteiros a aturadas tarefas defensivas. Nesse período, Vagner fez uma boa defesa a remate de Óliver e foi buscar a bola ao fundo das redes, quando Soares abriu o marcador, a concluir um lance de futebol coletivo em que também participaram Óliver e Corona. Depois, o Boavista subiu linhas, equilibrou a contenda e teve duas oportunidades. Na primeira, Boly conseguiu antecipar-se de cabeça a Anderson Carvalho, após centro de Iuri Medeiros. Na segunda, Casillas efetuou uma fenomenal defesa a remate frontal, na área, de Anderson Carvalho, depois de um mau alívio de Marcano. Tinham passado 30 minutos. O FC Porto sentiu o aperto, voltou a pegar no jogo, a empurrar o Boavista para a defesa e a criar lances perigosos. Até ao intervalo, desperdiçou três: 34’ - Brahimi fugiu pela esquerda, centrou, a defesa da casa aliviou mal, Soares rematou e Vagner brilhou; 35’ - isolado por Brahimi, Soares ofereceu a bola a Vagner; 38’ - grande jogada do coletivo portista, com Brahimi a surgir na cara de Vagner mas a desviar para fora. A segunda parte foi menos vistosa quanto à qualidade futebolística, mas a intensidade aumentou, e de que maneira. Não havia um palmo de terreno que fosse conquistado facilmente. A disputa pela posse de bola era uma constante e as faltas sucediam-se com frequência. Para acalmar as coisas, o árbitro teve de mostrar oito cartões amarelos e um vermelho, este a Maxi Pereira (dupla admoestação). Já em relação aos lances de perigo, houve dois. Um para cada lado. No minuto 67, Marcano fez um corte providencial perante Schembri, que estava na cara de Casillas. No minuto 75, Soares fugiu pela esquerda e passou a bola para André André, que, em posição frontal, perto da área e sem oposição, atirou por cima da barra. O jogo terminou com o Boavista em cima do FC Porto, mas Casillas acabou por não efetuar qualquer defesa complicada.

Nuno e Alfredo foram expulsos Nuno Espírito Santo, treinador do FC Porto, e Alfredo, membro da equipa técnica do Boavista, foram expulsos no intervalo do jogo de ontem no Bessa. Os dois elementos desentenderam-se no seguimento de um lance ocorrido durante a primeira parte e que teve como protagonistas Talocha e Corona. Tudo começou quando o jogador do Boavista teve uma entrada muito dura sobre o extremo mexicano do FC Porto, aos 41 minutos. Ao ponto de o obrigar a ter de receber assistência fora das quatro linhas. Pouco depois, Corona reentrou e, quando o jogo foi para intervalo, tentou obter explicações de Talocha, acabando por o empurrar. Nuno Espírito Santo e Alfredo envolveram-se no despique verbal, gerou-se grande confusão, que obrigou à intervenção da polícia, e o árbitro decidiu-se por mostrar cartão amarelo a Corona e expulsar Nuno Espírito Santo e Alfredo. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Antevisão Boavista FC - FC Porto

BOAVISTA FC – FC Porto
Domingo, 26 de fevereiro, 20h15
Preços dos bilhetes
Sócios: 5€
Acompanhante de sócio: 15€* (disponível apenas para sócios contribuintes - 1 por associado, desde que munidos de um cachecol ou adereço do Boavista Futebol Clube).

Público Geral
Bancada Norte Nível 2: 20€
Bancada Norte Nível 1: 25€
Bancada Nascente Nível 3: 35€*
*Os bilhetes destinados à Bancada Nascente Nível 3, só serão colocados à venda quando esgotados os bilhetes da bancada Norte Nível 1 e 2
Bancada Nascente Nível 2 (Executive Seats): 45€
De modo a evitar aglomeração nas portas, solicitamos aos nossos Associados e demais interessados que compareçam o mais cedo possível ao jogo.
*Nas zonas exclusivas para sócios do Boavista, não serão permitidos adereços do clube visitante.

Horários bilheteiras: segunda a sexta, das 9h30 - 12:30, e das 14h00 – 18h00


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Vitória em Santa Maria da Feira Assegura Manutenção

CD FEIRENSE-0 BOAVISTA FC-1
Liga Nós 22ºJornada
18 de Fevereiro de 2017 - 18h15M
 Estádio Marcolino de Castro Em Santa Maria da Feira
Árbitro :Hugo Malheiro(A.F.Lisboa)

GR:Vaná Alves GR:Vágner da Silva
DD:Sérgio Barge(Babanco 87') DD:Edú Machado
 DC:Ícaro Silva Coleho DC:Carlos Santos
DC:Luís Rocha Ponck DC:Lucas Tagliapietra
DE:Vítor Bruno DE:João Talocha
MC:Cris Santos(Peter Etebo 70') MC:Idrís Mandiang
MC:Ricardo Dias MC:Fábio Espinho(Carraça 95')
MC:Fabinho(Hugo Seco 80')  MC:Anderson Carvalho
ED:Luís Aurelio ED:Iuri Medeiros(Nuno Henrique 93')
EE:Luís Machado EE:Renato Santos(Rochinha 86')
PL:Tasos Karamanos PL:Iván Bulos
.
Treinador:Nuno Manta                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 34' e 91',Carlos Santos 77',Vítor Bruno 77' e Renato Santos 83'.

Cartões Vermelhos: Idrís Mandiang 91'.

Golos: Iván Bulos 73'.




A pantera arreganha os dentes e sai a sorrir de uma final em que foi melhor do que o adversário e teve um peruano com uma estreia de sonho a titular. O golo de Bulos valeu os três pontos à equipa de Miguel Leal, que confirma a ideia de ser mais forte longe do Bessa.
O golo do camisola 19 teve ainda o efeito de derrubar a fortaleza que Nuno Manta havia erigido no Marcolino de Castro, onde ainda não tinha perdido desde que assumiu a liderança dos fogaceiros. Nesta partida, contudo, fez pouco para sair com pontos da partida.
Amarras táticas empobrecem primeira parte
«A intenção é jogar para os três pontos, mas, se não for possível, que venha o empate.» A frase foi proferida por Miguel Leal na antevisão do jogo entre o Boavista e o Feirense. E, ao longo de toda a primeira parte, ela pareceu ecoar na cabeça dos jogadores que pisaram o relvado do Marcolino de Castro.
Essa foi, pelo menos, a imagem que passou para quem assistiu a 45 minutos pobres, em que mais do que ganhar, ambas as equipas preocuparam-se em não perder. Os treinadores tinham avisado que encaravam este confronto como «uma final», mas quem esperava que isso se podia traduzir num bom jogo de futebol - «as finais não se jogam, ganham-se», é assim, certo? -, desiludiu-se.
Apesar de estarem frente a frente duas equipas que lutam pela permanência, a posição confortável com que encaravam a partida podia fazer antever um jogo mais solto, com menos trancas de parte a parte.
sumindo a primeira parte, viu-se um jogo que, por muito mérito táctico que tenha existido de parte a parte, foi demasiado pobre para quem gosta de um futebol alegre.
O Boavista teve mais iniciativa de jogo, esteve mais tempo instalado no meio-campo contrário, mas as suas tentativas de chegar ao golo resumiram-se a remates de longe. A exceção aconteceu aos 41 minutos, quando Bulos cabeceou em boa posição e viu Vaná negar-lhe o golo com uma defesa de elevado grau de dificuldade.
Do lado contrário, o conjunto orientado por Nuno Manta voltou a demonstrar a solidez defensiva que lhe tem sido habitual, mas faltou-lhe o rasgo nas saídas em contra-ataque, o que resultou em zero lances de perigo na primeira parte.
No melhor Feirense cai... o golo do Boavista
O intervalo fez bem ao jogo. As equipas regressaram do descanso com muito mais vontade de procurar uma vitória que deixaria muito mais descansada qualquer das equipas.
Na equipa da casa, Fabinho começou a pegar no jogo ofensivo da equipa, que cresceu com a qualidade trazida pelo camisola 10. Aos 55', foi mesmo ele que esteve perto de marcar, com um remate de pé esquerdo à entrada da área que Vágner desviou para canto.
Só que quando era o conjunto orientado por Nuno Manta que estendia um futebol mais perigoso no relvado, Iuri Medeiros descobriu Bulos nas costas da defesa fogaceira e o peruano coroou com golo a sua estreia a titular na Liga.
A equipa axadrezada ganhou confiança com o golo que abalou um pouco o adversário, mas o Feirense rapidamente se recompôs e voltou à carga na busca do golo que podia impedir a primeira derrota caseira de Nuno Manta .
Só que aí, prevaleceu a solidez defensiva de um Boavista que regressa às vitórias quatro jogos depois e fica apenas a um ponto dos ansiados 30 que costumam valer a permanência no escalão máximo do futebol nacional.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Antevisão CD Feirense - Boavista FC


CD Feirense vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE
Sábado, dia 18 de fevereiro, às 18h15

Bilhetes: 10€
Transporte + Bilhete 12€
Disponíveis apenas para sócios com quotas em dia.

Inscrições e bilhetes disponíveis a partir das 15h00 de manhã, terça-feira, dia 14 de Fevereiro.
Horário da secretaria: das 09h00 às 12h30, e das 14h00 às 18h00

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Ponto Precioso

BOAVISTA FC-1 SC BRAGA-1
Liga Nós 21ºJornada 2016-2017
12 de Fevereiro de 2017 - 20H30
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Bruno Paixão(A.F.Setúbal)


GR:Vágner da Silva    GR:Marafona
DD:Edú Machado   DD:Baiano
 DC:Phillipe Sampaio DC:Lazar Rósic
DC:Lucas Tagliapietra  DC:Ricardo Ferreira
DE:João Talocha DE:Marcelo Goiano
MC:Idrís Mandiang  MC:João Gamboa
 MC:Anderson Carvalho MC:Rodrigo Battaglia
MC:Fábio Espinho(Carraça 88') MC:Pedro Santos(Federico Cartabia 81')
ED:Iuri Medeiros MC:Alan(Ricardo Horta 67')
EE:Renato Santos (David Mbala 82')PL:Nikola Stojiljóvic(Rodrigo Pinho 74')
PL:André Schembri(Iván Bulos 57')  PL:Rui Fonte

Treinador:Miguel Leal               Treinador:Jorge Simão

Golos:Nikola Stojiljóvic 9' e Fábio Espinho 39'(g.p)

Cartões Amarelos:João Gamboa 38' e Philippe Sampaio 80'.




Pode um empate ser boa notícia para o Sp. Braga, nesta altura da época? A verdade é que a formação arsenalista foi aplaudida pelos seus adeptos após o quarto jogo consecutivo sem vencer. Valeu o ponto no Estádio do Bessa, frente ao Boavista (1-1).
Em duelo com grande historial de rivalidade, a equipa de Jorge Simão teve duas oportunidades soberanas para vencer mas perdurou a sensação de um imperfeito equilíbrio no universo. O Boavista também mereceu retirar algo de positivo deste jogo.
Para os homens de Miguel Leal são três jogos sem vencer. A sua luta, porém, é outra. Vagner assumiu papel decisivo ao negar golos a Rui Fonte e Rodrigo Pinho na reta final do encontro. Ficou uma imagem mais positiva do Sp. Braga, melhor que no passado recente, ainda assim insuficiente para um regresso aos triunfos.
Jorge Simão teve de reinventar o seu setor intermediário, face à escassez de soluções para a zona central. A aposta recaiu na estreia do jovem João Gamboa, filho do extremo que deixou boa imagem no futebol português.
Gamboa, médio de 20 anos que vem crescendo no Sp. Braga B, acabaria por ficar ligado à história do jogo de forma infeliz.
Já lá vamos.
A mensagem de união na cabeça de Stojiljkovic
O Boavista, com o mesmo onze que empatou com o Desportivo em Chaves (0-0), foi surpreendido pela boa entrada da formação arsenalista, que logrou chegar à vantagem no primeiro remate à baliza.
Nove minutos de jogo. Em lance de contra-ataque, aproveitando descoordenação do Boavista do seu flanco esquerdo, Pedro Santos foi à linha e tirou o cruzamento. A bola desviou em Talocha, pode até ter feito o arco já para lá no terreno de jogo mas seguiu para a cabeça de Stojiljkovic. Philipe Sampaio falhou a marcação, o sérvio saltou mais alto que Edu Machado e finalizou.
Stojiljkovic chamou todo o grupo para um abraço coletivo que não pareceu inocente. Uma prova de união em cenário de crise.O Sp. Braga foi superior nos primeiros vinte minutos e chegou a ameaçar o segundo golo, com a cobrança exemplar de um livre direto por parte de Rui Fonte. Bola ligeiramente ao lado.
Lentamente, porém, o Boavista reclamou a iniciativa de jogo e tirou partido dos seus elementos mais criativos. Com Miguel Leal, a equipa parece mais arrumada, harmoniosa, predisposta a um jogo equilibrado e positivo. Percebe-se a renovação de contrato com o treinador, oficializada há dias.
Iuri Medeiros é a referência incontornável nas ofensivas axadrezadas, embora o extremo cedido pelo Sporting nem sempre saiba dosear o seu talento e interpretar o jogo da mesma forma que os restantes. Ainda assim, uma qualidade assinalável.
A magia indomável do pé esquerdo de Iuri
Já depois da meia-hora de jogo, seria o próprio Iuri a desperdiçar uma oportunidade flagrante para o empate. Bola no ataque, grande fífia de Rosic e deixar passar mas Baiano incomodou o esquerdino e o remate, já em desequilíbro, errou o alvo.
Estava melhor o Boavista, o adversário ia baixando demasiado as suas linhas e seria o estreante Gamboa a abrir caminho para o 1-1. Boa incursão ofensiva de Edu Machado para uma pincelada de génio de Iuri Medeiros. O extremo atraiu Marcelo Goiano e Pedro Santos, servindo o seu lateral com toque entre os dois adversários. O médio Gamboa, procurando fazer a compensação acabou por cometer grande penalidade sobre Edu.
Fábio Espinho enfrentou Marafona, também ele um elemento com credenciais nos castigos máximos, e levou a melhor sobre o guarda-redes do Sp. Braga.
Veio então o melhor período do Boavista. O efeito da igualdade a caminho do intervalo prolongou-se até à segunda metade, desequilibrando os pratos da balança.
Pouco depois do reatamento, Edu Machado rematou às malhas laterais e Renato Santos obrigou Marafona a uma grande defesa. Sinais de alerta no Sp. Braga.
Vagner regressou a Portugal para valer pontos
Com o tempo e a dança das substituições, sobretudo, a formação arsenalista encontrou o antídoto para a superioridade local e passou a olhar para a baliza de Vagner. Aliás, ela seria especialmente visada até final da partida. Valeu a atenção do guarda-redes brasileiro que voltou recentemente a Portugal. Valeu um ponto.
Ricardo Horta saiu do banco para emprestar velocidade aos flancos ofensivos e faltou apenas o devido acompanhamento de Rui Fonte.
Ao minuto 72, Horta isolou-se no flanco esquerdo, viu Fonte no corredor central e serviu o avançado. Este, porém, dominou mal a bola, adiantou demasiado e permitiu a intervenção do guarda-redes axadrezado.
O Boavista procurava responder mas faltou-lhe banco, ao contrário do que se verificou no Sp. Braga. Seria outro suplente, Rodrigo Pinho, a assumir protagonismo no lance mais polémico da partida.
Já ao cair do pano, na fase de maior pressão da equipa de Jorge Simão, Rodrigo Pinho desviou de cabeça após canto na direita e Vagner defendeu em cima da linha de golo! O corpo do guarda-redes, aliás, estava dentro da baliza, embora as imagens não esclareçam se a mão salvadora tocou na bola antes ou depois da linha.
Em período de descontos, a formação axadrezada voltou a dar um ar da sua graça, evitando a imagem de um empate injustificado. Sentiu a falta, ainda assim, de um ponta-de-lança. O reforço Ivan Bulos fez ainda menos que o esforçado Schembri.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Antevisão Boavista FC - SC Braga


BOAVISTA FC – SC Braga
Domingo, 12 de fevereiro às 20:15

Preços dos bilhetes
Sócios: 3€
Acompanhantes de Sócio: 7€ (cada associado poderá adquirir até 1 Bilhete)

Horário das bilheteiras: segunda a quinta, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 18h00;
sexta-feira, das 9h30 até ao intervalo do jogo.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Empate Precioso em Chaves

GD CHAVES-0 BOAVISTA FC-0
Liga Nós 20ºJornada
4 de Fevereiro de 2017 - 16h
 Estádio Municipal de Chaves Engenheiro Manuel Branco Teixeira
Árbitro :Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)

GR:António Filipe GR:Vágner da Silva
DD:Pedro Queirós DD:Edú Machado
 DC:Nuno André Coleho DC:Phillipe Sampaio
DC:Carlos Ponck DC:Lucas Tagliapietra
DE:Nélson Lenho DE:João Talocha
MC:Rennan Bressan(João Patrão 88') MC:Idrís Mandiang
MC:Pedro Tiba MC:Fábio Espinho
MC:Perdigão(Davidson 72')  MC:Anderson Carvalho
ED:Fábio Martins (Rafael Batatinha 76') ED:Iuri Medeiros(Tiago Mesquita 73')
EE:William Oliveira EE:Renato Santos(Rochinha 93')
PL:Braga PL:André Schembri(Iván Bulos 61')
.
Treinador:Ricardo Soares                  Treinador:Miguel Leal


Cartões Amarelos:André Schembri 58',Lucas Tagliapietra 78' e Rafael Batatinha 92'.







Frio, feio e fraco: ninguém venceu no dilúvio e vendaval flaviense

Foi o jogo dos três «F’s», em 90 minutos com poucos motivos de interesse e com um nulo no marcador que penalizou os flavienses, que a favor e contra o vento criaram sempre mais perigo.
Debaixo de muito chuva, e com um terreno muito pesado, só houve uma equipa que mereceu vencer, o Chaves, mas Vagner resolveu sempre todas as situações de perigo criadas e segurou o ponto com que a sua equipa se contentou. O Boavista desistiu muito cedo dos três pontos e no segundo tempo nem tentou aproveitar a vantagem de jogar a favor do vento.
Na equipa flaviense, Pedro Tiba fez a sua estreia a titular, com Ricardo Soares a fazer regressar ainda Braga ao onze, após ter cumprido castigo. Na baliza, António Filipe rendeu o lesionado Ricardo. Já nos boavisteiros, Iuri Medeiros teve entrada no onze inicial, para o lugar de Bukia, face à última partida.
A favor do vento e à procura de resolver o jogo nos primeiros 45 minutos, o Desportivo de Chaves dominou por completo, com alguns momentos para o Boavista, com Vagner a ter muito trabalho para travar os constantes ataques.
Os transmontanos estiveram perto de marcar mas viram primeiro os visitantes assustarem, com Schembri a ganhar ressalto na área e quando se preparava para atirar a contar viu Ponck cortar no momento certo.
As bolas paradas foram um bom trunfo para os homens de Ricardo Soares, sempre por Bressan, que apesar disso tiraram pouco proveito. Aos seis minutos, o brasileiro com nacionalidade bielorussa obrigou Vagner a tirar com os punhos.
Depois, aos oito, Perdigão quase engana o guardião boavisteiro com um cruzamento remate e na sequencia do lance o extremo do Chaves obriga Vagner a defesa apertada, na recarga Braga falha o remate e Tiba atira a contar mas a bola é desviada para canto.
Assim, sem deixar o Boavista respirar, estava à vista o golo do Chaves, mas Vagner ia resistindo. A nova vaga surgiu a partir do minuto 15, com Tiba a disparar novamente forte, mas o guarda-redes brasileiro defendeu, à segunda. Aos 20, após canto, Nuno André Coelho acerta na bola mas esta sai ao lado.
Era altura de sacudir a pressão e os portuenses conseguem atacar a muito custo, numa jogada confusa e de insistência onde Fábio Espinho remata ao lado.
Só dava mesmo Chaves e Bressan voltaria à carga para a terceira vaga de ataques. Aos 29, o livre do meio campo do médio obriga Vagnar a nova intervenção a punhos. Mais difícil foi aos 30 minutos, quando William desvia a bola cobrada por Bressan, mas Vagner esticou-se e evitou o golo.
Aos 38 Fábio Martins isola William pela esquerda e o avançado brasileiro, na segunda tentativa que dispôs, remata fraco de pé esquerdo e Vagner encaixa bem. Pouco depois volta Tiba a tentar a sua sorte de longe, novamente com as medidas bem tiradas, mas o guarda-redes do Boavista mantinha-se sereno, apesar da dificuldade em agarrar o esférico.
A última ocasião do primeiro tempo surge aos 43, com Fábio Martins e Braga na carreira de tiro a tentarem rematar à baliza, com Idris sempre pelo caminho, até que Braga dispara ao lado, mas não muito.
Apesar de ter as condições mais favoráveis no segundo tempo, os axadrezados não aproveitaram o fator vento que esteve muito mais favorável na primeira parte e foi a equipa da casa que continuou a assumir as despesas do encontro.
De tal forma que foi mesmo o Chaves a criar a primeira situação, aos 57 minutos, com Fábio Martins a aparecer solto na esquerda e a tentar golo, mas Vagner negou.
Com a equipa flaviense a desgastar-se com o passar dos minutos, e com o Boavista a não conseguir superiorizar-se, a partida foi ainda mais confusa e atabalhoada, num terreno que foi também ficando cada vez mais impraticável.
As bolas paradas ganharam uma importância ainda maior na etapa complementar, sendo mesmo a única forma de criar perigo. Aos 70, Bressan voltou a testar a atenção de Vagner, num livre ainda longe da baliza. Do outro lado, no minuto seguinte, Fábio Espinho procurava o mesmo e obrigou mesmo à primeira defesa de António Filipe no jogo.
Os transmontanos eram mesmo a equipa mais perigosa em campo e Ponck podia ter desfeito o nulo aos 76, quando um livre lhe parou nos pés, mas atirou ao lado. De bola parada em bola parada, numa partida que se foi tornando mais quizilenta e com mais paragens, com o Boavista a jogar com o cronómetro, a segunda parte não deixou saudades.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Antevisão GD Chaves - Boavista FC


GD Chaves vs BOAVISTA FUTEBOL CLUBE

Sábado, 4 de fevereiro, às 16h00

Transporte gratuito ou eventual pagamento simbólico, a anunciar logo que definido o preço dos bilhetes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

AIDI FULANG XISI É REFORÇO DO BOAVISTA

Aidi Fulang Xisi, de origem chinesa e tanzaniana, vem reforçar o Boavista por época e meia.
O polivalente jogador, com 26 anos e 1,80, pode ocupar a posição de 6, defesa central ou de defesa direito. Aidi, já treina com o plantel desde a semana passada após se desvincular do seu último clube, o Dalian Yifang FC (antigo Dalian Aerbin), da China League One.
Esta aposta surge através de uma parceria com a Federação Chinesa de Futebol.
Aidi afirma ser um orgulho “representar um clube histórico numa liga tão competitiva e de grande qualidade” e acrescenta “estou aqui para dar o meu melhor e ajudar a equipa”.