Contagem

web counter free

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Lovro Medić assina pelo Boavista por três épocas.

O avançado de 25 anos e 1,89 metros, é natural de Zagreb, Croácia. Lovro, representava na época finda o NK Zagreb, da Primeira Liga Croata, onde marcou 13 golos - na Liga e Taça Croata - e se estabeleceu como um dos jogadores mais utilizados do plantel.
Quando questionado, pelo site do Boavista, o porquê de escolher as panteras, Lovro não hesita: “no meu pais toda a gente conhece o Boavista pelas competições europeias e pelo campeonato que ganharam. Depois, vi o Estádio, fui conhecer melhor a história do clube, a força dos adeptos... e a escolha foi fácil”.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Mohamed Daf no Boavista!

Mohamed Daf, internacional senegalês de 22 anos, assina pelo Boavista por três épocas.
O possante médio esquerdino, de 1,85 metros, cobre toda a zona do meio campo: o chamado “número 8”, ou também apelidado de médio box to box, podendo também jogar a médio defensivo.
Foi formado no Anderlecht, passou pelo RSC Charleroi - da primeira liga belga – e este ano representou o Royal White Star Bruxelles.
Ao site oficial confessou-se “muito feliz por assinar pelo Boavista. É um novo desafio para mim, e espero ficar por cá por muitos anos”.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

André Schembri no Boavista !

André Schembri, internacional por Malta de 30 anos, ruma ao Bessa por duas épocas.
É um avançado móvel com mais de 100 golos apontados nos diferentes campeonatos em que jogou, como o grego, alemão, húngaro e cipriota. Na última época representava o Omonia, no Chipre, onde consumou 17 golos.
Curiosidade: o pai de Schembri - Mario Schembri - já defrontou o Boavista, em 1979, na extinta Taça dos Vencedores das Taças, quando representava o Sliema Wanderers.
Bem-vindo ao Boavista!


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Preparação Época 2016-2017

O Boavista FC já começou a preparar a época 2016-2017, com algumas contratações e renoovações,

Fica aqui as renovações e contratações para já confirmadas:

Mickaël Meira assina pelo Boavista, por três épocas
O jovem guardião luso-francês, de 22 anos e 1,91m, é reforço do Boavista, por três épocas.
Mickaël, fez formação no Sporting, foi internacional nas camadas jovens, integrou a equipa do AEL Limassol (Chipre) e na época finda, representou o Atlético Clube de Portugal, onde reuniu 24 jogos.
O internacional confessa-se “muito feliz por defender a camisola do Boavista. É uma grande oportunidade e estou aqui para crescer com a equipa”.
O Boavista aposta em mais uma jovem promessa - que já é uma certeza - portuguesa, e dá-lhe as boas-vindas.


Diogo Caldas Marques, também conhecido como Digas, vem reforçar o Boavista, tendo assinado por três épocas.
O jovem extremo, de 23 anos, distinguiu-se ao serviço do Salgueiros, onde fez mais de 30 jogos - com 8 golos apontados - revelando-se uma peça fulcral no desempenho da sua equipa.
Esta, é mais uma aposta em jovens atletas que se têm destacado nos vários campeonatos nacionais.
"É o concretizar de um sonho jogar na I Liga, principalmente num clube com a história do Boavista.Vou dar o meu melhor", disse o jogador.

Carlos Manuel Guedes dos Santos, de 27 anos, renovou o seu contrato com o Boavista - cumprindo com a palavra dada - por mais uma época.
No Boavista desde 2012, Carlos Santos é o jogador do plantel com mais anos de xadrez. O 22 axadrezado, desde que chegou ao clube, encarnou verdadeiramente o que é ser Boavisteiro. Desde então, tem sido um dos esteios do balneário, um dos capitães de equipa e responsável por passar aos mais novos o que é ser atleta do Boavista. O defesa passou duas épocas no Boavista, no Campeonato Nacional de Séniores, e preparara-se para a terceira época de xadrez ao peito, na I Liga.
Carlos Santos confessa estar "muito feliz por continuar a representar o emblema do meu coração. Estou aqui para dar o meu melhor para ajudar a equipa e esta instituição. Ser do Boavista, é ser mais forte".


O Boavista apresenta mais um reforço para a época 2016/2017: João Talocha assina por duas épocas
João Carlos Araújo Fonseca Silva, jogador polivalente, pode atuar em qualquer posição do setor defensivo, mas foi como defesa esquerdo que mais se destacou no Vizela, onde acumulou 32 jogos. Foi, inclusive, o melhor lateral esquerdo do Campeonato de Portugal, facto esse que despertou a atenção de vários clube da I Liga.

Conhecido no futebol como Talocha, o agora defesa Boavisteiro, de 26 anos, assinou pelo Boavista, por duas épocas.
O jovem de Famalicão - onde fez a sua formação - diz-se “muito entusiasmado por esta oportunidade num clube como o Boavista. Estou pronto para este desafio”.


Edu Machado assina pelo Boavista
Eduardo José Borges Machado, Edu Machado para o futebol, assinou pelo Boavista, por duas épocas, e é o primeiro reforço de 2016/2017.
Jogador polivalente, de 26 anos, pode atuar nas várias posições do lado direito, mas é como defesa direito que mais se destaca. Edu Machado foi peça fundamental na subida do Desportivo de Chaves, na segunda metade da época 2015/2016. Antes de janeiro 2016, representava o Tondela.
O agora jogador axadrezado mostrou-se muito feliz por vestir a camisola do Boavista: "É um orgulho enorme estar aqui nesta casa. O Boavista é um grande clube no qual eu quero singrar".


IDRíS RENOVA POR DUAS ÉPOCAS
Idrís, médio senegalês e um dos capitães do Boavista, renovou antes de ir para férias o seu contrato por mais duas épocas desportivas.
O jogador, uma das referências do balneário pelo seu profissionalismo, afirmou estar bastante feliz pela renovação, prometendo manter todo o empenho e dedicação demonstrados nas duas épocas anteriores ao serviço do seu já clube do coração, agradecendo todo o carinho recebido de toda a estrutura e adeptos.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Erwin Sanchez Renovou


Erwin Sánchez renovou contrato como Treinador da Boavista, SAD para a Época Desportiva 2016/2017.
Com Erwin Sánchez manter-se-á em funções toda a Equipa Técnica que o acompanhou durante a Época que recentemente terminou.
A renovação de Contrato com a Equipa Técnica insere-se num projecto global cujas linhas mestras foram anunciadas recentemente em Comunicado da Boavista, SAD, de que serão nas próximas semanas fornecidas mais informações.


A Administração da
Boavista Futebol Clube, Futebol, SAD

sábado, 14 de maio de 2016

Fim de Uma Época Complicada Mas Com o Objectivo Atingido

FC PORTO -4 BOAVISTA FC -0
Liga Nós 34ºJornada
 14 De Maio de 2016 - 11H45M
 Estádio Do Dragão 
Árbitro :Carlos Xistra(A.F.Castelo Branco)

GR:Iker Casillas GR:Mika
DD:Maxi Pereira DD:Tiago Mesquita
 DC:Iván Marcano DC:Nuno Henrique
DC:Chidozie DC:Paulo Vinicius
DE:Miguel Layún DE:Anderson Correia
MC:Héctor Herrera  MC:Idrís Mandiang(Douglas Abner 69')
MC:Danilo(Rúben Neves INT) MC:Aymer Tahar
MC:André André(Evandro 68')  MC:Rúben Ribeiro
ED:Jesús Corona(Yacine Brahimi INT) ED:Anderson Carvalho
EE:Silvestre Varela EE:Renato Santos(Samú 65')
PL:André Silva PL:Imanol Irriberri(Luisinho 79')
.
Treinador:José Peseiro     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 37',Anderson Correia 79' e Rubén Ribeiro 84'.

Golos: Danilo 11',Miguel Layún 56',Yacine Brahimi 84'(g.p) e André Silva 87'.






A última jornada da I Liga reservava poucas decisões para os dois clubes: o FC Porto já tinha confirmado o terceiro lugar, o Boavista garantida a manutenção, embora pudesse ainda subir alguns lugares.
A partida disputava-se de manhã com vista às transmissões televisivas para o mercado asiático, e viam-se muitas crianças e famílias nas bancadas do Dragão.
Logo desde o arranque do jogo, os pupilos de José Peseiro mostraram ao que vinham. Foi uma boa entrada em campo dos dragões, que chegaram com vontade de mandar no jogo e chegar à área do Boavista com perigo. Não demoraram muito a instalar-se no meio campo dos boavisteiros e a ameaçar a baliza de Mika.
Aos 12 minutos, e sem que tivesse feito muito para o merecer, o FC Porto chegou ao golo. Depois de uma bola que a defesa do Boavista não conseguiu aliviar, o esférico ficou perdido entre dragões e axadrezados. Com instinto de ponta de lança, foi o trinco Danilo Pereira a rematar forte e colocado, sem hipóteses para Mika.
Desde esse momento, o FC Porto praticamente desistiu de criar futebol ofensivo. Quem aproveitou foi o Boavista, que começou a pressionar e a tentar aproximar-se da baliza de Casillas.
Aos 28 minutos, e depois de vários minutos em que o Boavista se instalou no meio campo do FC Porto, Renato Santos apareceu sozinho na direita, levantou para Tiago Mesquita, que entrava na área, e o lateral rematou com força e de primeira, obrigando Casillas a uma defesa apertada.
Até ao intervalo, o jogo não muitas oportunidades de monta, e na segunda parte as mudanças teriam de surgir num Boavista à procura de acabar bem a época e num FC Porto que precisava de ir em busca do segundo golo para ficar mais tranquilo.
Layún sossega os adeptos
Na segunda parte, o jogo entrou largamente como tinha recolhido aos balneários: o Boavista mais aventureiro, um FC Porto a responder sem grande esforço. Aos 54 minutos, chegou o primeiro remate (desenquadrado), do Boavista, mas nada que pudesse fazer tremer os dragões ou entusiasmar a Pantera.
Logo a seguir, aos 56 minutos, mais uma desconcentração da defesa do Boavista deu no segundo golo do FC Porto. André Silva aproveita o erro, dribla dois adversários e assiste Miguel Layún, que do outro lado da área rematou a contar para o segundo tento da partida.
E o FC Porto parece ter finalmente ter compreendido que podia explorar as vulnerabilidades da defesa do Boavista. Pouco depois do golo, Yacine Brahimi, que ao intervalo rendeu Jesús Corona, quase fazia uma majestoso chapéu de fora da área a Mika, mas a bola saiu um pouco por cima.
E o FC Porto instalou-se definitivamente como o dono da bola nesta segunda parte, com várias jogadas que criaram perigo do lado da defesa axadrezada.
Aos 65 minutos, sai Renato Santos e entra Samu, com Erwin Sánchez a tentar injetar alguma frescura no meio-campo e a dar minutos a um jogador com pouquíssima utilização esta época.
Marcar e tranquilizar
Quatro minutos depois, nova substituição, do outro lado. Saiu André André, que foi ovacionado, com o ‘tribunal do Dragão’ a reconhecer um dos melhores jogadores da época, para a entrada de Evandro.
Na sequência, saiu no Boavista Idris, um dos trapalhões envolvidos no primeiro golo, e entrou Douglas Abner, que também teve direito a alguns minutos.
Logo a seguir, aos 71 minutos, Layún rematou à figura de Mika, que encaixou o remate. Pouco depois, foi André Silva a rematar à meia volta, com o guardião da Pantera a amarrar. O 19 portista mostrou a sua insatisfação, ele que procura o golo pela equipa principal.
Aos 75 minutos, foi Brahimi a tentar pelo meio individual, mas voltou a esbarrar em Mika. Na resposta, foi Abner, de longe, a testar Casillas, mas o espanhol esteve à altura.
Aos 79 minutos, sai Iriberri, que não se viu, e entra Luisinho, à procura de velocidade e alguma polivalência para a etapa final da partida.
Aos 84 minutos, penálti para o FC Porto, depois da falta de Rúben Ribeiro. Chamado a bater, Brahimi não falhou e enganou Mika. 3-0 para o FC Porto e uma vitória sem contestação para terminar a época do dragão.
Mas não havia de ficar por aqui. Aos 88 minutos, Brahimi desmarcou André Silva, que quebrou finalmente a malapata e marcou pelo FC Porto, depois de contornar Mika e empurrar para o fundo das redes.
O jogo continuou a desenrolar-se até final, com o apito final a encerrar a época do Boavista e a deixar o FC Porto já a pensar no jogo com o Braga, no Jamor, pela conquista da Taça de Portugal.
Na I Liga, o FC Porto terminou em terceiro lugar com 73 pontos. O Boavista termina a época com 33, para já na 14ª posição.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Antevisão FC Porto - Boavista FC

BILHETES DISPONÍVEIS NA SECRETARIA DO BOAVISTA. 
12€ exclusivo para sócios com quotas em dia.

Sábado, 14 de Maio às 11:45

Jogo apenas para cumprir calendário mas que queremos vencer!


domingo, 8 de maio de 2016

Para o Ano Cá Estaremos Novamente!

BOAVISTA FC- 1 UNIÃO MADEIRA-0
Liga Nós 33ºJornada
8 de Maio de 2016 - 16h
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:João Capela(A.F.Lisboa)

GR:Mika     GR:Raúl Gudino
 DD:Tiago Mesquita   DD:Paulinho
 DC:Nuno Henrique DC:Paulo Monteiro
DC:Paulo Vínicius   DC:Diego Gallo
DE:Anderson Correia(Luisinho 65') DE:Joãozinho
MC:Samú   MC:William Soares(Rúben Andrade 74')
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 89') MC:Breitner da Silva(Edder Farias 85')
MC:Aymen Tahar(Luisinho 79') MC:Abdullahi Shehu
ED:Renato Santos ED:Miguel Cardoso(Toni Silva 35')
EE:Anderson Carvalho EE:Jhonder Cádiz
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 75') PL:Élio Martins

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Luís Norton de Matos

Cartões Amarelos:Jhonder Cádiz 54' e Aymen Tahar 59'

Golos: José Manuel 36'.


O Boavista venceu (1-0) o União da Madeira, este domingo à tarde, em casa, num jogo que terminou com invasão de campo pacífica dos adeptos, que assim quiseram festejar a manutenção na I Liga.


Numa partida com entrada livre para sócios do Boavista, que nem assim preencheram as bancadas do Estádio do Bessa, uma emotiva salva de palmas começou por preencher o minuto de silêncio que serviu de homenagem ao árbitro Paulo Paraty, falecido esta semana após batalha contra doença prolongada.
Numa primeira parte emotiva mas em que as oportunidades de golo não passaram de miragem, acabaram por ser dois lances polémicos a ficar na história.
Aos 24′, Anderson Correia caiu na grande área em despique com Paulinho. O público protestou, os jogadores do Boavista também, o árbitro, o lisboeta João Capela, entendeu não haver nada.
Do outro lado, aos 33′, foi Élio Martins a reclamar grande penalidade. João Capela, mais uma vez, disse não haver nada e mandou seguir o jogo.
Como os lances de golo foram raros, ficou a ideia que o provável seria que o golo apenas chegasse fruto de um lance de bola parada ou de um erro individual. E assim foi.
O 1-0 surgiu aos 36′ na sequência de uma autêntica frangalhada do guarda-redes Gudiño, que demorou uma eternidade a chutar uma bola para a frente, deu um pontapé na atmosfera e permitiu que Zé Manuel praticamente só tivesse que encostar para colocar o Boavista em vantagem.
O União arriscou mais um pouco depois de se ver em desvantagem, e de ver as contas da manutenção andarem para trás. Mesmo assim não foi incisivo o suficiente para incomodar em demasia a baliza de Mika.
O segundo tempo também foi parco em ocasiões. E teve no guarda-redes do Boavista o grande heroi.
Mika salvou o Boavista com uma grande defesa aos 67′. E voltou a salvar, aos 79′, com nova parada de grande calibre.
Pelo meio, o 2-0 só não chegou porque Samu teve pontaria a mais e atirou ao poste uma bola destinada a golo saída de um livre direto.
Já em tempo de compensação, Mika voltou a ser decisivo ao travar um remate do União da Madeira que parecia destinado a golo.
No final da partida houve invasão de campo à maneira antiga, com os adeptos do Boavista a festejarem no relvado a permanência na I Liga, que matematicamente havia sido assegurada na ronda anterior.
Na próxima jornada, o Boavista despede-se do campeonato 2015/16 com um dérbi frente ao FC Porto, no Estádio do Dragão. E com o sentimento de dever cumprido depois de ter assegurado com relativa tranquilidade a tão desejada manutenção no escalão maior do futebol português.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Antevisão Boavista FC - CF União da Madeira

COM A MANUTENÇÃO JÁ ASSEGURADA VAMOS FESTEJAR E PREPARAR BEM A PRÓXIMA ÉPOCA!

VÃO TER QUE LEVAR CONNOSCO NOVAMENTE!


SÓCIOS ENTRADA GRATUITA.
O APOIO DE TODOS É FUNDAMENTAL!
TODOS PELO BOAVISTA!
.
BOAVISTA FC vs União da Madeira, domingo, 8 de maio às 16:00, no Estádio do Bessa Século XXI
.
Sócios GRATIS (obrigatório levantar bilhete)
.
Acompanhantes de Sócio 3€ (3 bilhetes por 3€ cada, por cada associado)






domingo, 1 de maio de 2016

Empata em Moreira de Cónegos Adia Confirmação da Manutenção

MOREIRENSE FC -1 BOAVISTA FC -1
Liga Nós 32ºJornada
 1 De Maio de 2016 - 16H
 Estádio Comendador Joaquim 
Almeida Freitas em Moreira de Cónegos
Árbitro :Hugo Miguel(A.F.Lisboa)

GR:Igor Stefanovic GR:Mika
DD:Pedro Coronas DD:Tiago Mesquita
 DC:Marcelo Oliveira DC:Nuno Henrique
DC:André Micael DC:Paulo Vinicius
DE:Evaldo DE:Afonso Figueiredo
MC:Vítor Gomes  MC:Idrís Mandiang
MC:João Palhinha(Rafa Sousa 67') MC:Aymer Tahar
MC:Fábio Espinho MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 82')
ED:Ernest Ohmeng(Ença Fati 58') ED:Anderson Carvalho
EE:Iuri Medeiros(E.Boateng 89') EE:Renato Santos(Luisinho 88')
PL:Rafael Martins PL:José Manuel(I.Irriberri 90')
.
Treinador:Miguel Leal     Treinador:Erwin Sanchez


Cartões Amarelos:Idrís Mandiang 39',André Micael 54',José Manuel 83',Aymen Tahar 85' e Marcelo Oliveira 90'.

Golos: Nuno Henrique 20' e Iuri Medeiros 28'.




O Boavista empatou este domingo com o Moreirense, em Moreira de Cónegos, a uma bola, adiando o derradeiro suspiro de alívio da manutenção.

O jogo teve desde o início um Boavista mais atrevido e um Moreirense mais orientado, com muitas disputas a meio campo e uma luta tática entre as duas equipas, com boa casa e um ótimo ambiente nas bancadas.
Aos 20 minutos, e no primeiro momento soberano do encontro, o Boavista chegou ao golo. Depois de um canto, Renato Santos insistiu no lance e cruzou para a cabeça de Nuno Henrique, a empurrar a bola para o fundo das redes. O central levou os muitos adeptos do Boavista que se deslocaram a Moreira de Cónegos ao delírio, tão próximo que ficava a equipa de garantir a manutenção.
Apesar da natural tentativa do Moreirense de reagir ao golo sofrido, ainda para mais em casa, a verdade é que o Boavista continuou melhor no jogo durante os momentos que se seguiram.
E as coisas bem poderiam continuar assim não fosse o génio de Iuri Medeiros. Aquele que é uma das revelações do campeonato marcou um golaço, de pé esquerdo, em zona frontal à baliza de Mika com a bola a entrar mesmo no canto superior direito dos quadros do guardião axadrezado, que não tinha quaisquer hipóteses de travar o oitavo golo do açoriano emprestado pelo Sporting à equipa minhota.
O empate chegava mesmo que o Moreirense não tivesse feito muito por isso, e era um resultado que não servia as aspirações do Boavista. Por isso, a resposta não se fez esperar: depois de uma asneira de Marcelo Oliveira, Zé Manuel isolou-se na frente do ataque, mas o remate foi intercetado por André Micael.
A primeira parte continuou com um pouco mais de ascendente do Moreirense mas sem chances de maior. O apito para recolher aos balneários foi até bem recebido pelos dois técnicos, uma vez que havia muito a corrigir.
Confusão e sofrimento
Numa segunda parte menos bem jogada do que a primeira mas mais ascendente do Boavista, o primeiro momento de monta foi o golo anulado a Paulo Vinícius, aos 57, que cabeceou a contar depois de um cruzamento de Afonso Figueiredo, mas viu o seu golo invalidado pelo árbitro, que assinalou falta.
Aos 61 minutos, Hugo Miguel expulsa Alfredo Castro, técnico de guarda-redes do Boavista, e o diretor desportivo da equipa, Jorge Couto. O antigo guardião Alfredo acabou por se virar contra Ion Timofte, que até jogou com ele com a camisola do xadrez, um ‘sururu’ motivado pelo golo anulado ao Boavista, além de protestos de grande penalidade logo aos 47 minutos, quando Zé Manuel rematou contra o corpo de Evaldo.
Aos 66 minutos, Anderson Carvalho acertou no ferro da baliza à guarda de Stefanovic, depois de passar por vários adversários. Um belo momento que esbarrou no azar do extremo brasileiro.
Do outro lado, foi Rafael Martins a tentar fazer um chapéu a Mika, mas o guardião boavisteiro esteve à altura e desviou a tentativa.
O jogo ia-se encaminhando para o final de forma lenta, com um jogo muito disputado mas sem muitas consequências práticas. Aos 75 minutos, foi Renato Santos a testar Stefanovic, que rechaçou o remate com uma palmada.
Logo a seguir, Erwin Sánchez mexeu na partida e lançou Mario Martínez para o lugar de Rúben Ribeiro, que saiu esgotado mas sem amarelo, escapando, mais uma vez, à suspensão que poderia surgir se levasse amarelo.
Aos 85 minutos, Fábio Espinho quase marcou um golo de bandeira, mas a bola saiu ao lado, a escassos centímetros do poste. Ao voar para tentar impedir o golo, Mika ficou lesionado, tendo de ser assistido pela equipa médica dos axadrezados.
Quatro minutos depois, Renato Santos sai, exausto, dando lugar a Luisinho, um elemento ofensivo para refrescar o ataque no último fôlego da partida.
A esta hora, e no último minuto de compensação, o Boavista já pedia o fim da partida, aproveitando o precioso ponto na impossibilidade de conseguir a vitória. Erwin Sánchez colocava Iriberri em campo no lugar de Zé Manuel. O árbitro voltaria a apitar dali a pouco.
Contas feitas, o Boavista fica com 30 pontos depois do empate, defrontando, em casa no próximo fim-de-semana, o União da Madeira antes de visitar o ‘vizinho’ FC Porto na última jornada. A confirmação da manutenção poderia surgir já nesta jornada mas fica, assim, adiada por mais uma jornada, enquanto o clube espera para ver o que fazem, ainda este domingo, União da Madeira e Académica, que jogam entre si pelas 20h30, isto depois do Vitória de Setúbal já ter perdido e caído para debaixo dos axadrezados.
A esperança do Boavista é de que União da Madeira vença a Académica, garantindo assim a manutenção da Pantera. De outra forma, terá que esperar mais um fim-de-semana.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Vitória Importante Rumo a Manutenção Faltam 3 Finais

BOAVISTA- 1 CF BELENENSES-0
Liga Nós 31ºJornada
22 de Abril de 2016 - 20h30m
Estádio do Bessa Século XXI
Árbitro:Bruno Esteves(A.F.Setúbal)

GR:Mika     GR:Ricardo Ribeiro
 DD:Tiago Mesquita   DD:André Geraldes
 DC:Nuno Henrique DC:Gonçalo Silva
DC:Philippe Sampaio   DC:Gonçalo Brandão
DE:Afonso Figueiredo   DE:Fábio Nunes(Filipe Ferreira 76')
MC:Idrís Mandiang   MC:Rúben Pinto
MC:Rúben Ribeiro(Mário Martinez 86') MC:Ricardo Dias
MC:Aymen Tahar(Luisinho 79') MC:Tiago Silva
ED:Renato Santos ED:´Fábio Sturgeon
EE:Anderson Carvalho EE:Miguel Rosa(Tiago Almeida 82')
PL:José Manuel(Imanol Irriberi 90') PL:Juanto Ortuño(Tiago Caieiro 68')

Treinador:Erwin Sanchez                Treinador:Júlio Vesláquez

Cartões Amarelos:Gonçalo Silva 28' e Geraldes 75'.

Cartões Vermelho: Ricardo Dias 54'.

Golos: José Manuel 42'.






A salvação do Boavista estava ao segundo poste. E Zé Manuel encontrou-a. Cavalheiro e gentil, abraçou-a com a intensidade dos que partem e voltam muito depois, demasiado tarde. Neste caso, sugerem os dados, a tempo ainda de a beijar com força e selar a manutenção.

Três pontos de romantismo e coração cheio, o anel de compromisso entre os axadrezados e a I Liga. Ajoelhou? Agora é a hora de cumprir as intenções, três jornadas pela frente e 29 pontos no bolso.

A relação tem tudo para dar certo. Aqui não há «o problema é meu, não é teu». O problema esteve nos longos anos de separação e angústia. Agora não, com este Boavista atraente, pensado por Erwin Sanchez, as panteras jogam futebol e piscam o olho a uma vida passada, à era do Boavistão.


No Bessa, o Belenenses do señor Julio pouco ou nada pôde oferecer ao jogo. Prestável na atenção dispensada aos níveis de beleza do espetáculo, os azuis foram fiéis à sua ideia de jogo, mas reagiram pessimamente à pressão insustentável exercida pelos portuenses.

De lábios trincados e pulmões infatigáveis, o Boavista jogou nos limites até fazer o 1-0 (Zé Manuel, 42 minutos), manteve o pé no acelerador até o Belenenses passar a estar reduzido a dez unidades (vermelho a Ricardo Dias, 54) e geriu com uma inteligência incomum – pelo menos para quem joga sob a pressão matemática – o marcador na última meia hora.

A vantagem mínima disfarça, aliás, uma diferença maior entre as duas equipas: no volume de jogo, na quantidade de remates, na posse de bola, nos sinais de perigo. O Boavista foi superior em tudo e teve mais duas ou três ocasiões de excelência para aniquilar a dúvida muito antes do apito final.

No meio esteve a virtude ou, se preferirem, no meio esteve Rúben Ribeiro, o virtuoso. Um craque!

Quando o pé de Rúben toca a bola, ela não chora, como acontece no convívio com tantas outras chuteiras amarguradas; ela sussurra de prazer e pede mais, pois o pensador/executante do futebol axadrezado sabe todos os segredos do jogo e da arte da sedução.



Rúben foi grande, bem acompanhado por Renato Santos e um Tahar enorme e mandão no meio campo. Em bloco, sólido, anularam as ideias muito interessantes do Belenenses e decidiram o clássico entre dois clubes históricos do futebol nacional – ambos campeões nacionais – numa bola parada bem executada: canto de Renato, cabeça de Idris, finalização de Zé Manuel.

Ao Belenenses faltou, essencialmente, espaço para respirar. Os homens do Restelo jogam no risco, não abdicam do passe curto desde a primeira fase de construção e acabam por cometer erros desnecessários quando o processo não sai bem. Erros em zonas proibidas.

Julio Velázquez, insistimos, tem ideias interessantes e atraentes. Tanto assim é que, após o vermelho a Dias, desenhou uma defesa a três, com todos os elementos a marcar, homem para homem, e manteve o meio campo bem povoado. Com essa estratégia soube manter a equipa na discussão até ao fim, sempre equilibrada.

Não chegou para pontuar, a noite era do Boavista. Do Boavista e da sua salvação, um encontro romântico e marcado para horas próprias. Tudo dentro dos limites da decência e bons costumes.